Em julho de 2026, Seia recebe o ProfMat 2026 - XLI Encontro Nacional de Professores de Matemática (nos dias 13, 14 e 15) e o SIEM 2026 - XXXVI Seminário de Investigação em Educação Matemática (nos dias 15 e 16). Os encontros realizam-se na Escola Superior de Turismo e Hotelaria - IPG, na Casa Municipal da Cultura e no Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE).
Foi concedida dispensa especial de serviço nos dias 13, 14 e 15 de julho aos professores dos Grupos de Recrutamento 110, 230 e 500 para poderem participar no ProfMat 2026.

Nos traços firmes da Serra que sobe,
Onde o frio molda a alma e o chão,
Seia ergue-se serena, nobre,
Com cálculos feitos de coração.
A Matemática dança nas pedras,
Nos vales, nas curvas do rio,
Onde Bento Jesus Caraça lembra
Que saber é também desafio.
Nas somas do povo que resiste,
Na lógica dos dias de nevoeiro,
Há um teorema que persiste:
A beleza vive no verdadeiro.
É raiz quadrada da memória,
Potência de saber e tradição,
Entre o rigor da ciência e a história,
Há cultura em multiplicação.
Museus guardam o tempo e o pão,
Teatros e coros dão voz ao sentir,
E no silêncio gelado do inverno
O conhecimento volta a florir.
Seia é fórmula de bem receber,
É equação entre o dar e o saber,
É função que cresce com a partilha,
Na montanha, onde o saber brilha.
Assim vos dizemos, com alma e calor:
Sejam bem-vindos ao céu e ao sabor,
À terra onde a mente se eleva e revela,
Onde a Matemática encontra a sua Estrela.
Autores: Miguel Pereira Simões | Maria Pereira Simões | Afonso Lopes
A beleza paisagística, a riqueza da gastronomia e o vasto património cultural, material e imaterial fazem de Seia um local de visita em qualquer época do ano e o quadro ideal para a realização do ProfMat em 2026.
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Visite Seia (https://visitseia.pt/)
Descubra a diversidade e riqueza deste território e os pontos de interesse no mapa turístico do concelho.
Mapa turístico de Seia (pdf)
Chegada a Seia...
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Parques de estacionamento:

A sugestão da Organização:
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Como chegar a Seia?
Os encontros de professores ProfMat e SIEM são organizados pela Associação de Professores de Matemática.
Em 2026, esta organização conta com a parceria da Câmara Municipal de Seia.
Para esta edição do ProfMat e do SIEM, a APM promoveu um concurso de cartazes no qual participaram dezenas de alunos da Escola Básica 2, 3 Dr. Guilherme Correia de Carvalho, do Agrupamento de Escolas de Seia e da Escola Profissional da Serra da Estrela.
Cartaz Vencedor
Cartaz elaborado por:
Leonora Pereira
Cartaz premiado na Escola Básica 2, 3 Dr. Guilherme Correia de Carvalho
Cartaz elaborado por:
Maria Inês Neves
Cartaz premiado no Agrupamento de Escolas de Seia
Cartaz elaborado por:
Leonora Pereira
Cartaz premiado na Escola Profissional da Serra da Estrela
Cartaz elaborado por:
Salvador Ye
Parabéns a todos os participantes!
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O ProfMat, encontro nacional de professores de Matemática, é uma das principais iniciativas da Associação de Professores de Matemática. Desde 1985, professores de todos os níveis de ensino reúnem-se para apresentar, debater, analisar, refletir, partilhar e compartilhar ideias e experiências, questões e desafios. Este encontro anual é emblemático da APM, sendo um momento de participação, de união e de motivação para todos os seus sócios.
Alcino Simões
Alexandra Rodrigues
Alexandra Silva
Cristina Caridade
Cristina Sousa
Jaime Carvalho e Silva
Joaquim Pinto
José Alexandre Martins
José Manuel Matos
Manuel João Marques
Verónica Pereira
Verónica Pereira
José Alexandre Martins
Cristina Caridade
Cristina Sousa
Ilídia Coelho
Sandra Ferrão
Carla Ferrão
Leonor Nogueira
Alexandra Silva
Ana Rita Alves
Jorge Costa
Célia Cardoso
Ana Paula Nunes
José Miguel Salgado
Cecília Fonseca
Vanda Santos
O “41.º Encontro Nacional de Professores de Matemática — ProfMat 2026” é um curso de formação de 20 horas acreditado pelo CCPFC para os grupos 110, 230 e 500 (CCPFC/ACC-139994/26) na dimensão científica e pedagógica.
Após conclusão do encontro, onde cada formando terá de ser assíduo em, pelo menos, dois terços (13 horas) do número total de horas da formação (20 horas), cada formando deve:
1. Consultar as informações disponibilizadas pelo Centro de Formação APM no site do encontro e/ou via correio eletrónico, nomeadamente, informações sobre a avaliação dos formandos, procedimentos para a entrega do relatório de reflexão crítica individual, etc, que será disponibilizado depois de confirmada a assiduidade dos formandos.
2. Enviar, para o endereço de correio eletrónico do CFAPM, centroformacao@apm.pt, o relatório de reflexão crítica individual até dia 31/07/2026. O envio do relatório até à data indicada é da exclusiva responsabilidade do formando, não sendo aceites relatórios entregues depois de 31/07/2026.
3. Para a realização do relatório de reflexão crítica individual, cada formando tem de utilizar o documento modelo a enviar pelo Centro de Formação APM via e-mail e a disponibilizar também no site do encontro. O modelo de relatório só será enviado a quem cumprir os requisitos de assiduidade.
4. Preencher, até ao dia 31/07/2026 o questionário de avaliação da ação através do link a enviar por e-mail a todos os formandos e a disponibilizar no site do encontro.
Contactar o CFAPM (centroformacao@apm.pt) para qualquer questão relacionada com o processo de acreditação.
A avaliação é individual e traduz-se numa classificação final quantitativa, na escala de 1 a 10, expressa através do referencial de menções qualitativas previsto no n.º 2 do artigo 46.º do ECD aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de acordo com as seguintes ponderações:
Assiduidade – 40%;
Relatório de reflexão crítica individual – 60%.
A assiduidade é comprovada através da assinatura de folha de registo de presença. Os formandos que não participem em pelo menos dois terços (13 horas) do número total de horas de formação (20 horas) não poderão obter aprovação.
A assinatura das folhas de registo de presença, é da responsabilidade de cada formando.
O relatório de reflexão crítica individual incidirá sobre a globalidade da temática do encontro, numa perspetiva global, integradora e sistemática, sendo liminarmente excluídos trabalhos que não respeitem esta condição ou não se enquadrem nas regras definidas:
“Este trabalho individual deve contemplar uma reflexão sobre as temáticas abordadas ao longo do Encontro e que constituíram o seu percurso formativo, realçando o contributo deste percurso para a sua prática letiva e desenvolvimento profissional”
A avaliação do relatório de reflexão crítica individual será realizada de acordo com um conjunto de descritores que serão enviados posteriormente via e-mail a cada formando.
Nota: Os relatórios de reflexão são um elemento de avaliação individual e original. Caso se detete que o relatório foi realizado com Inteligência Artificial, este será anulado, não sendo permitido ao formando o envio de nova versão.
O relatório terá de ser redigido em documento digital (sugerimos o envio do trabalho em formato pdf) e gravado com o seguinte nome: (Nome_do_docente_grupo disciplinar)_ProfMat2026.
Requisitos de formatação:
A avaliação final terá uma menção qualitativa (Insuficiente, Regular, Bom, Muito Bom e Excelente) e o valor final da classificação quantitativa, numa escala de 1 a 10. A acreditação da formação depende da obtenção da classificação mínima de cinco valores, na escala de 1 a 10.
Para os formandos que cumpram todas as formalidades da formação acreditada, frequentem, pelo menos, dois terços do número total de horas do curso de formação e sejam aprovados, será emitido um Certificado de Formação.
Os certificados referentes à formação serão enviados, via e-mail, pelo Centro de Formação para cada um dos formandos aprovados a partir de outubro de 2026.
Os certificados de participação no encontro, são da responsabilidade da Comissão Organizadora.
O ProfMat 2026 decorre em Seia, mais especificamente nos seguintes locais:
Mapa:
Avenida Luís Vaz de Camoões 484, 6270-484 Seia
Tlf: 238 310 293
Email: cm-seia@cm-seia.pt
URL: https://cm-seia.pt/casa-da-cultura/
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Mapa:
Praceta os Doze de Inglaterra 11, 6270-465 Seia
Tlf: 238 320 300
Email: cise@cise.pt
URL: https://www.cise.pt/
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Mapa:
Rua Dr. José António Fernandes Camelo, 6270-372 Seia
Tlf: 238 320 800
Email: geral.esth@ipg.pt
URL: https://politecnicoguarda.pt/sobrenos/as-escolas/esth/
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Mapa: Rua de Santana, Quinta Fonte do Marrão, Seia 6270-501 Portugal
Tlf: 238 310 760
URL: https://ovalordotempo.pt/marcas/museu-do-pao/
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A refeição começa com um buffet de entradas tradicionais, onde cada prato é uma imersão nas raízes da cozinha portuguesa. Depois, à mesa, chegam dois pratos principais: um de carne e outro de peixe, sempre com sabores profundamente ligados ao território. Nas sobremesas, regressamos ao buffet, onde doces e queijos disputam o protagonismo final.

