PROFMAT e SIEM 2024 - Caldas da Rainha

 

XXXIX ProfMat e XXXIV SIEM

 

Em julho de 2024, as Caldas da Rainha recebem o ProfMat 2024 - XXXIX Encontro Nacional de Professores de Matemática (nos dias 15, 16 e 17), e o SIEM 2024 - XXXIV Seminário de Investigação em Educação Matemática (nos dias 17 e 18). Os encontros realizam-se na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro e no CCC - Centro Cultural e Congressos de Caldas da Rainha.

 

Na esperança de que nos possamos todos reencontrar, convidamos-vos a participar no ProfMat e no SIEM 2024.

 


 

DISPENSA ESPECIAL DE SERVIÇO


 

Foi concedida dispensa especial de serviço nos dias 15, 16 e 17 de julho aos professores dos Grupos de Recrutamento 110, 230 e 500 para poderem participar no ProfMat 2024.

 

 


 

CALDAS DA RAINHA


Mapa:
Caldas da Rainha

 

Praça da República (Praça da Fruta)

 

Caldas da Rainha, também conhecida por "Termas da Rainha", foi procurada pela Rainha D. Leonor no séc. XV que ao usufruir das competências terapêuticas das águas termais viu sarada uma ferida que há muito não cicratizava, mesmo após os mais diversos tratamentos. A Rainha mandou então construir um hospital à volta do qual se formou a povoação que assim ficou conhecida como "Caldas da Rainha". 

 

 

A cidade das Caldas da Rainha oferece um vasto conjunto de atrações turísticas. Descubra uma cidade que se orgulha de ser refúgio terapêutico e artístico. Eleita cidade criativa pela UNESCO.

 

 

 

 


 

ORGANIZAÇÃO


 

Os encontros de professores ProfMat e SIEM são organizados pela Associação de Professores de Matemática.

Em 2024, esta organização conta com a parceria da Câmara Municipal de Caldas da Rainha.

 

    

 

PROFMAT 2024 - Vídeo de apresentação

 

Cartaz do ProfMat e do SIEM 2024

 

Para esta edição do ProfMat e do SIEM, a APM promoveu um concurso de cartazes no qual participaram 109 alunos dos três Agrupamentos de Escolas das Caldas da Rainha. 

 

Cartaz vencedor

Cartaz elaborado por:
António Fonseca e Duarte Augusto

 

Na categoria "Cartaz do ProfMat e do SIEM 2024", apresentam-se os cinco primeiros lugares:

1.º 2.º 3.º 4.º 5.º

 

Seguidamente, apresentam-se os premiados em cada categoria, por decisão do Júri do Concurso:

 

Premiados na categoria "A.E. Dom João II":

1.º Lugar 2.º Lugar 3.º Lugar

 

Premiados na categoria "A.E. Rafael Bordalo Pinheiro":

1.º Lugar 2.º Lugar 3.º Lugar

 

Premiados na categoria "A.E. Raul Proença":

1.º Lugar 2.º Lugar 3.º Lugar

 

Parabéns a todos os participantes! 

Recordamos os 64 candidatos a "Cartaz ProfMat e SIEM 2024":

 

CARTAZES DO A.E. DOM JOÃO II


01. 02. 03. 04.

 

05. 06. 07. 08.

 

09. 10. 11. 12.

 

13. 14. 15. 16.

 

17. 18. 19. 20.

 

21.            

 

CARTAZES DO A. E. RAFAEL BORDALO PINHEIRO


22. 23. 24. 25.

 

26. 27. 28. 29.

 

30. 31. 32. 33.

 

34. 35. 36. 37.

 

38.            

 

CARTAZES DO A.E. RAUL PROENÇA


39. 40. 41. 42.

 

43. 44. 45. 46.

 

47. 48. 49. 50.

 

51. 52. 53. 54.

 

55. 56. 57. 58.

 

59. 60. 61. 62.

 

63. 64.        

 

REGULAMENTO DO CONCURSO

XXXIX ProfMat — Apresentação

 

O ProfMat, encontro nacional de professores de Matemática, é uma das principais iniciativas da Associação de Professores de Matemática. Desde 1985, professores de todos os níveis de ensino reúnem-se para apresentar, debater, analisar, refletir, partilhar e compartilhar ideias e experiências, questões e desafios. Este encontro anual é emblemático da APM, sendo um momento de participação, de união e de motivação para todos os seus sócios.

Em 1990, pela primeira vez, o ProfMat realizou-se numa escola secundária. Quem esteve presente recorda um ambiente que não poderia ter sido mais apropriado para um encontro de professores preocupados com a sua prática profissional. É precisamente nesse local, a Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, que o ProfMat regressa em 2024 para discutir as principais questões que marcam a atualidade da educação e do ensino da Matemática.

Comissões — ProfMat

 

COMISSÃO ORGANIZADORA - PROFMAT 2024


Dina Tavares

Dora Vaz Pinto

Inês Silva

Joana Domingos

Joaquim Pinto

Lídia Oliveira

Manuel João Marques

Maria Fernanda Barros

Nádia Ferreira

Pedro Mesquita

Ricardo Vicente

 

COMISSÃO DO PROGRAMA  - PROFMAT 2024


Alexandra Rodrigues

António Fernandes

Dina Tavares

Hélder Martins

Jaime Carvalho e Silva

Joaquim Pinto

Manuel João Marques

Paula Teixeira

 

Locais do ProfMat 2024

 

O ProfMat 2024 decorre nas Caldas da Rainha, mais especificamente em dois locais:

 

CENTRO CULTURAL E CONGRESSOS DE CALDAS DA RAINHA (CCC)


Mapa:
Rua Dr. Leonel Sotto Mayor 23D, 2500-227 Caldas da Rainha

Tlf: 262 094 081
Email: bilheteira@ccc.com.pt
URLhttps://ccc.com.pt

 

ESCOLA SECUNDÁRIA RAFAEL BORDALO PINHEIRO (ESRBP)


Mapa:
Rua Almirante Gago Coutinho 1, 2500-000 Caldas da Rainha

Tlf262 870 070
Email: esrbp@esrbp.pt
URL: https://aerbp.pt

 

MAPA DA ZONA ENVOLVENTE


Brevemente

 

MAPA DA E. S. RAFAEL BORDALO PINHEIRO


Brevemente

 

Programa ProfMat 2024

 

Programa Geral do ProfMat2024 em pdf

Almoços | Jantar do ProfMat

 

Almoços - 15, 16 e 17 de julho

 

Durante o ProfMat 2024, terá a possibilidade de almoçar no refeitório da E. S. Rafael Bordalo Pinheiro (pão, sopa, prato, salada, sobremesa e bebida). A inscrição num almoço e a respetiva escolha do prato (carne, peixe ou vegetariano) realiza-se através do formulário de inscrição no ProfMat 2024.

Cada almoço tem um custo de 8 euros, pago no ato de inscrição.

 

SEGUNDA-FEIRA, 15 DE JULHO


 

Sopa Creme de agrião
Prato de Carne Bifinhos de porco com molho de cogumelos acompanhados com massa espiral
Prato de Peixe Bacalhau espiritual
Prato Vegetariano Legumes à brás
Sobremesa Arroz doce ou fruta da época

 

TERÇA-FEIRA, 16 DE JULHO


 

Sopa Camponesa
Prato de Carne Strogonoff de perú com puré de batata e cenoura
Prato de Peixe Perca no forno com crosta de broa e arroz de milho e ervilhas
Prato Vegetariano Crepes de legumes com arroz branco
Sobremesa Torta de laranja ou fruta da época

 

QUARTA-FEIRA, 17 DE JULHO


 

Sopa Caldo verde
Prato de Carne Carne de porco assada com massa esparguete e legumes salteados
Prato de Peixe Salada russa de salmão
Prato Vegetariano Rolinhos salsicha de tofu com lombardo com puré de batata
Sobremesa Pudim de ovos ou fruta da época

 

 

Jantar do ProfMat 2024 - Terça-feira 16 de julho

 

RESTAURANTE "A LAREIRA"


Mapa:
Rua da Lareira, n.º 35 Alto do Nobre - Nadadouro, Caldas da Rainha 2500-593

Tlf: 262 823 432
URLhttps://www.restaurantealareira.com/

EMENTA


Couvert

Pão e Manteiga
Salada de Feijão Frade com Atum
Peixinhos da Horta
Fofinhos de Camarão
Queijo saloio fatiado
Presunto Serrano fatiado
Mini Rissóis de Peixe
Mini Croquetes de Carne
Mini Pasteis de Bacalhau

Sopa

Sopa de Espinafres com Farinheira da Beira
Alternativa Vegetariana: Creme de Alho Francês

Carne

Lombo de Porco recheado com Alheira de Mirandela servido com puré de batata, couve-flor gratinada, cenouras e castanhas caramelizadas
Alternativa Vegetariana: Canelloni de Espinafres com Cogumelo e Courgette servido com puré de batata, couve-flor gratinada, cenouras e castanhas caramelizadas

Sobremesa

Abacaxi flamejado à Lareira, servido com gelado de baunilha

Café

Cave

Vinho branco Lareira
Vinho tinto Lareira
Água
Cerveja
Sumo de Laranja

Preço por pessoa: 20,00 € 

Alojamentos com protocolo

 

Nas Caldas da Rainha, bem como nas proximidades, encontram-se várias opções de alojamento. Seguidamente, apresentam-se algumas destas opções. As tarifas indicadas foram comunicadas à Comissão Organizadora do ProfMat pelos respetivos alojamentos.

 

HOTEL CRISTAL CALDAS ***


 

O Hotel Cristal Caldas está localizado bem no centro da cidade termal das Caldas da Rainha (a 650 metros do Centro Cultural e de Congressos) e a apenas 7 km da Praia Foz de Arelho. O hotel possui 113 quartos e uma piscina exterior.

 


Localização - R. António Sérgio 31, 2500-130 Caldas da Rainha
Telefone - 262 840 260
Email - booking3@hoteiscristal.pt
Website - https://www.hoteiscristal.pt/cristal-caldas/

Tarifas de alojamento, por noite, por quarto:
Single -
66,00   - 55,00 €
Duplo - 73,00   65,00 €
Com pequeno-almoço buffet incluído

Nota: As reservas deverão ser efetuadas por email ou telefone e deverão mencionar que são participantes no ProfMat.

 


 

SANA SILVER COAST HOTEL ****


 

Em pleno centro das Caldas da Rainha, o SANA Silver Coast Hotel dá uma nova alma a um antigo edifício do século XIX, que em tempos foi o Grande Hotel Lisbonense. Num ambiente de charme e elegância descubra todas as surpresas que as Caldas da Rainha têm para oferecer.

 


Localização - Av. Dr. Manuel Figueira Freire da Câmara, 2500-184 Caldas da Rainha
Telefone - 262 000 600
Email - sanasilvercoast@sanahotels.com
Website - https://www.sanahotels.com/pt/hotel/sana-silver-coast/

Tarifas de alojamento, por noite, por quarto:
Single -
100 €  - 89 €
Duplo - 115 € - 99 €
Com pequeno-almoço incluído, estacionamento Gratuito + 10% desconto em F&B

Nota: As reservas deverão ser efetuadas por email ou telefone e deverão mencionar que são participantes no ProfMat.

 


 

CALDAS INTERNACIONAL HOTEL ***


 

Situado a 900 metros do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, o Hotel Caldas Internacional dispõe de quartos espaçosos, de uma piscina exterior e ainda de estacionamento gratuito para os hóspedes.

 


Localização - Rua Dr. Artur Figueirôa Rêgo, 45, Caldas da Rainha
Telefone - 262 830 500
Email - info@caldasinternacionalhotel.com
Website - caldasinternacionalhotel.com

Tarifas de alojamento, por noite, por quarto:
Single -
65,00 €  - 55,00€
Duplo/twin - 75,00 € - 65,00€
Com pequeno-almoço continental/buffet incluído

Nota: As reservas deverão ser efetuadas por email ou telefone e deverão mencionar que são participantes no ProfMat.

 


 

NOVA DELPA AL ***


O Nova Delpa AL é um pequeno “hotel” localizado no centro das Caldas da Rainha, junto à Praça da Fruta, às termas, ao Parque D. Carlos I e à rua comercial. Os pontos turísticos mais importantes da cidade ficam a 5 minutos a pé do Nova Delpa AL.

 


Localização - R. Emídio de Jesus Coelho 20, 2500-198 Caldas da Rainha
Telefone - 916 962 404
Email - novadelpa@gmail.com
Website - https://www.novadelpa.pt

Tarifas de alojamento, por noite, por quarto:
Quartos duplos - 
Desconto sobre os preços apresentados no booking

Nota: As reservas deverão ser efetuadas por email ou telefone e deverão mencionar que são participantes no ProfMat.

 


 

HOTEL VILA D'ÓBIDOS ****


 

Situado a 5 km das Caldas da Rainha, o Hotel Vila D'Óbidos apresenta uma arquitetura de estilo contemporâneo, conseguindo uma harmonia total com o ambiente natural nos 6 hectares da Quinta de Santo Antão. Dispõe de 40 quartos decorados com obras de artistas portugueses.

 


Localização - Quinta Santo Antão Estrada Nossa Senhora da Luz, 2510-192 Óbidos
Telefone - 262 003 100
Email - geral@hotelviladobidos.pt
Website - www.hotelviladobidos.pt

Alojamento
10% de desconto sobre o valor do site
Pequeno-almoço incluído
Acesso ao Centro de Bem-Estar (piscina interior, sauna e banho turco) mediante marcação prévia.
Duas tipologias de quartos disponíveis:
- Quartos Standard com acesso apenas por escadas para 1.º ou 2.º piso, sem vista piscina/castelo;
- Quartos Deluxe, com varanda, com acesso por elevador e vista piscina/castelo.
Pagamento a efetuar no Check-In

Nota: As tarifas são variáveis, pelo que, se os participantes fizerem reservas em alturas diferentes poderão ter tarifas diferentes.
Para efetuarem as reservas, terão que se identificar como participantes do ProfMat.