PREÇOS:
Adulto: 37,50 euros (com bebidas incluídas)
Criança até 12 anos: 13,50 euros
Na segunda-feira 13, poderá almoçar no Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE)
A inscrição neste almoço e a respetiva escolha do prato (peixe, carne ou vegetariano) realiza-se através do formulário de inscrição no ProfMat 2026.
Este almoço tem um custo de 12,50 euros, pago no ato de inscrição.
Na terça-feira 14 e na quarta-feira 15 (e ainda na quinta-feira 16, para os participantes no SIEM) terá a possibilidade de almoçar no refeitório da Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH).
A inscrição num almoço e a respetiva escolha do prato (peixe, carne ou vegetariano) realiza-se através do formulário de inscrição no ProfMat 2026.
Cada almoço tem um custo de 8,50 euros, pago no ato de inscrição.
Em Seia, bem como nas proximidades, encontram-se muitas opções de alojamento. A comissão organizadora do ProfMat 2026 estabeleceu protocolos com alguns estabelecimentos.
Os interessados devem contactar os alojamentos seguintes, por telefone ou por email, e indicar que são participantes no ProfMat 2026.
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Localização - Av. Primeiro de Maio 16, 6270-479 Seia
Telefone - 238 310 100
Email - camelo@eurosol.pt
Website - https://www.eurosol.pt/seia-camelo/
Código de promoção no website: PROFMAT26
Nota: As reservas também podem ser efetuadas por telefone e devem mencionar que são participantes no ProfMat.
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Localização - Av. Dr. Afonso Costa, 6270-481 Seia
Telefone - 967 628 776
Email - geral@lobosvillage.com
Website - https://hotelmania.net/hotel/seia/lobos-village/
Nota: As reservas devem ser efetuadas por telefone ou email e mencionar que são participantes no ProfMat.
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Localização - Rua Eira do Costa, 10, Lapa dos Dinheiros, 6270-651 Seia
Telefone - 934 560 401
Email - booking@casasdalapa.pt
Website - https://www.casasdalapa.pt/
Código de promoção no website (30%): PROFMAT2026
Nota: As reservas também podem ser efetuadas por telefone e devem mencionar que são participantes no ProfMat.
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Localização - Estrada Seia - S.Romão, Av. dos Bombeiros Voluntários, Lugar do Crestelo, 6270-425 Seia
Telefone - 238 320 050 | 968 578 921
Email - quintadocrestelo@quintadocrestelo.pt
Website - https://www.quintadocrestelo.pt/
Nota: As reservas devem ser efetuadas por telefone ou email e mencionar que são participantes no ProfMat.
Localização - Seia
Telefone - 967 741 492
Localização - Arrifana
Telefone - 967 741 492
Localização - Seia
Telefone - 967 086 553
Quintal do Forno
Localização - Paços da Serra
Telefone - 238 494 528
Localização - Vila Verde
Telefone - 917 883 259
Localização - Seia
Telefone - 965 471 055
Localização - Vila Verde
Telefone - 966 880 029
Localização - Santa Comba - Seia
Telefone - 915 069 220
Localização - Seia
Telefone - 968 219 800
Localização - Seia
Telefone - 910 446 860
Localização - Seia
Telefone - 969 027 538 | 965 435 804
Localização - Seia
Telefone - 967 017 932 | 965 779 499
Localização - Lagarinhos
Telefone - 969 268 581
Localização - Aldeias
Telefone - 969 268 581
Localização - Seia
Telefone - 969 268 581
Localização - Seia
Telefone - 969 268 581
Localização - Sandomil
Telefone - 967 752 630 | 919 924 157
Email - geral@villaalzira.com
Localização - Melo, Gouveia
Telefone - 964 096 286
Localização - Melo, Gouveia
Telefone - 238 745 886 | 964 887 625
Localização - Vinhó
Telefone - 915 069 220
Email - alexandra.santos@est.com.pt | geral@casadamela.pt
Website - https://casadamela.pt/
Localização - Figueiredo
Telefone - 967 607 973
Localização - Torroselo
Telefone - 962 895 050
Sugerem-se alguns restaurantes onde poderá almoçar ou jantar durante o ProfMat 2026.
Os participantes no ProfMat podem submeter propostas de comunicações e sessões práticas.
As propostas devem seguir as indicações dos respetivos modelos e serem enviadas até 15 de maio, através dos formulários abaixo.
A notificação acerca da aceitação da proposta será enviada após 15 de maio.
As comunicações para os simpósios são propostas e dinamizadas por participantes no encontro, fundamentalmente sobre temas e abordagens de ensino e materiais didáticos. Cada comunicação tem a duração de 15 minutos e está integrada num simpósio de comunicações, reservando-se, no final do respetivo simpósio, 15 minutos para discussão coletiva.
Modelo para submissão de Comunicação
| Submissão de Comunicação |
As sessões práticas são propostas e dinamizadas por participantes no encontro, fundamentalmente sobre temas e abordagens de ensino e materiais didáticos. Cada sessão prática tem a duração de 120 minutos.
Modelo para submissão de Sessão Prática
| Submissão de Sessão Prática |
Se vai apresentar alguma comunicação ou sessão prática e pretende utilizar um modelo comum, próprio deste ProfMat, descarregue-o aqui:
profmat2026@apm.pt
ProfMat 2026 - Associação de Professores de Matemática
Rua Dr. João Couto, n.º 27-A
1500-236 Lisboa
Tel.: +351 21 716 36 90 / 21 711 03 77
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Os materiais que forem cedidos pelos conferencistas serão disponibilizados aqui, logo que nos forem enviado e/ou depois da realização do ProfMat.
As conferências plenárias são realizadas por pessoas convidadas pela organização e com reconhecida experiência na área em que vão intervir. Incidem sobre temas de interesse geral e realizam-se em espaços do programa de forma a que todos os participantes tenham possibilidades de assistir.
C 01 - Renovar-se ou morrer: o papel fundamental da formação contínuaDaniel Ruiz-Aguilera, Universidade das Ilhas Baleares, em Maiorca. Moderador: Jaime Carvalho e Silva Segunda-feira, 13 de julho, 10h30m - 12h00m Resumo A constante evolução da nossa sociedade coloca-nos um desafio incontornável: como nos mantermos atualizados e eficazes nas nossas salas de aula? A resposta reside na formação contínua, um pilar fundamental da nossa profissão. No entanto, nem todas as mudanças são igualmente benéficas, nem toda a inovação merece uma aceitação automática. É essencial cultivar um espírito crítico e reflexivo ao avaliar as diferentes propostas de formação disponíveis. Nesta conferência, exploraremos diversos modelos de formação e partilharemos experiências que demonstraram ter um impacto positivo no ensino e na aprendizagem da matemática. Nota biográfica
Daniel Ruiz-Aguilera é professor catedrático do Departamento de Ciências Matemáticas e Informática da Universidade das Ilhas Baleares, em Maiorca. Leciona no curso de Licenciatura em Educação Primária, no curso de Licenciatura em Matemática e no Mestrado em Formação de Professores. Professor de matemática no ensino secundário entre 2002 e 2011, participou na criação do Centro de Aprendizagem Científico-Matemática CentMat, da Secretaria de Educação das Ilhas Baleares. Desempenhou funções de gestão académica como vice-reitor da Faculdade de Educação e como codiretor do Mestrado Universitário em Formação de Professores da UIB de 2024 a 2026. Publicou diversos artigos sobre inovação na educação matemática em revistas especializadas, congressos e seminários. Ministra formação em didática da matemática em centros de Educação Infantil, Primária e Secundária, e é diretor de dois cursos de formação de 70 horas nas Ilhas Baleares, no âmbito do Programa de Cooperação Territorial para a melhoria da Competência Matemática do Ministério da Educação de Espanha. |
C 02 - Contributos do EduQA para um currículo com sentidoLuís Santos, presidente do Conselho Diretivo do EduQA Moderador: Joaquim Pinto Segunda-feira, 13 de julho, 12h00m - 13h00m Resumo Nesta sessão, pretende-se fazer uma apresentação do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e o seu papel no âmbito da reforma do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) e no desenvolvimento das políticas educativas em Portugal. Tendo em consideração que as atribuições do EduQA englobam o currículo e a avaliação das aprendizagens dos alunos, considera-se que o sistema educativo tem uma oportunidade única de trabalhar, de uma forma integrada, todos os currículos e vias que constituem a educação não superior, nomeadamente, currículos gerais, de dupla certificação e artístico especializado, contribuindo, desta forma, para que todos tenham a importância e relevância devida no sistema educativo português. É também importante que a avaliação esteja alinhada com o desenvolvimento do currículo, permitindo uma monitorização constante da qualidade das aprendizagens dos alunos. Nota biográfica
Luís Pereira dos Santos – É Licenciado em Ensino da Física e Mestre em Didática das Ciências, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Foi professor de Física e Química, Vice-Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária da Cidade Universitária. Foi Chefe de Divisão de Formação de Professores e Diretor de Serviços de Recursos Multimédia na DGIDC. Foi Presidente do Júri Nacional de Exames de 2011 a 2019 e exerceu o cargo de Presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Avaliação Educativa. Desde 2019, é o representantede Portugal no PISA Governing Board (OCDE) e na Assembleia Geral da IEA. Atualmente é o Presidente do Conselho Diretivo do EduQA. |
C 03 - O Infinito entre a Matemática e a ArteJosé Maria Gomes, Universidade NOVA de Lisboa Moderadora: Alexandra Sofia Rodrigues Segunda-feira, 13 de julho, 14h30m - 15h30m Resumo Enquanto conceito definido por uma negação da experiência real, o infinito tem sido objecto de diversas representações ao longo de milénios. A sua importância na arquitectura do pensamento matemático vai a par do fascínio que exerce no pensamento criativo dos artistas. É desse diálogo que iremos falar, apresentando exemplos e procurando significados. Nota biográfica
José Maria Gomes – Professor auxiliar no Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. Doutorou-se em Matemática (especialidade em Análise Matemática) pela Universidade de Lisboa em 2005, com trabalho na área das equações diferenciais. A sua investigação centra-se sobretudo em equações com derivadas parciais e em equações elípticas. Destaca-se também pelo seu desempenho pedagógico, tendo sido distinguido pelos alunos como “Professor do Ano” na NOVA FCT em mais do que uma ocasião |
C 04 - Inteligência Artificial Generativa no Ensino da MatemáticaPaulo Carrasco, Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve Moderador: [...] Segunda-feira, 13 de julho, 17h00m - 18h00m Resumo Esta palestra aborda o papel da Inteligência Artificial Generativa no ensino da Matemática, as suas oportunidades, limites e práticas responsáveis, com especial atenção a contextos do ensino básico e secundário. Serão discutidas oportunidades de utilização destas ferramentas na preparação de aulas, criação de fichas de trabalho, construção de explicações alternativas e desenvolvimento de recursos educativos interactivos. A palestra procurará também evidenciar os limites atuais destes sistemas, nomeadamente a possibilidade de erros matemáticos, respostas aparentemente convincentes mas incorrectas, questões de autoria, plágio e dependência excessiva por parte dos alunos. A partir de exemplos práticos, será proposta uma reflexão sobre formas responsáveis de integrar a IA no trabalho docente, preservando o papel central do professor, o rigor matemático e a integridade da avaliação. Nota biográfica
Paulo Carrasco – Professor Coordenador na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve e Investigador Integrado no CiTUR – Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação em Turismo. É doutorado e mestre em Matemática Aplicada à Economia e Gestão e licenciado em Gestão pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa. Desde 1992, tem desenvolvido actividade docente em cursos de licenciatura e mestrado, com enfoque em métodos quantitativos, optimização, sistemas de apoio à decisão e inteligência artificial. Os seus interesses actuais incluem a aplicação da inteligência artificial à educação, à gestão e à produtividade académica. |
C 05 - Matemática e uma Certa EsperançaJosé Paulo Viana, APM Moderador: Manuel Marques Terça-feira, 14 de julho, 18h00m - 19h00m Resumo No Dicionário de Sinónimos, encontramos: Esperança: espera, confiança, desejo, expetativa, suposição, probabilidade. A palavra “Esperança” tem vários sentidos e um deles é mesmo um termo científico. É a Esperança Matemática ou Valor Médio de uma distribuição de probabilidade. Neste mundo conturbado, em que “a regra é o estado de exceção em que vivemos”(1), a Matemática tem tido utilizações antagónicas. Se às vezes é usada para nos controlar, por outro lado pode diminuir a incerteza dos acontecimentos futuros, mostrar-nos que opções tomar e que caminhos escolher e, sobretudo, ajudar-nos a manter a esperança. Iremos então ver algumas situações de Esperança, nos seus vários sentidos, e como elas se entrelaçam com a Matemática. (1) Teses sobre a Filosofia da História, Walter Benjamin (1892-1940) Nota biográfica
José Paulo Viana – Professor de Matemática do ensino secundário (aposentado). Entusiasta das matemáticas recreativas e da Magia Matemática. Autor, durante mais de 28 anos, da secção semanal “Desafios” no jornal Público. Em 2014 foi-lhe atribuído o Prémio Ciência Viva nos Media. Divulgador de Matemática através de conferências e sessões em escolas e em locais públicos. Autor de manuais escolares e dos livros de divulgação matemática e de matemáticas recreativas “Uma Vida Sem Problemas”, “Problemas… Sem Problema” e “Desafios” (10 volumes). |
C 06 - Educação matemática em Portugal: Onde estamos 40 anos depois?João Pedro da Ponte, Instituto de Educação Moderador: [...] Quarta-feira, 15 de julho, 10h00m - 11h00m Resumo Esta conferência recorda quais foram as ideias que marcaram os primeiros ProfMats (1985 e 1986) e analisa o modo como, desde então, influenciaram a educação matemática em Portugal. Assim, revisita conceitos desses primeiros ProfMats como resolução de problemas, uso de computadores, materiais manipuláveis, e sinaliza como evoluíram dando origem a noções como tecnologias digitais, abordagem exploratória, tarefas, discussões coletivas. Aborda, também, como estas ideias progressivamente têm vindo a influenciar os programas de Matemática em Portugal. Nota biográfica
João Pedro da Ponte é Doutor em Educação pela Universidade da Geórgia (EUA). Foi o primeiro Diretor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. É atualmente professor emérito deste Instituto, tendo sido professor visitante em Universidades do Brasil, Espanha e EUA. Tem investigado a prática profissional, o conhecimento e o desenvolvimento profissional dos professores, com especial atenção aos estudos de aula e ao ensino e aprendizagem de temas matemáticos. |
Sessão especialmente organizada para promover uma discussão sobre um tema de atualidade, com vários intervenientes convidados para o efeito. É preparada e conduzida por um moderador convidado pela organização que solicita intervenções dos vários participantes do painel sobre o tema em discussão e em resposta a questões da assistência que em momento próprio é convidada a intervir.
PP 01 - Agenda dia-a-dia com a MatemáticaModeradora: Verónica Pereira Intervenientes: Paula Teixeira, Projeto MAT 789 Terça-feira, 14 de julho, 12h30m - 13h00m Resumo Quando nos referimos à aprendizagem e ao ensino da Matemática, uma das ideias que imediatamente surge é a de complexidade, de um contexto de trabalho difícil, onde são múltiplos os problemas a enfrentar, e onde existem desafios que perduram no tempo. Leonor Santos conceptualizou a atividade do professor como uma atividade permanente de resolução de problemas e (e)laborou sobre diversas ideias que constituem desafios de sempre, procurando responder-lhes com propostas efetivas de trabalho que foram além de teoria e se desenvolveram na(s) prática(s). Neste painel, procuramos sistematizar e destacar ideias-chave do seu trabalho em prol da qualidade da aprendizagem e do ensino da Matemática, através de testemunhos de quem trabalhou em diversos contextos profissionais, numa homenagem a esta profissional de valor ímpar cuja obra marcou a evolução dos caminhos da educação matemática em Portugal – e que nos continuará sempre a inspirar. |
PP 02 - A Matemática dos Cunhos do PãoPP 02 - 40 Anos, 40 Problemas de MatemáticaModeradora: Verónica Pereira Intervenientes: Paula Teixeira, Projeto MAT 789 Terça-feira, 14 de julho, 17h00m - 18h00m Resumo Quando nos referimos à aprendizagem e ao ensino da Matemática, uma das ideias que imediatamente surge é a de complexidade, de um contexto de trabalho difícil, onde são múltiplos os problemas a enfrentar, e onde existem desafios que perduram no tempo. Leonor Santos conceptualizou a atividade do professor como uma atividade permanente de resolução de problemas e (e)laborou sobre diversas ideias que constituem desafios de sempre, procurando responder-lhes com propostas efetivas de trabalho que foram além de teoria e se desenvolveram na(s) prática(s). Neste painel, procuramos sistematizar e destacar ideias-chave do seu trabalho em prol da qualidade da aprendizagem e do ensino da Matemática, através de testemunhos de quem trabalhou em diversos contextos profissionais, numa homenagem a esta profissional de valor ímpar cuja obra marcou a evolução dos caminhos da educação matemática em Portugal – e que nos continuará sempre a inspirar. |
PP 03 -Moderadora: Intervenientes: Paula Teixeira, Projeto MAT 789 Quarta-feira, 15 de julho, 11h30m - 13h00m Resumo Quando nos referimos à aprendizagem e ao ensino da Matemática, uma das ideias que imediatamente surge é a de complexidade, de um contexto de trabalho difícil, onde são múltiplos os problemas a enfrentar, e onde existem desafios que perduram no tempo. Leonor Santos conceptualizou a atividade do professor como uma atividade permanente de resolução de problemas e (e)laborou sobre diversas ideias que constituem desafios de sempre, procurando responder-lhes com propostas efetivas de trabalho que foram além de teoria e se desenvolveram na(s) prática(s). Neste painel, procuramos sistematizar e destacar ideias-chave do seu trabalho em prol da qualidade da aprendizagem e do ensino da Matemática, através de testemunhos de quem trabalhou em diversos contextos profissionais, numa homenagem a esta profissional de valor ímpar cuja obra marcou a evolução dos caminhos da educação matemática em Portugal – e que nos continuará sempre a inspirar. |
As conferências com discussão são intervenções realizadas por pessoas convidadas pela organização para intervir em áreas ou temas considerados de interesse para os participantes. Incidem sobre assuntos diversificados e são seguidas de um espaço de discussão com os presentes, com um moderador convidado para o efeito.
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CD 01 |
Perspetiva Cósmica – Uma visão contemporânea do Universo (Resumo) Federico Neiman, Observatório Astronómico de Travancinha Público: GERAL |
Segunda-feira, 13 de julho 14h30 - 15h30 |
CISE |
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CD 02 |
BUG – Laboratório de Inovação Tecnológica de Seia (Resumo) Mário Azevedo Silva, Escola Profissional da Serra da Estrela Público: GERAL |
Segunda-feira, 13 de julho 15h30 - 16h30 |
CISE |
| CD 03 |
Entre Números e Sons: A Arquitetura Matemática da Música (Resumo) Túlio Augusto, Collegium Musicum - Conservatório de Música de Seia, Conservatório Regional de Castelo Branco, Escola Profissional da Serra da Estrela Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 09h00 - 10h00 |
ESTH |
| CD 04 |
A Matemática Invisível que Salva Vidas: O "Pâncreas Artificial" na Gestão da Diabetes Tipo 1 (Resumo) Joana Campos, Assistente Graduada de Pediatria da ULSViseu Dão-Lafões Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 09h00 - 10h00 |
ESTH |
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CD 05 |
Tecnologia em Matemática A: quando, porquê e para quê… (Resumo) João Almiro, APM Público: SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 11h30 - 12h30 |
ESTH |
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CD 06 |
A Matemática na Palma das mãos: estratégias de ensino-aprendizagem em Língua Gestual Portuguesa para estudantes Surdos (Resumo) Isabel Sofia Calvário Correia, Escola Superior de Educação de Coimbra, InEd- Centro de investigação e inovação em Educação, Instituto Politécnico de Coimbra Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 11h30 - 12h30 |
ESTH |
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CD 07 |
Arquivos pessoais de professores de Matemática: desafios e importância dessa documentação para o ensino de matemática (Resumo) Wagner Rodrigues Valente, Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 15h30 |
ESTH |
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CD 08 |
O trio do raciocínio matemático: hipóteses, perguntas e conclusões (Resumo) Maria Àngels Portilla Rueda, Colegio Son Anglada en Palma (Mallorca) Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 15h30 |
ESTH |
| CD 09 |
A integração da Matemática em atividades e projetos STEM (Resumo) Fábio Fonseca Ribeiro, Academi@ STEM Mangualde Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 17h00 - 18h00 |
ESTH |
| CD 10 |
Modellus Online: Modelação Matemática na Web e Implicações Didácticas nas STEAM (Resumo) Vitor Duarte Teodoro, CeiED - Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento, Universidade Lusófona / FCT-UNL João Paulo Duque Vieira, COO e CPO da Skills Workflow, em Lisboa Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 17h00 - 18h00 |
ESTH |
| CD 11 |
Educação Financeira: ideias e estratégias para a sua abordagem no 1º Ciclo do Ensino Básico (Resumo) Corália Pimenta, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Eulália Santos, Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra Corália Pimenta, Escola Superior de Educação de Coimbra Público: 1.º CICLO |
Terça-feira, 14 de julho 17h00 - 18h00 |
ESTH |
| CD 12 |
Matemática no ensino profissional (Resumo) Ricardo Portugal, Castelo Branco Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 17h00 - 18h00 |
ESTH |
| CD 13 |
Não nos esqueçamos da demonstração Matemática (sem IA, mas com a História)! (Resumo) Helmuth Malonek, UI & CIDMA/Universidade de Aveiro Público: GERAL |
Quarta-feira, 15 de julho 09h00 - 10h00 |
ESTH |
| CD 14 |
Pistas para a compreensão dos Descritores de Desempenho das novas AE de Matemática (Resumo) Jaime Carvalho e Silva, Departamento de Matemática, FCTUC Público: SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 09h00 - 10h00 |
ESTH |
RESUMOS
CD 01 - Perspetiva Cósmica – Uma visão contemporânea do UniversoFederico Neiman, Observatório Astronómico de Travancinha Moderador: Segunda-feira, 13 de julho, 14h30m - 15h30m Resumo Nesta conferência, será proposta uma reflexão sobre a nossa posição no Universo a partir de uma perspetiva científica contemporânea, explorando escalas, estruturas e fenómenos que desafiam a intuição humana. Através de uma abordagem acessível e interdisciplinar, serão apresentados conceitos fundamentais da astronomia moderna, articulados com o pensamento matemático, permitindo compreender como a matemática é uma ferramenta essencial na construção do nosso conhecimento do cosmos. A sessão convida os participantes a ampliar a sua perceção de dimensão, tempo e espaço, promovendo uma leitura do Universo que vai além da observação, integrando também reflexão crítica e pedagógica. Serão ainda exploradas possibilidades de aplicação destes conceitos em contexto educativo, com enfoque na motivação dos alunos e no desenvolvimento do pensamento científico. Nota biográfica Federico Neiman – É licenciado em Astronomia e um educador científico com mais de 20 anos de experiência internacional, especializado na criação de experiências educativas que integram astronomia, matemática e tecnologias emergentes. Diretor do Observatório Astronómico de Travancinha, onde lidera projetos de educação, ciência e astroturismo, aproximando o conhecimento científico da comunidade através de abordagens inovadoras e interdisciplinares. |
CD 02 - BUG – Laboratório de Inovação Tecnológica de SeiaMário Azevedo Silva Moderador: Segunda-feira, 13 de julho, 15h30m - 16h30m Resumo O BUG – Laboratório de Inovação Tecnológica de Seia é uma infraestrutura criada pelo Município de Seia em 2024, com o objetivo principal de proporcionar a todos os munícipes o contacto e a aplicação prática de tecnologias emergentes, como a Internet of Things (IoT). Rapidamente, foi identificada a necessidade de expandir para áreas estruturais, como a eletrónica, a programação e a robótica. Devido ao interesse despertado, sobretudo nos mais jovens, mas alargado a todas as faixas etárias, foram desenvolvidos novos conteúdos e áreas de aprendizagem. Atualmente, graças ao empenho de alguns mecenas, o BUG encontra-se equipado com impressoras de corte a laser, plotters de corte de vinil e impressoras 3D, disponíveis para utilização em projetos particulares desenvolvidos no espaço. O BUG tem vindo a estabelecer parcerias com escolas da cidade, participando em projetos, semanas temáticas, estágios, provas de aptidão profissional e iniciativas escolares como o Greenpower. De forma autónoma, têm também sido realizados diversos workshops e reuniões técnicas, destacando-se temas como a cibersegurança, a impressão 3D, sessões para professores sobre salas STEAM, formações em linguagens de programação como C++ e Python, bem como debates no âmbito das Dão Talks, como o tema “Mobilidade Urbana – Carro Elétrico”. O BUG pretende fazer a diferença na formação não formal, promovendo uma aprendizagem ao ritmo individual, em autoformação, em família e entre amigos, recorrendo à abordagem “forward my steps”. Nos anos de 2024 e 2025 o BUG recebeu 851 participantes e em 2026 já recebemos 175, esperamos por mais com a divulgação em iniciativas como ProMat. Nota biográfica Mário Azevedo Silva – É licenciado em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra em 1994, criou e exerceu as funções de engenheiro numa empresa de Eletricidade e Climatização até 2021 . No ano de 2010 exerceu as funções de coordenação e formação no Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis e Curso Vocacional de Eletrónica e Telecomunicações da Escola Profissional da Serra da Estrela até 2021. No período de 2021 a 2025 exerceu funções no executivo municipal de Seia. Deste ano 2026 coordena e leciona no Curso de Profissional Electrónica, Automação e Computadores na Escola Profissional da Serra da Estrela. Colabora na gestão e criação de conteúdos da oficina STEAM, com o nome de BUG - Laboratório de Inovação Tecnológica de Seia. |
CD 03 - Entre Números e Sons: A Arquitetura Matemática da MúsicaTúlio Augusto, Collegium Musicum - Conservatório de Música de Seia, Conservatório Regional de Castelo Branco, Escola Profissional da Serra da Estrela Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 09h00m - 10h00m Resumo A relação entre música e matemática constitui uma tradição intelectual que atravessa mais de dois milênios. Esta apresentação propõe um percurso que integra história, física, estética e percepção para mostrar como padrões, proporções e comportamentos vibratórios estruturam aquilo que reconhecemos como música. Examina-se como diferentes épocas entenderam a organização do som, desde concepções que vinculavam música e ordem cósmica até formas modernas de estruturar alturas e ritmos por regras formais. Ao longo do percurso, evidencia-se que ideias matemáticas — sejam geométricas, numéricas ou rítmicas — não se impõem como abstrações externas, mas ajudam a tornar audíveis regularidades que moldam nossa experiência musical. Uma visão acessível sobre como música e matemática se iluminam mutuamente, tanto na prática quanto na compreensão do som. Por fim, a apresentação também aborda como essas relações continuam a influenciar a criação musical contemporânea, seja por meio de algoritmos de composição, síntese digital ou análise computacional do som. Discute-se ainda o papel da percepção humana na interpretação desses padrões, revelando que a interação entre estrutura matemática e sensibilidade auditiva é fundamental para a construção de significado na música. A relação entre música e matemática constitui uma tradição intelectual que atravessa mais de dois milênios. Esta conferência propõe um percurso que integra história, física, estética e percepção para mostrar como padrões, proporções e comportamentos vibratórios estruturam aquilo que reconhecemos como música. Examina-se como diferentes épocas entenderam a organização do som, desde concepções que vinculavam música e ordem cósmica até formas modernas de estruturar alturas e ritmos por regras formais. Ao longo do percurso, evidencia-se que ideias matemáticas — sejam geométricas, numéricas ou rítmicas — não se impõem como abstrações externas, mas ajudam a tornar audíveis regularidades que moldam nossa experiência musical. Uma visão acessível sobre como música e matemática se iluminam mutuamente, tanto na prática quanto na compreensão do som. Nota biográfica Túlio Augusto – é compositor, professor e poeta. Graduou-se em Composição e Regência pela Universidade Federal da Bahia (Brasil) e concluiu mestrado em Composição Musical e em Ensino de Música pela Universidade de Aveiro (Portugal), onde atualmente desenvolve seu doutoramento em Composição Musical. A sua produção artística e acadêmica concentra-se em investigações de cunho filosófico, com ênfase nas relações entre a música de tradição popular e a contemporaneidade. Seus interesses também abrangem poesia — especialmente nas formas do cordel e do haicai —, além de práticas ligadas ao jazz e à improvisação. Desenvolve projetos interdisciplinares que articulam criação musical, reflexão teórica e o uso de tecnologias, buscando expandir os limites entre linguagens artísticas e contextos culturais. |
CD 04 - A Matemática Invisível que Salva Vidas: O "Pâncreas Artificial" na Gestão da Diabetes Tipo 1Joana Campos, Assistente Graduada de Pediatria da ULSViseu Dão-Lafões Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 09h00m - 10h00m Resumo A gestão diária da Diabetes Mellitus Tipo 1 exige que as crianças e as suas famílias tomem, diariamente, dezenas de decisões terapêuticas com base em números em constante mudança. Durante décadas, este peso cognitivo e emocional recaiu inteiramente sobre as pessoas. Esta comunicação tem como objetivo demonstrar como a matemática moderna assumiu esta tarefa através dos Sistemas Integrados de Administração de Insulina, vulgarmente conhecidos como bombas de insulina, ilustrando como os conceitos abstratos se materializam em tecnologia de suporte vital. A apresentação focará o princípio de funcionamento destas bombas inteligentes. O verdadeiro cérebro destes equipamentos não é o hardware, mas sim os algoritmos matemáticos que fazem a ponte entre o sensor de glicose e a bomba de insulina. Em vez de equações complexas, explorarei o conceito de antecipação: como o sistema analisa tendências e calcula a velocidade de alteração da glicose para ajustar a quantidade de insulina administrada de forma automática e proativa. Veremos como os algoritmos atuais aprendem com os padrões diários do doente, adaptando-se para garantir que os valores de glicose se mantêm num intervalo seguro, prevenindo complicações graves a curto e longo prazo. O grande objetivo desta sessão é mostrar como a matemática está, literalmente, no bolso e ligada ao corpo de milhares de doentes. Os conceitos de funções, gráficos, tendências e probabilidades, ensinados diariamente nas salas de aula, são a ferramenta principal que devolve a liberdade, a segurança e noites de sono tranquilas a inúmeras famílias. A matemática está , de facto, em todo o lado! Nota biográfica Joana Campos – Licenciada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, 1999. Assistente Hospitalar Graduada de Pediatria desde 2018, no Serviço de Pediatria da ULSViseuDãoLafões. Coordenadora da Consulta de Pediatria Diabetes da ULSVDL de 2009 a 2025 e responsável pelo Centro de Tratamento da DGS para tratamento com Sistemas de Infusão Subcutânea Contínua de Insulina desde 2014 a 2025. Membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica (SPEDP) nos triénios 2015-2017 e 2024-2026. Membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP) no atual triénio 2026-2028. Curso de Formação Profissional de Especialização Avançada em Gestão e Liderança de Centros de Responsabilidade Integrados (CRI) com a duração de 150:00 horas. |
CD 05 - Tecnologia em Matemática A: quando, porquê e para quê…João Almiro, Escola Secundária de Tondela | Paulo Correia, Escola Secundária de Alcácer do Sal Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 11h30m - 12h30m Resumo A integração da tecnologia é indispensável nas aulas de Matemática A, pelas possibilidades que oferece de experimentação, visualização, representação, simulação e interatividade. Assim, o recurso à folha de cálculo, a ambientes de geometria dinâmica (AGD), ambientes de programação (Python) e outros aplicativos, explorados em computadores, telemóveis ou calculadoras gráficas, deve ser feito de forma sistemática. Para isso, a abordagem exploratória de ideias e conceitos matemáticos apresenta-se como determinante, o que pressupõe levar o aluno a participar ativamente num processo de construção e aprofundamento, motivado por questões desafiadoras e problemas que valorizem a comunicação matemática e promovam a autonomia dos alunos. Assim, as tarefas devem ser interessantes e desafiantes, diversificadas e ajustadas aos objetivos de aprendizagem, envolvendo matemática relevante, recorrendo a tecnologia e criando oportunidades para aplicar e ampliar os conhecimentos dos alunos. Gostaríamos que esta conferência suscitasse a partilha de práticas, reflexões e questões entre todos os presentes sobre esta problemática. Notas biográficas João Almiro – Licenciou-se em Matemática – Ramo Educacional e obteve o grau de Mestre em Educação – Didáctica de Matemática na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Foi professor de Matemática na Escola Secundária de Tondela, tendo estado envolvido em vários programas de formação tanto em Centros de Formação de Associação de Escolas, como em colaboração com o Ministério da Educação e a APM. Integrou os grupos de trabalho que redigiram as "Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática" e as Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário. Paulo Correia – é Licenciado em Ensino de Matemática na Universidade de Évora, onde também concluiu o Curso de Especialização em Educação Matemática. É professor de Matemática do Ensino Básico e Secundário na Escola de Alcácer do Sal e desenvolve atividade como formador. Integrou os Grupos de Trabalho que redigiram as "Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática", as Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico e para o Ensino Secundário. Mantém a página https://mat.absolutamente.net/ |
CD 06 - A Matemática na Palma das mãos: estratégias de ensino-aprendizage em Lingua Gestual Portugusa para estudantes SurdosIsabel Sofia Calvário Correia, Escola Superior de Educação de Coimbra, InEd- Centro de investigação e inovação em Educação, Instituto Politécnico de Coimbra Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 11h30m - 12h30m Resumo As Escolas de Referência para o ensino Bilingue (EREB), assim designadas desde a publicação do Dec. Lei 54/2018, asseguram condições físicas e recursos humanos especializados para o ensino de alunos surdos, tais como a presença de docentes de Educação Especial especializados em surdez; terapeutas da fala; professores de língua gestual e intérpretes de Língua Gestual.Todavia, sabemos que o processo de aprendizagem é mais profícuo se houver uma relação direta entre estudante e professor para que ambos possam entender-se ainda que a um nível cultural. Assim, além da presença de intérprete em sala de aula, fundamental para o acesso ao currículo, cremos que é fulcral o docente saber como chegar ao aluno conhecendo as suas mais valias e ritmos, respeitando-se, assim, também o proposto no DUA (Desenho Universal de Aprendizagens). Nesta nossa breve comunicação pretendemos abordar alguns conceitos-chave em torno da Língua Gestual Portuguesa, descrever algumas abordagens da pedagogia visual adaptadas ao Nota biográfica Isabel Sofia Calvário Correia – é Professora Coordenadora na Escola Superior de Educação de Coimbra e investigadora integrada do InEd- Centro de Investigação e Inovação em Educação. Doutora em Literatura e Culturas Ibéricas, Pós-Doutora em Linguística da Língua Gestual Portuguesa e atual coordenadora do Mestrado em Ensino de Língua Gestual, na Escola Superior de Educação de Coimbra. É autora de livros, capítulos de livros e artigos científicos internacionais e nacionais na área do ensino e da linguística da Língua Gestual Portuguesa. |
CD 07 - Arquivos pessoais de professores de Matemática: desafios e importância dessa documentação para o Ensino de MatemáticaWagner Rodrigues Valente, Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 15h30m ESTH Resumo A conferência tem como objetivo destacar a importância da preservação e uso de documentos reunidos por professores de matemática ao longo de sua vida profissional, tendo em vista o trabalho que vem sendo realizado no CEMAT - Centro de Documentação da Memória Científica e Pedagógica do Ensino de Matemática (www.cemat-ghemat.com.br), que reúne dezenas de acervos pessoais de professores de matemática. De modo mais específico, intenta-se iniciar uma discussão sobre o uso de arquivos pessoais como fontes de investigação sobre a produção de currículos para o ensino da Matemática. Nota biográfica Wagner Rodrigues Valente – Professor Associado Livre, Docente do Departamento de Educação da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da UNIFESP. |
CD 08 - O trio do raciocínio matemático: hipóteses, perguntas e conclusõesMaria Àngels Portilla Rueda, Escola Son Anglada, em Palma (Maiorca) Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 15h30m ESTH Resumo Esta conferência pretende oferecer uma série de recursos essenciais para promover o desenvolvimento do raciocínio matemático. A partir de reflexões e exemplos de sala de aula, poderemos perceber a importância de elaborar hipóteses, formular boas perguntas em vez de respostas e chegar a conclusões, com o objetivo de desenvolver a competência matemática. Nota biográfica Maria Àngels Portilla Rueda – é professora de educação infantil e do ensino básico na escola Son Anglada, em Palma (Maiorca), da qual é diretora. Escreveu inúmeros artigos sobre educação matemática, especialmente na revista SUMA, e ministrou formação em cursos e seminários da Federação Espanhola de Sociedades de Professores de Matemática (FESPM) e em diversos centros de educação infantil e primária. É membro do comité científico do Programa de Cooperação Territorial para a melhoria da Competência Matemática do Ministério da Educação de Espanha. |
CD 09 - A integração da Matemática em atividades e projetos STEMFábio Fonseca Ribeiro, Academi@ STEM Mangualde Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 17h00m - 18h00m ESTH Resumo A Academi@ STEM Mangualde constitui um ecossistema educativo pioneiro que visa promover o sucesso e a inclusão escolar através de aprendizagens contextualizadas e interdisciplinares. Ao integrar as áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, o projeto transforma o currículo em experiências práticas, envolvendo alunos desde o pré-escolar ao ensino secundário em desafios reais da sua comunidade. Através de parcerias estratégicas com o ensino superior e o setor industrial, a Academi@ fomenta o pensamento crítico e a literacia científica, sendo reconhecida internacionalmente pelo seu impacto na inovação pedagógica. Nesta sessão, exploraremos como integrar devidamente a Matemática em projetos STEM, apresentando estratégias práticas para levar problemas reais — da sustentabilidade à análise de dados — para a sala de aula ou outros ambientes. Serão discutidos modelos de colaboração docente e o uso de ferramentas digitais que suportam a autonomia e a flexibilidade curricular, demonstrando como uma abordagem aplicada potencia a motivação dos alunos. O objetivo é partilhar evidências e ferramentas de como o ensino da Matemática, quando conectado com as outras áreas STEM, ganha uma nova relevância no desenvolvimento das competências do século XXI. Nota biográfica Fábio Fonseca Ribeiro – é Doutorado em Multimédia em Educação e Coordenador da Academi@ STEM Mangualde desde 2018. Dedica-se ao desenvolvimento de modelos pedagógicos inovadores e currículos STEM de base local, foca a sua atividade no desenvolvimento profissional docente e na integração de ferramentas digitais no ensino. Com experiência na coordenação de projetos e formação de professores, o seu trabalho na Academi@ STEM detém a distinção máxima europeia STEM School Label Expert. É autor de publicações sobre interdisciplinaridade, ambientes educativos inovadores e dedica-se a promover aprendizagens colaborativas que conectam a escola à realidade da comunidade. |
CD 10 - Modellus Online: Modelação Matemática na Web e Implicações Didácticas nas STEAMVitor Duarte Teodoro, CeiED — Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento, Universidade Lusófona / FCT-UNL João Paulo Duque Vieira, COO e CPO da Skills Workflow, em Lisboa Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 17h00m - 18h00m ESTH Resumo O Modellus Online (Modellus:EXPLORE — Aprender a Pensar com Modelos Matemáticos e Pensamento Computacional) é uma plataforma web de modelação matemática que permite a alunos e professores construir e explorar modelos de fenómenos reais sem recorrer a linguagens de programação, utilizando funções, derivadas, equações diferenciais, etc. Herdeiro de três décadas de investigação em educação STEAM, o Modellus Online preserva os princípios fundamentais da versão original — transparência matemática, múltiplas representações e exploração activa de parâmetros e condições iniciais — e acrescenta novas funcionalidades incluindo uso de inteligência artificial integrada para criação assistida de modelos por descrição em linguagem natural. Esta comunicação apresenta os conceitos nucleares da plataforma e discute as suas implicações didácticas nas STEAM, com exemplos de actividades para Matemática e outras disciplinas STEAM dos ensinos básico, secundário, e superior. Nota biográfica Vitor Duarte Teodoro – Doutor em Educação pela FCT-UNL, sendo actualmente Professor Associado na Universidade Lusófona e investigador no CeiED. É o criador original do Modellus. Coordena o projeto Modellus:EXPLORE, que visa a transição do Modellus para uma plataforma web com IA integrada para o ensino das STEAM. João Paulo Duque Vieira – MEng, MBA, é engenheiro de software com experiência em desenvolvimento e gestão de produto, atualmente cofundador, COO e CPO da Skills Workflow, em Lisboa. Coautor do Modellus, introduziu conceitos centrais da ferramenta. Mantém ligação ao projeto Modellus:EXPLORE, na engenharia e no design, e na transição do Modellus para novas plataformas. |
CD 11 - Educação Financeira no 1.º CicloCorália Pimenta, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Eulália Santos, Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra Ana Santiago, Escola Superior de Educação de Coimbra Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 17h00m - 18h00m ESTH Resumo Num mundo marcado por escolhas constantes relacionadas com o consumo, a poupança e a sustentabilidade, torna-se cada vez mais importante promover, junto dos mais jovens, a compreensão e a reflexão sobre a forma como o dinheiro influencia o bem-estar individual e a vida em sociedade. Em Portugal, esta preocupação ganhou expressão com a publicação do Referencial de Educação Financeira, em 2013, encontrando-se atualmente refletida no currículo do 1.º Ciclo do Ensino Básico, em articulação com as Aprendizagens Essenciais, em particular das disciplinas de Matemática e Cidadania e Desenvolvimento. Promover a literacia financeira desde os primeiros anos de escolaridade constitui um investimento na formação de cidadãos mais conscientes, críticos e capazes de tomar decisões informadas e responsáveis. Cabe aos professores criar oportunidades para que os alunos reflitam, questionem e construam significados a partir de situações próximas das suas vivências. Neste contexto, a educação financeira pode ganhar expressão através do trabalho cooperativo, de tarefas exploratórias que promovam a resolução de problemas, de projetos interdisciplinares, de jogos didáticos e de outras dinâmicas que, sempre que possível, envolvam e mobilizem a comunidade educativa. A formação adequada dos docentes nesta área assume, também, um papel determinante, na medida em que permite transformar tais orientações curriculares em experiências de aprendizagem significativas, relevantes para a formação das crianças. Nota biográfica Corália Pimenta – é Professora Adjunta convidada no ISEC/IPC e investigadora no inED. É licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra, Mestre em Ensino da Matemática e Doutorada em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior, possuindo especialização em Educação Especial. Os seus interesses de investigação centram-se na construção do conhecimento matemático, na Educação Financeira, na modelação matemática e na integração crítica de tecnologias digitais no ensino. Eulália Santos – é Professora Adjunta Convidada no ISCAC – Coimbra Business School do Instituto Politécnico de Coimbra. É licenciada em Matemática Aplicada pela Universidade de Évora, mestre em Matemática e doutorada em Matemática pela Universidade de Aveiro. É autora e coautora de artigos científicos nas áreas de otimização e investigação operacional, educação e gestão. Desenvolve ainda trabalho na área da literacia financeira, promovendo atividades junto de estudantes e professores de vários níveis de ensino. Ana Santiago – é licenciada em Matemática – Ramo Educacional pela Universidade de Coimbra e Doutora em Didática da Matemática pela Universidade de Salamanca, Espanha. Atualmente é docente na Escola Superior de Educação de Coimbra, lecionando unidades curriculares na área da Matemática e da Educação Matemática. Coordena a licenciatura em Educação Básica e é investigadora no inED. Desenvolve a sua investigação na área da História da Matemática, Educação Financeira e ensino da Matemática nos primeiros anos. |
CD 12 - MatemáticaRicardo Portugal, Castelo Branco Moderador: Terça-feira, 14 de julho, 17h00m - 18h00m ESTH Resumo Esta conferência apresenta uma experiência pedagógica onde alunos do Ensino Profissional do curso de Gestão de Equipamentos Informáticos desenvolveram um jogo de memória eletrónico para apoio a jovens com deficiência mental da APPACDM. Discutir-se-á de que forma conteúdos curriculares de matemática se converteram em ferramentas práticas de engenharia e inclusão social. Um relato de uma experiência real, focado na flexibilidade curricular, no desenho de maquetes físicas e digitais e na gestão do erro, desafiando os docentes a refletir sobre novas dinâmicas para as aulas de Matemática. Nota biográfica Ricardo Portugal – Licenciado em Matemática (Via Ensino), mestre em Ensino de Matemática no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário, e atualmente doutorando em Educação, sempre associado à Universidade da Beira Interior (UBI). Com uma vasta experiência docente, leciona no Ensino Profissional na ETEPA (Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense) e atua como Assistente Convidado no Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB). É também explicador de Matemática e Diretor Pedagógico e formador na Tech Academy, uma escola online focada em cursos de especialização tecnológica (Nível 5). Na sua investigação e prática pedagógica, desenvolve trabalhos nas áreas da Matemática Recreativa e no desenvolvimento do Conhecimento Matemático para Ensinar (MTSK). |
CD 13 - Não nos esqueçamos da demonstração Matemática (sem IA, mas com a História)!Helmuth R. Malonek Agrupamento de Escolas de Redondo Moderador: António Cardoso Quarta-feira, 15 de julho, 09h00m - 10h00m Resumo A matemática, que muitas vezes é considerada apenas como uma disciplina difícil e abstrata, pode ser concebida como uma emocionante viagem de descoberta. Um ensino da matemática que aborda também problemas teóricos é difícil de implementar. Mas em tempos de crescente influência da IA, esta abordagem não deve ser totalmente negligenciada. Isto inclui, em particular, a realização de demonstrações matemáticas. Desta forma, a educação matemática pode ser transmitida no sentido crítico e criativo, e não se limitar à redução de conhecimentos e capacidades economicamente úteis a meras competências. Isto não é segredo para os professores de matemática experientes, especialmente quando se trata do acompanhamento histórico da transferência de conhecimento. Gostaríamos de dar alguns exemplos menos conhecidos para aprender técnicas de demonstração simples de problemas aritméticos e geométricos. Nota biográfica Helmuth R. Malonek – jubilou-se recentemente como professor de Matemática na Universidade de Aveiro, onde começou a trabalhar no Departamento de Matemática em 1992. Motivado por uma vasta experiência no ensino da História da Matemática, desenvolve também investigação nesta área. Em 2001, fundou um grupo de investigação que ainda hoje coordena e que faz parte do Centro de Investigação e Desenvolvimento em Matemática e Aplicações (CIDMA) como grupo em “História da Matemática e da Educação Matemática”. |
CD 14 - Pistas para a compreensão dos Descritores de Desempenho das novas AE de MatemáticaJaime Carvalho e Silva, Departamento de Matemática, FCTUC Moderador: Quarta-feira, 15 de julho, 09h00m - 10h00m Resumo As Aprendizagens Essenciais (AE) colocadas em discussão pública em 2026 pelo Ministério da Educação incluem, em todos os ciclos e em todas as disciplinas, uma nova seção sobre Avaliação. Esta pretende, entre outras ideias, “clarificar, compreender e partilhar os objetivos de aprendizagem e os critérios de sucesso (critérios de avaliação/verificação do sucesso)” das AE. Nos documentos das AE de cada disciplina, são introduzidos Descritores de Desempenho organizados por domínio e por nível de desempenho com dois patamares (Desempenho Proficiente e Desempenho Avançado), que se constituem como o “referencial nacional para a avaliação dos alunos”, incluindo em exames nacionais. No caso da Matemática A do Ensino Secundário, os Descritores de Desempenho estão articulados com as Ideias Chave das AE, tendo por base os seguintes domínios: (i) Resolução de Problemas, Modelação e Conexões; (ii) Raciocínio e Lógica Matemática; (iii) Comunicação Matemática; (iv) Recurso Sistemático à Tecnologia; e (v) Práticas Enriquecedoras e Criatividade. O “Grupo de Trabalho de Desenvolvimento Curricular e Profissional de Matemática do Ensino Secundário”, que tem acompanhado o desenvolvimento das turmas piloto, compilou uma série de Itens de Preparação da Avaliação Externa (Matemática A), a partir das avaliações feitas nas turmas piloto, que serão analisados à luz destes Descritores de Desempenho. Nota biográfica Jaime Carvalho e Silva – Professor Associado Jubilado do Departamento de Matemática da FCTUC. Colaborador do Mestrado em Ensino de Matemática da FCTUC e do Programa de Doutoramento em História das Ciências e Educação Científica da UC. Co-autor dos programas de Matemática para o Ensino Secundário de 1997, 2001 e 2023. Coordenador do Grupo de Trabalho de Matemática (2018-2020) e do Grupo de Trabalho da Revisão Curricular das AE de Matemática para o Ens Sec (RCAEMES) desde 2020. Membro da Comissão Executiva e Secretário-Geral do ICMI (2008-2010 e 2010-2012 respetivamente). Membro do Conselho Geral do Seminário Nacional de História da Matemática (SPM). Representante da APM na Comissão ICMI.PT e na Junta Diretiva da FISEM. |
As sessões práticas são propostas e dinamizadas por participantes no encontro, sobre temas, abordagens e materiais didáticos, em que é prevista a realização de trabalho prático e discussão, com um momento final para debate coletivo. Para além dos Grupos de trabalho e dos Parceiros da APM, qualquer participante pode submeter uma proposta de Sessão Prática (no separador "Profmat 2026")..
| SP 01 |
Explorando o Corpo Humano: atividade STEM com Realidade Aumentada e Matemática (Resumo) Joaquim Messias, Agrupamento de Escolas de Mangualde Público: 1.º CICLO |
Segunda-feira, 13 de julho 14h30 - 16h30 |
CISE Sala: a definir |
| SP 02 |
Da Trigonometria ao Resgate: uma Atividade STEM em Contexto de Emergência (Resumo) César Marques, Agrupamento de Escolas de Mangualde Público: 3.º CICLO |
Segunda-feira, 13 de julho 14h30 - 16h30 |
CISE Sala: a definir |
| SP 03 |
O passaporte digital da bateria: uma abordagem STEM com Python e Eletroquímica (Resumo) Cristina Ligeiro, Agrupamento de Escolas de Mangualde Público: PROFISSIONAL |
Segunda-feira, 13 de julho 14h30 - 16h30 |
CISE Sala: a definir |
| SP 04 |
Matemática que se ouve, Música que se conta (Resumo) Aldovino Munguambe, Collegium Musicum - Conservatório de Música de Seia Público: PRÉ-ESCOLAR E 1.º CICLO |
Segunda-feira, 13 de julho 14h30 - 16h30 |
CISE Sala: a definir (ou exterior) |
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SP 05 |
Ti-Nspire CX II-T: Uma experiência intuitiva (Resumo) Joaquim Pinto, APM Público: SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 06 |
Modelação e simulação com o Modellus no ensino e aprendizagem da matemática: perspectivas interdisciplinares (Resumo) Vitor Teodoro, Universidade Lusófona João Paulo Duque Vieira, COO e CPO da Skills Workflow, em Lisboa Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 07 |
Matemática fora da sala de aula: criar trilhos com o Math City Map (Resumo) Manuel João Marques, APM | Escola Secundária Domingos Sequeira Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 08 |
Primeiros passos com a CASIO CG50 e Modelação Matemática para a Cidadania (Resumo) Ana Paula Jardim, Escola Secundária de Francisco Franco Público: SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 09 |
Salários, descontos e decisões: a Matemática Laboral que faz a diferença (Resumo) Elsa Gomes, Escola Secundária de Paços de Ferreira Público: CURSOS PROFISSIONAIS |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 10 |
Dobragens em Papel (Resumo) Ilda Rafael, Escola Secundária José Gomes Ferreira Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 11 |
Mathingon - STEM no ensino da Matemática (Resumo) Isabel Belo, Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste Público: 2.º CICLO |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 12 |
Matemática com Sabor: mistura, mede e multiplica! (Resumo) Óscar Cabral, Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia - IPG Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 13 |
Como alunos do 12.º ano resolvem equações de forma aproximada com auxílio da tecnologia (Resumo) Alexandra Justiça, E. S. Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves Público: SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 14 |
Dançando com a Matemática (Resumo) Helena Castro, Agrupamento de Escolas Fernando Namora Público: 2.º CICLO, 3.º CICLO e SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 15 |
Dos Algoritmos à Aula: o potencial da Inteligência Artificial na planificação de aulas de Matemática (Resumo) Dina Tavares, ESECS do Instituto Politécnico de Leiria Público: 2.º CICLO e 3.º CICLO |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 16 |
Boas tarefas - Diferentes estratégias... Alunos envolvidos (Resumo) Ana Barbosa, Instituto Politécnico de Viana do Castelo Público: BÁSICO |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
ESTH Sala: a definir |
| SP BUG |
BUG - Laboratório de Inovação Tecnológica de Seia (Resumo) Mário Azevedo Silva, Escola Profissional da Serra da Estrela Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 9h00 - 11h00 |
BUG, Rua |
| SP 17 |
Resolução aproximada de equações com Inteligência Artificial (Resumo) Helder Martins, Escola Secundária António Damásio Público: SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 18 |
Trabalho de Projeto e Estatística com recurso à calculadora Casio fx-CG50 (Resumo) Isabel Leite, Escola Secundária de Vila Verde Público: SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 19 |
Onde está o centro? (Resumo) Carla Faneco, Agrupamento de Escolas Sampaio Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 20 |
Matemática Financeira e Comercial em contexto: tarefas que transformam conteúdos em decisões com sentido escobrir (Resumo) Cristina Fernandes, Agrupamento de Escolas Michel Giacometti Público: CURSOS PROFISSIONAIS |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 21 |
Matemática usando Python no exame nacional em França (Resumo) Joaquim Rosa, Escola Secundária Luís de Freitas Branco Público: SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 22 |
Matemagia (Resumo) Paulo Daniel Ferreira, Agrupamento de Escolas de Fajões Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 23 |
A Promoção da Comunicação Matemática e do Raciocínio Argumentativo através da Resolução de Problemas com Múltiplas Soluções. (Resumo) Paulo Afonso, Instituto Politécnico de Castelo Branco Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 24 |
Coleção Verão 2026: "Jogo do Galo Matemático" (Resumo) Ana Rita Alves, Agrupamento de Escolas Dr. Guilherme Correia de Carvalho Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 25 |
Criação de Testes no formato do IAVE com a plataforma MILAGE (Resumo) Mauro Figueiredo, Universidade do Algarve Público: GERAL |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 26 |
Khanmigo na Prática Pedagógica da Matemática (Resumo) Patrícia Morais, Escola Secundária Cidade do Entroncamento Público: 2.º CICLO e 3.º CICLO |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 27 |
Matemática na ponta dos dedos: pensar, resolver, criar (Resumo) Ana Rute Domingos, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 28 |
Matrizes no 12.º ano: uma abordagem intuitiva (Resumo) Sara Faria Monteiro, Escola Secundária Pedro Nunes Público: SECUNDÁRIO |
Terça-feira, 14 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 29 |
Criptografia: Segredos, Códigos e Matemática (Resumo) Paulo Daniel Ferreira, Agrupamento de Escolas de Fajões Público: SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 30 |
De portas lógicas a decisões inteligentes: como ‘ligar’ a Álgebra de Boole na sala de aula (sem desligar os alunos) (Resumo) Cristina Fernandes, Agrupamento de Escolas Michel Giacometti Público: CURSOS PROFISSIONAIS |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 31 |
Arte e Matemática (Resumo) Helena Castro, Agrupamento de Escolas Fernando Namora Público: GERAL |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 32 |
Introdução à Inferência Estatística - Estratégias e tarefas para a sala de aula (Resumo) Cristina Negra, A. E. D. Maria II – Escola Básica e Secundária de Gama Barros Público: SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 33 |
Desenho Universal para a Aprendizagem e Diferenciação Pedagógica: promover o sucesso de todos os alunos a Matemática (Resumo) Ricardo Vicente, Agrupamento de Escolas Júlio Dinis Público: GERAL |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 34 |
Estatística na Sala de Aula: Explorar Dados com Software (Resumo) Cecília Fonseca, ESTG - Instituto Politécnico da Guarda Público: SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 35 |
Transformar a Avaliação com o Intuitivo: Do Papel ao Digital (Resumo) Carla Garcia, Agrupamento de Escolas Maria do Carmo Serrote Público: GERAL |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 36 |
Calculadora gráfica NumWorks no Ensino Secundário (Resumo) Madalena Gomes, NumWorks Público: SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 37 |
Descobrindo a Estatística com o Nutri-Score (Resumo) Maria Manuel Nascimento, UTAD, Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Matemática Público: 1.º CICLO, 2.º CICLO e 3.º CICLO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 38 |
Aprender Matemática fazendo: explorar, modelar e comunicar (Resumo) Alexandra Ferrão, Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo Público: SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 39 |
Hands-On AI: Do Bit ao Neurónio - Potenciar as Aprendizagens em Matemática e Ciências (Resumo) Joana Duarte, Escola Secundária Alves Martins Público: 2.º CICLO e 3.º CICLO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 40 |
Uma abordagem hands-on com ferramentas de inteligência artificial no ensino da matemática (Resumo) Maria Cristina Costa, Instituto Politécnico de Tomar Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 41 |
Tarefas Unplugged de Pensamento Computacional na Educação Matemática de Ensino Secundário (Resumo) Gregorio Arjona-Aranda, Universidad de Córdoba Público: SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 42 |
Workshop Prático: criar planificações, exercícios e instrumentos de avaliação com IA (Resumo) Carla Martinho, Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa | Instituto Politécnico de Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 43 |
Dar voz às ideias: a matemática em discussão (Resumo) Joana Gonçalves, Escola Básica e Secundária Gomes Teixeira Público: 2.º CICLO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: a definir |
| SP 44 |
Matemática em Cena (Resumo) Beatriz Marques, Carolina Queirós, Catarina Cunha, Érica Câmara, Joana Magalhães, Joana Nunes, Jorge Nogueira e Marta Sousa, Faculdade de Ciências da Universidade de Porto Público: 3.º CICLO |
Quarta-feira, 15 de julho 14h30 - 16h30 |
ESTH Sala: Ao ar livre Ponto de encontro: a definir |
RESUMOS
SP 01 - Explorando o Corpo Humano: atividade STEM com Realidade Aumentada e MatemáticaJoaquim Messias, Agrupamento de Escolas de Mangualde Segunda-feira, 13 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Esta sessão prática foca-se numa atividade STEM para o 1.º Ciclo, centrada na exploração interativa dos sistemas do corpo humano. Através do uso de Realidade Aumentada com as aplicações Body Planet e Virtual Tee, os participantes visualizam os órgãos e o funcionamento dos sistemas digestivo, respiratório, circulatório, excretor e reprodutivo. A proposta integra o raciocínio matemático na resolução de problemas práticos e na construção de representações estatísticas, especificamente o diagrama de caule-e-folhas duplo. Durante o workshop, será replicada a recolha de dados sobre movimentos respiratórios em repouso e após exercício, permitindo a análise comparativa e o cálculo de medidas como a moda e a amplitude. O objetivo é demonstrar uma articulação curricular eficaz entre o Estudo do Meio e a Matemática, utilizando a tecnologia para validar e cruzar informações de forma crítica e colaborativa. Equipamento necessário: Dispositivo móvel (tablet ou smartphone) preparado para leitura de Realidade Aumentada. O material físico (t-shirts) será assegurado pelos dinamizadores. Notas biográficas Joaquim Messias – Professor do Agrupamento de Escolas de Mangualde, com vasta experiência na implementação de projetos educativos e atividades de enriquecimento curricular. Colaborador ativo na Academi@ STEM Mangualde, focado na integração de tecnologias emergentes e metodologias ativas no ensino básico. Lara Augusto – Professora no Agrupamento de Escolas de Mangualde e membro da equipa dinamizadora da Academi@ STEM Mangualde. Especialista em pedagogias interdisciplinares, dedica-se ao desenvolvimento de recursos educativos digitais e à promoção da literacia científica e matemática através de abordagens práticas e tecnológicas. |
SP 02 - Da Trigonometria ao Resgate: uma Atividade STEM em Contexto de EmergênciaCésar Marques, Agrupamento de Escolas de Mangualde Segunda-feira, 13 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Este workshop apresenta uma atividade STEM interdisciplinar que contextualiza a aprendizagem na zona de lazer de Alcafache (uma paria fluvial do rio Dão). A sessão explora o Suporte Básico de Vida (SBV) e a "Trigonometria do Resgate", utilizando a Trigonometria para modelar situações de emergência: lançamento de cordas de salvamento, trajetórias de drones DAE e a biomecânica das compressões torácicas. Integra-se a tecnologia através da programação do micro:bit para medição de ângulos de inclinação e determinação de alturas. Na componente química, a Tabela Periódica analisa-se de forma interdisciplinar, através dos componentes presentes em kits médicos, articulando-se com questões de sustentabilidade ambiental, relacionadas com o impacto dos microplásticos e do lixo do eletrónico no ecossistema do rio Dão. A atividade promove a resolução de problemas e o pensamento crítico, culminando na criação de mapas mentais colaborativos. Equipamento necessário: Computador ou tablet. Notas biográficas César Marques – Professor de Matemática no Agrupamento de Escolas de Mangualde e dinamizador na Academi@ STEM Mangualde. Tem desenvolvido atividades interdisciplinares que articulam conceitos geométricos e trigonométricos com tecnologias emergentes, privilegiando a modelação matemática de situações reais e a utilização de ferramentas como o micro:bit na promoção das literacias digitais e do pensamento computacional. Ana Sanches – Professora de Físico-Química no Agrupamento de Escolas de Mangualde e membro da equipa Academi@ STEM. Tem desenvolvido um trabalho focado na sustentabilidade, explorando a Tabela Periódica e a análise de poluentes (como microplásticos e lixo eletrónico) em contextos práticos e interdisciplinares para o 3.º CEB. Paula Almeida – Professora de Ciências Naturais no Agrupamento de Escolas de Mangualde e colaboradora na Academi@ STEM Mangualde. Dedica-se ao ensino das geociências e biologia através de metodologias ativas, integrando o estudo de ecossistemas fluviais e biodiversidade com a educação para o risco e suporte básico de vida. |
SP 03 - O passaporte digital da bateria: uma abordagem STEM com Python e EletroquímicaCristina Ligeiro, Agrupamento de Escolas de Mangualde Segunda-feira, 13 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Este workshop apresenta uma atividade STEM interdisciplinar focada no ciclo de vida das baterias de lítio produzidas na Stellantis em Mangualde. A sessão inicia-se com a descrição e contexto de aplicação da atividade e análise dos processos de oxidação-redução que viabilizam a mobilidade elétrica, integrando atividades de codificação, pensamento computacional e tarefas de programação em Python para explorar a integridade e a rastreabilidade dos dados. Os participantes irão desenvolver algoritmos de hashing baseados na tabela ASCII e simular uma estrutura de blockchain em ambiente Colab para verificar a imutabilidade dos registos de produção, manutenção e reciclagem. Esta abordagem promove o pensamento computacional e a literacia digital, fundamentais para o perfil dos alunos do Ensino Profissional, demonstrando como a Matemática e a Física e a Química se unem para criar sistemas de rastreabilidade seguros e sustentáveis. Equipamento necessário: Computadores ou tablets (um por cada 2 pessoas); acesso ao ambiente Google Colab para execução de scripts Python Notas biográficas Cristina Ligeiro – Professora de Matemática no Agrupamento de Escolas de Mangualde e dinamizadora na Academi@ STEM Mangualde. Tem desenvolvido trabalho na área de educação e tecnologias digitais, com interesse na integração do pensamento computacional, robótica educativa e tecnologias emergentes em contextos STEM. Catarina Machado – Professora de Física e Química no Agrupamento de Escolas de Mangualde e colaboradora na Academi@ STEM Mangualde. Dedica-se ao desenvolvimento curricular em articulação com outras áreas disciplinares, e criação de recursos para a exploração de temas que ligam a ciência industrial local à sustentabilidade e à economia circular. |
SP 04 - Matemática que se ouve, Música que se contaAldovino Munguambe, Collegium Musicum - Conservatório de Música de Seia Segunda-feira, 13 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Esta sessão prática mostra como a música pode ser utilizada como ferramenta pedagógica para explorar conceitos matemáticos de forma natural, envolvente e acessível. A partir de músicas tradicionais de Seia, os participantes identificam ritmos, compassos, repetições e padrões que se relacionam diretamente com contagem, sequências, múltiplos, divisores, frações e periodicidade. Através de atividades com movimento, batimentos corporais e objetos simples do quotidiano, os professores experimentam como transformar padrões sonoros em padrões visuais e matemáticos, explorando sequências, simetrias e representações numéricas. A sessão demonstra estratégias práticas que podem ser facilmente replicadas em qualquer nível de ensino, promovendo uma aprendizagem interdisciplinar, criativa e culturalmente significativa, onde a matemática se torna algo que se ouve, se sente e se vive. Observações: A sessão utiliza músicas tradicionais de Seia como ponto de partida para explorar conceitos matemáticos através de ritmos, compassos, padrões sonoros e movimento. Não são necessários computadores. O formador conduzirá ritmos, compassos e variações, e os participantes aprenderão estratégias simples para aplicar estas atividades nas suas salas de aula. Notas biográficas Aldovino Munguambe – Moçambicano com nacionalidade portuguesa, é docente em várias escolas de ensino artístico, como os Conservatórios de Seia e Viseu e a Escola Profissional da Serra da Estrela. Licenciado pela Universidade de Évora, venceu o concurso Interpretação Nova Música. Desenvolve intensa atividade pedagógica, orientando masterclasses e formando alunos que seguem para universidades internacionais Inês Pinto Lopes – Licenciada em Música e mestre em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico pela Escola Superior de Educação de Coimbra. Dedicou a sua atividade profissional ao ensino e à promoção da música junto de diferentes faixas etárias. Desenvolve aulas de expressão musical para crianças dos 4 meses aos 10 anos. Acredita na música como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento pessoal e social. Tem uma forte ligação à música tradicional portuguesa. Participa ativamente em grupos de cantares, contribuindo para a preservação das tradições culturais. Fundou um grupo de cavaquinhos sénior Cordas d’Aldeia que promove a aprendizagem musical, o convívio e a inclusão social dos seniores. Ao longo do seu percurso, tem procurado desenvolver a literacia dos mais novos e mais velhos através da música. Cristina Caridade – Professora Coordenadora no Departamento de Física e Matemática do ISEC–IPC e doutorada em Matemática Aplicada. Investiga ensino da matemática e formação de professores, com foco em gamificação, jogos educativos, PBL e STEAM. Os seus trabalhos recentes centram‑se no desenvolvimento e avaliação de materiais educativos inclusivos para alunos com diferentes perfis e níveis de ensino. Verónica Pereira – Doutorada em Didática da Matemática. Com uma carreira sólida no ensino da matemática. Tem experiência no Ensino Superior, Ensino Secundário e Ensino Básico. Demonstra um foco claro na avaliação educacional em matemática e na melhoria das práticas de ensino. A sua atuação abrange diferentes níveis de ensino e instituições (IPC, IPV, IPG, Universidade Católica), refletindo um compromisso com a qualidade e inovação na educação matemática. |
SP 05 - Ti-Nspire CX II-T: Uma experiência intuitivaJoaquim Pinto, APM Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo Compreender o enquadramento da utilização da recnologia gráfica nas atuais Aprendizagens Essenciais de Matemática do Ensino Secundário e iniciar a exploração das funcionalidades fundamentais da TI Nspire CX II-T. Pretende-se desenvolver competências básicas no uso dos ambientes desta tecnologia, nomeadamente, geometria, gráficos e folha de cálculo, tirando partido de uma ferramenta intuitiva que promove a investigação, a resolução autónoma de problemas e a comunicação matemática em contexto de sala de aula. Notas biográficas Joaquim Pinto – Licenciado em Matemática, ramo de Formação Educacional, pelo Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra; Mestre em Ensino da Matemática pelo Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto; e Doutor em Educação (Didática e Desenvolvimento Curricular) pelo Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro. Autor de manuais escolares de Matemática para o Ensino Secundário. No presente ano letivo dedicado à Presidência da APM e a Supervisionar Estágio de Matemática do 3.º Ciclo e Ensino Secundário no DEPUA. Professor do quadro de nomeação definitiva da Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra. e Professor Auxiliar Convidado do Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro. Integra os Grupos de Trabalho do Ensino Secundário, de História e Memórias do Ensino da Matemática, e T3, da Associação de Professores de Matemática (APM). É Presidente da Direção da Associação de Professores de Matemática. Marisabel Antunes – Licenciada em Matemática (ramo de formação Educacional) e Mestre em Educação Matemática pela Universidade de Coimbra, atualmente Doutoranda em Didática das Ciências e Tecnologia na UTAD. Professora de duas turmas experimentais de Matemática A das novas AE, na Escola Secundária D. Dinis. É Membro do GT T3, do GT do Secundário e do GT de História e Memórias do Ensino da Matemática da APM. |