 


 

EUROPEIA HOTEL ***


 

Este hotel desfruta de uma localização central nas Caldas da Rainha, no interior do Centro Comercial Rua das Montras. Está a poucos metros do mercado tradicional "Praça da Fruta" e do Centro Cultural de Congressos.

 


Localização - R. Alm. Cândido Reis 64, 2500-125 Caldas da Rainha
Telefone - 961 775 165 | 262 839 320
Email - europeiahotel@gmail.com
Facebook - Europeia Hotel

Tarifas de alojamento, por noite, por quarto:
Single - 
55,00 €  50,00€
Duplo/twin - 65,00 € 60,00€
Com pequeno-almoço incluído

Nota: As reservas deverão ser efetuadas por email ou telefone e deverão mencionar que são participantes no ProfMat.

 


 

HOTEL ÁGUA D'ALMA ***


 

O Água d’Alma Hotel situa-se na Foz do Arelho, junto à Lagoa de Óbidos, uma pequena vila a 8 km da cidade de Caldas da Rainha. A água é um elemento intrinsecamente ligado ao hotel; a alma vem da ideia de leveza, tranquilidade e paz, conceitos fortes que têm passado pelas três gerações da família que gere o hotel. 

 


Localização - R. dos Camarções 3, 2500-481 Foz do Arelho
Telefone - 262 979 610
Email - geral@aguadalma.pt
Website - https://www.aguadalma.pt/
Vídeo de apresentação - YouTube

Alojamento
10% de desconto entre 14 e 18 de julho
Basta que os participantes insiram o código promocional "profmat2024" no motor de reservas do site para acederem à tarifa com desconto.

Submissão de Comunicações e Sessões Práticas

 

Os participantes no ProfMat podem submeter propostas de comunicações e sessões práticas.

As propostas devem seguir as indicações dos respetivos modelos e serem enviadas até 19 de maio, através dos formulários abaixo.

notificação acerca da aceitação da proposta será enviada até 05 de junho.

 

COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO


 

As comunicações para os simpósios são propostas e dinamizadas por participantes no encontro, fundamentalmente sobre temas e abordagens de ensino e materiais didáticos. Cada comunicação tem a duração de 15 minutos e está integrada num simpósio de comunicações, reservando-se, no final do respetivo simpósio, 15 minutos para discussão coletiva.

 

Modelo para submissão de Comunicação

DOC (Word)   |  PDF

         Submissão de Comunicação         

 

SESSÃO PRÁTICA


 

As sessões práticas são propostas e dinamizadas por participantes no encontro, fundamentalmente sobre temas e abordagens de ensino e materiais didáticos. Cada sessão prática tem a duração de 120 minutos.

 

Modelo para submissão de Sessão Prática

DOC (Word)   |  PDF

         Submissão de Sessão Prática         

 

Modelo de PowerPoint


 

Se vai apresentar alguma comunicação ou sessão prática e pretende utilizar um modelo comum, próprio deste ProfMat, descarregue-o aqui:

PPT

Acreditação

 

FORMAÇÃO


 

O “39.º Encontro Nacional de Professores de Matemática — ProfMat 2024” é um curso de formação de 15 horas acreditado pelo CCPFC para os grupos 110, 230 e 500 (CCPFC/ACC-126536/24) na dimensão científica e pedagógica.

Após conclusão do encontro, onde cada formando terá de ser assíduo em, pelo menos, dois terços (10 horas) do número total de horas da formação (15 horas), cada formando deve:

  1. Consultar as informações disponibilizadas pelo Centro de Formação APM no site do encontro e/ou via correio eletrónico, nomeadamente, informações sobre a avaliação dos formandos, procedimentos para a entrega do relatório de reflexão crítica individual, etc, que será disponibilizada depois de confirmada a assiduidade dos formandos.
  2. Enviar, para o endereço de correio eletrónico do CFAPM, centroformacao@apm.pt, o relatório de reflexão crítica individual até dia 31/07/2024. O envio do relatório até à data indicada é da exclusiva responsabilidade do formando, não sendo aceites relatórios entregues depois de 31/07/2024.
  3. Para a realização do relatório de reflexão crítica individual, utilizar o documento a enviar pelo Centro de Formação APM via e-mail e a disponibilizar também no site do encontro. O modelo de relatório só será enviado a quem cumprir os requisitos de assiduidade.
  4. Preencher, até ao dia 31/07/2024 o questionário de avaliação da ação através do link a enviar por e-mail a todos os formandos e a disponibilizar no site do encontro.
  5. Contactar o CFAPM (centroformacao@apm.pt) para qualquer questão relacionada com o processo de acreditação.

 

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS


 

A avaliação é individual e traduz-se numa classificação final quantitativa, na escala de 1 a 10, expressa através do referencial de menções qualitativas previsto no n.º 2 do artigo 46.º do ECD aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de acordo com as seguintes ponderações:

Assiduidade – 40%
Relatório de reflexão crítica individual – 60%

 

ASSIDUIDADE


 

A assiduidade é comprovada através da assinatura de folha de registo de presença. Os formandos que não participem em pelo menos dois terços (10 horas) do número total de horas de formação (15 horas) não poderão obter aprovação. A assinatura das folhas de registo de presença, é da responsabilidade de cada formando.

 

RELATÓRIO DE REFLEXÃO CRÍTICA INDIVIDUAL


 

O relatório de reflexão crítica individual incidirá sobre a globalidade da temática do encontro, numa perspetiva global, integradora e sistemática, sendo liminarmente excluídos trabalhos que não respeitem esta condição ou não se enquadrem nas regras definidas:

“Este trabalho individual deve contemplar uma reflexão sobre as temáticas abordadas ao longo do Encontro e que constituíram o seu percurso formativo, realçando o contributo deste percurso para a sua prática letiva e desenvolvimento profissional”.

A avaliação do relatório de reflexão crítica individual será realizada de acordo com um conjunto de descritores que serão enviados posteriormente via e-mail.

O relatório terá de ser redigido em documento digital (sugerimos o envio do trabalho em formato pdf) e gravado com o seguinte nome: (Nome_do_docente_grupo disciplinar)_ProfMat2024.

Requisitos de formatação:
  • Número mínimo de páginas: 1
  • Número máximo de páginas: 3
  • Margens: superior 2,5 cm, inferior 2,5 cm, lateral esquerda 3 cm, lateral direita 3 cm
  • Fonte: Arial, tamanho12, espaçamento 1,15

 

CERTIFICAÇÃO DE FORMAÇÃO ACREDITADA


 

Para os formandos que cumpram todas as formalidades da formação acreditada, frequentem, pelo menos, dois terços do número total de horas do curso de formação e sejam aprovados, será emitido um Certificado de Formação.

A Pauta de Avaliação estará disponível na APM. Os certificados referentes à formação serão enviados, via e-mail, pelo Centro de Formação para cada um dos formandos aprovados a partir de outubro de 2024.

Os certificados de participação no encontro, são da responsabilidade da Comissão Organizadora.

 

Contactos

 

profmat2024@apm.pt

ProfMat 2024 - Associação de Professores de Matemática
Rua Dr. João Couto, n.º 27-A
1500-236 Lisboa

Tel.: +351 21 716 36 90  /  21 711 03 77

Materiais — ProfMat 2024

Os materiais que forem cedidos pelos conferencistas serão disponibilizados aqui, logo que nos forem enviado e/ou depois da realização do ProfMat.

 

 

 

ProfMat 2024 - Conferências Plenárias (1h)

 

As conferências plenárias são realizadas por pessoas convidadas pela organização e com reconhecida experiência na área em que vão intervir. Incidem sobre temas de interesse geral e realizam-se em espaços do programa de forma a que todos os participantes tenham possibilidades de assistir.

 

CP 01 - Trilhos matemáticos: apontamentos sobre a construção, potencialidades e desafios

Fátima Fernandes, Escola Superior de Educação de Viana do Castelo

Segunda-feira, 15 de julho, 12h00m - 13h00m
Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos
Público: GERAL 

Moderador: (A designar)

Resumo

Nesta conferência será evidenciado o trilho matemático enquanto estratégia de ensino e aprendizagem da matemática e de criação de conexões com outras áreas do conhecimento. Após um breve enquadramento, procurar-se-á destacar alguns aspetos que se consideram relevantes no processo de construção de um trilho em suporte de papel ou envolvendo a tecnologia, aspetos estes relacionados com os contextos e com a formulação e resolução das tarefas. Serão enfatizadas algumas potencialidades desta abordagem da matemática fora da sala de aula para o ensino e aprendizagem relacionadas com diferentes domínios, nomeadamente o domínio cognitivo, o físico/motor, o social e o afetivo. Serão ainda apontadas algumas recomendações, necessidades e limitações inerentes aos trilhos com orientações e resoluções em papel e em versão digital.

Nota biográfica

Fátima Fernandes Professora Adjunta na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, onde exerce funções docentes desde 2006 em cursos ligados à formação inicial e contínua de professores.
É doutorada em Estudos da Criança – Especialidade de Matemática Elementar, pela Universidade do Minho e tem várias publicações em ensino e aprendizagem da matemática, dentro e fora da sala de aula, com foco nos trilhos matemáticos, conexões, abordagem STE(A)M e pensamento crítico. 

 

CP 02 - O PASEO, 7 anos depois

Guilherme d’Oliveira Martins, Coordenador do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO)

Segunda-feira, 15 de julho, 15h00m - 16h00m
Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos (via Zoom)
Público: GERAL

Moderador: (A designar)

Resumo

A educação para todos consagrada como primeiro objetivo mundial da UNESCO obriga à consideração da diversidade e da complexidade como fatores a ter em conta ao definir o que se pretende para a aprendizagem dos alunos à saída dos 12 anos de escolaridade obrigatória. A referência a um perfil não visa, porém, qualquer tentativa uniformizadora, mas sim criar um quadro de referência que pressuponha a liberdade, a responsabilidade, a valorização do trabalho, a consciência de si próprio, a inserção familiar e comunitária e a participação na sociedade que nos rodeia.

Nota biográfica

Guilherme d’Oliveira Martins (n. Lisboa, 1952)  Administrador Executivo da Fundação Calouste Gulbenkian e Presidente do Grande Conselho do Centro Nacional de Cultura. Licenciado e Mestre em Direito. Professor Universitário Convidado. Doutor Honoris Causa pela Universidade Lusíada, pela Universidade Aberta e pela Universidade de Lisboa (ISCSP). Sócio Correspondente da Academia Brasileira de Letras – Cadeira 20. Presidente da Assembleia Geral da World Monuments Fund (1.06.2023). Presidente do Conselho Consultivo do Banco Português do Fomento (2024).

Foi Presidente do Conselho Fiscal da Caixa Geral de Depósitos, S.A. (2016-2021). Foi Presidente do Tribunal de Contas (2005-2015). Nos Governos de Portugal foi, sucessivamente, Secretário de Estado da Administração Educativa (1995-1999), Ministro da Educação (1999-2000), Ministro da Presidência (2000-2002) e Ministro das Finanças (2001-2002). Foi Presidente da SEDES - Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (1985-1995) e Vice-Presidente da Comissão Nacional da UNESCO (1988-1994). Foi Presidente da Comissão do Conselho da Europa que elaborou a Convenção de Faro sobre o valor do Património Cultural na sociedade contemporânea [Faro, (Portugal) 27 de outubro de 2005]. Foi Presidente da EUROSAI – Organização das Instituições Superiores de Controlo das Finanças Públicas da Europa (2011-2014) e Presidente do Conselho de Prevenção da Corrupção (2008-2015). Foi Coordenador Nacional do Ano Europeu do Património Cultural 2018.

 

CP 03 - Problemas fáceis, resoluções difíceis (e vice-versa)

José Paulo Viana, APM

Segunda-feira, 15 de julho, 17h30m - 18h30m
Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos
Público: GERAL

Moderador: (A designar)

Resumo

Os problemas preferidos por muita gente têm quase sempre um enunciado fácil e depois uma resolução difícil, ou engenhosa, ou as duas coisas ao mesmo tempo.  Há também problemas em que, depois de lermos o enunciado, pensamos: “Aqui está um difícil”. Andamos às voltas com ele e de repente descobrimos que existe um processo fácil de chegar à solução. Temos ainda problemas que nos abrem novos horizontes e nos fazem descobrir muito mais do que aquilo que inicialmente estávamos à espera. Irei falar um pouco destes problemas, com alguns dos exemplos de que mais gosto:
- O cão e o prisioneiro
- Quase iguais
- Iguais mas diferentes?
- Os saltos do sapo

Nota biográfica

José Paulo Viana  Professor de Matemática do ensino secundário (aposentado). Entusiasta das matemáticas recreativas e da Magia Matemática. Autor, durante mais de 28 anos, da secção semanal “Desafios” no jornal Público. Em 2014 foi-lhe atribuído o Prémio Ciência Viva nos Media. Divulgador de Matemática através de conferências e sessões em escolas e em locais públicos. Autor de manuais escolares e dos livros de divulgação matemática e de matemáticas recreativas “Uma Vida Sem Problemas”, “Problemas… Sem Problema” e “Desafios” (10 volumes).

 

CP 04 - Estratégias para despertar o interesse pela Geometria

Maria Manuel Torres, Faculdade de Ciências da ULisboa

Terça-feira, 16 de julho, 16h30m - 17h30m
Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos
Público: GERAL

Moderador: (A designar)

Resumo

A Geometria é a forma mais primitiva de conhecimento humano, desde a mais tenra infância que todos sabemos reconhecer círculos, quadrados ou triângulos. Quando uma criança começa a desenhar, cria formas geométricas: curvas, linhas, pontos... Mas a partir de uma certa altura, começamos a ouvir frases como: Não gosto de geometria, não tem interesse, não percebo qual é a utilidade. Muitas vezes, a geometria não é sequer associada à própria matemática.
As novas Aprendizagens Essenciais dão bastante enfase à realização de projetos e nesta palestra vou tentar mostrar de que forma a geometria pode ser uma peça chave para dinamizar essa componente fundamental da aprendizagem, usando exemplos de atividades e desafios adaptados a cada nível de ensino, na medida do possível recorrendo a materiais manipuláveis e à informação disponível online.

Nota biográfica

Maria Manuel Torres Licenciada em Matemática, plea Universidade de Perugia (Itália).
Mestrado e Doutoramento em Matemática: ULisboa
Docente do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da ULisboa desde 1995.
Investigadora em Álgebra e Combinatória no Centro de Matemática Aplicações Fundamentais e Investigação Operacional da ULisboa.
Formação inicial de professores de matemática em colaboração com o Instituto de Educação da ULisboa.
Divulgação de Matemática: workshops, tertúlias, palestras e atividades interativas. 

 

ProfMat 2024 - Painel Plenário (2h)

 

Sessão especialmente organizada para promover uma discussão sobre um tema de atualidade, com vários intervenientes convidados para o efeito. É preparada e conduzida por um moderador convidado pela organização que solicita intervenções dos vários participantes do painel sobre o tema em discussão e em resposta a questões da assistência que em momento próprio é convidada a intervir.

Brevemente

 

ProfMat 2024 - Conferências com Discussão (1h)

 

As conferências com discussão são intervenções realizadas por pessoas convidadas pela organização para intervir em áreas ou temas considerados de interesse para os participantes. Incidem sobre assuntos diversificados e são seguidas de um espaço de discussão com os presentes, com um moderador convidado para o efeito.

 

CD 01

Geometria Analítica e Sintética e Ambientes de Geometria Dinâmica (AGD)  (Resumo)

João Almiro, APM
Paulo Correia, Escola Secundária de Alcácer do Sal

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 10h00

Grande Auditório do CCC

CD 02

Educação matemática com recurso a narrativas infantojuvenis  (Resumo)

Susana Colaço  |  Maria Clara Martins
Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém

Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Quarta-feira, 17 de julho

10h00 - 11h00

Grande Auditório do CCC

CD 03

Modelação Matemática e Currículo CTEAM: Reflexões sobre o Passado e sobre o Futuro  (Resumo)

Vítor Duarte Teodoro, Universidade Lusófona | Universidade Nova de Lisboa

Público: GERAL

Segunda-feira, 15 de julho

16h00 - 17h00

A definir

CD 04

Ensinar e Aprender com Tecnologias Digitais no 1.º Ciclo do Ensino Básico  (Resumo)

Joaquim Escola, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Público: 1.º CICLO

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 15h00

A definir

CD 05

Discalculia e Baixo Rendimento a Matemática na Sociedade Atual  (Resumo)

Lília Marcelino, CeiED – Universidade Lusófona

Público: GERAL

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 15h00

A definir

CD 06

Tópicos de Matemática e Arte – uma experiência pedagógica  (Resumo)

Pedro Freitas, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Público: GERAL

Terça-feira, 16 de julho

10h00 - 11h00

A definir
CD 07

Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática B: A experiência numa turma-piloto  (Resumo)

Pedro Liberto Ferreira  |  Sandra Afonso
Escola Secundária José Saramago - Mafra

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

11h30 - 12h30

A definir
CD 08

Os caminhos e desafios da avaliação externa digital: condição necessária ou suficiente?  (Resumo)

Luís Pereira dos Santos, Instituto de Avaliação Educativa, I.P.

Público: GERAL

Segunda-feira, 15 de julho

16h00 - 17h00

Grande Auditório do CCC
CD 09

A matemática nos estudos internacionais da OCDE: PISA, PISA-VET e PIAAC  (Resumo)

Anabela Serrão, Instituto de Avaliação Educativa, I.P.

Público: SECUNDÁRIO

Quarta-feira, 17 de julho

10h00 - 11h00

A definir
CD 10

Matemática Computacional: um convite à Matemática  (Resumo)

Carlos Albuquerque, Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa

Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

10h00 - 11h00

A definir
CD 11

Percursos que contam em Quarteira  (Resumo)

Nélida Filipe, Agrupamento de escolas Dra. Laura Ayres

Público: GERAL

Terça-feira, 16 de julho

11h30 - 12h30

A definir
CD 12

Ensino Profissional e as Novas Aprendizagens do Ensino da Matemática  (Resumo)

Cristina FernandesAgrupamento de Escolas de Sampaio
Elsa GomesEscola Secundária de Paços de Ferreira
Marília do RosárioAgrupamento de Escola Tomaz Pelayo - Santo Tirso

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

11h30 - 12h30

A definir
CD 13

Promover práticas de pensamento computacional no ensino da matemática nos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico  (Resumo)

Rui Gonçalo Espadeiro, Agrupamento de Escolas de Redondo
Renata Carvalho, APM, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Lisboa
Neusa Branco, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Santarém

Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Segunda-feira, 15 de julho

16h00 - 17h00

A definir
CD 14

Pensamento estatístico: a importância decisiva do contexto  (Resumo)

Susana Carreira, Universidade do Algarve

Público: SECUNDÁRIO

Quarta-feira, 17 de julho

10h00 - 11h00

A definir
CD 15

Os manuais e as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática no Ensino Profissional​  (Resumo)

Helder Martins, Escola Secundária António Damásio, Lisboa
Nélida Filipe, Escola Secundária Laura Ayres, Quarteira

Público: SECUNDÁRIO PROFISSIONAL

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 10h00

A definir
CD 16

Os manuais e as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática no Ensino Profissional​​  (Resumo)

Maria Augusta Ferreira Neves  |  Bruno Roque  |  Pedro Rocha Almeida
Porto Editora

Público: SECUNDÁRIO PROFISSIONAL

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 15h00

A definir
CD 17

A aprendizagem da Matemática em atividades STEAM nos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico  (Resumo)

Neusa Branco, ESE de Santarém | Polo de Literacia Digital e Inclusão Social, CIAC, UAlg 
Bento Cavadas, ESE de Santarém | CeiED, Universidade Lusófona

Público: 1.º e 2.º CICLOS

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 10h00

A definir
CD 18

Dados nos primeiros anos…quais as novidades?!  (Resumo)

Ana Caseiro, Escola Superior de Educação de Lisboa

Público: 1.º CICLO

Terça-feira, 16 de julho

10h00 - 11h00

A definir

 

RESUMOS


 

CD 01 - Geometria Analítica e Sintética e Ambientes de Geometria Dinâmica (AGD)

João Almiro, APM  |  Paulo Correia, Escola Secundária de Alcácer do Sal

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 10h00m
Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

O recurso a Ambientes de Geometria Dinâmica (AGD) no plano e no espaço faz-nos refletir sobre como devem ser as aulas em que se leciona Geometria, quando os AGD estão regularmente presentes e de forma significativa. Partimos do princípio que os alunos devem ser capazes de interpretar e produzir diferentes representações (geométricas, numéricas e algébricas) dos conceitos em estudo, mas explorando todas as potencialidades da tecnologia agora disponível. nesta conferência tentaremos discutir os problemas que se colocam à concretização plena desta abordagem, discutindo o papel das representações geométricas, da Álgebra, das generalizações e do raciocínio dedutivo e a importância da criação e adaptação de tarefas que permitam desenvolver as competências visadas nas novas Aprendizagens Essenciais. Finalmente, gostaríamos que esta sessão suscitasse a partilha de reflexões e de questões entre todos os presentes sobre esta problemática.

Notas biográficas

João Almiro  Licenciado em Matemática – Ramo Educacional e Mestre em Educação – Didáctica de Matemática na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Foi professor de Matemática na Escola Secundária de Tondela, tendo estado envolvido em vários programas de formação tanto em Centros de Formação de Associação de Escolas, como em colaboração com o Ministério da Educação e a APM. Integrou os grupos de trabalho que redigiram as "Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática" e as Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário.

Paulo Correia Licenciado em Ensino de Matemática na Universidade de Évora, onde também concluiu o Curso de Especialização em Educação Matemática. É professor de Matemática do Ensino Básico e Secundário na Escola de Alcácer do Sal e desenvolve atividade como formador. Integrou os Grupos de Trabalho que redigiram as "Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática", as Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico e para o Ensino Secundário. Mantém a página https://mat.absolutamente.net

 [Início CD]

 

 

CD 02 - Educação matemática com recurso a narrativas infantojuvenis

Susana Colaço  |  Maria Clara Martins
Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém

Quarta-feira, 17 de julho, 10h00m - 11h00m
Local a definir
Público: 1.º Ciclo e 2.º Ciclo

Resumo

Esta conferência visa apresentar a utilização de narrativas infantojuvenis como um recurso valioso na formação de professores dos primeiros anos (1.º e 2.º CEB) no âmbito da educação matemática. As narrativas, pelo conteúdo explícito ou pelas ideias ou conceitos subliminares que apresentam podem representar um ponto de partida para a articulação entre várias áreas do conhecimento, promovendo não apenas o desenvolvimento do conhecimento da língua portuguesa, mas também o conhecimento de outras áreas do saber, neste caso da Matemática. Apresentamos algumas experiências na formação inicial de educadores e professores dos primeiros anos aliadas às didáticas específicas ou integradas em contextos de prática de ensino supervisionada no 1º CEB. Procuraremos mostrar, e depois discutir, as potencialidades da articulação realizada: de que forma esta contribui para o desenvolvimento do conhecimento pedagógico dos futuros professores e que vantagens existem em continuar a aliar a literatura infantojuvenil à matemática para o desenvolvimento de aprendizagens dos alunos.

Notas biográficas

Susana Colaço Licenciada, mestre e doutorada em Matemática e especialista em formação de professores do ensino básico (1.º e 2.º CEB). Foi diretora da ESE-IPSantarém durante 4 anos (2018-2022). É coordenadora do mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º CEB e do Departamento de ciências matemáticas e naturais da ESE. Há mais de 25 anos é formadora de professores e educadores, quer no âmbito da formação inicial, quer na formação contínua. Tem participado em vários projetos financiados de investigação e desenvolvimento relacionados com a formação inicial e contínua de professores. 

Maria Clara Martins  Professora na Escola Superior de Educação de Santarém. Especialista em Formação de Professores do Ensino Básico do 1.º e 2.º Ciclos. Licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra e Mestre em Matemática para o Ensino pela mesma universidade. As suas áreas de interesse são a Didática da Matemática e a Formação de professores em Matemática dos primeiros anos com incidência na abordagem STEAM, interdisciplinaridade e articulação curricular e recursos manipuláveis e digitais em educação.

[Início CD]

 

 

CD 03 - Modelação Matemática e Currículo CTEAM: Reflexões sobre o Passado e sobre o Futuro

Vítor Duarte Teodoro, Universidade Lusófona | Universidade Nova de Lisboa

Segunda-feira, 15 de julho, 16h00m - 17h00m
Local a definir
Público: GERAL

Resumo

Nas últimas décadas, termos como “modelação”, “múltiplas representações”, “pensamento computacional” têm vindo a adquirir progressivamente maior importância no currículo (em todos os níveis) da Matemática e das restantes CTEAM (disciplinas de Ciências, Tecnologias, Engenharias, Artes, e Matemática). Esta mudança foi influenciada por mudanças tecnológicas mas também por mudanças conceptuais sobre a natureza e práticas das CTEAM e dos respectivos processos de aprendizagem e de ensino. Nesta conferência, discutem-se algumas dessas mudanças, com base em exemplos, faz-se uma análise de alguns currículos CTEAM das últimas décadas, exploram-se ferramentas de modelação matemática e discute-se que implicações têm sobre as práticas escolares nas diversas disciplinas, numa perspectiva integrada, no futuro… e no presente.

Nota biográfica

Vítor Duarte Teodoro  Professor do Instituto de Educação da Universidade Lusófona, Lisboa. Professor aposentado da FCT da Universidade Nova de Lisboa. Professor do Ensino Básico e Secundário (FQ e Matemática) entre 1974 e 1985. Autor de software educativo para CTEAM, de manuais escolares e de livros sobre educação e ensino, bem como de estudos sobre currículo, exames, tecnologias, etc. Para mais informação, ver https://www.cienciavitae.pt/portal/2A19-1E93-4EC2.

[Início CD]

 

 

CD 04 - Ensinar e Aprender com Tecnologias Digitais no 1.º Ciclo do Ensino Básico

Joaquim Escola, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 15h00m
Local a definir
Público: 1.º CICLO

Resumo

O ensino tem vindo a sofrer alterações profundas. O desenvolvimento tecnológico e científico a par das transformações sofridas decorrentes da pandemia, criaram condições adequadas para uma reflexão aprofundada acerca da integração curricular das tecnologias digitais da informação e comunicação em todos os níveis de ensino, de modo particular nos primeiros níveis de ensino. Estas profundas transformações têm proporcionado novas possibilidades de organizar os processos comunicacionais nos contextos de ensino, cada vez mais exigentes e, naturalmente, mais desafiantes.
As políticas educativas em Portugal, sobretudo nas últimas décadas, culminando com o projeto de transição digital mostram uma atenção muito especial à presença da tecnologia, ainda que, nas várias iniciativas, transpareça uma valorização temporalmente diferenciada dimensões como a modernização tecnológica das instituições educativas, aquisição de equipamento ou a formação de professores.  
O objectivo desta conferência é reflectir sobre as transformações que se têm registado no domínio da integração curricular da tecnologia no 1.º ciclo e mostrar resultados de algumas boas práticas levadas a cabo por colegas no ensino da matemática.