SP 06 - Modelação e simulação com o Modellus no ensino e aprendizagem da matemática: perspectivas interdisciplinaresVitor Teodoro, Universidade Lusófona João Paulo Duque Vieira, COO e CPO da Skills Workflow, em Lisboa Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo Nesta sessão prática, os participantes irão explorar o Modellus como ferramenta para construir, testar e discutir modelos matemáticos de fenómenos físicos e de situações de matemática aplicada, com ênfase na articulação entre representações múltiplas: equações, gráficos, tabelas e animações. Partindo de exemplos simples e progressivamente mais ricos, será mostrado como criar modelos com variáveis e parâmetros, como realizar varrimentos paramétricos e como comparar previsões do modelo com dados experimentais ou dados fornecidos. Serão trabalhadas estratégias didáticas para promover a aprendizagem ativa: formulação de hipóteses, identificação de grandezas relevantes, interpretação de gráficos e análise de sensibilidade. Os participantes irão desenvolver, em pequenos desafios orientados, pelo menos um modelo completo (por exemplo, movimento unidimensional com ou sem resistência do ar, oscilador harmónico ou crescimento logístico), e discutir adaptações para diferentes níveis de ensino. No final, serão disponibilizados ficheiros Modellus e um guião de atividades para utilização em sala de aula. Equipamento necessário: Recomenda-se que os participantes tragam computador portátil. Nota biográfica Vítor Duarte Teodoro – Doutor em Educação pela FCT-UNL, sendo actualmente Professor Associado na Universidade Lusófona e investigador no CeiED. É o criador original do Modellus, ambiente de modelação matemática. Coordena o projeto Modellus:EXPLORE, que visa a transição do Modellus para uma plataforma web com IA integrada para o ensino das STEAM. João Paulo Duque Vieira – MEng, MBA, é engenheiro de software com experiência em desenvolvimento e gestão de produto, atualmente cofundador, COO e CPO da Skills Workflow, em Lisboa. Coautor do Modellus, introduziu conceitos centrais da ferramenta. Mantém ligação ao projeto Modellus:EXPLORE, na engenharia e no design, e na transição do Modellus para novas plataformas. |
SP 07 - Matemática fora da sala de aula: criar trilhos com o Math City MapManuel João Marques, APM | Escola Secundária Domingos Sequeira Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo Será que a Matemática está em todo o lado? Para os alunos conseguirem ver a matemática que os rodeia, é necessário que o professor os ensine a ver. A criação de tarefas em contexto real, fora da sala de aula, promove a formulação e resolução de problemas, o estabelecimento de conexões matemáticas, o pensamento crítico, mas também o trabalho colaborativo e a criatividade, indo assim ao encontro das orientações das Aprendizagens Essenciais para o Ensino Básico e o Ensino Secundário. O recurso à tecnologia, e em particular à aplicação Math City Map (disponível gratuitamente em qualquer smartphone) torna a criação de tarefas e, posteriormente, a exploração de trilhos, muito mais dinâmicos e motivadores para os alunos. Nesta sessão prática, iremos explicar como criar tarefas matemáticas no computador, no portal Math City Map (https://mathcitymap.eu/pt/). Veremos ainda como criar trilhos matemáticos e como explorar estes percursos na aplicação Math City Map, no telemóvel. Equipamento necessário: Computador portátil e telemóvel. Notas biográficas Manuel João Marques – Licenciado em Matemática Ramo Educacional, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 2001, atualmente na Escola Secundária Domingos Sequeira (Leiria). Coautor de manuais escolares do 3.º Ciclo, entre 2001 e 2012. Formador acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, desde 2013. Atualmente, é Vice-presidente da Direção da Associação de Professores de Matemática (APM), coordenador do Grupo de Trabalho CASIO+ da APM e membro do Grupo de Trabalho do Secundário da APM. Joana Carvalho – Licenciada em Matemática Ramo Educacional, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 2001, atualmente na Escola Secundária Domingos Sequeira (Leiria). |
SP 08 - Primeiros passos com a CASIO CG50 e Modelação Matemática para a CidadaniaAna Paula Jardim, Escola Secundária de Francisco Franco Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo Nesta sessão vamos conhecer um pouco do modo de funcionamento da calculadora gráfica Casio CG50. A resolução de tarefas será o ponto de partida para explorar os Menus Statistics e SpreedSheet desta calculadora. Nas aprendizagens essenciais da Matemática no ensino secundário surgem a “Matemática para a cidadania” e o “Recurso sistemático à tecnologia” como ideias inovadora e chave, respetivamente. Por conseguinte, nesta sessão prática pretende-se explorar alguns modelos matemáticos de processos eleitorais e de modelos financeiros, envolvendo as potencialidades da tecnologia na resolução de problemas. No final da sessão os participantes terão tido oportunidade de trabalhar em pequenos grupos tarefas envolvendo modelos matemáticos para a cidadania, em particular, nas eleições e nas finanças.
Observação: Serão fornecidas calculadoras gráficas durante a sessão prática. Notas biográficas Ana Paula Jardim – Licenciada e Mestre em Ensino da Matemática. Certificada como formadora na área e domínio das Didáticas Específicas da Matemática, pelo Conselho Cientifico-Pedagógico da formação contínua, desde 2018. Professora Acompanhante Local do Programa Ajustado de Matemática no ensino secundário em 1990. Integra o Grupo de Trabalho Casio+ da APM. Dolcínia Almeida – Licenciada e Mestre em Ensino da Matemática. Certificada como formadora na área e domínio das Didáticas Específicas da Matemática, pelo Conselho Cientifico-Pedagógico da formação contínua, desde 2000. Professora Acompanhante Local do Programa Ajustado de Matemática no ensino secundário em 1999. Professora Acompanhante do Plano de Ação para a Matemática no ensino Básico. Integra o Grupo de Trabalho Casio+ da APM. Paula Teixeira – Licenciada em matemática ramo educacional, mestre e doutorada em ciências da educação pela NOVA FCT. Certificada como formadora nas áreas da didática especifica da matemática, práticas de avaliação do rendimento escolar e tecnologias educativas, com aplicação à didática da matemática, pelo Conselho Cientifico-Pedagógico da formação contínua, desde 2000. Integra o Grupo de Trabalho Casio+ da APM. |
SP 09 - Salários, descontos e decisões: a Matemática Laboral que faz a diferençaElsa Gomes, Escola Secundária de Paços de Ferreira Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo Esta sessão prática, centrada no módulo OP16 — Matemática Laboral —, propõe a exploração de tarefas baseadas em situações reais, como salários, descontos, contratos e gestão de despesas. Os participantes irão desenvolver atividades que promovem a interpretação de informação e a tomada de decisão informada. Em consonância com as Aprendizagens Essenciais, as propostas foram concebidas para tornar os conteúdos mais claros, relevantes e próximos do contexto profissional. A sessão valoriza estratégias que reforçam o envolvimento dos alunos e a aprendizagem significativa, proporcionando propostas concretas para análise e discussão entre os participantes. Equipamento necessário: Computador portátil. Notas biográficas Elsa Gomes – Licenciada em Matemática, Ramo Educacional pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e concluiu o primeiro ano do Mestrado em Deteção Remota, na FCUP. É docente da Escola Secundária de Paços de Ferreira. É professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais e co-autora das Coletâneas de Tarefas aplicadas nas turmas piloto de Matemática B e Cursos Profissionais do ensino secundário, desde 2023. Marília Rosário – Licenciada em Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Mestre em Supervisão Pedagógica em Ensino da Matemática pela Universidade do Minho. É docente do Agrupamento de Escolas Tomaz Pelayo. Foi Professora Acompanhante do Plano de Ação para a Matemática, Supervisora no Processo de classificação de Provas do IAVE, orientadora de estágio da FCUP e UM, formadora acreditada pelo CCPFC e é professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais e co-autora das Coletâneas de Tarefas aplicadas nas turmas piloto de Matemática B e Cursos Profissionais do ensino secundário, desde 2023. |
SP 10 - Dobragens em PapelIlda Rafael, Escola Secundária José Gomes Ferreira Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo As dobragens em papel constituem uma ferramenta didática versátil e de fácil aplicação onde o estudo dos conceitos matemáticos pode ser realizado com recurso a modelos manipuláveis, além de promover atividades de cidadania, uma vez que estimula a reutilização do papel para fins lúdicos e didáticos. Nesta sessão procuramos exemplificar conexões entre temas matemáticos, mas também entre a matemática e outras disciplinas propondo-se ao participante construir o seu próprio percurso formativo. As dobragens em papel têm uma simbologia muito própria que é necessário dominar para dobrar corretamente um modelo, fazendo dobras precisas. Todo o processo permite desenvolver a comunicação, a resolução de problemas, a concentração, a coordenação motora, a motricidade fina, a entreajuda, estimula a criatividade, promove a calma e reduz a ansiedade, capacidades necessárias para se poder aprender com Observação: Não é necessário ter conhecimentos de dobragens em papel Notas biográficas Ilda Rafael – Professora de Matemática, licenciada pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, leciona no Agrupamento de Escolas de Benfica, na Escola Secundária José Gomes Ferreira, no ensino secundário. Coordena o projeto Origami no Agrupamento, que envolve alunos de todos os ciclos. Colabora regularmente com a APM e com a Ludus, nomeadamente na Feira da Matemática e na Noite Europeia dos Investigadores. Utiliza o Origami como prática pedagógica. Anabela Gaio – Licenciatura em Ensino Básico variante Matemática e Ciências - Escola Superior de Educação de Lisboa. Formadora acreditada pelo CCPFC nas áreas de didáticas específicas - matemática e métodos quantitativos. |
SP 11 - Mathingon - STEM no ensino da MatemáticaIsabel Belo, Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo As STEM no ensino da Matemática promovem a inovação pedagógica, desenvolvem habilidades, o raciocínio matemático, capacidades matemáticas, permitindo a exploração e a resolução de tarefas estruturadas, integradoras e criativas. O uso da Plataforma Mathingon permite a aprendizagem interativa em que os alunos descobrem e exploram ativamente o ensino da Geometria de uma forma dinâmica conduzindo a compreenderem conceitos, aprofundarem, argumentarem, formularem conjeturas e a construírem o conhecimento apoiando-se em tarefas orientadas. O recurso a plataformas tecnológicas e materiais manipuláveis promovem competências digitais, ampliando a compreensão e construção de conceitos tornando os alunos mais preparados para uma sociedade digital e tornarem-se digitalmente incluídos. Desenvolver tarefas apoiadas numa diversidade de recursos promove o desenvolvimento do pensamento computacional incentivando os alunos a definirem estratégias promovendo de uma forma progressiva a construção e consolidação de conhecimentos. Nota biográfica Isabel Belo – Isabel Bello é natural de Coimbra, residente no Concelho de Miranda do Corvo. É licenciada em Ensino da Matemática e Ciências Naturais, pela ESE de Santarém, e Mestre em Matemática, pela Universidade de Aveiro. Além disto, tem Formação Especializada em Administração e Organização Escolar, adquirida pela ESE de Coimbra. Autora de livros na área da Matemática: Métodos Alternativos, com a K editora. Métodos de Compreensão de Matemática, com a Editora Bookout. Colaboradora em publicações, comunicações e projetos na área da Educação. Tendo publicado o seu primeiro livro infantil, Uma Aranha com Arte, com a Oficina da Escrita. |
SP 12 - Matemática com Sabor: mistura, mede e multiplica!Óscar Cabral, Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia - IPG Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo Esta sessão prática convida educadores e professores, do pré‑escolar ao secundário, a explorar como a matemática pode emergir naturalmente da confeção de uma receita simples: panquecas. A partir da preparação real da receita (medir, pesar, misturar, dividir e cortar), cada grupo identifica oportunidades matemáticas adequadas ao seu nível de ensino e transforma-as em problemas contextualizados. Durante a atividade, os participantes preenchem um guião que servirá de base para a criação de um livro coletivo de culinária matemática, reunindo problemas, fotos, reflexões e sugestões pedagógicas. A sessão promove uma abordagem interdisciplinar, criativa e prática, mostrando como a cozinha pode tornar-se um laboratório vivo para desenvolver conceitos matemáticos de forma significativa e motivadora. Observações: Os participantes não necessitam de computador. Será criado um grupo de WhatsApp para recolha de fotos e materiais produzidos durante a sessão, que integrarão o livro final de culinária matemática. Notas biográficas Óscar Cabral – Professor Adjunto Convidado no Departamento de Hotelaria e Restauração do Instituto Politécnico da Guarda. Doutor em Ciências Gastronómicas, pelo Basque Culinary Center. É fundador e Presidente do Conselho Português de Gastronomia. Desenvolve a sua investigação e a sua carreira em torno da transdisciplinaridade entre gastronomia, administração e políticas públicas, diplomacia e relações internacionais, turismo e antropologia. Antes de se dedicar plenamente à gastronomia, trabalhou como consultor de gestão para o setor. Foi Chef da produção do Masterchef Portugal e das publicações Teleculinária. José Alexandre Martins – Professor Adjunto no Departamento de Ciências Exatas e Experimentais do Instituto Politécnico da Guarda e é doutorado em Didática da Matemática. Com uma carreira de mais de 30 anos no ensino da matemática no Ensino Superior Politécnico. O principal interesse é a melhoria das práticas de ensino da matemática e da estatística, em particular com utilização de tecnologia, mas com publicações de temáticas variadas e colaborações diversificadas. Cristina Caridade – Professora Coordenadora no Departamento de Física e Matemática do ISEC–IPC e doutorada em Matemática Aplicada. Investiga ensino da matemática e formação de professores, com foco em gamificação, jogos educativos, PBL e STEAM. Os seus trabalhos recentes centram‑se no desenvolvimento e avaliação de materiais educativos inclusivos para alunos com diferentes perfis e níveis de ensino. Verónica Pereira – Doutorada em Didática da Matemática. Com uma carreira sólida no ensino da matemática. Tem experiência no Ensino Superior, Ensino Secundário e Ensino Básico. Demonstra um foco claro na avaliação educacional em matemática e na melhoria das práticas de ensino. A sua atuação abrange diferentes níveis de ensino e instituições (IPC, IPV, IPG, Universidade Católica), refletindo um compromisso com a qualidade e inovação na educação matemática. |
SP 13 - Como alunos do 12.º ano resolvem equações de forma aproximada com auxílio da tecnologiaAlexandra Justiça, E. S. Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo Nesta sessão, pretende-se explorar abordagens didáticas da resolução aproximada de equações e apresentar situações vividas em sala de aula, no âmbito da operacionalização das Aprendizagens Essenciais de Matemática A. Através de trabalho prático, os participantes serão desafiados a resolver tarefas exploratórias, utilizando a tecnologia TI-Nspire CX II-T, uma vez que esta integra, com vantagem, ambientes de calculadora gráfica, folha de cálculo e programação em Python. No entanto, salienta-se que quaisquer tecnologias que suportem estas funcionalidades podem ser também utilizadas na sessão. Pretende-se analisar o funcionamento dos métodos da bisseção e de Newton-Raphson, compreender a sua importância, perceber as suas características e limitações. A sessão visa munir os professores de ferramentas práticas e suscitar ideias para desenvolver o pensamento computacional e outros aspetos relevantes do currículo, proporcionando reflexão e debate coletivo sobre os desafios desta implementação em sala de aula. Notas biográficas Alexandra Justiça – Licenciada em Ensino de Matemática pela FCUP, mestre em Matemática e formadora acreditada de professores. Elemento do Grupo Trabalho do Ensino Secundário da APM. Foi acompanhante do plano de ação da Matemática e dos novos programas de Matemática do ensino básico e supervisora de exames de Matemática A. Atualmente, encontra-se a dar formação no âmbito das Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática A. José Carlos Pereira – Professor de Matemática, licenciado pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa com estágio profissional na Escola Secundária Seomara da Costa Primo. Dedica-se ao seu centro de explicações de Matemática desde então. É administrador do grupo de Facebook Recursos para Matemática, onde gere e fomenta a partilha e discussão de temas relacionados com a Matemática e a sua docência entre mais de 9000 membros. Coautor do livro de apoio escolar “Preparar o Exame Matemática A”, da Raiz Editora e do manual Matemática 360 da mesma editora. Colaborador do Clube de Matemática da Sociedade Portuguesa de Matemática, com a coluna «Se e só se». Raul Gonçalves – Membro dos grupos de trabalho T3 e Secundário da APM. Professor de uma turma piloto de matemática A (12.º ano) e membro do GT do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática para o Ensino Secundário. Professor de Tecnologias Digitais em Educação Matemática, dos alunos do 1º ano de mestrado em matemática da FCUP e orientador cooperante na mesma instituição. Autor da tese de mestrado, “Utilização de métodos numéricos na resolução de equações e perspetivas de integração curricular no ensino secundário.”. Formador nas áreas de Tecnologias Educativas e de Didáticas Específicas (Matemática). |
SP 14 - Dançando com a MatemáticaHelena Castro, Agrupamento de Escolas Fernando Namora Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m ESTH, Sala [...] Resumo Nesta sessão vamos explorar conexões entre a dança e a Matemática, abordando temas como a Combinatória, Geometria Espacial, entre outros. Os participantes terão oportunidade de conhecer Kaput! e as suas potencialidades para a dinamização de projetos/atividades na disciplina de Matemática. Kaput! é um projeto coreográfico de Joana Franco que propõe repensar a coreografia como sistema. Parte de uma visão do corpo como entidade espacial e usa lógica e matemática para gerar movimentos, criando um protótipo de toda a coreografia. Pretende-se, ainda, dar a conhecer o projeto (e atividades) de um grupo de alunos de Matemática A, do 12.º ano, que trabalharam, em articulação, as duas temáticas. Notas biográficas Helena Castro – Licenciatura em Ensino da Matemática, pela Faculdade de Ciências de Lisboa (1997), Pós-Graduação em Novas Tecnologias Aplicadas à Educação e Formação, pelo Instituto Superior de Educação e Ciências, (2008) e doutoranda em Educação – Didática da Matemática, pelo Instituto de Educação, é professora do grupo 500 desde 1988. Em 1997, tornou-se professora no Agrupamento de Escolas Fernando Namora, Amadora, onde tem desempenhado diversos cargos, nomeadamente membro das equipas STEAM e PADDE e Coordenadora de Projetos, dinamizadora do projeto Arte e Ciência, entre outros. Colaboradora do GI2 da FCUL. Joana Franco – Licenciada em Dança e mestre em Criação Coreográfica e Práticas Profissionais pela Escola Superior de Dança. A sua prática desenvolve-se no campo da coreografia expandida, centrando-se no cruzamento entre o gráfico e o coreográfico, através de uma abordagem multidisciplinar. Paralelamente, trabalha em design de comunicação e desenvolvimento Web para projetos no setor cultural. Colabora frequentemente com entidades como Culturgest, Estúdios Victor Córdon, Plano Nacional das Artes e DINÂMIA'CET-Iscte. |
SP 15 - Dos Algoritmos à Aula: o potencial da Inteligência Artificial na planificação de aulas de MatemáticaDina Tavares, ESECS do Instituto Politécnico de Leiria Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo A integração da inteligência artificial (IA) na educação tem vindo a criar novas possibilidades para o ensino e a aprendizagem da Matemática. Embora a sua utilização coloque desafios ao nível da seleção crítica de recursos, da qualidade das propostas e da validação pedagógica, oferece também oportunidades para apoiar práticas docentes mais flexíveis e ajustadas às necessidades dos alunos. Neste contexto, a IA apresenta potencial para apoiar a planificação de aulas, auxiliando na criação de tarefas, na organização de sequências didáticas e na adaptação de propostas curriculares. Nesta sessão prática, pretende-se explorar ferramentas de IA para a planificação de aulas de Matemática, com aplicações concretas no ensino básico. Os participantes experimentarão diferentes ferramentas, analisarão criticamente os resultados obtidos e refletirão sobre formas de integrar estas tecnologias, de modo informado e pedagogicamente sustentado, nas suas práticas de planificação letiva. Notas biográficas Dina Tavares – Doutorada em Matemática e Aplicações, mestre em Matemática, licenciada em Ensino de Matemática e pós-graduada em Estatística Avançada e Matemática Financeira. Professora Adjunta da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Instituto Politécnico de Leiria, onde exerce funções docentes desde 2006. Foi Subdiretora e Diretora Interina da ESECS e atualmente é vogal da Direção da Associação de Professores de Matemática (APM). É investigadora integrada no CIDMA e investigadora colaboradora no CI&DEI. As suas áreas de atuação e interesse centram-se na Matemática, Educação Matemática, Formação de Professores, Educação STEAM, e inovação pedagógica, tendo participado em diversos projetos nacionais e internacionais. Helena Gomes – Doutorada e mestre em Matemática e Professora Adjunta na Escola Superior de Educação de Viseu, onde leciona na formação de professores. É investigadora integrada do CIDMA e as suas áreas de interesse têm foco na Matemática e Educação Matemática, nomeadamente na formação de professores. É Doutoranda em Inteligência Artificial e Engenharia de Sistemas Inteligentes no Instituto Superior de Engenharia do Porto. Joana Duarte – Professora na Escola Secundária Alves Martins e Professora Assistente Convidada na Escola Superior de Educação de Viseu. É mestre em Ensino de Matemática no 3.º ciclo do Ensino Básico e no Secundário e licenciada em Matemática. Atualmente, é doutoranda em Didática de Ciências e Tecnologia e pós-graduada em Gestão Financeira e Fiscal de Empresas. É formadora certificada pelo CCPFC e integra o grupo de trabalho T3 da APM. Revela-se uma entusiasta da tecnologia no ensino da matemática e da inteligência artificial enquanto ferramentas potenciadoras de aprendizagens significativas. Nuno Bastos – Professor Adjunto na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu (ESTGV) e doutorado em Matemática. É investigador integrado do CIDMA e o seu foco de investigação é na Educação Matemática. Orienta dissertações no Mestrado em Matemática para Professores da Universidade de Aveiro. Tem experiência na formação de professores e integra o projeto internacional MAESTRO‑AI, dedicado a inovar o ensino da Matemática e Programação no ensino superior. |
SP 16 - Boas tarefas - Diferentes estratégias... Alunos envolvidosAna Barbosa, Instituto Politécnico de Viana do Castelo Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo As tarefas propostas em sala de aula constituem a base da aprendizagem, desempenhando um papel fundamental no percurso dos alunos. Dado que a natureza das tarefas molda o envolvimento dos alunos, assim como o tipo de trabalho desenvolvido, é crucial que o professor selecione boas tarefas: aquelas que introduzem ideias matemáticas fundamentais e desafiam o aluno, admitindo múltiplas abordagens. Ao envolver-se ativamente em diversas formas de pensar que exigem a articulação de conceitos e procedimentos, o aluno amplia a sua compreensão e conhecimento de forma interessante e gratificante. Além disso, quando os alunos resolvem uma tarefa recorrem a diferentes estratégias e representações, estão a mobilizar formas distintas de pensamento matemático. É importante reconhecer que nem todos os alunos pensam da mesma maneira uns recorrem a uma abordagem analítica, outros a uma abordagem visual e outros ainda preferem uma abordagem integradora, que não tende preferência por nenhuma das anteriores, combinam as duas, articulando representações visuais e analíticas de forma flexível. Deste modo, o potencial das tarefas que admitem múltiplas resoluções oferece inúmeras vantagens para a aprendizagem. Nesta sessão prática, exploraremos essas vantagens através da resolução de diferentes tipos de tarefas que permitem diversas vias de solução. Notas biográficas Ana Barbosa – Docente da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e investigadora integrada do inED. Doutorou-se em Estudos da Criança, na Universidade do Minho. Tem integrado equipas de investigação de projetos financiados, nacionais e internacionais. Autora e coautora de artigos e livros sobre várias temáticas entre as quais se destacam a formação de professores, o pensamento algébrico, a visualização e a resolução de problemas. Isabel Vale – Doutorada em Didática da Matemática, docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e investigadora integrada no CIEC-UM. Tem lecionado em cursos de pós-graduação, formação inicial e contínua. Participado em projetos de investigação e de intervenção na área da educação matemática. É autora e coautora de relatórios, artigos e livros. A área de investigação está centrada na didática da matemática, em particular na resolução de problemas - padrões, criatividade, visualização - nas conexões no ensino e aprendizagem da matemática e na formação de professores. |
SP BUG - Laboratório de Inovação Tecnológica de SeiaMário Azevedo Silva, Escola Profissional da Serra da Estrela Terça-feira, 14 de julho, 9h00m - 11h00m Resumo Nesta sessão prática, será possível explorar ferramentas digitais e dispositivos interativos para ensinar conceitos matemáticos de forma inovadora e contextualizada. Os participantes poderão experimentar programação, sensores e visualização de dados, aplicando-os à resolução de problemas matemáticos reais, como análise de funções, estatística, geometria e modelação matemática. A sessão promove metodologias ativas, colaboração e integração da tecnologia no ensino, tornando as aulas mais dinâmicas, motivadoras e centradas na aprendizagem dos alunos. Além disso, serão apresentadas estratégias para desenvolver o raciocínio lógico, o pensamento crítico e a interpretação de dados através de atividades práticas e interativas. Os participantes terão ainda oportunidade de criar pequenos projetos educativos que relacionam matemática, tecnologia e situações do quotidiano. A formação incentivará também a utilização de recursos digitais para estimular a investigação, a criatividade e a autonomia dos estudantes no processo de aprendizagem matemática. Por fim, pretende-se reforçar a confiança dos docentes na integração de ferramentas tecnológicas inovadoras, contribuindo para um ensino da matemática mais significativo, atrativo e alinhado com os desafios atuais da educação. Notas biográficas Mário Azevedo Silva – É licenciado em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra em 1994, criou e exerceu as funções de engenheiro numa empresa de Eletricidade e Climatização até 2021 . No ano de 2010 exerceu as funções de coordenação e formação no Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis e Curso Vocacional de Eletrónica e Telecomunicações da Escola Profissional da Serra da Estrela até 2021. No período de 2021 a 2025 exerceu funções no executivo municipal de Seia. Deste ano 2026 coordena e leciona no Curso de Profissional Electrónica, Automação e Computadores na Escola Profissional da Serra da Estrela. Colabora na gestão e criação de conteúdos da oficina STEAM, com o nome de BUG - Laboratório de Inovação Tecnológica de Seia. Ana Rita Alves – Licenciou-se em 1997 em Matemática pela FCTUC e Mestre em Ensino da Matemática desde 2001. Pertenceu ao Núcleo da APM Almada-Seixal. Atualmente dá aulas no Agrupamento de Escolas Dr. Guilherme Correia de Carvalho e onde já exerceu o cargo de adjunta do Diretor, sendo atualmente Coordenadora de Desenvolvimento de Projetos de Autonomia, Coordenadora TEIP4 e do Observatório da Qualidade. |
SP 17 - Resolução aproximada de equações com Inteligência ArtificialHelder Martins, Escola Secundária António Damásio Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo A resolução aproximada de equações constitui um tema privilegiado para articular matemática, tecnologia e pensamento crítico. Neste workshop, pretende-se explorar o contributo da Inteligência Artificial (IA) para o ensino e a aprendizagem de métodos de obtenção de soluções aproximadas, complementando essa abordagem com a implementação, em Python, dos métodos da Bisseção, de Newton-Raphson e de outros processos numéricos relevantes. Serão ainda discutidos o papel atual da IA, o Teorema de Bolzano-Cauchy, o Teorema dos Valores Intermédios e métodos não contemplados nas Aprendizagens Essenciais de Matemática A, valorizando-se o seu interesse didático e a sua aplicação em contexto de sala de aula. Notas biográficas Helder Martins – Licenciado em Ensino da Matemática, pela FCUL; é mestre em Educação, especialidade de STEM, pela FCT NOVA; e, é Doutor em Educação, Inovação Educativa, pela FCT/FCSH/ISPA. É professor na Escola Secundária António Damásio, Lisboa. Colaborou nos projetos T3 – Teaching Teachers with Technology, da APM, e REANIMAT, da FCUL/FCG. Pertence à comissão organizadora do ProfNova. Foi coautor de manuais escolares de Matemática A para o Ensino Secundário; é coautor de manuais escolares de Matemática do Ensino Profissional; foi coautor do relatório “Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática”; foi coautor e formador das novas AE para a Matemática do Ensino Secundário, homologadas em 2023, e implementou as novas AE numa turma piloto de 2023 a 2026. Manuel Silva – Licenciou-se em Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e doutorou-se em Teoria de Números. É atualmente professor auxiliar no Departamento de Matemática da NOVA School of Science and Technology | FCT NOVA. Leciona disciplinas de Cálculo a estudantes de engenharia, Teoria de Números a alunos de Matemática e Geometria no mestrado em ensino. A sua investigação recente tem-se centrado em problemas de combinatória Ramsey, isto é, no estudo de regularidades em estruturas combinatórias. Interessa-se também por questões de filosofia da matemática. Organizou, no passado, uma escola de preparação para as Olimpíadas Portuguesas de Matemática e desenvolve com frequência ações de formação de professores nas áreas da geometria e da resolução de problemas. Pertence à comissão organizadora do ProfNova Paulo Doutor – Licenciou-se em Matemática Aplicada – ramo de Formação Educacional na NOVA FCT, Fez mestrado em Matemática Aplicada e doutoramento em Matemática no IST. É professor auxiliar no Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa | NOVA FCT. Leciona habitualmente disciplinas da área do Cálculo a uma ou mais variáveis. A sua investigação incide no estudo de modelos de propagação de doenças contagiosas, nomeadamente na influência da reação dos indivíduos ao conhecimento a que têm acesso. Participa regularmente nas atividades de divulgação da NOVA FCT para o público em geral e também com estudantes e professores do ensino secundário. Pertence à comissão organizadora do ProfNova, dinamizando regularmente encontros e ações de formação para docentes, nas quais é também formador. |
SP 18 - Trabalho de Projeto e Estatística com recurso à calculadora Casio fx-CG50Isabel Leite, Escola Secundária de Vila Verde Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Na operacionalização das Aprendizagens Essenciais o trabalho de projeto assume uma dimensão relevante, surgindo explicitamente no 10.º ano e no 11.º ano. Nesta sessão prática irão ser sugeridas propostas de projetos no tema Estatística. Para além disso, as Aprendizagens Essenciais de Matemática A valorizam a literacia estatística. Neste âmbito, salientam a utilização da tecnologia, nomeadamente, calculadora gráfica, para a obtenção de gráficos, medidas estatísticas e a sua interpretação. Nesta sessão prática será feita uma “viagem” pelas diversas funcionalidades da calculadora no que diz respeito ao estudo de dados reais, bem como experiências com sensores para obter esses dados reais. Observação: Serão fornecidas calculadoras gráficas durante a sessão prática. Notas biográficas Isabel Leite – Professora da Escola Secundária de Vila Verde e elemento do grupo Casio+. Paula Gomes – Professora da Escola Secundária Carlos Amarante e elemento do grupo Casio+. |
SP 19 - Onde está o centro?Carla Faneco, Agrupamento de Escolas Sampaio Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo O objetivo desta sessão prática é explorar as caraterísticas e possibilidades de aprendizagem da construção de diferentes centros em polígonos regulares e irregulares, recorrendo a abordagens experimentais e aproveitando as ferramentas da geometria dinâmica. Nesta exploração o baricentro, ou centro de massa, terá um interesse particular pelas suas propriedades físicas. Pretendemos articular estratégias manipulativas físicas com a utilização de geometria dinâmica, não as utilizando de forma isolada, mas promovendo o seu diálogo na construção do conceito, bem como a reflexão sobre o papel da visualização, da conjetura e da validação na aprendizagem da geometria. Serão propostas tarefas que promovem a discussão sobre o significado destes pontos e formas de os determinar e utilizar em contexto de sala de aula, especialmente nos 2.º e 3.º ciclos do EB. Equipamento necessário: Computador portátil. Notas biográficas Carla Faneco – Professora do 2.º ciclo do Ensino Básico, autora de manuais escolares. Cristina Loureiro – Professora coordenadora aposentada da ESE do IP de Lisboa, responsável pela secção Caderno de Apontamentos de Geometria da revista Educação e Matemática. Nuno Valério – Professor do 2.º ciclo do Ensino Básico, autor de manuais escolares. |
SP 20 - Matemática Financeira e Comercial em contexto: tarefas que transformam conteúdos em decisões com sentido escobrirCristina Fernandes, Agrupamento de Escolas Michel Giacometti Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Esta sessão prática, orientada para os módulos OP14 — Matemática Financeira e Fiscal — e OP15 — Matemática Comercial, propõe a exploração de tarefas contextualizadas envolvendo juros, impostos, descontos, faturação e gestão de recursos financeiros. Os participantes irão trabalhar propostas que promovem a interpretação de informação, a análise e a tomada de decisão informada. Concordantes com as Aprendizagens Essenciais, as atividades foram concebidas para tornar os conteúdos mais claros, relevantes e aplicáveis. Serão analisadas e experimentadas tarefas já testadas em sala de aula, bem como estratégias que promovem o envolvimento dos alunos e a aprendizagem significativa. A sessão será desenvolvida numa perspetiva isomórfica, permitindo aos participantes vivenciar a sua aplicação em contexto de sala de aula, tanto do ponto de vista do aluno como do professor. Equipamento necessário: Computador portátil. Notas biográficas Cristina Fernandes – Licenciada em Ensino da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e concluiu o primeiro ano do Mestrado em Educação, na área de especialização em Formação e Aprendizagem ao Longo da Vida, na FCUL. É docente do Agrupamento de Escolas Michel Giacometti e foi professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais e é co-autora das Coletâneas de Tarefas aplicadas nas turmas piloto de Matemática B e Cursos Profissionais do ensino secundário, desde 2023. Elsa Gomes – Licenciada em Matemática, Ramo Educacional pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e concluiu o primeiro ano do Mestrado em Deteção Remota, na FCUP. É docente da Escola Secundária de Paços de Ferreira. É professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais e co-autora das Coletâneas de Tarefas aplicadas nas turmas piloto de Matemática B e Cursos Profissionais do ensino secundário, desde 2023. Eunice Pita – Licenciada em Ensino de Matemática pela Universidade de Évora. Exerceu funções de formadora no Centro de Emprego e Formação Profissional de Évora, nas áreas de Matemática e Realidade, Matemática para a Vida e Sociedade Ciência e Tecnologia. Atualmente é docente do Ensino Básico e Secundário no Agrupamento de Escolas Gabriel Pereira. É professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais e co-autora das Coletâneas de Tarefas aplicadas nas turmas piloto de Matemática B e Cursos Profissionais do ensino secundário, desde 2023. |
SP 21 - Matemática usando Python no exame nacional em FrançaJoaquim Rosa, Escola Secundária Luís de Freitas Branco Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo O pensamento computacional permite desenvolver competências que serão essenciais no futuro. Segundo as Aprendizagens Essenciais de Matemática de 2023, “Os aspetos comuns entre o Pensamento Matemático e o Pensamento Computacional, bem como a relevância atual do Pensamento Computacional na ciência e na sociedade, justificam que o currículo de Matemática valorize esta abordagem conceptual na resolução de problemas”. Em particular, a linguagem de programação Python é uma das mais populares e das mais usadas em todo o mundo, por estudantes e profissionais. Em França, desde 2017, no âmbito do tema “Algoritmia e Programação” e, de modo generalizado, a partir da reforma de 2019, os alunos usam a linguagem Python em Matemática, bem como noutras disciplinas. Nesta Sessão Prática, iremos resolver problemas retirados do Baccalauréat 2025 e analisar a forma como os conhecimentos de Python, adquiridos ao longo do Ensino Secundário, são avaliados nos exames nacionais franceses. Equipamento necessário: Computador portátil ou calculadora gráfica. Notas biográficas Joaquim Rosa – Licenciado em Matemática – Ramo Educacional e mestre em Ensino da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Exerce funções como docente de Matemática no Ensino Básico e Secundário na Escola Secundária Luís de Freitas Branco. É professor de uma turma de antecipação da generalização das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática (Matemática A). É formador acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua desde 2006 e membro do Grupo de Trabalho CASIO+ da APM – Associação de Professores de Matemática. Manuel João Marques – Licenciado em Matemática Ramo Educacional, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 2001, atualmente na Escola Secundária Domingos Sequeira (Leiria). Coautor de manuais escolares do 3.º Ciclo, entre 2001 e 2012. Formador acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, desde 2013. Atualmente, é Vice-presidente da Associação de Professores de Matemática (APM) e coordenador do Grupo de Trabalho CASIO+ da APM. Raul Gonçalves – Membro dos grupos de trabalho T3 e Secundário da APM. Professor de uma turma piloto de matemática A (12.º ano) e membro do GT do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática para o Ensino Secundário. Professor de Tecnologias Digitais em Educação Matemática, dos alunos do 1º ano de mestrado em matemática da FCUP e orientador cooperante na mesma instituição. Autor da tese de mestrado, “Utilização de métodos numéricos na resolução de equações e perspetivas de integração curricular no ensino secundário.”. Formador nas áreas de Tecnologias Educativas e de Didáticas Específicas (Matemática). |
SP 22 - MatemagiaPaulo Daniel Ferreira, Agrupamento de Escolas de Fajões Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Para muitos alunos e mesmo adultos, a Matemática surge associada a dificuldade, desmotivação e pouca utilidade prática. A utilização de abordagens alternativas, como a Matemática Recreativa, pode contribuir para alterar essa perceção e torná-la mais acessível. Esta sessão prática centra-se numa vertente particular desta área: a Matemagia. Trata-se da exploração de efeitos e “truques” baseados em princípios matemáticos, que permitem surpreender e, simultaneamente, revelar a lógica subjacente. O objetivo não é substituir metodologias tradicionais, mas antes complementar a prática docente com recursos pontuais que despertem a curiosidade e o interesse dos alunos. Quando bem enquadradas, estas abordagens podem funcionar como ponto de partida para a compreensão de conceitos matemáticos. Pretende-se, assim, proporcionar aos docentes estratégias que favoreçam o desenvolvimento do raciocínio lógico e contribuam para uma relação mais positiva dos alunos com a Matemática. Nota biográfica Paulo Daniel Ferreira – Professor de Matemática desde 2001, marido desde 2005 e pai desde 2008, vive em Espinho com a mulher e os dois filhos e leciona atualmente Matemática em Fajões (Oliveira de Azeméis). Licenciado (e com 2 mestrados) pela FCUP, é formador acreditado pelo CCPFC desde 2015, tendo dinamizado diversas formações de Jogos Matemáticos, Matemática Recreativa e Matemagia. Matemágico sempre que há público interessado, concilia o rigor matemático com uma abordagem lúdica e cativante. |
SP 23 - A Promoção da Comunicação Matemática e do Raciocínio Argumentativo através da Resolução de Problemas com Múltiplas Soluções.Paulo Afonso, Instituto Politécnico de Castelo Branco Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo A Resolução de Problemas é, simultaneamente, um conteúdo matemático que se ensina e que aprende, bem como uma capacidade matemática transversal, com conexões matemáticas a outros conteúdos. O objetivo da sessão prática é demonstrar que a temática da resolução de problemas, assumindo o papel de metodologia de ensino e de aprendizagem, pode promover a comunicação matemática dos resolvedores, bem como o seu sentido argumentativo. Para tal, em pequenos grupos, resolver-se-ão várias situações problemáticas que permitem, todas elas, múltiplas soluções. Na apresentação e reflexão das soluções obtidas, os resolvedores serão convidados a identificar eventuais conceitos matemáticos com os quais de podem conectar as tarefas resolvidas. Nota biográfica Paulo Afonso – Coordenador do Curso de Licenciatura em Educação Básica da ESE do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Autor da Trilogia do Xavier, publicada pela APM: (a) Afonso, P. (2010). Xavier e a Magia Matemática. APM (b) Afonso, P. (2012). Xavier e o Pensamento Algébrico. APM. (c) Afonso, P. (2015). Xavier e o Clube de Investigadores Matemáticos. APM. Responsável pela Secção da Revista Educação e Matemática da APM: O Problema deste Mês Júnior |
SP 24 - Coleção Verão 2026: "Jogo do Galo Matemático"Ana Rita Alves, Agrupamento de Escolas Dr. Guilherme Correia de Carvalho Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Nesta sessão prática, os participantes exploram o universo EDUfashion, onde moda e aprendizagem se cruzam. Criaremos t-shirts sustentáveis da coleção “Jogo do Galo Matemático”, recorrendo a materiais reciclados, integrando um tabuleiro interativo, cujas jogadas dependem de respostas corretas. A atividade culminará com jogos, partilha de criações e uma passagem de modelos, promovendo criatividade, colaboração e abordagens lúdicas em sala de aula. Observação: Todo o material necessário será fornecido pela organização. A sessão envolve trabalho manual, movimento e um pequeno desfile final. Recomenda-se roupa confortável. Notas biográficas Ana Rita Alves – Licenciou-se em 1997 em Matemática pela FCTUC e Mestre em Ensino da Matemática desde 2001. Pertenceu ao Núcleo da APM Almada-Seixal. Atualmente dá aulas no Agrupamento de Escolas Dr. Guilherme Correia de Carvalho e onde já exerceu o cargo de adjunta do Diretor, sendo atualmente Coordenadora de Desenvolvimento de Projetos de Autonomia, Coordenadora TEIP4 e do Observatório da Qualidade. Jorge Costa – Licenciado em Ensino Básico do 1.º e 2.º Ciclos, na variante de Educação Visual e Tecnológica. Tem experiência no 1.º Ciclo e em EVT, com enfoque no desenvolvimento de competências espaciais e lógico-matemáticas. Ao longo da carreira, desempenhou funções de coordenação, integrando diversas equipas pedagógicas. É atualmente docente de PLNM no Agrupamento de Escolas de Seia e frequenta o Mestrado em Português Língua Não Materna na Universidade do Minho. Cristina Caridade – Professora Coordenadora no Departamento de Física e Matemática do ISEC–IPC e doutorada em Matemática Aplicada. Investiga ensino da matemática e formação de professores, com foco em gamificação, jogos educativos, PBL e STEAM. Os seus trabalhos recentes centram‑se no desenvolvimento e avaliação de materiais educativos inclusivos para alunos com diferentes perfis e níveis de ensino. Verónica Pereira – Doutorada em Didática da Matemática. Com uma carreira sólida no ensino da matemática. Tem experiência no Ensino Superior, Ensino Secundário e Ensino Básico. Demonstra um foco claro na avaliação educacional em matemática e na melhoria das práticas de ensino. A sua atuação abrange diferentes níveis de ensino e instituições (IPC, IPV, IPG, Universidade Católica), refletindo um compromisso com a qualidade e inovação na educação matemática. |
SP 25 - Criação de Testes no formato do IAVE com a plataforma MILAGEMauro Figueiredo, Universidade do Algarve Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo A plataforma MILAGE permite a criação de testes e fichas de avaliação em conformidade com o formato adotado pelo IAVE (Instituto de Avaliação Educativa) nos exames nacionais. Nesta sessão prática, os participantes aprenderão a criar, configurar e publicar testes na plataforma MILAGE, explorando as funcionalidades que permitem reproduzir fielmente a estrutura e o formato visual dos instrumentos de avaliação utilizados nas provas nacionais. Serão abordados tópicos como a inserção de questões de diferentes tipologias, a formatação de enunciados com equações e figuras, a definição de critérios de classificação e a partilha dos testes com os alunos. No final, os participantes terão desenvolvido um teste completo no formato do IAVE, pronto a ser utilizado em contexto de sala de aula. Observação: Recomenda-se que os participantes tragam computador, um teste ou conjunto de questões que utilizem habitualmente, para adaptação ao formato digital. Será privilegiada uma abordagem prática com criação de recursos durante a sessão. Nota biográfica Mauro Figueiredo – Professor da Universidade do Algarve, é coordenador do projeto MILAGE. Doutorado em Engenharia Informática, tem promovido a inovação no ensino da Matemática com recurso a tecnologias digitais, destacando-se na formação de professores e no desenvolvimento de conteúdos interativos. |
SP 26 - Khanmigo na Prática Pedagógica da MatemáticaPatrícia Morais, Escola Secundária Cidade do Entroncamento Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo A crescente integração da Inteligência Artificial (IA) na educação tem vindo a transformar as práticas pedagógicas e a abrir novas possibilidades para o ensino e a aprendizagem da Matemática. Nesta sessão prática será apresentado o Khanmigo, ferramenta de IA desenvolvida pela Khan Academy, explorando o seu potencial como apoio ao trabalho docente e à promoção de aprendizagens mais significativas. Os participantes irão conhecer funcionalidades do Khanmigo relacionadas com a planificação de aulas, criação de tarefas diferenciadas, formulação de questões, desenvolvimento do raciocínio matemático dos alunos e promoção de feedback formativo. Serão apresentados exemplos de utilização em contexto de sala de aula, bem como estratégias para integrar a ferramenta de forma crítica, ética e pedagogicamente relevante. A sessão incluirá momentos de exploração prática do Khanmigo e reflexão sobre potencialidades, limitações e desafios da IA no ensino da Matemática. Equipamento necessário: Computador portátil. Notas biográficas Patrícia Morais – Licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra e mestre em Ensino da Matemática no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Atualmente, frequenta o 3.º ano do Doutoramento em Multimédia em Educação na Universidade de Aveiro. É professora do quadro da Escola Secundária Dom Dinis e, no presente ano letivo, encontra-se em mobilidade na Escola Secundária Cidade do Entroncamento. Os seus interesses centram-se na integração das tecnologias digitais e da Inteligência Artificial no ensino e na aprendizagem da Matemática. Vanda santos – Doutorada em Didática de Ciências e Tecnologia (Especialização em Didática da Matemática) e em pós-doutoramento no Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores sediada no Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro. Editora convidada na revista científica Frontiers in Education, tópico “STEM: Innovation on Teaching and Learning”. É autora e coautora de artigos, capítulos de livros e livros. A área de investigação está centrada nas tecnologias educativas, matemática, educação, aprendizagem ativa e desenvolvimento do raciocínio matemático e geométrico, pensamento crítico e STE(A)M. (https://orcid.org/0000-0002-3953-6123) |
SP 27 - Matemática na ponta dos dedos: pensar, resolver, criarAna Rute Domingos, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo A Matemática desempenha um papel essencial na formação de cidadãos socialmente competentes, ajudando-os a estruturar ideias e a enfrentar de forma mais preparada os desafios do dia a dia. Gostar de pensar e resolver problemas é fundamental nesta preparação, sendo a Matemática um campo fértil para cultivar estas competências. Nesta sessão exploraremos exemplos concretos, no âmbito da álgebra e do cálculo, que podem ser aplicados em sala de aula. Estas atividades desafiam os alunos a descobrir padrões, resolver problemas e desenvolver a sua criatividade e o gosto pelo pensamento matemático. Vamos aprender a "ouvir" o que as equações nos dizem e a compreender como a Matemática visual nos ajuda a intuir fórmulas gerais de forma significativa. Usaremos tecnologia como recurso complementar (folhas de cálculo e ferramentas de geometria interativa). Esta oficina propõe-se inspirar professores na criação de ambientes de aprendizagem da Matemática. Equipamento necessário: Computador portátil ou tablet. Nota biográfica Ana Rute Domingos – Professora Auxiliar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde leciona há 32 anos, sobretudo na área de Análise Matemática, tendo recebido quatro menções honrosas de Docência de Excelência em Ciências. Investiga distribuições e aplicações. Dedica-se também à formação de professores e à divulgação da matemática, sendo mentora do projeto “Jardim Matemático”. É vice-presidente do Departamento de Ciências Matemáticas. |
SP 28 - Matrizes no 12.º ano: uma abordagem intuitivaSara Faria Monteiro, Escola Secundária Pedro Nunes Terça-feira, 14 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Nesta sessão iremos explorar exemplos de situações reais, de modo a induzir a noção de matriz de números reais, incentivando a atribuição de significado a um elemento específico da mesma. Será proposto a identificação e construção de diferentes tipos de matrizes de acordo com as situações propostas. Os exemplos anteriores de situações reais serão usados para identificar e contextualizar as operações e o resultado que produzem, e antever propriedades das operações. Consequentemente, proceder-se-á à determinação da matriz resultante da adição, da subtração e do produto de duas matrizes, analisando-se casos de impossibilidade. Por fim, serão ilustradas as transformações geométricas sobre uma figura recorrendo a construções do Geogebra, de modo a promover a identificação da multiplicação de matrizes com a composição de transformações geométricas. Equipamento: Computador portátil com Geogebra instalado. Notas biográficas Sara Faria Monteiro – Professora do quadro no Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo (Grupo 500). Licenciada em Matemática e Mestre em Matemática para professores (UALG). Experiência na lecionação de Matemática A, Matemática B, MACS e Matemática do Ensino Profissional. Nos anos letivos 2023/24 e 2024/25 integrou o projeto das Turmas Piloto das novas AE de Matemática onde lecionou a disciplina de Matemática B e colaborou na elaboração das coletâneas de tarefas de Matemática B e Matemática para Ensino Profissional. Formadora das Novas AE de Matemática B e Matemática do Ensino Profissional. Verónica Lopes – Professora do quadro da Escola Secundária Pedro Nunes (Grupo 500). Licenciada em Engenharia Florestal e em Matemática para o Ensino; Mestre em Didática da Matemática (FCUL). Experiência na lecionação de Matemática A, Matemática B e Matemática do Ensino Profissional. Nos anos letivos 2023/2024 e 2024/2025 integrou o projeto das Turmas Piloto das Novas AE de Matemática onde lecionou a disciplina de Matemática B e colaborou na elaboração das coletâneas de tarefas de Matemática B e Matemática para Ensino Profissional. Formadora das Novas AE de Matemática B e Matemática do Ensino Profissional. |
SP 29 - Criptografia: Segredos, Códigos e MatemáticaPaulo Daniel Ferreira, Agrupamento de Escolas de Fajões Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo A criptografia constitui um contexto atual e motivador para explorar conceitos matemáticos, promovendo raciocínio lógico, abstração e resolução de problemas. No mundo digital, compreender mecanismos de codificação e segurança da informação é essencial na educação. Esta sessão prática apresenta aos professores os fundamentos da criptografia, incluindo métodos clássicos e aplicações atuais, alinhando-se com o novo módulo OP18 de Matemática Profissional. Por meio de atividades contextualizadas, evidencia-se o papel da Matemática na criação e análise de códigos, bem como no desenvolvimento de competências digitais. Não se pretende apenas uma abordagem técnica, mas fornecer estratégias para integrar a criptografia em contextos letivos. Ao explorar códigos e mensagens secretas, os alunos são desafiados a pensar de forma estruturada e crítica, reforçando a ligação entre Matemática e situações reais. Equipamento: Os professores devem trazer computador ou outro dispositivo para programar em Python. Nota biográfica Paulo Daniel Ferreira – Professor de Matemática desde 2001, marido desde 2005 e pai desde 2008, vive em Espinho com a mulher e os dois filhos e leciona atualmente Matemática em Fajões (Oliveira de Azeméis). Licenciado (e com 2 mestrados) pela FCUP, é formador acreditado pelo CCPFC desde 2015, tendo dinamizado diversas formações de Jogos Matemáticos, Matemática Recreativa e Matemagia. Matemágico sempre que há público interessado, concilia o rigor matemático com uma abordagem lúdica e cativante. |
SP 30 - De portas lógicas a decisões inteligentes: como ‘ligar’ a Álgebra de Boole na sala de aula (sem desligar os alunos)Cristina Fernandes, Agrupamento de Escolas Michel Giacometti Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Esta sessão prática, focada no módulo OP12 — Álgebra de Boole —, propõe uma abordagem exploratória baseada na experimentação e visualização. Os participantes irão trabalhar com tarefas testadas em sala de aula que promovem a compreensão de proposições lógicas, operações booleanas, tabelas de verdade, simplificação de expressões e circuitos lógicos. Com recurso a plataformas como Academo Logic Gate e Mathigon, os conceitos ganham forma e aplicação, permitindo testar, validar e reformular ideias em tempo real. As atividades favorecem o desenvolvimento do raciocínio lógico e a reflexão sobre estratégias de ensino. Alinhadas com as Aprendizagens Essenciais, as propostas já foram implementadas, sendo o feedback da sua aplicação um contributo relevante para tornar a Álgebra de Boole mais dinâmica, acessível e significativa no contexto da sala de aula. Equipamento: Computador portátil. Notas biográficas Cristina Fernandes – Licenciada em Ensino da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e concluiu o primeiro ano do Mestrado em Educação, na área de especialização em Formação e Aprendizagem ao Longo da Vida, na FCUL. É docente do Agrupamento de Escolas Michel Giacometti e foi professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais e é co-autora das Coletâneas de Tarefas aplicadas nas turmas piloto de Matemática B e Cursos Profissionais do ensino secundário, desde 2023. Elsa Gomes – Licenciada em Matemática, Ramo Educacional pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e concluiu o primeiro ano do Mestrado em Deteção Remota, na FCUP. É docente da Escola Secundária de Paços de Ferreira. É professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais e co-autora das Coletâneas de Tarefas aplicadas nas turmas piloto de Matemática B e Cursos Profissionais do ensino secundário, desde 2023. Marília Rosário – Licenciada em Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Mestre em Supervisão Pedagógica em Ensino da Matemática pela Universidade do Minho. É docente do Agrupamento de Escolas Tomaz Pelayo. Foi Professora Acompanhante do Plano de Ação para a Matemática, Supervisora no Processo de classificação de Provas do IAVE, orientadora de estágio da FCUP e UM, formadora acreditada pelo CCPFC e é professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais e co-autora das Coletâneas de Tarefas aplicadas nas turmas piloto de Matemática B e Cursos Profissionais do ensino secundário, desde 2023. |
SP 31 - Arte e MatemáticaHelena Castro, Agrupamento de Escolas Fernando Namora Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Nesta sessão vamos trabalhar e explorar de forma diferenciada as isometrias com atividades adequadas a cada um dos três níveis de ensino. Pretende-se dinamizar, em conexão com a área de Artes Visuais, a construção de obras onde são estabelecidas conexões que envolvam frisos ou padrões, evidenciando a relevância da Matemática na criação e construção do mundo que nos rodeia. Através do desenho serão realizadas experiências que exploram maneiras de transferir o movimento para o papel. Serão abordados os trabalhos de artistas como Heather Hansen e Eduardo Nery. Notas biográficas Helena Castro – Licenciatura em Ensino da Matemática, pela Faculdade de Ciências de Lisboa (1997), Pós-Graduação em Novas Tecnologias Aplicadas à Educação e Formação, pelo Instituto Superior de Educação e Ciências, (2008) e doutoranda em Educação – Didática da Matemática, pelo Instituto de Educação, é professora do grupo 500 desde 1988. Em 1997, tornou-se professora no Agrupamento de Escolas Fernando Namora, Amadora, onde tem desempenhado diversos cargos, nomeadamente membro das equipas STEAM e PADDE e Coordenadora de Projetos, dinamizadora do projeto Arte e Ciência, entre outros. Colaboradora do GI2 da FCUL. Susana Texeira – Com Licenciatura em Arquitectura, pela Faculdade Lusíada de Lisboa (1998), profissional liberal em Arquitectura com inscrição na Ordem dos Arquitectos de Lisboa, é professora do grupo 600 (Artes Visuais), desde 1998. Em 2019, tornou-se professora no Agrupamento de Escolas Fernando Namora, Amadora, onde tem desempenhado funções de docente nas disciplinas de Educação Visual, Desenho A e Geometria Descritiva A. Para além das funções docentes, tem desempenhado cargos, tais como dinamizadora do projeto Arte e Ciência, membro da equipa de projetos, equipa STEAM e coordenadora do Plano Nacional das Artes. Marisabel Antunes – Licenciada em Matemática (ramo de formação Educacional) e Mestre em Educação Matemática pela Universidade de Coimbra, atualmente Doutoranda em Didática das Ciências e Tecnologia na UTAD. Professora de duas turmas experimentais de Matemática A das novas AE, na Escola Secundária D. Dinis. É Membro do GT T3, do GT do Secundário e do GT de História e Memórias do Ensino da Matemática da APM. |
SP 32 - Introdução à Inferência Estatística - Estratégias e tarefas para a sala de aulaCristina Negra, A. E. D. Maria II – Escola Básica e Secundária de Gama Barros Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Nas Aprendizagens Essenciais de Matemática A (2023) para o 12.º ano, a "Introdução à Inferência Estatística" surge como um tema opcional focado na educação para a cidadania. O seu objetivo é dotar os alunos de ferramentas para a tomada de decisões informadas, promovendo uma compreensão crítica da sociedade. Num primeiro momento desta sessão, realizar-se-á um breve enquadramento curricular, destacando objetivos de aprendizagem e estratégias pedagógicas. Na segunda parte, os participantes trabalharão em grupo na resolução de tarefas sobre a distribuição de amostragem e o Teorema do Limite Central e sobre a construção e interpretação de intervalos de confiança para o valor médio, priorizando a compreensão conceptual e a literacia estatística. Privilegiar-se-á uma abordagem exploratória e colaborativa, através da resolução de tarefas que envolvem contextos reais e com recurso à tecnologia, estudar-se-á como encerrar o ciclo de um procedimento estatístico, desde o planeamento e recolha de dados até à decisão final. Equipamento: Computador portátil. Notas biográficas Cristina Negra – Licenciada em Ensino de Matemática pela FCUL/UL. Formadora acreditada de professores. Elemento do Grupo de Trabalho do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática para o Ensino Secundário e do Grupo do Ensino Secundário da APM. Coautora dos projetos escolares Sem limites, Desafios e Dimensões. Colaboradora do projeto Estudo Em Casa e Estudo Em Casa Apoia. Emanuel Martinho – Licenciado em Ensino de Matemática pela UM. Mestre em Ensino de Matemática pela FCT/UNL. Formador acreditado de professores. Elemento do Grupo de Trabalho do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática para o Ensino Secundário e do Grupo do Ensino Secundário da APM. Coautor dos projetos escolares Sem limites, Desafios e Dimensões. Colaborador do projeto Estudo Em Casa e Estudo Em Casa Apoia. Paula Teixeira – Licenciada em matemática ramo educacional, mestre e doutorada em ciências da educação pela NOVA FCT. Certificada como formadora nas áreas da didática especifica da matemática, práticas de avaliação do rendimento escolar e tecnologias educativas, com aplicação à didática da matemática, pelo Conselho Cientifico-Pedagógico da formação contínua, desde 2000. Integra o Grupo de Trabalho Casio+ da APM. |
SP 33 - Desenho Universal para a Aprendizagem e Diferenciação Pedagógica: promover o sucesso de todos os alunos a MatemáticaRicardo Vicente, Agrupamento de Escolas Júlio Dinis Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Esta sessão prática centra-se na melhoria das aprendizagens de todos e cada um dos alunos em Matemática, através da articulação entre o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e a Diferenciação Pedagógica (DP). Partindo de tarefas exploratórias contextualizadas, propõe-se a reflexão sobre estratégias que antecipam e respondem à diversidade dos alunos, nomeadamente ao nível do envolvimento, da representação e da expressão do pensamento matemático. Serão exploradas, entre outras, estratégias de comunicação equitativa que promovem a participação de todos, bem como formas de identificar barreiras à aprendizagem e de ajustar práticas pedagógicas. Compreender o potencial do DUA e da DP no ensino-aprendizagem-avaliação da Matemática e analisar, através da experimentação, estratégias práticas transferíveis para a sala de aula, à luz destes princípios, constituem os principais objetivos desta sessão. Nota biográfica Ricardo Vicente – Docente de Matemática e Ciências Naturais no Agrupamento de Escolas Júlio Dinis – Grijó; doutorando em Educação, mestre em Administração e Organização Educacional e especializado em Educação Especial - domínio cognitivo e motor e domínio da visão. A sua investigação doutoral centra-se na relação entre as áreas da Educação Matemática e da Educação Inclusiva, e na forma como ambas podem, em articulação, contribuir para que todos e cada um dos alunos tenham acesso a uma Matemática de excelência. |
SP 34 - Estatística na Sala de Aula: Explorar Dados com SoftwareCecília Fonseca, ESTG - Instituto Politécnico da Guarda Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo O foco é a utilização do software SPSS/PSPP como ferramenta auxiliar no processo de ensino-aprendizagem do tema Estatística. O objetivo principal é proporcionar aos participantes a exploração de ferramentas que possam aplicar em atividades a realizar com os alunos, com ligação à sua vida real, e que promovam a interdisciplinaridade, o sentido crítico, o trabalho em equipa e a aplicação prática de conceitos matemáticos, com o apoio de recursos informáticos. A elaboração de questionários, como instrumento estruturado de recolha de dados, será abordada de forma breve com ênfase no recurso a ferramentas informáticas. Segue-se a exploração do software SPSS/PSPP, que será utilizado como ferramenta de suporte no tratamento e análise dos dados. A fase de análise exploratória dos dados, com recurso a distribuição de frequências, representações gráficas, diagramas de extremos e quartis e medidas descritivas, será concretizada com recurso às funcionalidades disponíveis no software. Equipamento: Computador portátil. Nota biográfica Cecília Fonseca – Doutorada em Matemática Aplicada e é professora no Instituto Politécnico da Guarda (IPG) desde 1997. Colabora na formação contínua de professores dos ensinos Básico e Secundário desde 2008, realizando ações de formação na área de matemática. Em termos de investigação científica, os seus interesses estão relacionados com medidas de dependência em eventos extremos, análise de dados nas áreas das Ciências da Saúde e da Gestão. |
SP 35 - Transformar a Avaliação com o Intuitivo: Do Papel ao DigitalCarla Garcia, Agrupamento de Escolas Maria do Carmo Serrote Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo A utilização do Intuitivo consolidou‑se nos últimos anos como uma ferramenta central na digitalização das práticas de avaliação, acompanhando a evolução natural do setor educativo e a procura por processos mais eficientes, colaborativos e sustentáveis. Para os docentes, esta plataforma permite criar e gerir avaliações em formato digital, partilhar materiais entre pares e integrar novas funcionalidades que facilitam o trabalho diário, promovendo maior consistência pedagógica e uma gestão mais ágil dos recursos. Com as suas funcionalidades mais recentes — nomeadamente a digitalização de testes em papel, a automatização de correções e a disponibilização de um repositório partilhado de recursos — o Intuitivo oferece um conjunto de ferramentas que facilita a gestão das avaliações e o acompanhamento do progresso dos alunos. Pretende‑se, assim, dar a conhecer tanto as potencialidades associadas à utilização desta plataforma, destacando o seu contributo para processos mais ecológicos, eficientes e alinhados com as exigências atuais do ensino e da aprendizagem. Equipamento: Computador portátil. Notas biográficas Carla Garcia – Licenciada em Ensino da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, exerce actualmente funções docentes no Agrupamento de Escolas Maria do Carmo Serrote, localizado na Quinta do Conde, concelho de Sesimbra. A sua atividade profissional distingue-se pelo interesse no uso pedagógico da tecnologia e na valorização de desafios e jogos como instrumentos educativos. Tem desenvolvido esforços consistentes no sentido de promover a modernização das práticas de ensino e aprendizagem, contribuindo para a integração de ferramentas digitais que favoreçam processos educativos mais significativos, motivadores e eficazes. Gosta, igualmente, de desenvolver tarefas de investigação com os alunos, de forma a estimular a autonomia, o pensamento crítico e o raciocínio matemático. Filipa Ferreira – Licenciada em Matemática (ramo educacional) e Mestre em Matemática para Professores, exerce funções como professora no Agrupamento de Escolas Maria do Carmo Serrote, na Quinta do Conde, Sesimbra. Os seus interesses profissionais incluem a didática da Matemática, a avaliação, o uso pedagógico da tecnologia e a exploração de desafios e jogos como ferramentas de aprendizagem. Tem procurado contribuir para a modernização das práticas de avaliação, para a melhoria da experiência de aprendizagem de alunos e professores e para a integração de ferramentas digitais que promovam processos de ensino‑aprendizagem mais relevantes, envolventes e pedagogicamente consistentes. |
SP 36 - Calculadora gráfica NumWorks no Ensino SecundárioMadalena Gomes, NumWorks Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Esta sessão prática tem como objetivo dar a conhecer a tecnologia da calculadora gráfica NumWorks no contexto do ensino da Matemática do Ensino Secundário. Ao longo da formação, os participantes poderão perceber de que forma a NumWorks pode simplificar a dinâmica de ensino em sala de aula, devido ao seu design intuitivo e facilidade de utilização, que dispensa a consulta de manual de instruções. Começaremos por abordar o modo de funcionamento da calculadora gráfica (navegação, menus, teclado), seguindo-se a exploração das aplicações mais utilizadas, como Cálculo, Funções, Estatística, Probabilidades, Regressão, Equações, Python, etc., destacando as mais recentes atualizações de cada aplicação. A sessão incluirá a resolução de exemplos práticos, permitindo aos participantes consolidar conhecimentos sobre as variadas funcionalidades, esclarecer dúvidas e ganhar autonomia na utilização da calculadora como ferramenta de apoio à aprendizagem da Matemática. Equipamento: Os participantes que já tenham uma calculadora gráfica NumWorks podem trazê-la para acompanhar a sessão. Caso não tenham, serão emprestadas calculadoras durante a sessão. Nota biográfica Madalena Gomes – Formada em Matemática pela Universidade de Lisboa. Há cerca de um ano juntou-se à NumWorks, o que lhe permitiu reunir as duas áreas que mais gosta: a Matemática e a Tecnologia. No seu dia-a-dia, dinamiza formações sobre a NumWorks pelas escolas de norte a sul do pais, partilhando o seu conhecimento da calculadora e apoiando a sua utilização em contexto de sala de aula a centenas de professores. |
SP 37 - Descobrindo a Estatística com o Nutri-ScoreMaria Manuel Nascimento, UTAD, Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Matemática Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo “Descobrindo a Estatística com o Nutri-Score” é um trabalho de projeto ou pode delinear-se como um conjunto de tarefas abertas que permitem que o ensino da Estatística se torne mais significativo quando é ancorado em contextos autênticos que dialogam diretamente com a realidade dos alunos (e dos professores!) e com temas socialmente relevantes, no caso, estatística, saúde, sustentabilidade e cidadania. Ao longo das etapas do ciclo investigativo PPDAC (Perguntar, Planear, Dados, Análise e Conclusões), podem vivenciar-se, de forma integrada, todas as fases do ciclo investigativo em estatística. Deste modo, compreende-se que o essencial não reside apenas nos números, mas nas perguntas, interpretações e decisões que emergem a partir dos dados. O trabalho sobre o tema da alimentação saudável articulará o uso do sistema Nutri-Score e da aplicação móvel do Open Food Facts. Essa abordagem interdisciplinar contribuirá para o desenvolvimento da literacia estatística, digital e científica. Observação: Caso seja possível, os participantes devem trazer consigo embalagens variadas de alimentos e bebidas (consumidos ou a consumir) com códigos de barras. Nota biográfica Maria Manuel Nascimento – Doutorou-se em 1999 em Matemática e é professora auxiliar do Departamento de Matemática da ECT da UTAD, onde desenvolve a sua atividade profissional no âmbito da formação de professores, engenheiros e outros profissionais nas áreas da estatística e do delineamento de experiências. É membro integrado do LabDCT-UTAD/CIDTFF-UA e os seus principais interesses de investigação estão relacionados com o ensino e a aprendizagem da matemática, a didática da estatística e da etnomatemática. |
SP 38 - Aprender Matemática fazendo: explorar, modelar e comunicarAlexandra Ferrão, Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Sessão centrada na partilha de experiências desenvolvidas com turmas piloto do Ensino Secundário em Matemática A, evidenciando práticas alinhadas com as Aprendizagens Essenciais (2023). A partir de exemplos concretos de sala de aula, serão analisadas estratégias que promovem a participação ativa dos alunos, colocando-os no centro do processo de aprendizagem — explorando, investigando, modelando, argumentando e comunicando matemática. A sessão pretende mobilizar os colegas para uma dinâmica de trabalho em que os alunos “metem a mão na massa”, através de tarefas ricas, resolução de problemas contextualizados, uso criterioso de tecnologia e momentos de discussão matemática estruturada. Serão ainda explicitados os princípios orientadores das novas Aprendizagens Essenciais no Secundário — valorização do raciocínio matemático, da argumentação fundamentada, da modelação, da generalização e da consolidação conceptual — destacando implicações práticas para a planificação e condução das aulas. Notas biográficas Alexandra Ferrão – Licenciada em Ensino de Matemática pela UÉvora, curso de especialização em Ed. e Tecnologias Digitais, formadora de professores nas áreas de Tecnologias Educativas e de Didáticas Específicas. Docente do QE do AE Poeta António Aleixo (33 anos). Elemento do Grupo Trabalho T3 da APM e do GT do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática para o ES. Formadora dos novos programas de Matemática do ES, das Novas AE (secundário) e supervisora de exames de Mat A. Atualmente, encontra-se a lecionar uma turma Piloto no âmbito das Novas AE de Mat A (12.º ano) Elisabete Almeida – Licenciatura e Mestrado em Matemática para o ensino na FCTUC, docente do QE do AE de Sátão desde 1994, tendo exercido funções em regime de requisição, desde 1997 até 2006, no Dep. de Matemática da ESTGV - Politécnico de Viseu. Foi formadora das NAE de Matemática do ensino secundário e do ensino básico. Professora de duas turmas Piloto no âmbito das Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática A (12º ano). Formadora de professores na área da Didática Específica (Matemática). |
SP 39 - Hands-On AI: Do Bit ao Neurónio - Potenciar as Aprendizagens em Matemática e CiênciasJoana Duarte, Escola Secundária Alves Martins Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Esta sessão prática foca-se na desmistificação da Inteligência Artificial (IA) através de práticas de programação e robótica aplicada. Alinhada com as Aprendizagens Essenciais, esta sessão visa enfatizar a importância do pensamento computacional e da literacia de dados. Os formandos explorarão conceitos fundamentais de IA como ferramentas de mediação pedagógica, discutindo o potencial da tecnologia para promover aprendizagens significativas. Esta abordagem inovadora oferece estratégias replicáveis que transformam a sala de aula num laboratório de experimentação tecnológica e reflexão crítica sobre o futuro digital. Equipamento: Computador portátil. Notas biográficas Joana Duarte – Professora na Escola Secundária Alves Martins e Professora Assistente Convidada na ESE de Viseu. É mestre em Ensino de Matemática no 3.º ciclo do Ensino Básico e no Secundário e licenciada em Matemática. Atualmente, é doutoranda em Didática de Ciências e Tecnologia e pós-graduada em Gestão Financeira e Fiscal de Empresas. É formadora certificada pelo CCPFC e integra o grupo de trabalho T3 da APM. Revela-se uma entusiasta da tecnologia no ensino da matemática e da inteligência artificial enquanto ferramentas potenciadoras de aprendizagens significativas. Renata Carvalho – Licenciada em Ensino na variante de Matemática e Ciências da Natureza pela ESE de Portalegre. Possui Mestrado e Doutoramento em Educação na área de Didática da Matemática pela Faculdade de Ciências e Instituto de Educação da ULisboa, respetivamente e concluiu em 2024 uma Pós-Graduação em Educação Digital pela ESE de Lisboa. Tem colaborado na formação inicial e contínua de professores e em projetos nacionais e internacionais no âmbito da Educação Matemática. É diretora do Centro de formação APM. |
SP 40 - Uma abordagem hands-on com ferramentas de inteligência artificial no ensino da matemáticaMaria Cristina Costa, Instituto Politécnico de Tomar Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo O crescente uso de Ferramentas de Inteligência Artificial (FIA) torna fundamental repensar estratégias de ensino mais adequadas e que fomentem o sentido crítico face ao seu uso. Para além de compreender as vantagens da utilização destas ferramentas, é preciso reconhecer o papel cada vez mais importante do professor, nomeadamente sobre a necessidade da sua interação com FIA; por exemplo, para criar prompts eficazes, assim como para corrigir ou validar as soluções apresentadas pelas referidas ferramentas. Neste sentido, esta sessão propõe uma abordagem hands-on para participantes com pouca experiência em FIA. Depois de uma breve introdução, os professores poderão usar algumas ferramentas para explorar conteúdos adequados aos anos de escolaridade que lecionam, apoiados pelas formadoras. O principal objetivo é ensinar a integrar FIA na planificação de aulas, a criar materiais diferenciados, assim como explorar estratégias para desenvolver o pensamento crítico dos alunos. Notas biográficas Maria Cristina Costa – Professora de matemática no Politécnico de Tomar, tem licenciatura, mestrado, e curso de Doutoramento em Matemática. Doutorada em Ciências da Educação e Pós-doc em educação STEAM, pela FCT da Universidade NOVA de Lisboa. Diretora, desde 2013, da Academia de Ciência, Arte e Património (www.academiacap.ipt.pt), é formadora certificada e coordenadora de oficinas acreditadas relacionadas com as STEAM, Pensamento Computacional, e sobre a utilização da Inteligência Artificial. Ana Lopes – Professora nas áreas de Engenharia Eletrotécnica e Informática no Politécnico de Tomar (IPT). É licenciada, mestre e doutorada em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela Universidade de Coimbra. Atualmente, é diretora do Mestrado em Engenharia Informática do IPT e diretora da Unidade Departamental de Engenharias da mesma instituição. Lidera um work package nas áreas da Inteligência Artificial e Sustentabilidade, no âmbito da Aliança Europeia Kreative-EU. |
SP 41 - Tarefas Unplugged de Pensamento Computacional na Educação Matemática de Ensino SecundárioGregorio Arjona-Aranda, Universidad de Córdoba Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo O pensamento computacional ganha relevo na Educação Matemática pela sua relação com a algoritmização e resolução de problemas, e inclusão no currículo espanhol. Embora no Ensino Secundário se utilizem mais as ferramentas digitais, a literatura destaca a importância das tarefas unplugged (sem computador). Pedagogicamente, os recursos tangíveis situam-se na etapa enativa, preparando a transição de uma programação manipulativa para uma mais abstrata, além de evitarem o fosso digital e estimularem o trabalho de grupo. Este trabalho expõe uma intervenção com a máquina Turing Tumble, que simula o funcionamento de um computador através da deslocação de berlindes acionados por gravidade. Na sessão prática, levaremos as máquinas para que os participantes explorem cinco tarefas de três tipos: utilização, modificação e criação. A sessão terminará com um plenário para debater e refletir sobre a oficina. Notas biográficas Gregorio Arjona-Aranda – Licenciado em Matemática em 2022 pela Universidade de Málaga, com Mestrado em Formação de Professores do Ensino Secundário (Especialidade Matemática). Estudante de doutoramento da Universidade de Córdoba, integrado no programa de doutoramento em Ciências Sociais e Jurídicas. A sua investigação incide sobre o pensamento computacional na Educação Matemática através de tarefas unplugged (sem computador). É professor substituto na Universidade de Málaga. Ana Santiago – Concluiu a Licenciatura em Matemática - Ramo de formação educacional em 2002 pela Universidade de Coimbra e Doctor em Didáctica de las Matemáticas y de las Ciencias Experimentales em 2008 pela Universidad de Salamanca. É Professor Adjunto Convidado na Escola Superior de Educação de Coimbra. Publicou artigos em revistas especializadas, capítulos de livros e 1 livro. Nos suos trabalhos científicos interagiu com 3 colaboradores em coautorias. |
SP 42 - Workshop Prático: criar planificações, exercícios e instrumentos de avaliação com IACarla Martinho, Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa | Instituto Politécnico de Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Este workshop propõe uma experiência guiada de utilização da inteligência artificial em três dimensões nucleares do trabalho docente em Matemática: criação de planificações, conceção de exercícios e construção de instrumentos de avaliação. A sessão organiza-se em três blocos hands-on. No primeiro, os participantes trabalham a planificação articulada com Aprendizagens Essenciais, distribuindo unidades, tarefas e momentos de avaliação ao longo do ano. No segundo, geram exercícios adaptados ao nível e ao objetivo pretendido, com variação de dificuldade e contexto. No terceiro, constroem instrumentos de avaliação coerentes com a planificação e os exercícios trabalhados. Em cada bloco alterna-se demonstração guiada, exemplificada em desenvolvimentos próprios no contexto da ferramenta Mlearnix, com experimentação direta. Discute-se o papel dos indicadores devolvidos ao professor na decisão pedagógica. Equipamento: Computador portátil. Nota biográfica Carla Martinho – Doutorada em Ciências da Educação e Desenvolvimento (FCT-NOVA) e pós-graduada em Educação Digital (ESELx-IPL). Mestre em Ensino de Matemática (3.º ciclo e Secundário) pela FCT-UC e em Matemática Aplicada à Economia e Gestão pelo ISEG. Professora Adjunta no ISCAL-IPL desde 1993, atualmente Presidente do Conselho Pedagógico. Investigadora integrada do ICPOL e colaboradora do CEAUL. Membro da APM, SPM e SPE. |
SP 43 - Dar voz às ideias: a matemática em discussãoJoana Gonçalves, Escola Básica e Secundária Gomes Teixeira Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo A discussão matemática tem vindo a afirmar-se como uma prática essencial no ensino da Matemática, contribuindo para o desenvolvimento do raciocínio, da comunicação e da argumentação dos alunos. Estas práticas privilegiam a exploração de diferentes estratégias de resolução. Num contexto em que se valoriza a compreensão conceptual e a diversidade de estratégias, torna-se pertinente refletir sobre a promoção da discussão coletiva enquanto oportunidade para explicar e justificar raciocínios, confrontar ideias e construir colaborativamente o conhecimento. Nesta sessão, propõe-se a análise de diferentes resoluções de alunos do 2.º CEB a problemas matemáticos, com o objetivo de explorar formas de dinamizar a discussão coletiva. Os participantes são convidados a identificar estratégias relevantes para a discussão, a debater os critérios de escolha e a definir possíveis sequências de exploração. Pretende-se promover a reflexão sobre práticas pedagógicas que valorizem a diversidade de pensamento e potenciem aprendizagens significativas. Notas biográficas Joana Gonçalves – Mestre em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º Ciclo do Ensino Básico pela Escola Superior de Educação de Viseu. Atualmente, a lecionar na Escola Básica e Secundária Gomes Teixeira no Grupo 230. As áreas de interesse incidem na educação matemática, em específico nas discussões matemáticas e na resolução de problemas matemáticos. Cátia Rodrigues – Doutorada em Didática da Matemática, Professora do Grupo 500 no Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim e Professora Adjunta Convidada na Escola Superior de Educação de Viseu, onde leciona na formação de professores. As suas áreas de interesse focam-se nas discussões matemáticas e na Álgebra. Helena Gomes – Doutorada e mestre em Matemática e Professora Adjunta na Escola Superior de Educação de Viseu, onde leciona na formação de professores. É investigadora integrada do CIDMA e as suas áreas de interesse têm foco na Matemática e Educação Matemática, nomeadamente na formação de professores. É Doutoranda em Inteligência Artificial e Engenharia de Sistemas Inteligentes no Instituto Superior de Engenharia do Porto. |
SP 44 - Matemática em CenaBeatriz Marques, Carolina Queirós, Catarina Cunha, Érica Câmara, Joana Magalhães, Joana Nunes, Jorge Nogueira e Marta Sousa, Faculdade de Ciências da Universidade de Porto Quarta-feira, 15 de julho, 14h30m - 16h30m Resumo Nesta sessão prática, propomos colocar a Matemática em cena através da metodologia Mathemart, uma metodologia que privilegia uma abordagem global de ensino, através de jogos e atividades teatrais, que envolvem a mente e o corpo, a criatividade e as emoções. Assim, é criada uma pequena peça teatral que aborde um ou mais conceitos ou procedimentos matemáticos previamente selecionados, e que depois é encenada. Esta proposta parte de uma experiência vivida por estudantes do Mestrado em Ensino da Matemática da FCUP. Após um breve enquadramento, os participantes serão convidados a vivenciar dinâmicas simples de grupo e a desenvolver, colaborativamente, propostas que cruzam movimento, comunicação, criatividade e conceitos matemáticos. A experiência revelou-se muito positiva, pelo fortalecimento de laços, pelo trabalho em equipa, pelo ganho de confiança e pela descoberta de novas possibilidades didáticas, o que torna pertinente a sua partilha. Pretende-se criar um espaço de trabalho prático e reflexão conjunta, onde os participantes possam vivenciar a proposta e pensar em formas de a adaptar a diferentes contextos de sala de aula. Notas biográficas Beatriz Marques, Carolina Queirós, Catarina Cunha, Érica Câmara, Joana Magalhães, Joana Nunes, Jorge Nogueira e Marta Sousa – Licenciados em Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Porto, frequentam atualmente o segundo ano do Mestrado em Ensino da Matemática no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário na mesma instituição. No contexto da unidade curricular de Didática da Matemática, frequentaram uma formação do projeto TIM^2 – Teaching Mathematics using Drama – de 21 horas sobre ferramentas do teatro para o ensino da Matemática no 3.º Ciclo do Ensino Básico. Acreditam que aliar o teatro à matemática cria ferramentas poderosas para a aprendizagem da matemática, promovendo também o fortalecimento de laços entre os alunos. Rosa Tomás Ferreira – Licenciada e mestre em Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e doutorada em Mathematics Education pela Illinois State University, EUA. É professora auxiliar na FCUP e investigadora do Centro de Matemática da Universidade do Porto. Tem desenvolvido trabalho na formação inicial de professores de Matemática e colaborado em projetos de investigação em Educação Matemática. Sérgio Novo – Natural da Covilhã, onde se formou e trabalha. Mestre em Artes Plásticas (tese: "Educação através do teatro"), Mestre em Design Multimédia, Licenciado em Educação Visual e Tecnológica e licenciado em Design Multimédia pela Universidade da Beira Interior. Fundador e Diretor Artístico da ASTA, onde trabalha como investigador, designer, performer, ator, encenador, professor, formador e é responsável pelo serviço educativo. Gestor de projetos e investigador em diversos projetos europeus. Professor de Expressão Artística e Teatro em várias escolas. |
Os simpósios são espaços para a apresentação de comunicações (15 minutos cada), que divulgam experiências, projetos, trabalhos, investigações ou outras intervenções com relevância na Educação Matemática. Têm uma duração global que permite a apresentação das comunicações e um tempo de discussão, para que a audiência possa formular questões, no final das apresentações.
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA | GTHMEM
Moderador: [...]
Terça-feira, 14 de julho, 10h00 - 11h00
Sala: A definir
| A |
Quarenta Anos de Intervenção Curricular e Desenvolvimento Profissional: A Associação de Professores de Matemática (Resumo) Alexandra Sofia Rodrigues, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa Público: GERAL |
| B |
Arquivos e Educação Matemática (Resumo) Mária Cristina Almeida, Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA), Universidade Nova de Lisboa Público: GERAL |
| C |
Materiais manipuláveis nos Primeiros Anos (Resumo) Rui Candeias, Agrupamento de Escolas Terras de Larus Público: GERAL |
MODELAÇÃO MATEMÁTICA
Moderador: [...]
Terça-feira, 14 de julho, 10h00 - 11h00
Sala: A definir
| A |
"Apanha-me se puderes!": O Tom, o Jerry e a Modelação de Sistemas de Equações no 8.º Ano. (Resumo) Guilherme Simões, Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Público: 3.º CICLO |
| B |
Modelagem matemática e realidade aumentada no ensino da geometria na Educação de Jovens e Alexandro Santos Máximo, Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Público: SECUNDÁRIO |
| C |
Aprender Matemática Fazendo: Explorar, Modelar e Comunicar (Resumo) Alexandra Ferrão, Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo Público: GERAL |
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Moderador: [...]
Terça-feira, 14 de julho, 11h30 - 12h30
Sala: A definir
| A |
Modelação Estatística na Formação de Professores: construção do conhecimento, integração crítica da IA e discussão coletiva (Resumo) Corália Pimenta, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Público: SECUNDÁRIO |
| B |
Desafios no ensino e aprendizagem da Matemática com recurso a ferramentas de Inteligência Artificial (Resumo) Maria Cristina Costa, Instituto Politécnico de Tomar Público: 3.º CICLO, SECUNDÁRIO, SUPERIOR |
| C |
Inteligência Artificial no Ensino da Matemática: apoio ao professor desde a planificação à avaliação (Resumo) Carla Martinho, Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL) — Instituto Politécnico de Lisboa (IPL); ICPOL — Centro de Investigação. Público: 3.º CICLO, SECUNDÁRIO, SUPERIOR |
MATEMÁTICA NOS PRIMEIROS ANOS
Moderador: [...]
Terça-feira, 14 de julho, 11h30 - 12h30
Sala: A definir
| A |
A cidade do 2.º ano: um relato de prática sobre educação financeira no 1.º Ciclo do Ensino Básico (Resumo) Carolina Bem-Haja, Escola Superior de Educação de Coimbra Público: 1.º CICLO |
| B |
MAT-INCLUI: O Jogo Multissensorial que Une a Sala de Aula (Resumo) Carla Moura, Instituto Politécnico de Coimbra Público: 1.º CICLO |
| C |
Aprofundar e ir além dos conteúdos: o papel das capacidades transversais no currículo de Matemática (Resumo) Célia Mestre, Escola Superior de Educação de Setúbal Público: 1.º CICLO |
METODOLOGIAS INOVADORAS I
Moderador: [...]
Terça-feira, 14 de julho, 11h30 - 12h30
Sala: A definir
| A |
Jogos Matemáticos e aprendizagem de conteúdos (Resumo) Marisabel Antunes, Escola Secundária D. Dinis Público: GERAL |
| B |
A criatividade em sala de aula (Resumo) Clara Freixiela, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, NOVA FCT |
APLICAÇÕES I
Moderador: [...]
Terça-feira, 14 de julho, 15h30 - 16h30
Sala: A definir
| A |
Criptografia no Ensino da Matemática: Da Aritmética Modular à Segurança Digital (Resumo) Cláudia Sebastião, Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Público: SECUNDÁRIO |
| B |
Python no Ensino da Matemática (Resumo) Cristina Barbosa, Agrupamento de Escolas de Sines Público: SECUNDÁRIO |
DESENVOLVIMENTO CURRICULAR E AVALIAÇÃO
Moderador: [...]
Terça-feira, 14 de julho, 15h30 - 16h30
Sala: A definir
| A |
Utilidade da Matemática: Análise etnomatemática de livros escolares em Moçambique (Resumo) Abdulcarimo Ismael, Universidade Rovuma, Moçambique Público: GERAL |
| B |
Portefólios Digitais no 3.º Ciclo: perceções dos alunos (Resumo) Carla Sofia Garcia, Agrupamento de Escolas Maria do Carmo Serrote Público: 3.º CICLO |
| C |
Desenvolver a aprendizagem dos alunos com um Portefólio Reflexivo (Resumo) João Carlos Terroso, Escola Secundária de Odivelas Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO |
CONEXÕES MATEMÁTICAS
Moderador: [...]
Quarta-feira, 15 de julho, 09h00 - 10h00
Sala: A definir
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A |
Trilhos matemáticos com o MathCityMap: potencialidades e novas funcionalidades (Resumo) Ana Barbosa, Instituto Politécnico de Viana do Castelo Público: GERAL |
| B |
Matemática por Medida: O Showroom Pedagógico e a Estética da Aprendizagem no Projeto EDUfashion (Resumo) Cristina Caridade, Instituto Politécnico de Coimbra Público: GERAL |
METODOLOGIAS INOVADORAS II
Moderador: [...]
Quarta-feira, 15 de julho, 09h00 - 10h00
Sala: A definir
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A |
Matemagia na sala de aula (Resumo) Paulo Daniel Ferreira, Agrupamento de Escolas de Fajões Público: GERAL |
| B |
O que pode o Teatro fazer pela Matemática e vice-versa? (Resumo) Sérgio Novo, ASTA Público: BÁSICO |
APLICAÇÕES II
Moderador: [...]
Quarta-feira, 15 de julho, 09h00 - 10h00
Sala: A definir
| A |
Apps for Good (Resumo) Bruno Cardina, CDI Portugal Público: GERAL |
| B |
Aprendizagem Ativa do Polinómio de Taylor, da Interpolação Polinomial e representação 3D com GeoGebra (Resumo) Arménio Correia, Instituto Politécnico de Coimbra — Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC) Público: SUPERIOR |
RESUMOS
SC 01 | A – Quarenta Anos de Intervenção Curricular e Desenvolvimento Profissional: A Associação de Professores de MatemáticaAlexandra Sofia Rodrigues, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa Terça-feira, 14 de julho, 10h00m - 11h00m Resumo Ao longo de quatro décadas, a Associação de Professores de Matemática (APM) afirmou-se em Portugal como um ator relevante não só na representação dos docentes, mas também na reflexão e na transformação do currículo de Matemática. A sua intervenção tem acompanhado debates, reformas e orientações curriculares, contribuindo para a forma como são interpretadas e implementadas nas escolas. Para além do currículo, a APM tem sido um espaço importante de desenvolvimento profissional, promovendo a construção de uma identidade coletiva entre professores, a partilha de práticas e a produção de conhecimento especializado. Neste contexto, o associativismo revela-se fundamental na consolidação da Educação Matemática como área e no fortalecimento da profissão docente. Este trabalho procura compreender o papel da APM nesses processos, através da análise de documentos e produções da própria Associação, destacando o seu contributo para a evolução do ensino da Matemática em Portugal. Notas biográficas Alexandra Sofia Rodrigues – Doutora em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior. Possui mestrado em Educação Matemática e especializações em Inovação e Criatividade (TIC) e em Administração e Gestão Escolar. É professora auxiliar convidada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. Os seus interesses de investigação incluem a história da educação, o desenvolvimento curricular e o ensino e a aprendizagem da matemática no ensino profissional. Faz parte do Grupo de Trabalho sobre História e Memórias do Ensino da Matemática (GTHMEM), da Associação de Professores de Matemática. Corália Pimenta – Professora Adjunta convidada no ISEC/IPC e investigadora no inED. É licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra, Mestre em Ensino da Matemática e Doutorada em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior, possuindo especialização em Educação Especial. Os seus interesses de investigação centram-se na construção do conhecimento matemático, na literacia financeira, na modelação matemática e na integração crítica de tecnologias digitais no ensino. Faz parte do Grupo de Trabalho sobre História e Memórias do Ensino da Matemática (GTHMEM), da Associação de Professores de Matemática |
SC 01 | B – Arquivos e Educação MatemáticaMária Cristina Almeida, Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA), Universidade Nova de Lisboa Terça-feira, 14 de julho, 10h00m - 11h00m Resumo O estudo da Memória e História da Educação Matemática é por si só o reconhecimento e valorização do trabalho dos professores, o que também por si, contribui para a sua melhoria. E, funcionando como uma ponte entre o passado e o futuro, os arquivos oferecem aos educadores matemáticos as ferramentas necessárias para inovar com base na compreensão crítica do que já foi realizado. A relação entre estes dois campos manifesta-se em três pilares principais: preservação da Memória Institucional; acesso a acervos, como os Arquivos Pessoais; Formação de Professores. Nesta comunicação pretende-se refletir acerca da constituição e disponibilização do Arquivo Domitila, que atuará como guardião da memória e uma base para a investigação histórica sobre o ensino da disciplina. Nota biográfica Mária Cristina Almeida – Licenciada em Matemática, Mestre e Doutora em Ciências da Educação. É professora de Matemática no ensino secundário e investigadora na UIED e no CICS.NOVA (FCT, UNL). O seu principal interesse de investigação é a História da Educação Matemática, particularmente formação de professores, desenvolvimento curricular e livros didáticos. É membro coordenador do Grupo de Trabalho sobre História e Memórias do Ensino da Matemática (GTHMEM), da APM. |
[Início_SC]
SC 01 | C – Materiais manipuláveis nos Primeiros AnosRui Candeias, Agrupamento de Escolas Terras de Larus Terça-feira, 14 de julho, 10h00m - 11h00m Resumo Nesta comunicação, pretende-se explorar a forma como a utilização dos materiais manipuláveis nos primeiros anos de escolaridade foram abordados em iniciativas da APM, durante a primeira década da sua existência. Para isso, analisam-se as Atas do ProfMat de 1986 a 1996, e os números da Educação & Matemática publicados de 1987 a 1996. Nesta análise, entendem-se os materiais manipuláveis como objetos concretos (comuns ou educacionais) que podem ser tocados, movidos, rearranjados e manipulados e que a interação se caracteriza pelo envolvimento ativo da criança (Vale, 2002). Serão analisadas as publicações que abordem o trabalho com os primeiros seis anos de escolaridade, embora também possam ser consideradas as publicações que descrevam atividades com outros níveis de ensino, mas com materiais que possam ser utilizados nos primeiros anos. Nota biográfica Rui Candeias – Dou |
SC 02 | A – "Apanha-me se puderes!": O Tom, o Jerry e a Modelação de Sistemas de Equações no 8.º Ano.Guilherme Simões, Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Terça-feira, 14 de julho, 10h00m - 11h00m Resumo Nesta comunicação será apresentada uma tarefa de modelação matemática, de natureza exploratória, desenvolvida para alunos do 8.º ano com o objetivo de explorarem a classificação de sistemas de equações. A tarefa e o simulador foram desenvolvidos por alunos do Mestrado em Ensino de Matemática na NOVA FCT, no âmbito da Unidade Curricular de Modelação e Aplicações no Ensino de Matemática. A tarefa foi concebida com o uso da gamificação através do “Modo História”, onde os sistemas são discutidos sob a ótica da narrativa do Tom capturar o Jerry e avança para o “Modo Analítico”, um ambiente onde os alunos podem generalizar os conceitos, reescrever sistemas na forma canónica e formalizar a classificação de sistemas em possíveis (determinados e indeterminados) e impossíveis. Pretende-se, nesta comunicação discutir o uso de narrativas e a utilização de tecnologias para a promoção da compreensão da resolução gráfica e suas aplicações à classificação de sistemas de equações. Notas biográficas Guilherme Simões – Mestrando em Ensino de Matemática na NOVA FCT, instituição onde se licenciou em Engenharia Civil. Com um percurso de nove anos na docência em centros de explicações, onde mantém atividade. Manifesta um elevado interesse pelo desenvolvimento de estratégias de ensino e pelo acompanhamento pedagógico. Atualmente, concilia a prática letiva com a coordenação de futsal na Associação AT4S, promovendo a inclusão social através do desporto e aliando o rigor da educação ao impacto comunitário. Luiz Júnior – Mestrando em Ensino de Matemática na NOVA FCT e licenciado em Matemática pela Universidade Federal Fluminense, Brasil. Especialista em Psicopedagogia, possui interesse em metodologias STEAM, modelação e no uso de tecnologias no ensino. Com percurso docente em Portugal e no Brasil, foi distinguido com o Prémio Shell de Educação Científica (2015) pela promoção da inovação e do pensamento científico escolar. Rute Moreira – Diretora do MultiPlus, um Centro de Ensino de Matemática. Licenciada em Estatística e Gestão de Informação pelo ISEGI (UNL), frequenta o Mestrado em Ensino de Matemática na NOVA FCT, mantendo a direção pedagógica e administrativa do Centro, coordenando alunos de 11º ano. Tem interesse pela criação de atividades exploratórias, promovendo a autonomia dos alunos. |
SC 02 | B – Modelagem matemática e realidade aumentada no ensino da geometria na Educação de Jovens e
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SC 02 | C – Aprender Matemática Fazendo: Explorar, Modelar e ComunicarAlexandra Ferrão, Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo Terça-feira, 14 de julho, 10h00m - 11h00m Resumo Sessão centrada na partilha de experiências desenvolvidas com turmas piloto do Ensino Secundário em Matemática A, evidenciando práticas alinhadas com as Aprendizagens Essenciais (2023). A partir de exemplos concretos de sala de aula, serão analisadas estratégias que promovem a participação ativa dos alunos, colocando-os no centro do processo de aprendizagem — explorando, investigando, modelando, argumentando e comunicando matemática. A sessão pretende mobilizar os colegas para uma dinâmica de trabalho em que os alunos “metem a mão na massa” , através de tarefas ricas, resolução de problemas contextualizados, uso criterioso de tecnologia e momentos de discussão matemática estruturada. Serão ainda explicitados os princípios orientadores das novas Aprendizagens Essenciais no Secundário — valorização do raciocínio matemático, da argumentação fundamentada, da modelação, da generalização e da consolidação conceptual — destacando implicações práticas para a planificação e condução das aulas. Notas biográficas Alexandra Ferrão – Licenciada em Ensino de Matemática pela UÉvora, curso de especialização em Ed. e Tecnologias Digitais, formadora de professores nas áreas de Tecnologias Educativas e de Didáticas Específicas. Docente do QE do AE Poeta António Aleixo (33 anos). Elemento do Grupo Trabalho T3 da APM e do GT do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática para o ES. Formadora dos novos programas de Matemática do ES, das Novas AE (secundário) e supervisora de exames de Mat A. Atualmente, encontra-se a lecionar uma turma Piloto no âmbito das Novas AE de Mat A (12.º ano). Elisabete Almeida – Licenciatura e Mestrado em Matemática para o ensino na FCTUC, docente do QE do AE de Sátão desde 1994, tendo exercido funções em regime de requisição, desde 1997 até 2006, no Dep. de Matemática da ESTGV - Politécnico de Viseu. Foi formadora das NAE de Matemática do ensino secundário e do ensino básico. Professora de duas turmas Piloto no âmbito das Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática A (12º ano). Formadora de professores na área da Didática Específica (Matemática). |
SC 03 | A – Modelação Estatística na Formação de Professores: construção do conhecimento, integração crítica da IA e discussão coletivaCorália Pimenta, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Terça-feira, 14 de julho, 11h30m - 12h30m Resumo A crescente utilização de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) generativa desafia a repensar as práticas pedagógicas, reforçando a importância de envolver os alunos na construção ativa do conhecimento e na reflexão sobre os processos de aprendizagem. Apresenta-se uma experiência com futuros professores de Matemática, na unidade curricular Modelação e Aplicações no Ensino da Matemática, onde foi implementada, em pares, uma tarefa de modelação estatística baseada num cenário real. A proposta promoveu a análise de dados, a tomada de decisões fundamentadas, a comunicação matemática e o uso ético e crítico da IA. Organizada em três fases – trabalho autónomo, interação com IA e discussão coletiva –, a experiência evidenciou o valor da interpretação e da mobilização de conhecimentos durante a resolução manuscrita, a reflexão crítica no uso tecnologia (Excel e IA) e a discussão coletiva, como momentos de apresentação, confronto de ideias, esclarecimento e validação de procedimentos. Notas biográficas Corália Pimenta – Professora Adjunta convidada no ISEC/IPC e investigadora no inED. É licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra, Mestre em Ensino da Matemática e Doutorada em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior, possuindo especialização em Educação Especial. Os seus interesses de investigação centram-se na construção do conhecimento matemático, na literacia financeira, na modelação matemática e na integração crítica de tecnologias digitais no ensino. Faz parte do Grupo de Trabalho sobre História e Memórias do Ensino da Matemática (GTHMEM), da Associação de Professores de Matemática Deolinda Rasteiro – Professora Coordenadora no ISEC/IPC, doutorada em Matemática pela Universidade de Aveiro. É Chair do Mathematics SIG da SEFI, corresponsável pelo Grupo de Matemática da SPEE e investigadora no inED. É coautora de mais de 60 publicações revistas por pares nas áreas da matemática aplicada, educação matemática em engenharia e inovação pedagógica. Coordena projetos Erasmus+ e é coordenadora da UNIgreen University Alliance no IPC. Alexandra Sofia Rodrigues – Doutora em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior. Possui mestrado em Educação Matemática e especializações em Inovação e Criatividade (TIC) e em Administração e Gestão Escolar. É professora auxiliar convidada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. Os seus interesses de investigação incluem a história da educação, o desenvolvimento curricular e o ensino e a aprendizagem da matemática no ensino profissional. Faz parte do Grupo de Trabalho sobre História e Memórias do Ensino da Matemática (GTHMEM), da Associação de Professores de Matemática. |
SC 03 | B – Desafios no ensino e aprendizagem da Matemática com recurso a ferramentas de Inteligência ArtificialMaria Cristina Costa, Instituto Politécnico de Tomar Terça-feira, 14 de julho, 11h30m - 12h30m Resumo Face ao uso crescente de Ferramentas de Inteligência Artificial (FIA), torna-se fundamental redefinir estratégias de ensino e de avaliação que fomentem a aprendizagem e o sentido crítico dos estudantes. Esta comunicação tem por objetivo apresentar exemplos de estratégias usadas em contexto de aula com recurso a FIA, procurando perceber se os estudantes efetivamente aprenderam os conteúdos abordados. Por um lado, serão discutidos desafios e oportunidades que surgem na utilização de FIA, face à sua eficácia crescente na resolução de problemas de matemática. Mas, por outro lado, coloca-se a questão se os estudantes realmente aprenderam os conteúdos programáticos das disciplinas lecionadas. Neste contexto, acreditamos que o papel do professor é ainda mais importante, quer como facilitador na aquisição de conhecimento, quer como responsável pelo desenvolvimento de sentido crítico e interpretação de conteúdos gerados pelas FIA, sem esquecer a sua missão de avaliador. Notas biográficas Maria Cristina Costa – Professora de matemática no Politécnico de Tomar, tem licenciatura, mestrado, e curso de Doutoramento em Matemática. Doutorada em Ciências da Educação e Pós-doc em educação STEAM, pela FCT da Universidade NOVA de Lisboa. Diretora, desde 2013, da Academia de Ciência, Arte e Património (www.academiacap.ipt.pt), é formadora certificada e coordenadora de oficinas acreditadas relacionadas com as STEAM, Pensamento Computacional, e sobre a utilização da Inteligência Artificial. Helena Monteiro – Doutorada em Matemática, especialização Didática, pela FCT da UAlgarve; Mestre em Matemática, pela FC da ULisboa; Licenciada em Matemática, ramo Educacional, pela FCT da UCoimbra. Professora Coordenadora no Politécnico de Tomar (IPT), leciona em cursos de licenciatura da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, sendo membro do Conselho Técnico-Científico desta escola, o qual já presidiu. Desde 2022, Diretora da Unidade Departamental de Matemática e Física do IPT. Manuela Fernandes – Licenciada e Mestre em Matemática Aplicada na Área de Investigação Operacional (FCT da UCoimbra e FC da ULisboa, respetivamente). Fez parte letiva do Doutoramento em Matemática e Aplicações na Universidade de Évora. Há 28 anos no Ensino Superior, tem lecionado nas áreas de Análise, Álgebra, Estatística, Investigação Operacional e Algoritmia. As suas publicações estão relacionadas com Matemática Discreta, Otimização Multicritério e recentemente Turismo, Economia Circular e Dependências Digitais. |
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SC 03 | C – Inteligência Artificial no Ensino da Matemática: apoio ao professor desde a planificação à avaliaçãoCarla Martinho, Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL) — Instituto Politécnico de Lisboa (IPL); ICPOL — Centro de Investigação. Terça-feira, 14 de julho, 11h30m - 12h30m Resumo O trabalho do professor de Matemática estende-se ao longo de um ciclo que vai da planificação do ano letivo à conceção das aulas, à seleção de tarefas e à construção dos instrumentos de avaliação. Cada etapa exige tempo, articulação curricular e decisões fundamentadas, frequentemente tomadas com informação dispersa. A inteligência artificial abre novas possibilidades de apoio a este ciclo completo. Nesta comunicação discute-se como soluções com IA, exemplificadas em desenvolvimentos próprios no contexto da ferramenta Mlearnix, podem auxiliar o professor desde a planificação às avaliações: organização do ano letivo por unidades e Aprendizagens Essenciais, geração assistida de planos de aula e exercícios, e construção de instrumentos de avaliação. Examina-se ainda o papel dos indicadores de aprendizagem na decisão pedagógica, na coerência curricular e na diferenciação. Nota biográfica Carla Martinho – Doutorada em Ciências da Educação e Desenvolvimento (FCT-NOVA) e pós-graduada em Educação Digital (ESELx-IPL). Mestre em Ensino de Matemática (3.º ciclo e Secundário) pela FCT-UC e em Matemática Aplicada à Economia e Gestão pelo ISEG. Professora Adjunta no ISCAL-IPL desde 1993, atualmente Presidente do Conselho Pedagógico. Investigadora integrada do ICPOL e colaboradora do CEAUL. Membro da APM, SPM e SPE. |
SC 04 | A – A cidade do 2.º ano: um relato de prática sobre educação financeira no 1.º Ciclo do Ensino BásicoCarolina Bem-Haja, Escola Superior de Educação de Coimbra Terça-feira, 14 de julho, 11h30m - 12h30m Resumo A matemática assume um papel central na promoção da literacia financeira no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Neste âmbito, apresenta-se o relato da prática "A cidade do 2.º ano", desenvolvida no contexto da Prática de Ensino Supervisionada, com o objetivo de desenvolver competências matemáticas aplicadas ao dinheiro, nomeadamente o cálculo, a adição e subtração e a gestão de orçamento. A atividade consistiu na simulação de uma cidade educativa com espaços de consumo e serviços, onde cada aluno recebeu 200 euros e foi desafiado a gerir esse valor, realizando pagamentos e calculando trocos. A dramatização e o Estudo do Meio foram integrados de forma interdisciplinar, conferindo contexto e significado às aprendizagens matemáticas. Os registos foram efetuados em guiões individuais e a avaliação assumiu caráter formativo, sustentada na observação e análise das produções dos alunos. Os resultados evidenciam elevado envolvimento e reforçam o potencial das simulações interdisciplinares na promoção da numeracia financeira, particularmente na superação de dificuldades de cálculo no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Notas biográficas Carolina Bem-Haja – Natural de Coimbra e frequenta o Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Tem desenvolvido trabalho na integração da literacia financeira em contextos educativos, com enfoque em abordagens interdisciplinares e matematicamente significativas. Assume uma postura reflexiva e crítica, orientada por práticas pedagógicas participativas e inclusivas, centradas no desenvolvimento integral da criança. Catarina Neves – Natural de Ourém e frequenta o Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Tem particular interesse na promoção de aprendizagens significativas em Matemática, valorizando a exploração, o raciocínio e a comunicação matemática. Defende práticas pedagógicas centradas na criança, sustentadas numa atitude crítica, colaborativa e orientada para a inclusão. Matilde Júlio – Natural de Ferreira do Zêzere e frequenta o Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Tem desenvolvido interesse no uso de materiais não estruturados no ensino da Matemática, valorizando a manipulação como suporte à compreensão de conceitos. Defende práticas pedagógicas ativas e intencionais, orientadas para a construção significativa das aprendizagens. José Sacramento – Professor supervisor de Prática de Ensino Supervisionada na área da formação de educadores e professores. Com experiência na orientação de futuros profissionais, acompanha processos de desenvolvimento pedagógico, promovendo a reflexão crítica, a articulação entre teoria e prática e a construção de práticas educativas fundamentadas e contextualizadas. Teresa Palos – Professora do 1.º Ciclo do Ensino Básico e docente cooperante na Prática de Ensino Supervisionada. Com vasta experiência em contexto de sala de aula, tem desempenhado um papel relevante na orientação de estagiários, apoiando a sua inserção na prática letiva e contribuindo para o desenvolvimento de competências profissionais no contexto real de ensino. |
SC 04 | B – MAT-INCLUI: O Jogo Multissensorial que Une a Sala de AulaCarla Moura, Instituto Politécnico de Coimbra Terça-feira, 14 de julho, 11h30m - 12h30m Resumo O projeto MAT-INCLUI propõe o desenvolvimento de um sistema multissensorial de cubos magnéticos para o ensino da Matemática no 1º CEB, concebido segundo princípios de design inclusivo e acessibilidade. O sistema integra diferentes estímulos sensoriais, incluindo representação numérica convencional, Braille, codificação cromática acessível e estímulos auditivos associados à distinção entre números pares e ímpares, promovendo múltiplas formas de interação e aprendizagem. Criámos um material ergonómico e sustentável por fabrico aditivo que facilita a manipulação por crianças com dificuldades motoras finas. Mais do que um simples jogo, o MAT-INCLUI é uma ferramenta de estratégia pedagógica ativa que promove a colaboração entre alunos com visão normativa, cegueira ou limitações motoras. O sistema contribui para uma aprendizagem matemática mais acessível, participativa e multissensorial, reforçando o papel do design de produto enquanto mediador de inclusão educativa. Assim, convidamos os professores a descobrir como este mediador pode transformar a dinâmica da sala de aula, tornando a aprendizagem matemática tátil, lúdica e acessível a todos. Notas biográficas Carla Moura – Investigadora no i2A – Instituto de Investigação Aplicada do Politécnico de Coimbra, na área da Bioengenharia. A sua investigação centra-se no desenvolvimento de biomateriais, fabrico aditivo/impressão 3D, design inclusivo e engenharia de tecidos, com enfoque em soluções inovadoras para saúde e educação. Participa em projetos multidisciplinares que integram tecnologia, sustentabilidade e acessibilidade, promovendo a transferência de conhecimento para a sociedade. Cristina Caridade – Professora Coordenadora no Departamento de Física e Matemática do ISEC–IPC e doutorada em Matemática Aplicada. Investiga ensino da matemática e formação de professores, com foco em gamificação, jogos educativos, PBL e STEAM. Os seus trabalhos recentes centram‑se no desenvolvimento e avaliação de materiais educativos inclusivos para alunos com diferentes perfis e níveis de ensino. Sílvia Espada – Professora Adjunta na ESEC-IPC desde 2008, nas áreas do design e arte. Doutorada em Belas-Artes pela Universitat Politècnica de València, investiga na interseção entre design, arte e educação, com particular enfoque no design ecológico, design educativo, tipografia e legibilidade, contando com publicações em revistas científicas e comunicações em conferências internacionais. Verónica Pereira – Doutorada em Didática da Matemática. Com uma carreira sólida no ensino da matemática. Tem experiência no Ensino Superior, Ensino Secundário e Ensino Básico. Demonstra um foco claro na avaliação educacional em matemática e na melhoria das práticas de ensino. A sua atuação abrange diferentes níveis de ensino e instituições (IPC, IPV, IPG, Universidade Católica), refletindo um compromisso com a qualidade e inovação na educação matemática. |
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SC 04 | C – Aprofundar e ir além dos conteúdos: o papel das capacidades transversais no currículo de MatemáticaCélia Mestre, Escola Superior de Educação de Setúbal Terça-feira, 14 de julho, 11h30m - 12h30m Resumo As Aprendizagens Essenciais de Matemática (2021) identificam como conteúdos de aprendizagem não apenas os conhecimentos associados aos quatro temas clássicos dos Números, Álgebra, Geometria e Medida e Dados, como também seis Capacidades Matemáticas Transversais e oito Capacidades e Atitudes Gerais Transversais, estas últimas ancoradas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (2017). Este entendimento dos conteúdos de aprendizagem está em sintonia com o expresso no documento Educação 2030 da OCDE. Nesta comunicação discutir-se-á a relevância de desenhar experiências de aprendizagem que operacionalizem a mobilização integrada de conhecimentos, capacidades, atitudes e valores. Neste sentido, e tendo como base o projeto da OCDE sobre o Desenvolvimento da Criatividade e do Pensamento Crítico, procurar-se-á mostrar como operacionalizar, no currículo da Matemática do 1.º Ciclo, as rubricas conceituais e de avaliação estruturadas nas quatro dimensões identificadas pela OCDE: questionamento, imaginação, ação e reflexão. Nota biográfica Célia Mestre – Professora adjunta na Escola Superior de Educação de Setúbal. Têm vasta experiência na docência de 1.º ciclo, na formação contínua e na formação inicial de professores no âmbito da Didática da Matemática. É doutorada em Educação, especialidade em Didática da Matemática, pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. É coautora das Aprendizagens Essenciais de Matemática do Ensino Básico (2021). |
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SC 05 | A – Jogos Matemáticos e aprendizagem de conteúdosMarisabel Antunes, Escola Secundária D. Dinis Quarta-feira, 15 de julho, 9h00m - 10h00m Resumo A utilização da gamificação no ensino demonstra ser uma estratégia pedagógica eficaz para humanizar conceitos e promover aprendizagens ativas. Após a integração de tarefas exploratórias envolvendo a História da Matemática e a tecnologia, o jogo "Quem é quem na Matemática?" integra a dimensão história da disciplina no estudo de conteúdos de Números Complexos do 12.º ano. Através da associação de cartões com pistas a retratos de matemáticos, estimula-se o raciocínio lógico e o trabalho colaborativo A inclusão da História da Matemática assume, neste contexto, um papel fundamental, uma vez que permite aos alunos compreenderem a evolução dos conceitos matemáticos, reconhecerem o contributo de diferentes matemáticos ao longo do tempo e perceberem a Matemática como uma construção humana, dinâmica e cultural. Esta perspetiva contribui para aproximar os alunos da disciplina, tornando-a mais contextualizada, motivadora e significativa. Este projeto é um excelente exemplo de um jogo que pode ser facilmente adaptado a diferentes níveis de ensino e a diferentes conteúdos curriculares. Ele evidencia como o ecossistema lúdico se encontra perfeitamente alinhado com a consolidação de conhecimentos, transformando matérias abstratas em experiências práticas, altamente motivadoras e envolventes para os alunos. Notas biográficas Marisabel Antunes – Licenciada em Matemática (ramo de formação Educacional) e Mestre em Educação Matemática pela Universidade de Coimbra, atualmente Doutoranda em Didática das Ciências e Tecnologia na UTAD. Professora de duas turmas experimentais de Matemática A das novas AE, na Escola Secundária D. Dinis. É Membro do GT T3, do GT do Secundário e do GT de História e Memórias do Ensino da Matemática da APM. Cristina Caridade – Professora Coordenadora no Departamento de Física e Matemática do ISEC–IPC e doutorada em Matemática Aplicada. Investiga ensino da matemática e formação de professores, com foco em gamificação, jogos educativos, PBL e STEAM. Os seus trabalhos recentes centram‑se no desenvolvimento e avaliação de materiais educativos inclusivos para alunos com diferentes perfis e níveis de ensino. Verónica Pereira – Doutorada em Didática da Matemática. Com uma carreira sólida no ensino da matemática. Tem experiência no Ensino Superior, Ensino Secundário e Ensino Básico. Demonstra um foco claro na avaliação educacional em matemática e na melhoria das práticas de ensino. A sua atuação abrange diferentes níveis de ensino e instituições (IPC, IPV, IPG, Universidade Católica), refletindo um compromisso com a qualidade e inovação na educação matemática. |
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SC 05 | B – A criatividade em sala de aulaClara Freixiela, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, NOVA FCT Quarta-feira, 15 de julho, 9h00m - 10h00m Resumo A complexidade da sociedade contemporânea exige competências que vão além do pensamento lógico, tornando a criatividade essencial para a resolução de problemas e a inovação. No âmbito da UC de Pedagogia e Didática da Matemática, do Mestrado em Ensino da Matemática da NOVA FCT, foi-nos solicitado que analisássemos, discutíssemos e refletíssemos sobre dois artigos complementares sobre criatividade, ambos publicados na revista Educação e Matemática. O primeiro, "Criatividade: Conceito e desafios” (Morais, 2015), oferece uma fundamentação teórica sobre o conceito, na qual explora profundamente as suas dimensões, controvérsias e mitos. O segundo, "À descoberta da criatividade na aula de Matemática” (Pinheiro, 2015), apresenta uma investigação empírica que demonstra como a resolução e a formulação de problemas matemáticos podem desenvolver a criatividade em alunos do 5.º ano. Nesta comunicação, pretende-se refletir sobre como desenvolver a criatividade nos alunos. Notas biográficas Clara Freixiela – Licenciada em Matemática pela NOVA FCT e frequenta o Mestrado em Ensino de Matemática no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Com experiência em explicações e tutoria em contextos vulneráveis, acredita que a Matemática deve ser um direito acessível a todos. Prepara-se para ser professora com o compromisso de construir práticas educativas inclusivas, críticas e transformadoras. Daniel Pinto – Explicador de Matemática na BrainAlive Learning center, dedicado a tornar a aprendizagem mais dinâmica e significativa. Destaca-se pelo interesse na realização de tarefas exploratórias que estimulam o pensamento crítico e a autonomia dos alunos focando-se em promover o uso contínuo da tecnologia como ferramenta essencial, transformando o ensino num ambiente de aprendizagem moderno e interativo. Kevin Tembe – Explicador de Matemática e Fisico-Química do Ensino Básico e Secundário. Com formação em Engenharia Química e Bioquímica e Matemática e Aplicações, frequenta o Mestrado em Ensino de Matemática na NOVA FCT. Tem gosto em orientar os alunos na resolução de problemas matemáticos e interesse por tarefas com recurso a tecnologia. |
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SC 06 | A – Criptografia no Ensino da Matemática: Da Aritmética Modular à Segurança DigitalCláudia Sebastião, Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Terça-feira, 14 de julho, 15h30m - 16h30m Resumo Esta apresentação propõe uma abordagem didática para integrar a criptografia no ensino da Matemática, mostrando como conceitos abstratos sustentam a segurança digital do quotidiano, das ligações HTTPS às mensagens encriptadas. A partir do algoritmo RSA, serão exploradas ideias acessíveis de aritmética modular, números primos e factorização, evidenciando a ligação entre Teoria dos Números e segurança na Internet. Serão dados exemplos de atividades de sala de aula, como a Cifra de César, a análise de frequências e pequenos desafios criptográficos. Por fim, será introduzido o impacto da computação quântica na criptografia atual e o surgimento da Criptografia Pós-Quântica. O objetivo é evidenciar aplicações concretas da Matemática, mostrando a sua importância na sociedade atual e o seu carácter de ciência em constante desenvolvimento, impulsionada pelas necessidades do ser humano. Nota biográfica Cláudia Sebastião – Doutorada em Matemática, mestre em Matemática e Aplicações e licenciada em Matemática (Ramo Educacional). Com uma carreira dedicada ao ensino desde 2006, possui uma vasta experiência pedagógica, lecionando atualmente diversas unidades curriculares de Matemática no Ensino Superior. Desenvolve a sua atividade de investigação com especial foco nas áreas de Criptografia e na integração da Inteligência Artificial no processo de ensino-aprendizagem. |
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SC 06 | B – Python no Ensino da MatemáticaCristina Barbosa, Agrupamento de Escolas de Sines Terça-feira, 14 de julho, 15h30m - 16h30m Resumo Em abertura, a autora mostra a visão de que Portugal pode tornar-se um país tecnologicamente forte nesta década (2020-2030) se apostar em algumas áreas onde já tem talento, universidades fortes e empresas emergentes. Em desenvolvimento, a autora apresenta o seu percurso com Python, fazendo referência a Mestrados frequentados, plataforma Udemy e Formação de Professores. Em primeiro lugar, comunica a visão do python, a experiência no 3.º Ciclo com o Google Colab; e, também, a experiência enquanto aluna e formanda em formação sobre python no Ensino da Matemática. Em segundo lugar, apresenta os fundamentos do machine learning, a sua relação com a Inteligência Artificial e os seus tipos de aprendizagem, fazendo referência à dissertação de mestrado “Utilização de técnicas de machine learning no processo de ensino-aprendizagem”, disponível para todos no Repositório Institucional da Universidade de Aveiro. Para finalizar, a autora evidencia os “camarins” da Matemática com a prática de machine learning com Python no Google Colab, com guiões usando o dataset Iris. Nota biográfica Cristina Barbosa – Mestre e professora de Matemática do 3.º Ciclo (Grupo 500) no Agrupamento de Escolas de Sines. O tema da dissertação foi: “Utilização de técnicas de machine learning no processo de ensino-aprendizagem”. Passou pela colaboração em empresas como a Modelo Continente, Galp Energia e Lactogal. A título de curiosidade publicou em 2023 o livro “Abraçar Mais Felicidade”. O seu pensamento preferido é reconhecer que a matemática está em todas as áreas e é para todos. |
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SC 07 | A – Utilidade da Matemática: Análise etnomatemática de livros escolares em MoçambiqueAbdulcarimo Ismael, Universidade Rovuma, Moçambique Terça-feira, 14 de julho, 15h30m - 16h30m Resumo Com a nova dinâmica ocorrida nas últimas duas dêcadas no processo de elaboração, distribuição e utilização do livro escolar em Moçambique, surgiram novos e mais autores e actores no processo de avaliação da qualidade dos livros. Se, por um lado, os planos curriculares de matemática em Moçambique recomendam a incorporação de competências Matemáticas centradas no desenvolvimento do raciocínio dos alunos, mostrando a necessidade da aprendizagem da Matemática na solução dos problemas da vida, algo útil, por outro lado, sabe-se que o conteúdo de um bom livro didáctico deve ser útil e significativo usando uma linguagem clara e contendo muitos exemplos. Por mais experientes que sejam os autores, os livros didáticos apresentam, por vezes, alguns problemas, destacando-se a sobrecarga de teorização, artificialidade de exemplos, gratuidade de ilustrações, dentre outros. O presente estudo, com ideais etnomatemáticos, teve como enfoque principal os livros escolares de matemática dos níveis primário e secundário em uso ou já usados em Moçambique, produzidos por editoras sediadas em Moçambique e baseou-se, primeiro, na análise em trabalhos escritos elaborados por mestrandos e licenciandos em ensino da matemática na Universidade Pedagógica, na disciplina de Etnomatemática e Ensino, e, segundo, em uma análise mais detalhada de 4 manuais escolares em uso corrente, escolhidos para tal. No estudo pretendeu-se saber até que ponto os manuais incorporam actividades, exercícios ou exemplos realísticos que possam proporcionar ao aluno uma visão sobre a utilidade da matemática, em geral, e particularmente na sociedade moçambicana. Os resultados apontam preocupação evidente dos autores em incorporar matemática do dia-a-dia, contudo, como nos, com limitações de espaço e criatividade. Verificou-se também uma tendência de teorização e abstração de conteúdos, e, por vezes, uma certa inadequação, em termos contextuais locais, dos exemplos, exercícios, problemas e actividades. Notas biográficas Abdulcarimo Ismael – Com um percurso académico que iniciou em 1982 e passou pela Alemanha, onde fez a licenciatura com frequência no Instituto Herder da Universidade Karl Marx, e conclusão na Escola Superior de Educação, em Dresden, 1987. Ingressou na carreira docente universitária no Instituto Superior Pedagógico, em finais de 1987, tendo depois passado a docente efectivo na Universidade Lúrio, depois na Universidade Rovuma, onde se aposentou em 2024. Iniciou, em 1996, a pós-graduação na Austrália (Universidade de Monasch), em 1996, e concluiu, depois, o doutoramento (PhD) em educação matemática na “University of the Witwatersrand”, na Africa do Sul, em 2002. Manuel Alfinete Lino – Professor do ensino secundário e membro das forças armadas de Moçambique, licenciou-se em ensino da matemática e concluiu recentemente o mestrado em Educação Matemática pela faculdade de Ciências Naturais e Matemática da Universidade Pedagógica, Maputo, Moçambique |
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SC 07 | B – Portefólios Digitais no 3.º Ciclo: perceções dos alunosCarla Sofia Garcia, Agrupamento de Escolas Maria do Carmo Serrote Terça-feira, 14 de julho, 15h30m - 16h30m Resumo A implementação de portefólios digitais no 3.º ciclo visou reforçar a avaliação formativa, diversificar instrumentos e aprimorar as práticas pedagógicas na aprendizagem da matemática. O diagnóstico inicial evidenciou fragilidades na comunicação matemática e na resolução de problemas. Com base num guião orientador e critérios definidos, os alunos desenvolveram portefólios digitais utilizando o Canva. No final do ano, os questionários revelaram perceções amplamente positivas, destacando-se o aumento da autonomia, da organização, da reflexão e do acompanhamento do próprio progresso. Entre as desvantagens, sobressaíram o tempo necessário e o volume de trabalho. Ainda assim, a maioria dos alunos manifestou preferência pelo portefólio face ao teste tradicional. Notas biográficas Carla Sofia Garcia – Licenciada em Ensino da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, exerce actualmente funções docentes no Agrupamento de Escolas Maria do Carmo Serrote, localizado na Quinta do Conde, concelho de Sesimbra. A sua atividade profissional distingue-se pelo interesse no uso pedagógico da tecnologia e na valorização de desafios e jogos como instrumentos educativos. Tem desenvolvido esforços consistentes no sentido de promover a modernização das práticas de ensino e aprendizagem, contribuindo para a integração de ferramentas digitais que favoreçam processos educativos mais significativos, motivadores e eficazes. Gosta, igualmente, de desenvolver tarefas de investigação com os alunos, de forma a estimular a autonomia, o pensamento crítico e o raciocínio matemático. Filipa Graça Ferreira – Licenciada em Matemática (ramo educacional) e Mestre em Matemática para Professores, exerce funções como professora no Agrupamento de Escolas Maria do Carmo Serrote, na Quinta do Conde, Sesimbra. Os seus interesses profissionais incluem a didática da Matemática, a avaliação, o uso pedagógico da tecnologia e a exploração de desafios e jogos como ferramentas de aprendizagem. Tem procurado contribuir para a modernização das práticas de avaliação, para a melhoria da experiência de aprendizagem de alunos e professores e para a integração de ferramentas digitais que promovam processos de ensino‑aprendizagem mais relevantes, envolventes e pedagogicamente consistentes. |
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SC 07 | C – Desenvolver a aprendizagem dos alunos com um Portefólio ReflexivoJoão Carlos Terroso, Escola Secundária de Odivelas Terça-feira, 14 de julho, 15h30m - 16h30m Resumo Uma das maiores problemáticas na prática docente passa pelo processo avaliativo, que é maioritariamente sumativo. No entanto, um processo de avaliação sumativo conduz a uma avaliação que em pouco contribui para a aprendizagem e desenvolvimento dos conhecimentos e capacidades dos alunos. Assim, já há muito se falam em estratégias avaliativas diferenciadas e que surgem como uma parte integrante do processo de aprendizagem. Uma delas é o portfólio, em particular o portfólio reflexivo. Nesta comunicação, irei apresentar os resultados de uma experiência de ensino realizada no presente ano letivo de aplicação de um portfólio reflexivo num conjunto de alunos do 11.º ano de escolaridade, mas que se pode estender a outros níveis de ensino. Nota biográfica João Carlos Terroso – Licenciado em Matemática e mestre em Ensino da Matemática no 3.º Ciclo e Ensino Secundário pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. É pós-graduado em Didática da Matemática pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. É autor de manuais escolares, membro da Direção da APM e redator da revista Educação e Matemática. É professor na Escola Secundária de Odivelas e acumula funções na Escola Superior de Educação. Membro ativo do Grupo do Secundário da APM. |
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SC 08 | A – Trilhos matemáticos com o MathCityMap: potencialidades e novas funcionalidadesAna Barbosa, Instituto Politécnico de Viana do Castelo Quarta-feira, 15 de julho, 9h00m - 10h00m Resumo Os trilhos matemáticos constituem uma estratégia que permite explorar a Matemática em contextos reais e promover aprendizagens significativas. Nesta comunicação apresentam-se resultados de experiências de utilização da aplicação MathCityMap (MCM) na criação e implementação de tarefas e trilhos matemáticos. Este tipo de trabalho envolve a formulação de tarefas matemáticas associadas a elementos do meio envolvente, a sua integração na plataforma digital (MCM) e a resolução fora da sala de aula, recorrendo a dispositivos móveis para orientar a movimentação no espaço e validar respostas com feedback imediato, sendo fundamental que sejam os próprios alunos a recolher os dados necessários. As experiências realizadas evidenciam elevados níveis de envolvimento, colaboração e autonomia na resolução de problemas. Discutem-se ainda nesta comunicação as potencialidades deste recurso como ferramenta didática para diversificar práticas de ensino e aproximar a Matemática do quotidiano dos alunos, apresentando também novas funcionalidades do MCM. Notas biográficas Ana Barbosa – Docente da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e investigadora integrada do inED. Doutorou-se em Estudos da Criança, na Universidade do Minho. Tem integrado equipas de investigação de projetos financiados, nacionais e internacionais. Autora e coautora de artigos e livros sobre várias temáticas entre as quais se destacam a formação de professores, o pensamento algébrico, a visualização e a resolução de problemas. Isabel Vale – Doutorada em Didática da Matemática, docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e investigadora integrada no CIEC-UM. Tem lecionado em cursos de pós-graduação, formação inicial e contínua. Participado em projetos de investigação e de intervenção na área da educação matemática. É autora e coautora de relatórios, artigos e livros. A área de investigação está centrada na didática da matemática, em particular na resolução de problemas - padrões, criatividade, visualização - nas conexões no ensino e aprendizagem da matemática e na formação de professores. |
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SC 08 | B – Matemática por Medida: O Showroom Pedagógico e a Estética da Aprendizagem no Projeto EDUfashionCristina Caridade, Instituto Politécnico de Coimbra Quarta-feira, 15 de julho, 9h00m - 10h00m Resumo Pode a Matemática ter o ajuste de uma peça de alta-costura? O projeto EDUfashion apresenta-se como um ecossistema de inovação que utiliza o Design de Moda para ensinar Matemática em todos os níveis de ensino. Sob o mote "Pick your style for classroom", propomos um showroom onde os recursos não são manuais, mas "peças" em exposição: posters em tecido, pendurados em cabides, prontos a serem selecionados e adaptados. Dos modelos de usabilidade de trotinetes no campus às matrizes numa "Volta ao Mundo", ou à química das proporções numa receita de doce de abóbora, cada "cabide" oferece uma trajetória de aprendizagem real. Em fase de materialização, a "Carteira de Patchwork" surge como laboratório tátil para a geometria plana. Validada pela Engenharia Didática, esta abordagem promove a autoeficácia docente e o entusiasmo dos alunos. Venha visitar o nosso showroom e descubra como vestir a sua aula com o rigor e a criatividade do corte perfeito. Nota biográfica Cristina Caridade – Professora Coordenadora no Departamento de Física e Matemática do ISEC–IPC e doutorada em Matemática Aplicada. Investiga ensino da matemática e formação de professores, com foco em gamificação, jogos educativos, PBL e STEAM. Os seus trabalhos recentes centram‑se no desenvolvimento e avaliação de materiais educativos inclusivos para alunos com diferentes perfis e níveis de ensino. Verónica Pereira – Doutorada em Didática da Matemática. Com uma carreira sólida no ensino da matemática. Tem experiência no Ensino Superior, Ensino Secundário e Ensino Básico. Demonstra um foco claro na avaliação educacional em matemática e na melhoria das práticas de ensino. A sua atuação abrange diferentes níveis de ensino e instituições (IPC, IPV, IPG, Universidade Católica), refletindo um compromisso com a qualidade e inovação na educação matemática. |
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SC 09 | A – Matemagia na sala de aulaPaulo Daniel Ferreira, Agrupamento de Escolas de Fajões Quarta-feira, 15 de julho, 9h00m - 10h00m Resumo A Matemática é frequentemente percebida como difícil e desmotivadora, o que pode reduzir o interesse e a participação dos alunos. A Matemagia (truques e efeitos baseados em princípios matemáticos) oferece uma abordagem lúdica capaz de surpreender os estudantes, despertar curiosidade e reforçar o raciocínio lógico. Nesta comunicação, apresento exemplos de Matemagia integrados no programa curricular, contextualizados nos conteúdos que os alunos estão a aprender, de forma a motivar e envolver de maneira significativa. O objetivo é inspirar docentes a incorporar esta prática de forma criativa e estruturada, mostrando que a Matemática pode ser ensinada de maneira divertida e envolvente, ao mesmo tempo que facilita a compreensão de conceitos e promove uma relação mais positiva com a disciplina. Nota biográfica Paulo Daniel Ferreira – Professor de Matemática desde 2001, marido desde 2005 e pai desde 2008, vive em Espinho com a mulher e os dois filhos e leciona atualmente Matemática em Fajões (Oliveira de Azeméis). Licenciado (e com 2 mestrados) pela FCUP, é formador acreditado pelo CCPFC desde 2015, tendo dinamizado diversas formações de Jogos Matemáticos, Matemática Recreativa e Matemagia. Matemágico sempre que há público interessado, concilia o rigor matemático com uma abordagem lúdica e cativante. |
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SC 09 | B – O que pode o Teatro fazer pela Matemática e vice-versa?Sérgio Novo, ASTA Quarta-feira, 15 de julho, 9h00m - 10h00m Resumo E se o teatro ajudar os professores a ensinar matemática? Essa é a proposta do projeto Erasmus + “TIM ^ 2 – Teaching Mathematics using Drama” para combater o medo da matemática e melhorar a literacia dos estudantes nesta matéria, fornecendo aos professores novas ferramentas. A ASTA (Companhia de Teatro e outras Artes, Covilhã), responsável pela implementação do projeto TIM^2 em Portugal, promoveu, em parceria com a APM, oficinas Técnicas Performativas no Ensino da Matemática, em diferentes pontos do país para professores do 1º ciclo e de Matemática (2º e 3º ciclos). Em parceria com a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, a ASTA também fez chegar as metodologias Mathemart (criada e testada em Itália) e Process Drama (criada e testada na Noruega) aos alunos do Mestrado de Matemática Ensino. O “TIM^2 – Teaching Mathematics using Drama” já formou perto de 1000 professores em Portugal, Itália, Grécia e Noruega e não quer parar por aqui… Nota biográfica Sérgio Novo – Natural da Covilhã, onde se formou e trabalha. Mestre em Artes Plásticas (tese: "Educação através do teatro"), Mestre em Design Multimédia, Licenciado em Educação Visual e Tecnológica e licenciado em Design Multimédia pela Universidade da Beira Interior. Fundador e Diretor Artístico da ASTA, onde trabalha como investigador, designer, performer, ator, encenador, professor, formador e é responsável pelo serviço educativo. Gestor de projetos e investigador em diversos projetos europeus. Professor de Expressão Artística e Teatro em várias escolas. Rosa Antónia Ferreira – Licenciada em Matemática – Ramo Educacional e mestre em Matemática – Fundamentos e Aplicações pela FCUP, e doutorada em Mathematics Education por Illinois State University, EUA. É professora auxiliar na FCUP e investigadora do CMUP. Tem desenvolvido trabalho na formação inicial de professores de Matemática e colaborado em projetos de investigação em Educação Matemática. Coordenou o núcleo do Porto da APM e integrou a direção da SPIEM. Foi subdiretora da Quadrante. Renata Carvalho – Licenciada em Ensino na variante de Matemática e Ciências da Natureza pela ESE de Portalegre. Possui Mestrado e Doutoramento em Educação na área de Didática da Matemática pela Faculdade de Ciências e Instituto de Educação da ULisboa, respetivamente e concluiu em 2024 uma Pós-Graduação em Educação Digital pela ESE de Lisboa. Tem colaborado na formação inicial e contínua de professores e em projetos nacionais e internacionais no âmbito da Educação Matemática. É diretora do Centro de formação APM. |
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SC 10 | A – Apps for GoodBruno Cardina, CDI Portugal Quarta-feira, 15 de julho, 9h00m - 10h00m Resumo O Apps for Good é um programa educativo inovador que desafia alunos a identificar problemas reais nas suas comunidades e a criar soluções tecnológicas com impacto. Seguindo uma metodologia de projeto assente no currículo, ao longo do percurso, os jovens desenvolvem competências digitais, pensamento crítico, criatividade e trabalho em equipa, tornando-se agentes de mudança. Mais do que utilizadores, tornam-se criadores de tecnologia, aprendendo a aplicá-la de forma responsável, ética e com um propósito. Nesta comunicação de 15 minutos, conduzida por um professor com ampla experiência no programa, apresenta‑se a abordagem pedagógica, bem como exemplos de projetos desenvolvidos pelos alunos, do diagnóstico do problema ao protótipo funcional. Serão mostradas formas de integrar o programa em diferentes disciplinas e em Cidadania e Desenvolvimento, com tarefas claras para a sua articulação dentro e fora da sala de aula (Criação de Equipas, Identificação de Problemas, Estudo de mercado, Prototipagem e Pitch). Os participantes sairão com uma visão clara da metodologia Apps for Good e informação sobre os recursos prontos a usar e caminhos práticos para implementar o programa na sua escola. Nota biográfica Bruno Cardina – Professor Bibliotecário no Agrupamento de Escolas de Nelas, coordena a equipa das bibliotecas escolares e desenvolve projetos inovadores nas áreas da leitura, das literacias e da educação digital. Há 10 anos ligado ao projeto Apps for Good, promove metodologias ativas de aprendizagem que integram tecnologia, criatividade e cidadania. Participa regularmente em ações de formação e eventos educativos, procurando enriquecer as práticas pedagógicas e fortalecer o papel da biblioteca escolar como espaço de aprendizagem, inovação e inclusão. |
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SC 10 | B – Aprendizagem Ativa do Polinómio de Taylor, da Interpolação Polinomial e representação 3D com GeoGebraArménio Correia, Instituto Politécnico de Coimbra — Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC) Terça-feira, 14 de julho, 15h30m - 16h30m Resumo O ensino da matemática em cursos de engenharia exige equilibrar rigor formal e visualização significativa. Na unidade curricular de Análise Matemática II do ISEC, lecionada no 2º semestre do 1º ano das Licenciaturas em Engenharia Informática, o GeoGebra é mobilizado como ferramenta dinâmica para a aprendizagem ativa de dois tópicos centrais: o polinómio de Taylor e a interpolação polinomial. Em ambas as atividades, os estudantes manipulam parâmetros (grau do polinómio, ponto base, número e posição dos nós) e observam, em tempo real, a aproximação à função-alvo, o erro local e o comportamento global. A construção das applets, articulada com as aulas teóricas e teórico-práticas, transforma conceitos abstratos em objetos visuais exploráveis, promovendo a formulação de conjeturas, a discussão entre pares e a consolidação de propriedades como a convergência e o papel do resto de Taylor. Nota biográfica Arménio Correia – Natural da Serra da Lapa, com um pé em Coimbra e outro no Vale do Côa. |
Visitas Noturnas - Centro Histórico de Seia
13, 14 e 15 de julho, às 21h30
(2 € por participante, mediante inscrição)