Nota biográfica

Joaquim Escola  Realizou a sua formação Académica na Universidade de Coimbra onde, em 1987 obteve a licenciatura em Filosofia. Em 1990 obteve o diploma de Filosofia – Ramo de Formação Educacional. Em 1993 obteve o grau de Mestre em Filosofia Contemporânea. No ano de 2003 realizou o doutoramento em Educação na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Em 2022 obteve o grau de Agregado em Ciências da Educação pela UTAD, na área da Tecnologia Educativa.
É conferencista convidado em reuniões científicas em Universidades Portuguesas e estrangeiras, autor e organizador de 10 livros, 116 capítulos de livros, 120 artigos em Revistas indexadas, dezenas de artigos em atas de Congressos. Atualmente é Professor Associado com Agregação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

[Início CD]

 

 

CD 05 - Discalculia e Baixo Rendimento a Matemática na Sociedade Atual

Lília Marcelino, CeiED – Universidade Lusófona

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 15h00m
Local a definir
Público: GERAL

Resumo

Vivemos num mundo matematizado, onde a baixa numeracia pode ter sérias consequências educacionais e profissionais. A numeracia é a capacidade de compreender, usar e interpretar números em diversas situações, envolvendo habilidades como contagem, cálculo, interpretação de gráficos, resolução de problemas matemáticos e compreensão de conceitos numéricos. Ter uma boa numeracia é fundamental para lidar com questões financeiras, tomar decisões informadas e ter sucesso em várias áreas da vida. Esta comunicação tem como objetivo sensibilizar os professores de matemática para a importância da sua profissão na sociedade atual. Enfatiza práticas educativas orientadas para a natureza cumulativa da matemática como uma condição prévia para o sucesso educativo. Além disso, destaca a importância da identificação e recuperação atempada de competências numéricas desde os primeiros sinais de dificuldades, em alunos com discalculia ou com baixo rendimento em matemática.

Nota biográfica

Lília Marcelino Doutorada em Educação e Licenciada em Psicologia pela Universidade Lusófona. Investigadora integrada/colaboradora no CICANT/CeiED - Universidade Lusófona em Aprendizagem da Matemática. Membro efetivo da OPP e membro regular da Mathematical Cognition and Learning Society. É docente universitária na FCSEA – Universidade Lusófona e diretora do Núcleo da Discalculia – Apoio Psicopedagógico e Formação onde dá apoio a crianças e jovens com dificuldades na aprendizagem da matemática e formação acreditada a professores e psicólogos.

[Início CD]

 

 

CD 06 - Tópicos de Matemática e Arte – uma experiência pedagógica

Pedro Freitas, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Terça-feira, 16 de julho, 10h00m - 11h00m
Local a definir
Público: GERAL

Resumo

Desde o ano letivo de 2018/19 que a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa oferece uma disciplina sobre Matemática e Arte, inicialmente com 2 horas semanais e presentemente com 4 horas semanais, incluindo uma secção expositiva e uma secção prática, de discussão de artigos ou realização de exercícios. A disciplina é oferecida aos alunos de Ciências, bem como aos do Instituto Superior Técnico e aos do Mestrado em Ensino da Matemática. Nesta palestra, faremos uma descrição breve do funcionamento desta disciplina, apresentando um resumo dos seus conteúdos e discutindo um pouco a sua prática pedagógica, tanto a parte letiva como a das atividades práticas realizadas pelos alunos. Referiremos também alguns dos temas dos trabalhos finais, alguns dos quais vieram enriquecer o próprio currículo.

Nota biográfica

Pedro Freitas – Doutorado em matemática, é Professor Auxiliar do Departamento de História e Filosofia das Ciências da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e membro do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia. Para além do trabalho de ensino e investigação, ligado principalmente à matemática e à sua história, dedica-se também a assuntos de divulgação e de interação entre matemática e arte — em particular, colabora há alguns anos no estudo da obra geométrica de Almada Negreiros.

 

[Início CD]

 

 

CD 07 - Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática B: A experiência numa turma-piloto

Pedro Liberto Ferreira  |  Sandra Afonso
Escola Secundária José Saramago - Mafra

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
Local a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

Esta conferência oferece uma visão aprofundada sobre a implementação das novas aprendizagens essenciais de Matemática B, através das perspetivas de um diretor e de uma professora envolvidos numa turma-piloto. Este projeto inovador visa modernizar o currículo de Matemática B, alinhando-o com as exigências contemporâneas de ensino e aprendizagem. No seguimento da apresentação dos dados, destacaremos alguns exemplos práticos de tarefas implementadas em sala de aula. Estas tarefas foram desenhadas para promover uma aprendizagem ativa e participada, utilizando abordagens como a resolução colaborativa de problemas, trabalhos de projeto e o uso de tecnologias digitais. Concluiremos a conferência com um balanço do trabalho realizado até ao momento, abordando os desafios enfrentados e as estratégias adotadas para superá-los. Entre os desafios, destacam-se a criação de materiais didáticos, a formação contínua dos professores.

Notas biográficas

Pedro Liberto Ferreira  Licenciado em Educação Física e Desporto pela Faculdade de Motricidade Humana – UTL, com Formação Especializada em Administração e Organização Escolar pelo IESF. Diretor da Escola Secundária José Saramago – Mafra desde maio de 2022, e professor nesta escola desde o ano letivo 1993-1994.

Sandra Afonso – Licenciada em Ensino da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Concluiu o primeiro ano do Mestrado em Ensino da Matemática, na FCUL. É professora na Escola Secundária José Saramago – Mafra desde o ano letivo de 1996-1997.

[Início CD]

 

 

CD 08 - Os caminhos e desafios da avaliação externa digital: condição necessária ou suficiente?

Luís Pereira dos Santos, Instituto de Avaliação Educativa, I.P.

Segunda-feira, 15 de julho, 16h00m - 17h00m
Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos
Público: GERAL

Resumo

A avaliação das aprendizagens é um processo pedagógico incontornável nos projetos de ensino e de aprendizagem, sendo o elo que interliga o ato de ensinar com o ato de aprender. É através da avaliação que o sujeito ensinante percebe se o sujeito aprendente realmente aprendeu e a qualidade dessa aprendizagem. Para isso, a utilização dos resultados da avaliação das aprendizagens mostra-se imprescindível para a própria existência do ato educativo, para uma melhor adequação das didáticas e dos processos de aprendizagem, para uma partilha da responsabilidade do ato educativo.
Neste sentido, será que a avaliação digital, em particular na disciplina de Matemática, poderá constituir-se como um meio a partir do qual se pode desenvolver melhor as aprendizagens e consequentemente aumentar a equidade entre os alunos? Aborda-se nesta comunicação os caminhos e desafios que a avaliação digital nos pode trazer, num processo de evolução necessário, mas não suficiente.

Nota biográfica

Luís Pereira dos Santos  É Licenciado em Ensino da Física e Mestre em Didática das Ciências, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Foi professor de Física e Química, vogal do Conselho Diretivo e Vice-Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária da Cidade Universitária, até 2001. Foi técnico da assessoria técnico-pedagógica do Júri Nacional de Exames, de 2001 a 2005. Foi Chefe de Divisão de Formação de Professores e Diretor de Serviços de Recursos Multimédia na DGIDC, entre 2005 e 2011. Foi Presidente do Júri Nacional de Exames de 2011 a fevereiro de 2019. Exerce atualmente o cargo de Presidente do Conselho Diretivo do IAVE.

[Início CD]

 

 

CD 09 - A matemática nos estudos internacionais da OCDE: PISA, PISA-VET e PIAAC

Anabela Serrão, Instituto de Avaliação Educativa, I.P.

Quarta-feira, 17 de julho, 10h00m - 11h00m
Local a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

A OCDE coordena vários estudos de avaliação de competências: o PISA para os alunos de 15 anos, o PISA-VET para os formandos de programas iniciais de educação e formação profissional e o PIAAC para os jovens e adultos entre os 16 e os 65 anos. Em todos eles, os conhecimentos e as competências matemáticas integram os quadros de referência de avaliação, atribuindo a este domínio uma grande importância. Nesta comunicação serão apresentadas e discutidas as diferentes abordagens da OCDE utilizadas na avaliação deste domínio.

Nota biográfica

Anabela Serrão  Membro do Conselho Diretivo do Instituto de Avaliação Educativa, I.P. desde 2019. Atualmente é coordenadora nacional dos vários estudos internacionais que o IAVE implementa em Portugal, entre eles o PISA da OCDE. Integra os grupos de trabalho de desenvolvimento dos questionários de contexto do TIMSS e PIRLS. É membro do PISA Analysis and Dissemination Group da OCDE.

É licenciada em Sociologia pela FCSH-UNL com uma especialização em Análise de Dados para as Ciências Sociais pelo ISCTE-IUL. Possui ainda várias formações nas áreas da análise de dados e da estatística.

[Início CD]

 

 

CD 10 - Matemática Computacional: um convite à Matemática

Carlos Albuquerque, Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa

Terça-feira, 16 de julho, 10h00m - 11h00m
Local a definir
Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

Nesta conferência vamos explorar alguns aspetos da Matemática Computacional e ver como são uma fonte de desafios e conexões em múltiplas áreas da Matemática, desde as mais abstratas até às aplicações na vida quotidiana e na tecnologia. Como ponto de partida teremos os números, os polinómios e dois métodos que fazem parte das Aprendizagens Essenciais de Matemática do 12.º ano: o método da bisseção e o método de Newton-Raphson. A combinação de Python e Matemática será o veículo para os aspetos mais práticos e visuais destas explorações. Um dos objetivos desta conferência é suscitar ideias para trabalhos de projeto com os alunos de Matemática.

Nota biográfica

Carlos Albuquerque  É Professor Auxiliar do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Tem desenvolvido investigação em projetos interdisciplinares e tem participado na formação inicial de professores de Matemática em diversas funções. Foi membro do Grupo de Trabalho de Matemática que elaborou as "Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática" (2020) e é co-autor das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário.

[Início CD]

 

 

CD 11 - Percursos que contam em Quarteira 

Nélida Filipe, Agrupamento de escolas Dra. Laura Ayres

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
Local a definir
Público: GERAL

Resumo

Os Percursos Que Contam são uma co-criação do Núcleo do Algarve da APM e do Centro de Ciência Viva do Algarve. Professores e alunos do ensino secundário do agrupamento de escolas Dra. Laura Ayres, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e Matemática, criaram os “Percursos que Contam-Quarteira Antiga”. Estiveram envolvidos 14 professores de várias áreas disciplinares e oito turmas do ensino secundário. Num trabalho de articulação, colaboração e muito entusiasmo, foi possível criar um percurso pela cidade de Quarteira que simultaneamente apela ao convívio entre amigos e família, à descoberta da história, aspetos culturais e curiosidades da cidade e ainda, à resolução de desafios matemáticos alusivos aos vários pontos de interesse. O livro “Percursos que contam- Quarteira antiga” e que faz parte da coleção Famílias Exploradoras, foi lançado oficialmente no dia 14 de março de 2024 e contou com o apoio da Junta de freguesia de Quarteira e CML.

Nota biográfica

Nélida Filipe  Licenciada em Ensino da Matemática, pela FCUC, mestre em Educação Matemática, pela UE e doutora em Educação-Didática da Matemática Instituto de Educação da UL. É professora no Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres e professora adjunta convidada na ESEC da UALG. É coautora das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário e Profissional, sendo igualmente coautora de manuais escolares. É Membro da equipa do núcleo do Algarve-APM.

[Início CD]

 

 

CD 12 - Ensino Profissional e as Novas Aprendizagens do Ensino da Matemática 

Cristina FernandesAgrupamento de Escolas de Sampaio
Elsa GomesEscola Secundária de Paços de Ferreira
Marília do RosárioAgrupamento de Escola Tomaz Pelayo - Santo Tirso

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
Local a definir
Público: SECUNDÁRIO PROFISSIONAL

Resumo

As Aprendizagens Essenciais de Matemática para os Cursos Profissionais (AEMCP) serão aplicadas no ano letivo de 2024/2025, sendo que a sua operacionalização antecipada ocorreu no ano letivo 2023/2024 em oito turmas piloto e na qual participaram as autoras desta comunicação. Neste sentido, propõe-se a partilha de uma visão geral das AEMCP e orientações metodológicas, tentando sinalizar as principais mudanças em causa no novo quadro curricular. As autoras contribuirão ainda com uma síntese dos principais desafios que se poderão colocar, procurando suscitar uma reflexão conjunta, a partir da aplicação de algumas tarefas e experiências de ensino, que seja mobilizadora do subsequente processo de generalização das AEMCP.

Notas biográficas

Cristina Maria Bata Fernandes  É licenciada em Ensino da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e concluiu o primeiro ano do mestrado em Educação, na área de especialização em Formação e Aprendizagem ao Longo da Vida, na FCUL. É docente do Agrupamento de Escolas de Sampaio e é professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais.

 

Elsa Maria Cardoso Gomes – É licenciada em Matemática, Ramo Educacional pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e concluiu o 1º ano do Mestrado em Deteção Remota, na FCUP. 

É docente da Escola Secundária de Paços de Ferreira. É professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais.