Observatório Astronómico de Travancinha
O Observatório Astronómico de Travancinha em colaboração com o PROFMAT 2026, apresenta uma oportunidade única de aproximar a Matemática, a Astronomia e a Educação, proporcionando uma experiência enriquecedora que alia conhecimento científico, observação direta do céu noturno e valorização do património natural da Serra da Estrela. Sob a coordenação do astrónomo Federico Neiman, Diretor do Observatório Astronómico de Travancinha, serão promovidas sessões de observação astronómica noturna nas noites de segunda-feira, terça-feira e quarta-feira, especialmente dirigidas aos participantes do PROFMAT 2026, familiares e acompanhantes. Durante estas sessões, os visitantes terão a oportunidade de observar planetas, estrelas, nebulosas e outros objetos celestes através de telescópios especializados, acompanhados por explicações científicas acessíveis e envolventes.
No âmbito desta parceria, todos os participantes do PROFMAT 2026 beneficiam de um desconto especial de 30% no valor da atividade, reforçando o compromisso conjunto de promover a ciência, a educação e a divulgação do património astronómico da Serra da Estrela. É obrigatória a inscrição através do email estrelatravancinha@gmail.com, referindo que é no âmbito do ProfMat26. Recomenda-se que a reserva seja efetuada com antecedência para garantir a participação na data pretendida. Esta iniciativa reforça igualmente o papel da Serra da Estrela como território de excelência para o astroturismo e para a divulgação científica, promovendo a preservação dos céus escuros e a sensibilização para a importância da redução da poluição luminosa.

Dia 13 de julho - Receção e Boas vindas
Confraria do Requeijão com Doce de Abóbora
Confraria da Broa e Bolo Negro de Loriga
“Interior, interior, interior” é o foco dos 20 fundadores da Confraria do Requeijão com Doce de Abóbora. Foi durante a pandemia que um grupo de amigos - alguns empresários - contrariou a tendência de afastamento social para "olhar para as raízes" e para se unir. Por isso, abraçaram a ideia já antiga de Rui Mendes - que agora é o confrade-mor - de criar uma confraria que ajudasse a divulgar uma das iguarias da região. O binómio requeijão com doce de abóbora foi criado em Seia, há mais de cem anos, pela mãe de um hoteleiro da região, o senhor Jorge Camelo (que é confrade de honra). Sem recorrer a quaisquer fundos públicos, o grupo - cujos membros têm idades compreendidas entre os 16 e os 67 anos - meteu mãos à obra.

Confraria da Broa e do Bolo Negro surgiu em 2008, com uma missão bem definida pelos seus fundadores: promover a investigação, preservação e divulgação desses dois produtos típicos da vila de Loriga. Há também o compromisso de integrar a Broa e o Bolo Negro no âmbito económico, através do estímulo à produção e comercialização, bem como participar de todas as manifestações de natureza paisagística e ambiental, arquitetónica, etnográfica, folclórica e cultural.