 

Marília André do Rosário  É licenciada em Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Mestre em Supervisão Pedagógica em Ensino da Matemática pela Universidade do Minho. É docente do Agrupamento de Escolas Tomaz Pelayo. Foi Professora Acompanhante do Plano de Ação para a Matemática, Supervisora no Processo de classificação de Provas do IAVE, orientadora de estágio da FCUP e UM, formadora acreditada pelo CCPFC e é professora de uma turma piloto das AE para os Cursos Profissionais.

[Início CD]

 

 

CD 13 - Promover práticas de pensamento computacional no ensino da matemática nos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico 

Rui Gonçalo Espadeiro, Agrupamento de Escolas de Redondo
Renata Carvalho, APM, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Lisboa
Neusa Branco, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Santarém

Segunda-feira, 15 de julho, 16h00m - 17h00m
Local a definir
Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Resumo

Nesta conferência pretendemos apresentar e discutir práticas de Pensamento Computacional (PC) associadas a algumas das tarefas desenvolvidas na formação realizada pela Associação de Professores de Matemática (APM) no âmbito do Projeto-Piloto MatemaTIC, que estão presentes no e-book “Contributos para o desenvolvimento do pensamento computacional em Matemática: Materiais de apoio para os professores do 1.º ciclo do ensino básico”. O projeto resultou de uma parceria entre DGE e a APM com o objetivo de promover a articulação entre as Aprendizagens Essenciais de Matemática e as Orientações Curriculares para as TIC no 1.º ciclo do ensino básico e a capacitação de professores de 1.º ciclo para a integração do PC em tarefas de Matemática para este ciclo de ensino. Na conferência serão apresentadas as tarefas, propostas para a sua exploração bem como resoluções realizadas por professores em contexto de formação e alunos em sala de aula.

Notas biográficas

Rui Gonçalo Espadeiro  Professor de Matemática do ensino básico e secundário. Licenciado em Ensino de Matemática pela Universidade de Évora e mestre em Ciências da Educação, variante de Supervisão Pedagógica, na mesma universidade. Integrou as equipas que redigiram as Aprendizagens Essenciais da Matemática para o Ensino Básico e Secundário. Integra também o Grupo de Trabalho de Desenvolvimento Curricular e Profissional de Matemática.

 

Renata Carvalho – Licenciada em Ensino na variante de Matemática e Ciências da Natureza pela ESE de Portalegre. Possui Mestrado em Educação na área de Didática da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e Doutoramento em Educação, na mesma área, pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tem colaborado em projetos e encontros nacionais e internacionais na área da Educação Matemática e na formação contínua de professores. Colabora, desde 2016/17 com a ESE de Lisboa na formação inicial de professores. Atualmente é Diretora do Centro de Formação da APM.

 

Neusa Branco  Professora Adjunta na Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Santarém. Licenciada em Ensino da Matemática, mestre em Educação-Didática da Matemática e doutorada na mesma área pelo Instituto de Educação da ULisboa. É coordenadora do Mestrado em Ensino do 1.º CEB e de Matemática e Ciência Naturais no 2.º CEB. Tem trabalhado em temas como: Ensino-aprendizagem da Álgebra, Didática da Matemática, Educação STEAM; Conexões matemáticas e Pensamento computacional.

[Início CD]

 

 

CD 14 - Pensamento estatístico: a importância decisiva do contexto 

Susana Carreira, Universidade do Algarve

Quarta-feira, 17 de julho, 10h00m - 11h00m
Local a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

A Estatística utiliza formas de pensamento específicas e o desenvolvimento do pensamento estatístico no ensino secundário deve incluir abordagens exploratórias de dados autênticos, em que se detetam padrões e tendências, se identificam modelos e se reconhecem casos excecionais num conjunto de dados. Os contextos devem ser parte integrante da análise e interpretação de dados reais, de tal modo que os alunos consigam compreender e discutir criticamente o mundo em seu redor e a realidade económica, social e cultural em que participam. Trata-se, portanto, de promover e desenvolver o sentido crítico dos alunos, enquanto cidadãos produtores e consumidores de dados. A educação estatística inclui a tomada de consciência de que inúmeros problemas da atualidade são abordados a partir da obtenção e análise de grandes quantidades de dados. Em sintonia com as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática A, Matemática B e Matemática dos Cursos Profissionais, do ensino secundário, darei especial atenção à importância do contexto de um problema ou de uma investigação estatística para o desenvolvimento do pensamento estatístico.

Nota biográfica

Susana Carreira  Professora Associada da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve e Professora Associada Convidada do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. É doutorada em Didática da Matemática pela Universidade de Lisboa. Desenvolve investigação em Educação Matemática, nomeadamente nas seguintes áreas: modelação e aplicações no ensino e aprendizagem da matemática; tecnologias na educação matemática, resolução de problemas, criatividade matemática, aspetos afetivos na educação matemática. É autora de livros e artigos científicos em revistas nacionais e internacionais. Tem orientado estudantes de mestrado e de doutoramento, em Portugal e no Brasil. Fez parte da equipa que elaborou as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o ensino secundário, homologadas em 2023.

[Início CD]

 

 

CD 15 - Os manuais e as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática no Ensino Profissional 

Helder Martins, Escola Secundária António Damásio, Lisboa
Nélida Filipe, Escola Secundária Laura Ayres, Quarteira

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 10h00m
Local a definir
Público: SECUNDÁRIO PROFISSIONAL

Resumo

Nesta conferência, pretendemos analisar as novas AE de Matemática para o Ensino Profissional, homologadas em janeiro de 2023, discutindo o seu papel e quais as dimensões que são relevantes, efetuando uma análise comparativa com as restantes novas aprendizagens essenciais para a Matemática do Ensino Secundário (Matemática A, Matemática B e MACS). Neste contexto, pretende-se analisar possíveis exemplos de tarefas a efetuar em sala de aula com turmas do ensino profissional, nos módulos: P1 - Matemática para a Cidadania; P2 - Estatística; OP1 - Jogos e Matemática; OP4 - Programação Linear; OP5 - Modelos Discretos; OP6 - Estatística Computacional; OP8 - Geometria Sintética; e, OP9 - Padrões Geométricos.

Notas biográficas

Helder Manuel Martins Licenciado em Ensino da Matemática, pela FCUL; é mestre em Educação, especialidade de STEM; pela FCT NOVA; e é Doutorando em Educação, Inovação Educativa, pela FCT/FCSH/ISPA. É orientador de estágios a formandos do curso de Mestrado em Ensino de Matemática no 3.º ciclo do Ensino Básico e no Secundário da FCT NOVA. Colaborou nos projetos T3 – Teaching Teachers with Technology, da APM, e REANIMAT, da FCUL e da FCG. É coautor de manuais escolares de Matemática para o Ensino Secundário; é coautor do relatório “Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática”; e, coautor das novas AE para a Matemática do Ensino Secundário.

Nélida Filipe – Licenciada em Matemática, pela FCTUC; é mestre em Educação Matemática; pela UE; e é Doutora em Educação-Didática da Matemática pelo IE-UL. É professora na Escola Secundária Dra. Laura Ayres em Quarteira e Professora Adjunta Convidada na ESEC da UALG. É professora supervisora de alunas do curso de Mestrado em EB do 1.ºciclo e Ensino de MC no 2.º ciclo do EB na ESEC da UALG. Colaborou num projeto de FCT sobre literacia Estatística, é membro da equipa do Núcleo da APM no Algarve. É coautora de manuais escolares de Matemática para o Ensino Profissional; é coautora e formadora das novas AE para a Matemática do Ensino Secundário.

[Início CD]

 

 

CD 16 - Os manuais e as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática no Ensino Profissional​

Maria Augusta Ferreira Neves  |  Bruno Roque  |  Pedro Rocha Almeida

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 15h00m
Local a definir
Público: SECUNDÁRIO PROFISSIONAL

Resumo

Os manuais desempenham um papel fulcral no processo ensino e aprendizagem, proporcionando uma base sólida para os alunos e professores. Com as Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Profissional, vários foram os desafios colocados na elaboração dos manuais, tais como proporcionar experiências de aprendizagem inovadoras, enriquecedoras, promotoras de uma abordagem mais prática e contextualizada da Matemática e contribuir para que os alunos se tornem cidadãos mais capazes de tomar decisões, reflexivos empenhados e participativos. Nesta conferência evidenciaremos aspetos relevantes da estrutura dos manuais e a forma como os torna adequados a todos alunos, na metodologia e na avaliação constante e diversificada nas suas várias dimensões.

Notas biográficas

Maria Augusta Ferreira Neves  A sua vasta experiência como docente do Ensino Básico, Secundário e Superior, assim como a sua formação académica – Licenciada, Mestre e Doutorada Está em contacto permanente com professores e escolas de todo o país, em particular, através de ações de formação. Esta proximidade com a diversidade de escolas, professores e alunos permite-lhe conhecer com pormenor as diferentes realidades e necessidades de cada um. Nos últimos anos, participou em trabalhos de investigação relacionados com a diversificação de metodologias e modelos de avaliação, para promover o sucesso.

Bruno Roque – Licenciado e mestre pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto nas áreas de Matemática Educacional e Engenharia Matemática. Professor de Matemática do 3.º ciclo e do Ensino Secundário, desde 2002. Lecionou disciplinas de Matemática e Estatística no Ensino Superior. Nas escolas por onde passou, desempenhou funções de gestão intermédia, nomeadamente na coordenação do “Plano de Ação para a Matemática”, como elemento da equipa de avaliação interna e do Agrupamento de Exames do Tâmega. Formador de professores nas áreas da Matemática, Tecnologia Educativa e Educação Matemática.

Pedro Rocha Almeida  Professor de Matemática do 3.º ciclo e do Ensino Secundário, desde 2002. Licenciado em Ensino de Matemática pela Universidade de Aveiro, mantém com esta instituição uma estreita colaboração. Integrou a equipa de autores do programa e dos manuais da disciplina de Economia e Métodos Quantitativos, no âmbito do projeto "Falar Português - Reestruturação curricular do Ensino secundário de Timor-Leste”. Atualmente, colabora no projeto “Aveiro Education and Social Alliance”, no Departamento de Matemática.

[Início CD]

 

 

CD 17 - A aprendizagem da Matemática em atividades STEAM nos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico 

Neusa Branco, ESE de Santarém | Polo de Literacia Digital e Inclusão Social, CIAC, UAlg 
Bento Cavadas, ESE de Santarém | CeiED, Universidade Lusófona

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 10h00m
Local a definir
Público: 1.º e 2.º CICLOS

Resumo

Nesta conferência pretendemos apresentar e discutir algumas propostas de trabalho enquadradas na abordagem STEAM, explicitando as áreas envolvidas, nomeadamente as conexões entre a matemática e as ciências, a sua concretização e exemplos de aprendizagens que podem promover. Estas propostas visam envolver os alunos em atividades matemáticas significativas que promovam o desenvolvimento do seu conhecimento e da capacidade de o aplicar em contextos não matemáticos. A abordagem STEAM seguida procura também contribuir para a promoção de atitudes positivas face à Matemática e o reconhecimento da importância do seu conhecimento para a resolução de problemas de diferentes áreas. Na conferência serão apresentados exemplos do trabalho nestas propostas, em particular envolvendo a utilização de objetos robóticos simples ou contextos de programação, a partir de problemas ou desafios colocados aos alunos.

Notas biográficas

Neusa Branco – Professora Adjunta na Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Santarém. Licenciada em Ensino da Matemática, mestre em Educação-Didática da Matemática e doutorada na mesma área pelo Instituto de Educação da ULisboa. É coordenadora do Mestrado em Ensino do 1.º CEB e de Matemática e Ciência Naturais no 2.º CEB. Tem trabalhado em temas como: Ensino-aprendizagem da Álgebra, Didática da Matemática, Educação STEAM; Conexões matemáticas e Pensamento computacional.

Bento Cavadas – Professor Adjunto na Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Santarém. Licenciado em Ensino de Biologia e Geologia e doutor em Política e Fundamentos Educativos pela Universidade de Salamanca. É subcoordenador do Mestrado em Ensino do 1.º CEB e de Matemática e Ciência Naturais no 2.º CEB. Autor de manuais escolares de Ciências Naturais. Os seus interesses de investigação são nas áreas da didática das ciências, formação de professores, manuais escolares e integração das ciências e da matemática. Integra a equipa do CreativeLab_Sci&Math®.

[Início CD]

 

 

CD 18 - Dados nos primeiros anos…quais as novidades?! 

Ana Caseiro, Escola Superior de Educação de Lisboa

Terça-feira, 16 de julho, 10h00m - 11h00m
Local a definir
Público: 1.º CICLO

Resumo

Embora o tema Organização e tratamento de dados surgisse em anteriores documentos curriculares, nas Aprendizagens Essenciais (AE) atualmente em vigor, o tema Dados e Probabilidades surge com maior destaque, tendo como principal objetivo o desenvolvimento da literacia estatística dos alunos do 1.º ciclo. No documento são apresentadas, de forma clara e direta, sugestões de trabalho a serem desenvolvidas com os alunos, sendo frisada a importância de lhes possibilitar experienciarem dois tipos distintos de trabalho: (i) realização de investigações estatísticas; e (ii) análise de representações gráficas reais. Dessa forma, esta conferência tem como principal objetivo discutir estes dois modos de trabalho, focando em exemplos práticos realizados com alunos do 1.º ciclo, e tentando discutir as potencialidades e dificuldades da realização deste tipo de trabalho, quer pelos alunos quer pelos professores.