Dia 13 de julho - Sessão de Abertura
Escola Profissional da Serra da Estrela
Vozes em ½ Ponta
O VOZES EM ½ PONTA é um projeto artístico e educativo, dirigido pela encenadora Vanessa Silva, que acredita no poder transformador da arte como motor de desenvolvimento humano, cultural e comunitário. Fundado no interior do país, em São Romão, afirma-se pela formação de excelência em dança, música e teatro, pela criação de espetáculos originais e pela construção de uma verdadeira família artística, onde talento, dedicação e identidade caminham lado a lado, de Seia para todo o país.

Dia 13 de julho - Coffee break - Tarde (CISE)
Escola Profissional da Serra da Estrela
Compete, a uma Escola com 25 anos de existência, refletir sobre a sua atividade ao longo dos anos para projetar, no futuro, todos os desafios que lhe são propostos. Face ao alargamento constante da sua oferta formativa ao longo dos anos, adaptando-se, assim, às novas exigências que a sociedade impõe, tanto do ponto de vista sociocultural como das conjecturas que os mercados de trabalho exigem, a EPSE potencia uma formação enquadrada e responsável, sempre ligada às demandas e parcerias que estabelece com os stakeholders. O Curso Instrumentista de Cordas e Tecla e o Curso Instrumentista de Sopro e Percussão apresentam as virtudes do ensino integrado de música, oferecendo diversas oportunidades musicais únicas. A este propósito refere-se a participação em festivais de Jazz, tais como Seia Jazz & Blues e Que Jazz é este? e no Festival de Piano de Seia.

Dia 13 de julho - Concerto de Abertura (CISE)
Escola Profissional da Serra da Estrela
Conservatório de Música de Seia - Collegium Musicum
Orfeão de Seia
O Conservatório de Música de Seia - Collegium Musicum é uma escola do Ensino Artístico Especializado de Música (Autorização Definitiva nº33/DREC). O Conservatório de Música de Seia tem como missão implementar e desenvolver o Ensino Artístico Especializado de Música na região que abrange os concelhos de Seia, Gouveia, Oliveira do Hospital e Nelas. O percurso educativo da escola - usualmente designada por Collegium Musicum - pioneira na região, iniciou-se há mais de 25 anos, possibilitando a largas centenas de crianças e jovens o acesso ao ensino de música em condições semelhantes às das crianças e jovens dos grandes centros urbanos, contribuindo para atenuar as assimetrias e diferenças no desenvolvimento social entre o litoral e o interior do país. A escola pretende proporcionar uma formação artística especializada enquadrada na compreensão da variedade do universo musical, detetanto e potenciando aptidões, envolvendo a comunidade local e valorizando e dignificando a Música, as suas obras e as suas práticas no conjunto das atividades musicais.


O Orfeão de Seia é uma Associação Cultural que tem vindo a desenvolver o interesse pela música na região de Seia. Fundado a 7 de outubro de 1977, é um grupo misto com uma média de 25 elementos, preenchendo uma lacuna importante no panorama musical do concelho de Seia. Ao longo dos seus 46 anos de existência, atuou regularmente de norte a sul do país e ilhas da Madeira e dos Açores, tanto a solo como em encontros de coros. Efetuou diversas digressões pelo estrangeiro para concertos a solo e em conjunto, nomeadamente em Espanha, França, Itália e República Checa. Atualmente, o seu maestro é Ricardo Almeida.

Dia 13 de julho - Noite no CISE
Marcha Popular de Vila Verde
Rancho Folclórico Os Pastores de São Romão
Tuna de Figueiredo
O Centro Cultural Recreativo de Vila Verde, fundado a 12 de outubro de 1984, constitui um dos principais pilares da vida social da aldeia, no concelho de Seia. Desde a sua criação, tem desempenhado um papel fundamental na dinamização cultural, recreativa e desportiva da comunidade, reforçando os laços de união e o sentimento de pertença entre os habitantes. Ao longo dos anos, a associação tem promovido diversas atividades, como torneios de futebol, sueca e fito, teatro de Natal, bailes, noites de fados, marchas populares, caminhadas, convívios de verão, desfiles de Carnaval, encontros de emigrantes, provas de motocross, futebol INATEL e iniciativas de pesca desportiva etc.. Estas iniciativas refletem a vivacidade, a energia positiva e o forte espírito comunitário que caracteriza a aldeia de Vila Verde. A associação distingue-se não apenas pela diversidade das suas atividades, mas sobretudo pela capacidade de mobilizar diferentes gerações em torno de objetivos comuns. jovens, adultos e idosos participam ativamente na organização e dinamização dos eventos, garantindo continuidade, renovação e espírito de colaboração.

Foi em 21 de Maio de 1978 que o Rancho Folclórico “Os Pastores de São Romão” iniciou a sua atividade, com a finalidade principal de recolher, preservar e divulgar o património material e imaterial da encosta ocidental da Serra da Estrela. Dada a sua situação geográfica e proximidade com o topo da montanha vê, ainda hoje, enraizado na tradição das suas gentes as mais puras características serranas, e que, teimosamente, o Rancho Folclórico Os Pastores de São Romão procura preservar e retratar nas suas apresentações.

A Tuna de Figueiredo, sediada no concelho de Seia, é uma instituição com 90 anos, profundamente ligada à sua comunidade. Foi fundada por compatriotas regressados do Brasil que, mesmo sem formação musical, quiseram unir a população através da música e do convívio. Na sede da tuna criou-se uma Escola de Música, sob a direção artística da Professora Ana Carina Reis, Licenciada em Música pela Escola Superior de Educação de Coimbra. Na sede ministram-se aulas de grupo de guitarra, cavaquinho, bandolim, violino e flauta. E assim renasce a 14 de dezembro de 2004 uma nova tuna composta por elementos da camada mais jovem de Figueiredo e Pereiro. O principal objetivo foi unir a tuna em prol da música, bem como fomentar e divulgar as nossas raízes musicais. A tuna já efetuou inúmeras atuações em eventos sociais e festas. Atualmente, conta com cerca de 25 elementos, entre pais, filhos e amigos. Com o tempo, tornou-se um símbolo de identidade e tradição local, ligando gerações e preservando as raízes da freguesia.

Dia 14 de julho - Coffee break - Manhã (ESTH)
ACR Music & Voices
ACR Music & Voices é uma Escola de Música sob a direção artística de Ana Carina Reis. Esta escola tem como missão potenciar talentos, promover performances musicais e outras técnicas artísticas, tais como o Teatro Musical. Tem como oferta educativa a aprendizagem do Canto, piano, guitarra, cavaquinho, bandolim e violino.

Dia 14 de julho - Coffee break - Tarde (ESTH)
Grupo de Cantares e Cavaquinhos da Academia Sénior de Seia
O Grupo de Cantares e Cavaquinhos da Academia Sénior de Seia (ACASES) é uma formação musical dedicada à preservação e divulgação da música tradicional portuguesa. Fundado em maio de 2006, o grupo é uma das disciplinas nucleares da academia, promovendo o envelhecimento ativo através da música e da amizade.

Dia 14 de julho - Jantar do ProfMat
David Fidalgo
David Fidalgo é músico solo e intérprete de guitarra acústica, destacando-se pela sua presença em palco e pela ligação que estabelece com o público. Iniciou o seu percurso musical aos 7 anos de idade, desenvolvendo desde cedo uma forte ligação à música e à performance ao vivo. É licenciado em Música pela Escola Superior de Educação de Coimbra e tem participado em diversos eventos e atuações ao vivo, apresentando um repertório inspirado nos grandes clássicos do rock e da pop.Atualmente, integra a Orquestra Ligeira de Gouveia e faz também parte do projeto musical Sons de Portugal, conciliando diferentes estilos e experiências musicais no seu percurso artístico.

Dia 15 de julho - Coffee break - Manhã (ESTH)
ACR Music & Voices
A história de uma instituição constrói-se através das ideias que defende e partilha, dos documentos que produz e dos encontros que promove, mas, sobretudo, através das pessoas que lhe dão vida.
É nesse espírito de preservação e valorização da memória que o Grupo de Trabalho de História e Memórias do Ensino da Matemática (GTHMEMat) apresenta, no PROFMAT 2026, um conjunto de exposições dedicadas à história da Educação Matemática e da Associação de Professores de Matemática.
Convidamos os participantes do PROFMAT 2026 a visitar estas exposições e a reencontrar, por meio delas, memórias, pessoas e iniciativas que fazem parte da história da educação matemática em Portugal.
Esta exposição convida a percorrer quatro décadas da vida da Associação de Professores de Matemática, através dos cartazes dedicados aos seus presidentes, dos testemunhos dos seus fundadores e de um historial dos encontros promovidos pela associação. Dela emerge o retrato de uma associação moldada pelo empenho de sucessivas gerações de professores, pelas iniciativas que promoveu e pelos momentos que marcaram o seu percurso, afirmando-se como referência na educação matemática em Portugal.
Estas exposições são também o resultado da generosidade de todos aqueles que partilharam documentos, fotografias, memórias e testemunhos. A sua disponibilidade e o seu contributo foram fundamentais para preservar e dar a conhecer este património coletivo, pelo que lhes é devido o nosso mais sincero agradecimento.
Exposição organizada pelo GTHMEMat – Grupo de Trabalho de História e Memórias do Ensino da Matemática.
Nas décadas de 1930 e 1940, Bento de Jesus Caraça encontrou na Serra da Estrela um refúgio para descanso físico e psíquico e um espaço de contemplação, inspiração, reflexão e até análise social. Longe da asfixia política da ditadura do Estado Novo, a imensidão da serra oferecia-lhe a liberdade que a sociedade lhe negava.
Esta exposição traz um pouco do que a lente de Bento de Jesus Caraça e de seus amigos registou nas suas estadias pela Serra da Estrela, com base em Seia e S. Romão.
Exposição organizada pelo GTHMEMat – Grupo de Trabalho de História e Memórias do Ensino da Matemática.
Esta fita de tempo destaca momentos relevantes para o ensino da matemática. Para além de registar reformas pedagógicas e a publicação de livros de texto, distingue conferências, artigos, cursos, congressos, visitas, nascimento de instituições e de jornais, etc. que podemos hoje identificar como marcos simbólicos assinalando mudanças na educação matemática.
Escolheu-se o meio século entre 1950 e 2000 que testemunhou o desenvolvimento da Matemática Moderna e o posterior aparecimento de alternativas curriculares. A fita de tempo acompanha também o aparecimento e a consolidação da Educação Matemática enquanto corrente académica e científica.
Embora centrada nos acontecimentos portugueses, a fita coloca-os a par com momentos internacionais relevantes. Assistimos assim ao nascimento de quase todas as instituições internacionais que foram acompanhando a inovação curricular e de pesquisa, bem como os projetos, grupos, congressos e personalidades que marcaram esses 50 anos. Salientam-se ainda alguns acontecimentos ocorridos noutros países. E, em pano de fundo, recordam-se alguns acontecimentos maiores.
Exposição organizada pelo GTHMEMat – Grupo de Trabalho de História e Memórias do Ensino da Matemática.
(1951 - 2022)
E unicamente ao movimento de crescer nos guiasse. Termos das árvores
A incomparável paciência de procurar o alto
A verde bondade de permanecer
E orientar os pássaros
(Daniel Faria, in Explicação das árvores e de outros animais, 1998)
Esta é uma presença outra do Henrique entre nós, habituados que estávamos a vê-lo, a conversar com ele, a assistir às suas conferências nos ProfMats que ele seguiu na totalidade, inscrevendo-se e participando sempre. (ver mais)
(1928 - 2022)
Recordar o Eduardo Veloso é uma exposição que revisita algumas ideias significativas daquele que foi um dos sócios fundadores da APM, grande entusiasta e animador de muitas das atividades associativas.
Esta exposição, cuja ideia partiu de uma proposta da direção da APM, foi pensada pelos seus organizadores como uma oportunidade de expor algumas das principais ideias do Eduardo Veloso sobre a APM, a Educação em geral e o Ensino da Matemática, ideias que defendia consistentemente, sempre numa base de grande coerência, e que partilhava muitas vezes informalmente numa primeira fase para depois passar a escrito e divulgar ou defender em fóruns diversos. (ver mais)
Moderador: José Miguel Sousa
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SE 01 |
Agenda APM 2024/2025 "Dia-a-dia com a Matemática" (Resumo) António Fernandes |
Terça-feira, 16 de julho 17h30 - 18h30 |
Grande Auditório do CCC |
| SE 02 |
Educação e Matemática - Materiais para a Aula de Matemática (Resumo) A equipa da revista |
Terça-feira, 16 de julho 17h30 - 18h30 |
Grande Auditório do CCC |
| SE 03 |
Niu Aleph B10 (Resumo) Jaime Carvalho e Silva |
Terça-feira, 16 de julho 17h30 - 18h30 |
Grande Auditório do CCC |
| SE 04 |
Com Pólya, Vamos Resolver Problemas... e com Henrique Guimarães (Resumo) António Fernandes |
Terça-feira, 16 de julho 17h30 - 18h30 |
Grande Auditório do CCC |
SE 01 – Agenda APM 2024/2025 "Dia-a-dia com a Matemática"António Fernandes | Manuel João Marques | Manuel Bandeira Duarte | Vera Marques Terça-feira, 16 de julho, 17h30m - 18h30m Resumo A edição 2024/2025 da Agenda "Dia-a-dia com a Matemática" foi elaborada pela APM, em parceria com a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, com o objetivo de promover o patrimómio cultural e artístico desta Cidade Criativa da UNESCO, bem como de divulgar alguns trabalhos realizados pelos alunos dos A. E. Dom João II, Rafael Bordalo Pinheiro e Raul Proença, no âmbito de duas iniciativas dinamizadas pela APM com docentes de Matemática: o concurso “Cartaz do ProfMat e do SIEM 2024” e o projeto “Math City Map nas Caldas da Rainha”. |
SE 02 – Educação e Matemática - Materiais para a Aula de MatemáticaA equipa da revista Terça-feira, 16 de julho, 17h30m - 18h30m Resumo A Educação e Matemática é a materialização das nossas ações em sala de aula, da nossa prática, das nossas reflexões. É também um espaço onde recorremos para nos inspirarmos no trabalho de todos e usarmos os recursos que estão disponíveis a cada publicação. A existência da secção Materiais para a Aula de Matemática é um testemunho disso. Uma secção que, com tanta história, revela-se uma referência em tarefas e que com o passar dos anos faz com que contemos com um vasto leque de recursos para os diversos anos letivos e temas. Estes recursos foram agora organizados e estarão disponíveis num catálogo online, no site da APM, que vos convidamos a vir conhecer, nesta sessão de fim de tarde. |
SE 03 – Niu Aleph B10Jaime Carvalho e Silva | Joaquim Pinto Terça-feira, 16 de julho, 17h30m - 18h30m Resumo Cada vez mais, a Matemática é importante no século XXI. Cada vez mais, são maiores as exigências do mundo moderno, obrigando a lidar com questões complexas e variadas. As novas Aprendizagens Essenciais da disciplina de Matemática B (Matemática Aplicada às Artes Visuais) pretendem responder a esta exigência. Se olharmos à nossa volta, observamos muitas manifestações da Matemática, nomeadamente da Geometria. A Geometria é referida nas novas Aprendizagens Essenciais da disciplina de Matemática B (Matemática Aplicada às Artes Visuais) como estando “de tal modo presente na natureza, que a Arte frequentemente se sustenta na Geometria para a descrever”. As novas Aprendizagens Essenciais pretendem ir “ao encontro das motivações e interesses dos alunos e também do perfil dos alunos dos Cursos de Artes Visuais”. Este livro em linha, gratuito e permanentemente atualizado, oferece aos estudantes e aos professores materiais para as Aprendizagens Essenciais da disciplina de Matemática B (Matemática Aplicada às Artes Visuais) de acordo com os temas que constam dos documentos oficiais. Coordenação: Jaime Carvalho e Silva |
SE 04 – Com Pólya, Vamos Resolver Problemas... e com Henrique GuimarãesAntónio Fernandes | Lurdes Figueiral Terça-feira, 16 de julho, 17h30m - 18h30m Resumo Sessão de lançamento e apresentação do livro póstumo de Henrique Manuel Guimarães, Com Pólya, Vamos Resolver Problemas. Henrique Guimarães foi sempre um convicto defensor da Resolução de Problemas no trabalho matemático. No seu ensino e na sua aprendizagem, também. Fascinava-o a exploração de um bom problema e pôde partilhá-lo com os seus alunos e com os professores de Matemática que o ouviram em tantas conferências e encontros. Este livro é o seu último trabalho sobre Resolução de Problemas e George Pólya. |
O XXXVI Seminário de Investigação em Educação Matemática irá decorrer nos dias 15 e 16 de julho de 2026, em Seia. Este encontro constitui um espaço privilegiado para a apresentação e discussão de trabalhos de investigação, promovendo o diálogo entre investigadores, professores e formadores interessados no ensino e na aprendizagem da Matemática.
Desde a sua criação, o SIEM tem procurado responder à necessidade de partilha e debate em torno dos desenvolvimentos mais recentes na área da Educação Matemática, dos estudos em curso e das suas implicações para a prática docente, a formação de professores e as políticas educativas. Ao longo das suas edições, o SIEM tem reunido participantes de diferentes níveis de ensino, bem como investigadores nacionais e internacionais.
Realizado em articulação com o ProfMat, com algumas sessões conjuntas, o SIEM oferece um programa diversificado que inclui conferências plenárias, painéis e simpósios de comunicações. No dia de atividades comuns, os participantes do SIEM poderão assistir às sessões do ProfMat, tal como os participantes do ProfMat terão acesso ao programa do SIEM, favorecendo o encontro entre diferentes comunidades profissionais e o alargamento das oportunidades de partilha e reflexão.
Convidamos todos os interessados a submeter propostas de comunicação e a participar no XXXVI SIEM. Esperamos por si em Seia!
Hélia Pinto
Ana Caseiro
Joaquim Pinto
Manuel Marques
Dina Tavares
Ana Patrícia Martins
Cátia Rodrigues
Cecília Fonseca
Cristina Caridade
Helena Gomes
José Alexandre Martins
Nuno Bastos
Verónica Pereira
Alessandro Ribeiro, Universidade Federal do ABC (UFABC), Brasil
Ana Barbosa, inED, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Portugal
Ana Caseiro, CI&DEI, ESE do Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal
Ana Isabel Silvestre, ISPA, Instituto Universitário, Portugal
Ana Oliveira, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal
Ana Patrícia Martins, CIDMA, ESE do Instituto Politécnico de Viseu, Portugal
Ana Santiago , ESEC do Instituto Politécnico de Coimbra, Portugal
Angelica Francisca de Araujo, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Brasil
António Domingos, FCT da Universidade NOVA de Lisboa, Portugal
António Guerreiro, Universidade do Algarve, Portugal
António Manuel Borralho, CIEP, Universidade de Évora, Portugal
Carlos Miguel Ribeiro, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Brasil
Catarina Delgado, CIEQV, Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal
Cátia Rodrigues, ESE do Instituto Politécnico de Viseu, Portugal
Célia Mestre, ESE do Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal
Cláudia Torres, MECI Ministério da Educação, Ciência e Inovação, Portugal
Cristina Martins, CITeD, Instituto Politécnico de Bragança, Portugal
Dina Tavares, CIDMA, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal
Elsa Isabelinho Barbosa, CIEP, Universidade de Évora, Portugal
Ema Mamede, CIEC, Universidade do Minho, Portugal
Fátima Mendes, CIEQV, Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal
Fernando Martins, ESEC do Instituto Politécnico de Coimbra, Portugal
Graça Cebola, Instituto Politécnico de Portalegre, Portugal
Helena Gomes, CIDMA, Instituto Politécnico de Viseu, Portugal
Helena Martinho, CIEd, Universidade do Minho, Portugal
Helena Rocha, FCT da Universidade NOVA de Lisboa, Portugal
Hélia Jacinto, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa, Portugal
Hélia Oliveira, UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa, Portugal
Hélia Pinto, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal
Hugo Menino, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal
Isabel Cristina Rodrigues de Lucena, Universidade Federal do Pará, Brasil
Isabel Vale, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Portugal
Joana Latas, CIEP, Universidade de Évora, Portugal
João Pedro Ponte, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, Portugal
Joaquim Pinto, Universidade de Aveiro, Portugal
Jorge Henrique Gualandi, IFES, Campus Cachoeiro de Itapemirim, Brasil
Manuel Vara Pires, CITeD, Instituto Politécnico de Bragança, Portugal
Margarida Rodrigues, CI&DEI, Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal
Maria Alexandra Oliveira Gomes, CIEC/IE, Universidade do Minho, Portugal
Maria Cristina Costa, CICI do IPT, Instituto Politécnico de Tomar, Portugal
Maria de Fátima Fernandes, ESE do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Portugal
Maria de Lurdes Serrazina, ESE do Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal
Maria José Costa dos Santos, Universidade Federal do Ceará, Brasil
Marina Rodrigues, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal
Marisa Quaresma, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa, Portugal
Nádia Ferreira, EDUINOVA.ISPA / ISPA, Instituto Universitário, Portugal
Nélia Amado, CIDMA, Universidade do Algarve, Portugal
Neusa Branco, ESE do Instituto Politécnico de Santarém, Portugal
Nicole Duarte, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal
Nuno Bastos, CIDMA, Instituto Politécnico de Viseu, Portugal
Paula Teixeira, Agrupamento de Escolas João de Barros, Portugal
Paulo Martins Afonso, ESSE do Instituto Politécnico de Castelo Branco, Portugal
Pedro Tadeu, CI&DEI, Instituto Politécnico da Guarda, Portugal
Raquel Santos, CIEQV, Instituto Politécnico de Santarém, Portugal
Rita Cadima, CIDMA, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal
Rosa Tomás Ferreira, CMUP, Universidade do Porto, Portugal
Susana Colaço, CIAC, Instituto Politécnico de Santarém, Portugal
Teresa Fernandez Blanco, Universidade de Santiago de Compostela, Espanha
Teresa Neto, CIDTFF, Universidade de Aveiro
O XXXVI SIEM decorre em Seia, na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Instituto Politécnico da Guarda.
Mapa:
Rua Dr. José António Fernandes Camelo, 6270-372 Seia
Tlf: 238 320 800
Email: geral.esth@ipg.pt
URL: https://politecnicoguarda.pt/sobrenos/as-escolas/esth/
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O Seminário de Investigação em Educação Matemática (SIEM) tem como principal missão promover um espaço de divulgação, partilha e discussão de ideias e de trabalhos, desenvolvidos ou em curso, no âmbito da investigação em Educação Matemática. Pretende ainda, continuar a fortalecer a ligação entre a investigação e o ensino da Matemática, promovendo o encontro e a interação entre a comunidade dos professores que ensinam Matemática e a comunidade dos investigadores em Educação Matemática.
Para que o SIEM continue a cumprir com a sua missão, desafiam-se todos os investigadores em Educação Matemática a apresentaram os seus trabalhos no XXXVI SIEM 2026, que terá lugar a 15 e 16 de julho em Seia.
Os participantes no SIEM podem submeter propostas de comunicações e/ou pósteres, a serem apresentadas em simpósios com discussão. As comunicações têm 15 minutos para apresentação e os pósteres têm 5 minutos para apresentação.
Todos os trabalhos serão sujeitos a revisão científica por pares, com base em critérios uniformes indicados pela comissão científica relativos a clareza, estrutura, relevância e coerência da proposta. As propostas devem seguir rigorosamente as indicações formais abaixo fornecidas e serem enviadas até 05 de junho, através dos formulários abaixo.
A notificação de aceitação é realizada pela comissão científica até 19 de junho e a submissão da versão final revista para publicação em atas tem de ser enviada até 03 de julho.
Os autores das comunicações aceites no SIEM são convidados a submeter versões alargadas dos seus trabalhos para eventual publicação na revista Quadrante. Os artigos submetidos serão sujeitos ao processo habitual de avaliação científica da revista, de acordo com as suas normas editoriais e critérios de qualidade.
As atas do XXXVI SIEM irão ser propostas para indexação na Web of Science.
O texto da comunicação será publicado nas Atas se respeitar rigorosamente as normas de formatação que constam no modelo.
Modelo para submissão de Comunicação
| Submissão de Comunicação |
O texto do póster será publicado nas Atas se respeitar rigorosamente as normas de formatação que constam no modelo.
Modelo para submissão de Póster
| Submissão de Póster |
Se vai apresentar alguma comunicação e/ou póster e pretende utilizar um modelo comum, próprio deste SIEM, descarregue-o aqui:
Durante o SIEM2024, na quarta-feira, terá a possibilidade de almoçar no refeitório da E. S. Rafael Bordalo Pinheiro (pão, sopa, prato, salada, sobremesa e bebida). A inscrição no almoço e a respetiva escolha do prato (carne, peixe ou vegetariano) realiza-se através do formulário de inscrição no SIEM 2024.
O almoço tem um custo de 8 euros, pago no ato de inscrição.
| Sopa | Caldo verde |
| Prato de Carne | Carne de porco assada com massa esparguete e legumes salteados |
| Prato de Peixe | Salada russa de salmão |
| Prato Vegetariano | Rolinhos salsicha de tofu com lombardo com puré de batata |
| Sobremesa | Pudim de ovos ou fruta da época |
Após um passeio livre na Vila de Óbidos:
Mapa:
Rua Dom João de Ornelas, 2510-074 Óbidos
Tlf: 262 955010 | 927214712
URL: https://josefadobidoshotel.com/
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A disponibilizar no início de julho.
As atas do XXXVI SIEM irão ser propostas para indexação na Web of Science.
siem2026@apm.pt
XXXVI SIEM - Associação de Professores de Matemática
Rua Dr. João Couto, n.º 27-A
1500-236 Lisboa
Tel.: +351 21 716 36 90 / 21 711 03 77
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CP 01 – A discussão coletiva na aula exploratória de MatemáticaNicole Duarte, Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, CI&DEI Moderadora: Lurdes Serrazina, UIDEF, IE, Instituto Politécnico de Lisboa Quarta-feira, 17 de julho, 14h00m - 15h00m Resumo A discussão matemática coletiva é um aspeto fundamental da abordagem de ensino exploratório, em que os alunos assumem um papel central e ativo na construção do seu conhecimento. Apesar do potencial da discussão coletiva, esta apresenta desafios para o professor, dado o amplo conhecimento de que necessita para o gerir. O estudo de aula tem vindo a ser apontado como um processo formativo com potencial para promover o desenvolvimento do conhecimento do professor, nomeadamente sobre discussões coletivas. Com base num modelo sobre práticas e ações a considerar na preparação e condução da discussão coletiva, são analisados casos que apresentam a forma como professores e futuros professores prepararam, conduziram e refletiram sobre a discussão coletiva, em contexto de estudo de aula. Nota biográfica
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CP 02 – An Innovative Way of Teaching and Assessing Critical Thinking in MathematicsSergiy Klymchuk, Auckland University of Technology, New Zealand Moderador: João Pedro da Ponte, UIDEF, IE, Universidade de Lisboa Quinta-feira, 18 de julho, 9h30m - 10h30m Resumo Fake news, misinformation and conspiracy theories are getting more common in our society. Therefore, abilities to recognise mistakes and think critically are very important nowadays. Including so-called provocative questions in teaching and assessment in mathematics can enhance students' critical thinking skills. Such questions look like typical routine questions but in fact that have a catch – they are deliberately designed to mislead the solver. The intention is to prepare students for real life better by transferring their critical thinking skills outside the classroom. Results of several studies on attitudes of school mathematics teachers’ and university mathematics lecturers towards using provocative mathematics questions in teaching and assessment are presented in the talk. Practical recommendations for teaching practice are also discussed. Nota biográfica
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Sessão especialmente organizada para promover uma discussão sobre um tema de atualidade, com vários intervenientes convidados para o efeito. É preparada e conduzida por um moderador convidado pela organização que solicita intervenções dos vários participantes do painel sobre o tema em discussão e em resposta a questões da assistência que em momento próprio é convidada a intervir.
Desafios de sempre na aprendizagem e no ensino da Matemática: Contributos de Leonor SantosModeradora: Ana Paula Canavarro, Universidade de Évora Intervenientes: Paula Teixeira, Projeto MAT 789 Quarta-feira, 17 de julho, 11h30m - 13h00m Resumo Quando nos referimos à aprendizagem e ao ensino da Matemática, uma das ideias que imediatamente surge é a de complexidade, de um contexto de trabalho difícil, onde são múltiplos os problemas a enfrentar, e onde existem desafios que perduram no tempo. Leonor Santos conceptualizou a atividade do professor como uma atividade permanente de resolução de problemas e (e)laborou sobre diversas ideias que constituem desafios de sempre, procurando responder-lhes com propostas efetivas de trabalho que foram além de teoria e se desenvolveram na(s) prática(s). Neste painel, procuramos sistematizar e destacar ideias-chave do seu trabalho em prol da qualidade da aprendizagem e do ensino da Matemática, através de testemunhos de quem trabalhou em diversos contextos profissionais, numa homenagem a esta profissional de valor ímpar cuja obra marcou a evolução dos caminhos da educação matemática em Portugal – e que nos continuará sempre a inspirar. |
Pensamento estatístico: a importância decisiva do contextoSusana Carreira, Universidade do Algarve Moderadora: Nádia Ferreira, CIE, ISPA - Instituto Universitário, Portugal Quarta-feira, 17 de julho, 10h00m - 11h00m Resumo A Estatística utiliza formas de pensamento específicas e o desenvolvimento do pensamento estatístico no ensino secundário deve incluir abordagens exploratórias de dados autênticos, em que se detetam padrões e tendências, se identificam modelos e se reconhecem casos excecionais num conjunto de dados. Os contextos devem ser parte integrante da análise e interpretação de dados reais, de tal modo que os alunos consigam compreender e discutir criticamente o mundo em seu redor e a realidade económica, social e cultural em que participam. Trata-se, portanto, de promover e desenvolver o sentido crítico dos alunos, enquanto cidadãos produtores e consumidores de dados. A educação estatística inclui a tomada de consciência de que inúmeros problemas da atualidade são abordados a partir da obtenção e análise de grandes quantidades de dados. Em sintonia com as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática A, Matemática B e Matemática dos Cursos Profissionais, do ensino secundário, darei especial atenção à importância do contexto de um problema ou de uma investigação estatística para o desenvolvimento do pensamento estatístico. Nota biográfica
Susana Carreira – Professora Associada da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve e Professora Associada Convidada do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. É doutorada em Didática da Matemática pela Universidade de Lisboa. Desenvolve investigação em Educação Matemática, nomeadamente nas seguintes áreas: modelação e aplicações no ensino e aprendizagem da matemática; tecnologias na educação matemática, resolução de problemas, criatividade matemática, aspetos afetivos na educação matemática. É autora de livros e artigos científicos em revistas nacionais e internacionais. Tem orientado estudantes de mestrado e de doutoramento, em Portugal e no Brasil. Fez parte da equipa que elaborou as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o ensino secundário, homologadas em 2023. |



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Investigação e Aprendizagens Essenciais do Ensino SecundárioModerador: Cláudia Maria Canha Nunes Johnen Torres, Coordenadora Projeto #EstudoEmCasa Apoia e docente do AE D. Dinis Participantes: António Domingos, Faculdade de Ciências da Universidade Nova de Lisboa Quarta-feira, 17 de julho, 17h00m - 18h00m Resumo O espaço GTI constituiu-se como um espaço informal de troca de ideias sobre um tema da atualidade para a investigação em Educação Matemática. Este ano propomos dar sequência à reflexão iniciada no ano anterior e conversar com membros das equipas das Aprendizagens Essenciais (AE) do Ensino Básico e do Ensino Secundário sobre o papel desempenhado pela investigação no desenvolvimento e implementação das mesmas. Em concreto debateremos como a investigação suporta a organização da formação de professores e o desenvolvimento de materiais curriculares de apoio às AE, para além da definição das próprias AE. Notas biográficas
António Domingos – Licenciado em Matemática e Desenho, Mestre em Ciências da Educação e Doutor e na mesma área, com a especialidade de Teoria e Desenvolvimento Curricular, ambas as especializações realizadas na Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL. Professor Auxiliar no Departamento de Ciências Sociais Aplicadas da FCT NOVA, lecionando no Mestrado em Ensino da Matemática, no Mestrado em Educação e o Programa Doutoral em Educação NOVA-ISPA. É investigador do CICS NOVA e coordenador da UIED, onde tem participado em vários projetos de investigação financiados. É sócio de várias associações profissionais tendo integrado a Direção da APM e sendo atualmente membro da Direção da SPIEM. Os principais interesses de investigação prendem-se com as questões relacionadas com o Ensino e Aprendizagem da Matemática, a integração das Tecnologias no Ensino e Aprendizagem, o Desenvolvimento Curricular em Matemática e aspetos relacionados com a História do Ensino da Matemática.
Susana Carreira – Professora Associada da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve e Professora Associada Convidada do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. É doutorada em Didática da Matemática pela Universidade de Lisboa. Desenvolve investigação em Educação Matemática, nomeadamente nas seguintes áreas: modelação e aplicações no ensino e aprendizagem da matemática; tecnologias na educação matemática, resolução de problemas, criatividade matemática, aspetos afetivos na educação matemática. É autora de livros e artigos científicos em revistas nacionais e internacionais. Tem orientado estudantes de mestrado e de doutoramento, em Portugal e no Brasil. Fez parte da equipa que elaborou as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o ensino secundário, homologadas em 2023. |
Dia 15 de julho - Coffee break - Manhã (ESTH)
ACR Music & Voices
ACR Music & Voices é uma Escola de Música sob a direção artística de Ana Carina Reis. Esta escola tem como missão potenciar talentos, promover performances musicais e outras técnicas artísticas, tais como o Teatro Musical. Tem como oferta educativa a aprendizagem do Canto, piano, guitarra, cavaquinho, bandolim e violino.

Dia 15 de julho - Coffee break - Tarde (ESTH)
Carlos Lopes
Carlos Miguel Antunes Lopes Iniciou os seus estudos musicais aos dez anos, no Collegium Musicum – Conservatório de Música de Seia. Em 2016 integrou a Sociedade Musical Gouveense e, no ano letivo 2017/2018, ingressou na Escola Profissional da Serra da Estrela, onde concluiu o Curso de Instrumento – Trompa, sob orientação do Professor Luís Santos. Em 2024, concluiu a Licenciatura em Música na Universidade de Aveiro, na classe do Professor José Bernardo Silva. Atualmente frequenta o Mestrado em Ensino da Música. Ao longo da sua formação participou em diversas masterclasses com trompistas de renome, entre os quais José Vicente Castelló, Adrián Díaz Martínez, Hans Van Der Zanden, Jon Luxton, Luís Vieira, José Chanzá, Samuel Seidenberg, Rodolfo Epelde, Abel Pereira, Paulo Guerreiro e Luís Duarte Moreira. No seu percurso musical trabalhou com maestros conceituados como Douglas Bostock, Fernando Marinho, Ernst Schelle, José Eduardo Gomes, António Saiote, Luís Carvalho, Francisco Ferreira, André Granjo, Hélder Abreu, Rui Pinheiro e Bruno Borralhinho. Colaborou com a Orquestra das Beiras, Orquestra Sinfónica do DECA, Orquestra Sinfónica da Escola Profissional de Artes da Covilhã, Orquestra de Sopros da Escola Profissional da Serra da Estrela e Orquestra Poema. Desde 2024, leciona Trompa no Collegium Musicum – Conservatório de Música de Seia e na Escola Profissional da Serra da Estrela.

Dia 15 de julho - Jantar do SIEM
Álvaro Passeira
Nasci no estio, junto ao céu,
Onde era abundante a fome,
Já da vida escravo e réu,
Acorrentado a um nome.
Nasci num tempo de grilhos,
Num país de amordaçados,
Supliciando seus filhos,
Enxotando-os para outros lados…
Perdem-se dos olhos fráguas,
Junto ao céu que mora perto,
Imensas são minhas mágoas,
Coração em chaga aberto…
Foi essa a marca da vida,
Então em mim incrustada,
Dor mais dor tornada ferida,
Álvaro Passeira nasceu no Sabugueiro, a 4 de julho de 1960, entre fragas altas e o sopro agreste da Serra da Estrela. Da montanha herdou o silêncio, a dureza e a claridade — talvez por isso a palavra escrita se tenha tornado, desde cedo, o seu modo natural de respirar. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade de Coimbra e fez da docência o seu caminho de vida. Há mais de quatro décadas que ensina Português e Francês, acreditando que cada aula pode ser uma porta aberta para o futuro dos jovens. O seu percurso estende-se também ao serviço comunitário: colaborou com o Solar do Mimo, com a Casa de Santa Isabel e com o Rancho Folclórico Os Pastores de São Romão, sempre movido por um sentido profundo de pertença e responsabilidade social. Em 2016 publicou Versos Dispersos, obra que marcou a sua estreia literária. Em 2025 regressou à poesia com Poesia à Sós, editado pela Sinapis, e prepara já novas publicações. Quando não escreve, lê; quando não lê, planta. Entre árvores, animais e a terra fértil da Quinta do Talegre, cultiva a mesma serenidade que procura nos versos — uma forma de cuidar do mundo e de si.

Maria Inês e Sara
Maria Inês Saraiva Barros tem 17 anos e estuda na Escola Secundária de Seia. Paralelamente, frequenta o Conservatório de Música de Seia desde o 5.º ano, percurso que lhe permitiu desenvolver uma grande ligação à música, especialmente ao violino. Ao longo destes anos, a música tornou-se muito mais do que um estudo: passou a ser uma forma de expressão e um espaço onde consegue transmitir emoções sem precisar de palavras. Gosta particularmente da sensação de interpretar uma peça e perceber como a música consegue aproximar pessoas tão diferentes. Além do violino, gosta de observar padrões e detalhes nas pequenas coisas do dia-a-dia, sendo talvez por isso que considere curioso estar hoje no SIEM, onde a lógica e a harmonia também se encontram, cada uma à sua maneira.
Sara Higa Gouveia tem 15 anos e frequenta o 10.º ano do curso de Línguas e Humanidades na Escola Secundária de Seia. Paralelamente ao seu percurso académico, é aluna de Piano e Formação Musical no Conservatório de Música de Seia. É também atleta federada de Patinagem Artística, representando a Escola de Patinagem Artística de Seia (EPAS).Além disso, frequenta aulas de canto na Acr Music & Voices, onde tem a oportunidade de participar em teatros musicais e concertos organizados pela escola, desenvolvendo as suas competências artísticas e performativas.Esta diversidade de atividades reflete o seu interesse pela música, pelas artes performativas e pelo desporto, conciliando estas áreas com o seu percurso escolar

Dia 16 de julho - Coffee break - Manhã (ESTH)
Claudio Soares
AIniciou os estudos musicais aos 9 anos no Conservatório de Música de Seia, onde concluiu o 5.º grau de clarinete na classe da Professora Isabel Tavares. Mais tarde, iniciou o estudo de violino na Escola de Música de Gouveia, com o Professor Nelson Nogueira, prosseguindo depois na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, sob a orientação da Professora Evandra Gonçalves. Ingressou na ESART, onde concluiu a licenciatura na classe dos Professores Augusto Trindade e Alexandra Trindade. Em 2022, concluiu o Mestrado em Ensino de Música na Universidade de Aveiro, orientado pelo Professor Nuno Soares. Integrou a Orquestra Internacional de Jovens BISYOC (Reino Unido) e a Orquestra Sinfónica da ESART, colaborando com maestros como Peter Stark, José Eduardo Gomes, Osvaldo Ferreira, Rui Pinheiro, Roberto Pérez e Luís Carvalho. Em palco, teve a oportunidade de atuar com o pianista Sergei Redkin e de integrar a Orquestra Estágio Gulbenkian sob a direção de Dietrich Paredes. Além destas, tem vindo a colaborar com várias orquestras como, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra Sinfónica do DeCA, Orquestra de Câmara de Sintra, Orquestra Electroacústica e Orquestra Sinfónica de Gouveia, onde teve o prazer de trabalhar com o maestro Jean-Sébastien Béreau e a pianista Ana Telles. Além disso, partilhou o palco com o conceituado acordeonista e compositor João Barradas. A nível profissional foi professor de violino e classe de conjunto, na Academia de Música de Trancoso e na Escola de Música de Gouveia – Associação Cultural do Centro. Atualmente leciona na Academia OLG e no Conservatório de Música de Seia, na função de Professor de Instrumento, Classe de Conjunto e Orquestra.

| Submissão de Sessões Práticas e/ou Comunicações | até 15 de maio |
| Notificação de aceitação | até 31 de maio |
| Inscrição ProfMat 1.º prazo | até 25 de junho |
| Inscrição ProfMat 2.º prazo | de 26 de junho a 02 de julho |
| Inscrição ProfMat 3.º prazo | de 03 a 07 de julho |
| Submissão de Comunicações e/ou Pósteres | até 05 de junho |
| Notificação de aceitação e indicações de revisão | até 19 de junho |
| Submissão da versão final revista para publicação em atas | até 03 de julho |
| Inscrição SIEM 1.º prazo | até 25 de junho |
| Inscrição sem multa para autores Comunicações/Pósteres | até 25 de junho |
| Inscrição SIEM 2.º prazo | de 26 de junho a 02 de julho |
| Inscrição SIEM 3.º prazo | de 03 a 07 de julho |

Na tabela acima, encontram-se os preços de inscrição para estes encontros, por prazo e situação do participante.
Até 23 de junho, as desistências são reembolsadas em 50% do valor pago. Após esta data, não há lugar a devoluções.
A inscrição no encontro ProfMat 2026 e/ou SIEM 2026 requer o preenchimento de um formulário de inscrição.
Após completar a sua inscrição, terminando com a submissão desse formulário, deve efetuar a transferência bancária referente ao valor total da sua inscrição (total da inscrição, incluindo jantar e/ou almoços caso selecione estas opções) para a conta da APM com o IBAN PT50003503250000664993010 e enviar comprovativo para centroformacao@apm.pt (logo após efetuar a sua inscrição).
No descritivo da transferência bancária deve escrever o primeiro e último nome. Os associados da APM devem acrescentar o número de sócio.
A inscrição só fica concluída após o envio do comprovativo de pagamento.
Para se inscrever no ProfMat e/ou SIEM, clique no botão abaixo:
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