Nota biográfica

Ana Caseiro  Doutorada em Educação, ramo de Didática da Matemática, pelo Instituto de Educação da UL. Professora adjunta da Escola Superior de Educação de Lisboa onde coordena, entre outros, o domínio científico da Matemática e a Licenciatura em Educação Básica. Coordena e participa em projetos de investigação na área da Educação Matemática, com enfoque nos primeiros anos, e com especial destaque para a área da Análise de Dados. Colabora com a APM, sendo membro da equipa de coordenação do GTI.

[Início CD]

ProfMat 2024 - Sessões Práticas (2h)

 

As sessões práticas são propostas e dinamizadas por participantes no encontro, sobre temas, abordagens e materiais didáticos, em que é prevista a realização de trabalho prático e discussão, com um momento final para debate coletivo. Para além dos Grupos de trabalho e dos Parceiros da APM, qualquer participante pode submeter uma proposta de Sessão Prática (no separador "Profmat 2024"). A lista completa de sessões práticas é divulgada a partir do dia 5 de junho.

 

SP 01

Estratégias promotoras de pensamento crítico no ensino/aprendizagem da matemática  (Resumo)

Caroline Dominguez  |  Eva Morais  |  Sandra Ricardo
 Escola de Ciência e Tecnologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Público: GERAL

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 16h00

ESRBP

Sala a definir

SP 02

Primeiros passos com a calculadora gráfica Casio fx-CG50  (Resumo)

Ana Margarida Dias, Casio School Coordinator

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 03

Modelos Matemáticos para a Cidadania com a calculadora gráfica Casio fx-CG50  (Resumo)

Dolcínia AlmeidaAgrupamento de Escolas de Águeda Sul

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 16h00

ESRBP

Sala a definir

SP 04

Desvendando a Matemática com Micro:bit e TI-Nspire: Uma Abordagem Gamificada  (Resumo)

Alexandra Rodrigues, Leiria International School
 Joana Duarte, Agrupamento de Escolas de Gouveia

Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 05

A dinâmica e a interatividade entre aplicações da tecnologia TI-Nspire - vantagens na aprendizagem de Matemática no ensino secundário  (Resumo)

Eduardo CunhaAgrupamento de Escolas António Correia de Oliveira
 Raul Gonçalves, Agrupamento de Escolas de Ermesinde

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 16h00

ESRBP

Sala a definir

SP 06

Da Teoria à Prática: Workshop MILAGE para Co-criação Educacional  (Resumo)

Mauro FigueiredoUniversidade do Algarve

Público: GERAL

Quarta-feira, 17 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 07

Matemática fora da sala de aula: criar trilhos com o Math City Map  (Resumo)

Manuel João MarquesAPM
Dora Vaz Pinto , Escola Secundária Raul Proença
Pedro Mesquita, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

Público: GERAL

Quarta-feira, 17 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 08

A Importância dos projetos STEM nas Novas Aprendizagens de Matemática com a TI-Nspire CX II-T (Resumo)

António Vidal, Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos
 Marisabel Antunes, Escola Secundária D. Dinis, Coimbra

Público: 2.º CICLO, 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Quarta-feira, 17 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 09

Apresentações informais de conceitos e resultados matemáticos  (Resumo)

Atractor, Associação Atractor – matemática interactiva

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 16h00

ESRBP

Sala a definir

SP 10

Geometria Sintética com o GeoGebra  (Resumo)

José Carlos Pereira

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 16h00

ESRBP

Sala a definir

SP 11

As pontes entre a Matemática e a sua História nas Aprendizagens Essenciais da Matemática  (Resumo)

Teresa Costa Clain, GHMEM do CIDMA/Universidade de Aveiro

Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Quarta-feira, 17 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 12

Corrida de Carros – usando Python e funções polinomiais e trigonométricas  (Resumo)

Sandra Gaspar Martins, Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 13

Resolução de problemas e pensamento computacional  (Resumo)

Célia Mestre, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal
 Renata Carvalho, APM, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Lisboa

Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 14

Atribuir significado à divisão: um itinerário para a sala de aula dos naturais às frações  (Resumo)

Miguel Ribeiro, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Brasil

Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Quarta-feira, 17 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 15

Descobrir volumes em embalagens e outras que tais  (Resumo)

Isabel Costa Belo, Agrupamento de Escolas Martim de Freitas, Coimbra

Público: 2.º CICLO

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 16

A aprendizagem de Geometria com o GeoGebra  (Resumo)

Mariana Ribeiro  |  António Domingos  |  Helder Martins
 Faculdade de Ciências da Universidade Nova de Lisboa

Público: SECUNDÁRIO

Quarta-feira, 17 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 17

Tarefas de Modelação – O foco nas ações do professor  (Resumo)

António Júlio Aroeira​, Escola Básica e Secundária da Madalena 
 Susana CarreiraUniversidade do Algarve

Público: SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 18

Estatística - Análise De Dados E Representações Gráficas Com O Geogebra  (Resumo)

Maria José Teixeira Do Nascimento, Escola Secundária São Pedro

Público: 2.º CICLO, 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 16h00

ESRBP

Sala a definir

SP 19

O Software Intuitivo – Avaliações em Formato Digital  (Resumo)

Filipa Susana da Graça Ferreira, Agrupamento de Escolas José Afonso, Alhos Vedros

Público: GERAL

Terça-feira, 16 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

SP 20

Eu e o mundo, a maldita matemática e outras histórias – uma abordagem interdisciplinar entre a literatura infantojuvenil e a matemática  (Resumo)

Susana Colaço  |  Maria Clara Martins 
Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém

Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Terça-feira, 16 de julho

14h00 - 16h00

ESRBP

Sala a definir

SP 21

Explorando a Geometria com o Scratch: Uma abordagem prática para professores de Matemática  (Resumo)

Nuno Raínho  |  Carlos Leão 
ESECS - Instituto Politécnico de Leiria

Público: 2.º CICLO e 3.º CICLO

Quarta-feira, 17 de julho

9h00 - 11h00

ESRBP

Sala a definir

 

RESUMOS


 

SP 01 - Estratégias promotoras de pensamento crítico no ensino/aprendizagem da matemática

Caroline Dominguez  |  Eva Morais  |  Sandra Ricardo
 Escola de Ciência e Tecnologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

As Aprendizagens Essenciais de Matemática apontam o pensamento crítico como uma das competências transversais a desenvolver no ensino e na aprendizagem, sendo que esta competência assume um papel fundamental no contexto atual em que vivemos, de mudanças e desafios constantes. Esta sessão prática tem como objetivos: refletir sobre a importância do pensamento crítico no ensino e na aprendizagem da Matemática; conhecer e aplicar taxonomias de pensamento crítico para a elaboração de objetivos de aprendizagem na Matemática com o intuito de promover, de forma progressiva, o desenvolvimento do pensamento crítico; selecionar e adaptar estratégias adequadas aos objetivos a atingir, e, em particular, refletir sobre o potencial de estratégias cooperativas.

Nota biográfica

Caroline Dominguez Doutorada em Socio-Economia pela Universidade de Toulouse-Le-Mirail (França), Caroline Dominguez é docente no Departamento de Engenharia da UTAD. Publica sobre gestão industrial e sobre desenvolvimento do pensamento crítico (PC) no ensino superior. Coordena o grupo de PC da UTAD-WebPACT e a Rede Portuguesa de PC-Crithinknet e participa(ou) e/ou coordena(ou) projetos nacionais e internacionais nessa área. Ministra(ou) formação focada no desenvolvimento do PC para docentes e não docentes.

Eva Morais  Licenciada em Matemática (Ensino) pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), mestre em Matemática Aplicada pela Universidade de Coimbra e doutorada em Matemática Aplicada à Economia e Gestão pela Universidade de Lisboa (ISEG). É docente no Departamento de Matemática na UTAD. Na sua investigação, interessa-se atualmente pela validação de instrumentos de avaliação de competências de pensamento crítico em estudantes de diferentes níveis de ensino.

Sandra Ricardo  Licenciada em Matemática (Formação Educacional) pela Universidade Nova de Lisboa, mestre em Matemática pela Universidade de Coimbra e doutorada em Matemática pelo Institut National des Sciences Appliquées de Rouen (França). É docente no Departamento de Matemática da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e membro do Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Universidade do Porto. Os seus atuais interesses de investigação incluem a formação de professores e a promoção de competências de pensamento crítico na educação.

[Início_SP]

 

 

SP 02 - Primeiros passos com a calculadora gráfica Casio fx-CG50

Ana Margarida Dias, Casio School Coordinator  |  Grupo Casio+

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 10h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

Uma das ideias chave das Aprendizagens Essenciais para o ensino secundário, homologadas em janeiro de 2023 é o recurso sistemático à tecnologia, em particular, a utilização das calculadoras gráficas. A integração da tecnologia é considerada como indispensável na abordagem exploratória de ideias e conceitos matemáticos, pelas possibilidades que oferece aos alunos de experimentarem, visualizarem, representarem e simularem. Nesta sessão vamos conhecer um pouco do modo de funcionamento da calculadora gráfica Casio fx-CG50. A resolução de tarefas será o ponto de partida para explorar quatro dos menus desta calculadora, o Menu run-matrix, o Menu Graph, o Menu Statistics e o Menu Equation. Os participantes terão oportunidade de trabalhar, em pequenos grupos, tarefas envolvendo gráficos, listas e regressões.

Nota: Poderá ser emprestada uma calculadora Casio fx-CG50 aos formandos que não possuem este equipamento.

Nota biográfica

Ana Margarida Dias Licenciada em Matemática Aplicada. Certificada como formadora na área e domínio das Didáticas Específicas da Matemática e Tecnologia Educativas na Sala de Aula desde 2005. Coordenadora Pedagógica na Casio Portugal. Integra o Grupo de Trabalho Casio+ da APM desde o seu inicio.

[Início_SP]

 

 

SP 03 - Modelos Matemáticos para a Cidadania com a calculadora gráfica Casio fx-CG50

Dolcínia AlmeidaAgrupamento de Escolas de Águeda Sul  |  Grupo Casio+

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

Nas aprendizagens essenciais da Matemática no ensino secundário surge como ideia inovadora do currículo a “Matemática para a cidadania” que pretende fazer parte integrante da formação geral dos jovens. Assim, nesta sessão prática pretende-se explorar alguns modelos matemáticos de processos eleitorais e de modelos financeiros usando as potencialidades da tecnologia na resolução de problemas. No que se refere a ideias chave das aprendizagens essenciais destaca-se o “Recurso sistemático à tecnologia” uma vez que as tarefas previstas se proporcionam a incentivar a exploração de ideias e conceitos, integrando a tecnologia como alavanca para a compreensão e resolução de problemas. Nesta sessão vai ser abordada a programação em Python, apresentada de forma a conhecerem as funcionalidades básicas com atividades relevantes para o desenvolvimento de processos algorítmicos, de um pensamento estruturado e do raciocínio lógico, a resolução de problemas, além de promover o desenvolvimento do pensamento computacional.

Nota: Poderá ser emprestada uma calculadora Casio fx-CG50 aos formandos que não possuem este equipamento.

Nota biográfica

Dolcínia Almeida Licenciada e Mestre em Ensino da Matemática. Certificada como formadora na área e domínio das Didáticas Específicas da Matemática desde 2000. Professora Acompanhante Local do Programa Ajustado de Matemática no ensino secundário, em 1999, e Professora Acompanhante do Plano de Ação para a Matemática no ensino básico. Desde 2012, integra o Grupo de Trabalho Casio+ da APM.

[Início_SP]

 

 

SP 04 - Desvendando a Matemática com Micro:bit e TI-Nspire: Uma Abordagem Gamificada

Alexandra Rodrigues, Leiria International School  |  Grupo T3 Portugal
 Joana Duarte, Agrupamento de Escolas de Gouveia  |  Grupo T3 Portugal

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

O objetivo da sessão é explorar recursos, ideias estimulantes, desafios e experiências que destacam as oportunidades proporcionadas pelo Micro:bit™ e tecnologia TI Nspire Cx II-T. Os participantes poderão integrar o Micro:bit em tarefas para que os alunos aprendam a programar ou integrá-lo em atividades gamificadas. Assente numa estratégia de gamificação, pretende-se promover a motivação, facilitar a inclusão e diversidade em sala de aula, enquanto se desenvolve o pensamento computacional, programando em Python. Através de atividades práticas e interativas, que demonstram algumas das potencialidades destas tecnologias no desenvolvimento das competências previstas nas Aprendizagens Essenciais, vamos descobrir maneiras criativas de introduzir elementos lúdicos no ensino da Matemática, tornando a aprendizagem uma experiência empolgante e memorável para os alunos.

Notas biográficas

Alexandra Rodrigues Membro do Grupo de Trabalho T3 da APM, doutoranda em Didática na Universidade de Trás-os-Montes e Professora de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário no Leiria International School.

Joana Duarte – Professora do 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino secundário no grupo 550, Licenciada em Matemática pela Universidade Católica Portuguesa e Pós-Graduada em Gestão Financeira e Fiscal de Empresas pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Certificada pelo CCPFC, é Formadora do Grupo de Trabalho T3 da APM e recentemente, Professora na Escola Superior de Educação de Viseu. 

[Início_SP]

 

 

SP 05 - A dinâmica e a interatividade entre aplicações da tecnologia TI-Nspire - vantagens na aprendizagem de Matemática no ensino secundário

Eduardo CunhaAgrupamento de Escolas António Correia de Oliveira  |  Grupo T3 Portugal
 Raul GonçalvesAgrupamento de Escolas de Ermesinde  |  Grupo T3 Portugal

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

A tecnologia TI-Nspire, mais do que uma calculadora gráfica, cujo software de computador é muito mais do que um emulador, potencia a aprendizagem matemática com recurso a múltiplas representações e com interações dinâmicas entre si. As novas AEs das matemáticas para o Ensino Secundário reforçam a utilização de diversos suportes tecnológicos, como a folha de cálculo, os AGDs, as representações de funções e estatísticas, ou editor de Python. Com a TI-Nspire, todos estes suportes estão presentes “na palma da mão” e na mesma plataforma tecnológica, em aplicações de fácil utilização e com a possibilidade de se interligarem entre si de forma bastante natural. Vamos tratar exemplos, baseados no trabalho realizado com alunos de uma turma experimental das novas aprendizagens na Matemática A, de utilização da folha de cálculo e o tratamento estatístico, da representação gráfica de funções e transformações dos seus gráficos, e da integração do editor de Python com a aplicação de gráficos em torno da aprendizagem da função afim.

NotaSerão fornecidas calculadoras gráficas TI-Nspire CX II-T, mas poderão utilizar com vantagem o vosso computador portátil com o respetivo software instalado e atualizado.

Notas biográficas

Eduardo Cunha Membro do GT T3 da APM, Mestre em Tecnologia Educativa, Coordenador do Projeto Academia das Ciências pelo Oceano – CCVnE e Professor do AE António Correia de Oliveira. 

Raul Gonçalves – Membro do GT T3 da APM, do GT do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática para o Ensino Secundário e professor de uma turma experimental de matemática A das novas AEs de matemática A no AE de Ermesinde.

[Início_SP]

 

 

SP 06 - Da Teoria à Prática: Workshop MILAGE para Co-criação Educacional 

Mauro FigueiredoUniversidade do Algarve

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

Nesta sessão prática, iremos explorar a criação de conteúdos educativos digitais na MILAGE. Pretende-se capacitar os professores para que possam transformar os alunos em co-criadores do conhecimento, incentivando-os a participar ativamente na criação de conteúdos educacionais e no desenvolvimento de suas próprias competências curriculares e transversais através da MILAGE. Ao habilitar os professores a integrar os alunos no processo de criação de conteúdos, esperamos fomentar um ambiente de aprendizagem mais colaborativo e inovador, onde os alunos não são apenas consumidores de informações, mas também contribuem ativamente para a construção do conhecimento. Esta abordagem não apenas aumenta a motivação dos alunos, mas também desenvolve suas competências críticas e criativas.

Nota biográfica

Mauro Figueiredo Professor na Universidade do Algarve. Doutorado em Engenharia Informática pela Universidade de Salford, Reino Unido. Os seus interesses de investigação incidem na utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação para a Educação, aprendizagem móvel, realidade virtual e aumentada. Desenvolveu a plataforma MILAGE APRENDER+ para a aprendizagem móvel.

[Início_SP]

 

 

SP 07 - Matemática fora da sala de aula: criar trilhos com o Math City Map 

Manuel João MarquesAPM
Dora Vaz Pinto , Escola Secundária Raul Proença
Pedro Mesquita, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

Será que a Matemática está em todo o lado? Para os alunos conseguirem ver a matemática que os rodeia, é necessário que o professor os ensine a ver. A criação de tarefas em contexto real, fora da sala de aula, promove a formulação e resolução de problemas, o estabelecimento de conexões matemáticas, o pensamento crítico, mas também o trabalho colaborativo e a criatividade, indo assim ao encontro das orientações das Aprendizagens Essenciais para o Ensino Básico e o Ensino Secundário. O recurso à tecnologia, e em particular à aplicação Math City Map (disponível gratuitamente em qualquer smartphone) torna a criação de tarefas e, posteriormente, a exploração de trilhos, muito mais dinâmicos e motivadores para os alunos. Nesta sessão prática, iremos explicar como criar tarefas matemáticas no computador, no portal Math City Map (https://mathcitymap.eu/pt/), usando os guiões criados no âmbito do projeto “Math City Map nas Caldas da Rainha” e explorando fotografias recolhidas pelos alunos. Veremos ainda como criar trilhos matemáticos, unindo as tarefas, e como explorar estes percursos na aplicação Math City Map, no telemóvel.

Notas biográficas

Manuel João Marques – Licenciado em Matemática Ramo Educacional, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 2001, atualmente na Escola Secundária Afonso Lopes Vieira (Leiria). Coautor de manuais escolares do 3.º Ciclo, entre 2001 e 2012. Formador acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, desde 2013. Atualmente, exerce funções na Associação de Professores de Matemática (APM) e é coordenador do Grupo de Trabalho CASIO+ da APM.

Dora Vaz Pinto – Licenciada em Matemática (Ramo de Formação Educacional), pela Universidade do Algarve e Pós-Graduada em Matemática Aplicada, pela Universidade Lusíada. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 2004, atualmente no Agrupamento de Escolas Raul Proença (Caldas da Rainha).

Pedro Mesquita – Licenciado em Matemática (Ramo de Formação Educacional) pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 1994. Professor na escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro (ESRBP), desde 1997. Coordenador dos cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA).

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SP 08 - A Importância dos projetos STEM nas Novas Aprendizagens de Matemática com a TI-Nspire CX II-T 

António VidalAgrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos  |  Grupo T3 Portugal
 Marisabel Antunes, Escola Secundária D. Dinis, Coimbra  |  Grupo T3 Portugal

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 2.º CICLO, 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

Nesta sessão, serão partilhados e explorados projetos STEM, em consonância com as Novas Aprendizagens Essenciais, onde a tecnologia se torna aliada na aprendizagem dos alunos, estimulando a sua criatividade, incentivam a curiosidade, cultivam o espírito crítico, preparando-os para enfrentarem um futuro cada vez mais científico e tecnológico. As tarefas selecionadas exploram as práticas do pensamento computacional, imprescindíveis na atividade matemática e que proporcionam aos alunos ferramentas que lhes permitem resolver problemas, em especial relacionados com a programação (linguagem Python).

Notas biográficas

António Vidal Membro do GT T3 da APM, Professor de Matemática do AE Júlio Dantas 

Marisabel Antunes – Membro do GT T3 da APM, professora de uma turma experimental de matemática A das novas AE na Escola Secundária D. Dinis. 

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SP 09 - Apresentações informais de conceitos e resultados matemáticos  

Atractor, Associação Atractor – matemática interactiva

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

Ao expor conceitos ou resultados matemáticos, antes de proceder a formulações precisas é aconselhável procurar transmitir informalmente as ideias subjacentes a esses conceitos ou resultados. No entanto, a escolha de tais abordagens informais é muito delicada. Por exemplo, a sucessão 1, 1/2, 1/3, 1/4, ... , 1/n, ...  é convergente para 0. Quando se quer aproveitar este exemplo para transmitir informalmente o que isto significa, ouve-se com frequência: dizer que “uma sucessão é convergente para zero” significa que (C) os seus termos se vão aproximando cada vez mais de 0. Ora a ideia de convergência é diferente e a condição (C) (satisfeita por aquela sucessão) nem é suficiente nem necessária para a convergência para 0. A sucessão 2/1, 3/2, 4/3, 5/4, ... , (n+1)/n , ... satisfaz a (C) e não converge para 0 e a sucessão ((2+(-1)^n)/n)n converge para 0 e não satisfaz a (C).

A sessão procurará envolver os participantes na procura de abordagens informais de alguns conceitos e resultados.

Nota biográfica

https://www.atractor.pt 

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SP 10 - Geometria Sintética com o GeoGebra  

José Carlos Pereira

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

A Geometria Sintética é um dos tópicos das Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática A do Ensino Secundário. Nesta Sessão Prática iremos trabalhar algumas tarefas sobre este conteúdo, nomeadamente Pontos Notáveis de um Triângulo, Reta de Euler e Circunferência dos Noves Pontos. Usaremos o GeoGebra para conjeturar algumas das propriedades que envolvem estes conteúdos para, de seguida, as tentarmos provar. Todas as tarefas a realizar poderão ser utilizadas em contexto de sala de aula. Não é necessário ser um utilizador experiente do GeoGebra para poder frequentar esta sessão. Como pré-requisito é apenas necessário saber o processo de construção dos quatro pontos notáveis presentes no Programa, Incentro, Circuncentro, Baricentro e Ortocentro.

Nota biográfica

José Carlos Pereira Professor de Matemática, licenciado pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa com estágio profissional na Escola Secundária Seomara da Costa Primo. Dedica-se ao seu centro de explicações de Matemática desde então. É administrador do grupo de Facebook Recursos para Matemática, onde gere e fomenta a partilha e discussão de temas relacionados com a Matemática e a sua docência entre mais de 9000 membros. Coautor do livro de apoio escolar Preparar o Exame Matemática A, da Raiz Editora e do manual Matemática 360 da mesma editora. Colaborador do Clube de Matemática da Sociedade Portuguesa de Matemática, com a coluna «Se e só se». 

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SP 11 - As pontes entre a Matemática e a sua História nas Aprendizagens Essenciais da Matemática  

Teresa Costa Clain  |  GHMEM do CIDMA/Universidade de Aveiro

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

O objetivo da sessão proposta é trabalhar os temas transversais, mais concretamente, a História da Matemática nas Aprendizagens Essenciais (AE) homologadas recentemente. Pretende-se: conhecer, manejar e explorar os domínios inerentes às AE; apresentar e interpretar uma variedade de problemas que resultam na utilização dos domínios/temas com inclusão dos temas transversais e utilizando abordagens didáticas diversificadas e auxiliares na exposição dos temas, bem como na elaboração e resolução de exercícios, explorar as potencialidades de alguns recursos tecnológicos na elaboração e resolução de exercícios/atividades relacionados com cada tema. Motiva-se o trabalho colaborativo entre os docentes e a partilha de experiências didáticas, importantes para o desenvolvimento profissional. Serão disponibilizados aos formandos a apresentação da sessão e outros materiais dentro de cada contexto temático (fichas de trabalho, sugestões de atividades, entre outros).

Nota biográfica

Teresa Costa Clain Docente de Matemática no Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, é formadora em Matemática, Didática da Matemática e colaboradora do Grupo de História da Matemática e Educação Matemática do CIDMA da Universidade de Aveiro (UA), onde desenvolve investigação sobre a História da Matemática e as suas aplicações na sala de aula. Participa no Projeto “Histórias com Ciência na Biblioteca Escolar”, da UA e da Rede Nacional de Bibliotecas Escolares.

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SP 12 - Corrida de Carros – usando Python e funções polinomiais e trigonométricas   

Sandra Gaspar Martins  |  Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

Os meus alunos fazem este trabalho que é uma corrida de carros usando programação em Python. Também pode ser uma joaninha a percorrer um prado verdejante, etc. É muito atrativo para eles. Os alunos escolhem uma pista e um carro de que gostem. Eu forneço aos alunos o programa em que o meu carro percorre a minha pista, eles só alteram para ser o deles a percorrer a pista deles. A parte de Python é simples e já está feita, na prática só têm de manipular a matemática. Os alunos devem conhecer senos e cossenos em radianos e polinómios. Nesta sessão, vou dar um carro, uma pista, e o meu programa Python, e cada um/cada grupo (como preferirem) vai tentar que o carro percorra a pista. Verão que é muito simples! No final entregarei todos os materiais que vos poderão ajudar a implementar este trabalho com os vossos alunos, e ficarei disponível para todo o apoio via zoom ou email.

Nota: Se não for utilizador de Python ficará num grupo com alguém que seja utilizador – verá que é muito simples. Eu forneço o programa Python e só tem de trabalhar a matemática.

Nota biográfica

Sandra Gaspar Martins Docente de matemática do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa desde 2000. Foi docente do ensino básico durante 3 anos. É doutorada em Ciências da Educação pela Universidade Nova de Lisboa. Um grande foco do seu trabalho é tirar partido da tecnologia para fomentar a aprendizagem significativa dos alunos.

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SP 13 - Resolução de problemas e pensamento computacional   

Célia Mestre, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal
 Renata Carvalho, APM, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Lisboa

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Resumo

O pensamento computacional é uma capacidade essencial para a formação do individuo, pois envolve processos de pensamento importantes para a formulação e resolução de problemas. As Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico trouxeram novos desafios à prática dos professores, entre eles, o pensamento computacional, enquanto capacidade matemática que requer o desenvolvimento de várias práticas (e.g., abstração, decomposição, reconhecimento de padrões, algoritmia e depuração) através de tarefas matemáticas desafiantes, planificadas e implementadas com intencionalidade. Nesta sessão prática iremos discutir o conceito de “pensamento computacional” e suas práticas à luz da resolução de duas tarefas que exploram conhecimentos sobre números (e.g., paridade, igualdade/desigualdade). Pretendemos igualmente promover a reflexão acerca do tipo de tarefa e atividade matemática que promove o desenvolvimento do pensamento computacional dos alunos na aula de matemática.

Notas biográficas

Célia Mestre Exerce funções na Escola Superior de Educação de Setúbal, como professora requisitada. Têm vasta experiência na docência de 1.º ciclo, na formação contínua e na formação inicial de professores no âmbito da Didática da Matemática. É doutorada em Educação, especialidade em Didática da Matemática, pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Possui Pós-Graduação em Tecnologias e Metodologias da Programação no Ensino Básico, pela mesma instituição e tem Mestrado e Licenciatura em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação da Universidade de Lisboa. A sua formação inicial é Licenciatura em Ensino da Matemática e Ciências da Natureza, pela Escola Superior de Educação de Beja. É coautora das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática do Ensino Básico (2021).

Renata Carvalho  É licenciada em Ensino na variante de Matemática e Ciências da Natureza pela ESE de Portalegre. Possui Mestrado em Educação na área de Didática da Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e Doutoramento em Educação, na mesma área, pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tem colaborado em projetos e encontros nacionais e internacionais na área da Educação Matemática e na formação contínua de professores. Colabora, desde 2016/17 com a ESE de Lisboa na formação inicial de professores. Atualmente é Diretora do Centro de Formação da APM.

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SP 14 - Atribuir significado à divisão: um itinerário para a sala de aula dos naturais às frações   

Miguel Ribeiro  |  Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Brasil

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Resumo

Os resultados dos alunos estão ainda “longe do esperado” em diversos tópicos e competências matemáticas, o que nos informa, por um lado sobre um conjunto de dificuldades a matemática e, por outro, da necessidade de uma discussão na formação de professores que nos possibilite práticas matemáticas que transformem esses conhecimentos matemáticos. Entre esses tópicos matemáticos a divisão e as frações são identificados como dois dos “mais problemáticos”, aumento essas dificuldades quando os conjugamos: divisão de frações. Promover essa compreensão exige passar a conhecer e entender as conexões desses tópicos com a medida, levando a generalizar processos e formas de Pensar matematicamente que são empregues nos naturais expandindo-os para as frações. Nesta sessão prática iremos vivenciar um itinerário de discussões matemáticas modelando a prática que amplia o espaço de entendimento sobre a divisão e as frações, erradicando as dificuldades dos alunos e desenvolvendo as suas competências de forma que possam generalizar as formas de proceder e pensar matematicamente a outros tópicos.

Nota biográfica

Miguel Ribeiro Doutor em Didática da Matemática pela Universidade de Huelva (Espanha), formador de professores com foco nas especificidades da prática e conhecimento do professor e atualmente Professor na UNICAMP (Brasil).

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SP 15 - Descobrir volumes em embalagens e outras que tais  

Isabel Costa Belo  |  Agrupamento de Escolas Martim de Freitas - Coimbra

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 2.º CICLO

Resumo

As tarefas matemáticas apresentadas, “Vamos descobrir o volume a partir de embalagens”, “As compras da Maria” e “Cápsulas de café”, tendo como objetivos promover e aliciar o  interesse dos alunos; dando oportunidade de aprofundar conceitos previamente  introduzidos; desenvolver e aperfeiçoar as capacidades matemáticas dos alunos e permitir  que descrevam, ampliem, criem, analisem as questões em cada tarefa, promover a  comunicação matemática e desenvolver nos alunos a capacidade de explorar e raciocinar  logicamente. Os momentos de trabalho em grupo e de discussão em grande grupo são fundamentais para a compreensão e revisão de conceitos, onde os alunos têm a oportunidade de aprender a justificar oralmente e por escrito os seus raciocínios e procedimentos, beneficiando os alunos na aprendizagem e na construção ativa dos conhecimentos. A tarefas propostas promovem a oportunidade de resolver diferentes questões com capacidades matemáticas diversificadas, utilizando diversas estratégias com recurso a embalagens, velas, régua e calculadora, permitindo o desenvolvimento da linguagem matemática. Ao aprenderem estratégias de resolução diversificadas, os alunos desenvolvem a argumentação, conjeturam, generalizam e justificam raciocínios, adquirindo de forma progressiva a formalização.

Nota biográfica

Isabel Costa Belo Licenciada em Ensino da Matemática e Ciências Naturais. Mestre em Matemática pela Universidade de Aveiro. Possui uma Formação Especializada em Administração e Organização Escolar. Colaboradora com a Universidade de Coimbra no Projeto Europeu Clohe. Autora de livros na área da Matemática. Autora e Colaboradora em Publicações, Comunicações e Projetos na área da Educação. Tem formação em Comprehensive School Mathematics Program. Cooperante em Estágios de Mestrado na Matemática.

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SP 16 - A aprendizagem de Geometria com o GeoGebra

Mariana Ribeiro  |  António Domingos  |  Helder Martins
 Faculdade de Ciências da Universidade Nova de Lisboa

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

As Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática A preveem a utilização de ambientes de Geometria Dinâmica. O objetivo desta sessão é mostrar como o GeoGebra pode ser uma ferramenta muito útil no ensino e aprendizagem de Geometria, nomeadamente, por permitir aos alunos visualizar e manipular os objetos matemáticos em estudo, e, como tal, estimulá-los a fazerem as suas próprias conjeturas. Nesta sessão, iremos fazer uma pequena partilha sobre os resultados de uma investigação acerca da influência do GeoGebra na aprendizagem do tema Geometria Sintética. De seguida, iremos realizar algumas tarefas práticas sobre Pontos Notáveis de um Triângulo, Reta de Euler, Circunferência dos nove pontos e Geometria Analítica no Espaço, que poderão ser implementadas nas vossas aulas. Todos são bem-vindos na sessão, mesmo quem ainda não tenha tido muito contacto com o GeoGebra.

Notas biográficas

Mariana Fernandes Ribeiro – Aluna finalista do Mestrado de Ensino da Matemática da NOVA-FCT, a frequentar o estágio profissional na Escola Secundária António Damásio com uma turma piloto das Aprendizagens Essenciais de 2023. Em 2022, licenciou-se em Matemática pela FCUL. Tendo-se dedicado às explicações de Matemática desde 2021.

António Domingos – Professor Auxiliar do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas, da NOVA-FCT, licenciado em Matemática e Desenho, com mestrado e doutoramento em Ciências da Educação, na especialidade de Teoria e Desenvolvimento Curricular. Leciona na NOVA-FCT, no Mestrado em Ensino da Matemática, no Mestrado em Educação, e no Programa Doutoral em Educação. É coautor das Aprendizagens Essenciais de 2023, bem como de vários artigos publicados em revistas nacionais e internacionais relacionados com STEM. Tem orientado várias dissertações de mestrado e doutoramento.

Helder Manuel Martins Licenciado em Ensino da Matemática, pela FCUL; mestre em Educação, especialidade de STEM, pela FCT NOVA; e Doutorando em Educação, Inovação Educativa, pela FCT/FCSH/ISPA. É professor na Escola Secundária António Damásio, desde 1992, tendo igualmente acumulado funções em diversos colégios privados da área da grande Lisboa. É orientador de estágios a formandos do curso de Mestrado em Ensino de Matemática no 3.º ciclo do Ensino Básico e no Secundário da FCT NOVA, desde 2020, e é classificador e supervisor da classificação de exames de Matemática A, desde 2003. Colaborou nos projetos T3 – Teaching Teachers with Technology, da APM, e REANIMAT, da FCUL e da FCG, tendo igualmente publicado artigos em revistas e em livros de atas de diversos encontros e congressos de educação. É coautor de manuais escolares de Matemática para o Ensino Secundário; é coautor do relatório “Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática”; e, coautor e formador das novas Aprendizagens Essenciais para a Matemática do Ensino Secundário.

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SP 17 - Tarefas de Modelação – O foco nas ações do professor

António Júlio Aroeira​  |  Escola Básica e Secundária da Madalena 
 Susana CarreiraUniversidade do Algarve

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

As Aprendizagens Essenciais de Matemática seguem a tendência internacional na relevância atribuída à modelação matemática no processo de ensino e aprendizagem dos alunos, nomeadamente no desenvolvimento de competências de compreensão e intervenção num mundo cada vez mais complexo e tecnológico. As competências de modelação matemática dos alunos podem ser efetivamente promovidas, tendo em atenção um equilíbrio necessário entre a orientação do professor e independência do trabalho alunos. Nesta sessão prática, tomaremos como ponto de partida a resolução de uma tarefa de modelação, considerando as possíveis resoluções, antecipando as dificuldades dos alunos e as possíveis ações do professor. Com a discussão sobre a tarefa proposta pretendemos caracterizar o que é uma boa tarefa de modelação, as etapas do ciclo de modelação, o papel da tecnologia e as competências promovidas pelas tarefas de modelação, tomando como referências as AE.

Notas biográficas

António Júlio Aroeira  Professor de Matemática, Licenciado em Matemática (via Ensino) pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Atualmente leciona na Escola Básica e Secundária da Madalena. Integrou a equipa de Acompanhamento Local do Programa de Matemática (1998-2022) e mais recentemente a equipa de Formação e Acompanhamento do Ensino Básico na R. A. dos Açores (2013-2021).

Susana Carreira  Professora Associada da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve; Professora Associada Convidada do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Desenvolve investigação sobre modelação no ensino e aprendizagem da matemática; tem publicações nacionais e internacionais neste domínio, bem como orientações de dissertações e teses. Tem participado em conferências internacionais com foco no tema, como o ICTMA e o CERME (no Topic Working Group on Applications and Modelling).

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SP 18 - Estatística - Análise De Dados E Representações Gráficas Com O Geogebra

Maria José Teixeira Do Nascimento  |  Escola Secundária São Pedro

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 2.º CICLO, 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

O recurso tecnológico do software de matemática dinâmica GeoGebra, é um instrumento importante para a prática do professor, no sentido de redesenhar a forma como se ensina e de desenvolver estratégias que envolvam e predisponham os alunos para uma aprendizagem significativa. A utilização do GeoGebra permite uma abordagem de conteúdos matemáticos, através da experimentação e da manipulação dinâmica de diferentes elementos, facilitando a realização de construções para deduzir resultados e propriedades a partir da observação direta. Esta Sessão prática inscreve-se na necessidade capacitar os professores dos grupos 230 e 500 para a operacionalização das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico e Ensino Secundário, no Tema Dados e Probabilidades, particularmente na análise de dados (Análise Univariada, Análise Bivariada, e cálculo de estatísticas) e representações gráficas (Gráficos de linha, Gráficos Circulares, Histogramas e Diagramas de extremos e quartis). Pretende-se que os professores adquiram alguma destreza e predisposição para a sua integração na prática letiva.

Nota biográfica

Maria José Teixeira Do Nascimento Professora do grupo 500. Licenciada em Matemática (Ensino) pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC); Mestre em Ensino da Matemática pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD); Certificada como formadora nas áreas e domínios: Matemática/Métodos Quantitativos e Didáticas Específicas (Matemática); É Formadora no CFAEATB. Participou na capacitação de formadores das novas AE em Matemática do Ensino Básico, e foi formadora no âmbito das AE de Matemática para o 2.º ciclo. É docente na Escola Secundária de São Pedro, em Vila Real. 

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SP 19 - O Software Intuitivo – Avaliações em Formato Digital

Filipa Susana da Graça Ferreira  |  Agrupamento de Escolas José Afonso, Alhos Vedros

Terça-feira, 16 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

A crescente adoção do Intuitivo reflete a tendência de digitalização no setor educacional e a busca por soluções que proporcionem uma maior eficiência e qualidade nas avaliações. A utilização deste software pelos docentes, possibilita a realização de avaliações em formato digital, bem como a partilha de materiais entre pares. Pretende-se dar a conhecer as potencialidades e os constrangimentos de utilização desta ferramenta, contribuir para criar e administrar avaliações de forma digital, permitindo o acompanhamento do progresso dos alunos, de forma mais ecológica e com a automatização de algumas correções de exercícios. A crescente adoção do Intuitivo reflete a tendência de digitalização no setor educacional e a busca por soluções que proporcionem uma maior eficiência e qualidade nas avaliações.

Nota biográfica

Filipa Susana da Graça Ferreira Licenciada em matemática (ramo educacional) e com um curso de especialização em supervisão pedagógica, é atualmente Professora no AE José Afonso, em Alhos Vedros e Assistente Convidada na Escola Superior de Tecnologia de Setúbal - IPS. Ao longo da sua vida profissional tem tentado contribuir na modernização de processos de avaliação, na melhoria da experiência de alunos e professores, e na integração de tecnologias digitais que sejam facilitadoras do processo de ensino-aprendizagem. 

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SP 20 - Eu e o mundo, a maldita matemática e outras histórias – uma abordagem interdisciplinar entre a literatura infantojuvenil e a matemática

Susana Colaço  |  Maria Clara Martins 
Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém

Terça-feira, 16 de julho, 14h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Resumo

Esta sessão prática tem como objetivo integrar a literatura infantojuvenil no ensino da matemática do 1.º e 2.º ciclos, abordando tópicos de temas matemáticos como geometria e medida, organização e tratamento de dados, números e operações e álgebra. Pretende-se proporcionar aos participantes uma abordagem interdisciplinar recorrendo a exemplos de literatura infantojuvenil para fortalecer as aprendizagens essenciais em Matemática nestes dois ciclos de ensino, nomeadamente, no que diz respeito à compreensão matemática dos alunos e ao desenvolvimento de capacidades matemáticas e competências transversais gerais associadas aos temas matemáticos. A partir de uma metodologia ativa, os participantes terão oportunidade de criar e realizar tarefas práticas tendo como ponto de partida narrativas infantojuvenis e refletindo também sobre aprendizagem dos alunos, o papel do professor e o papel do aluno no desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar desta natureza.

Notas biográficas

Susana Colaço Professora Coordenadora na Escola Superior de Educação - Instituto Politécnico de Santarém. Licenciada em Matemática, Mestre e Doutorada também em Matemática pela Universidade de Lisboa e Especialista em Formação de Professores do Ensino Básico do 1.º e 2.º Ciclos. Há mais de 25 anos é formadora de professores e educadores, quer no âmbito da formação inicial, quer na formação contínua. As suas áreas de interesse vão desde a utilização da Tecnologia no Ensino da Matemática à Didática da Matemática, em particular para os primeiros anos a áreas mais abrangentes como a Inclusão e a Sustentabilidade na formação de futuros Professores. 

Maria Clara Martins – Professora na Escola Superior de Educação-Instituto Politécnico de Santarém. Especialista em Formação de Professores do Ensino Básico do 1.º e 2.º Ciclos. Licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra e Mestre em Matemática para o Ensino pela mesma universidade. As suas áreas de interesse são a Didática da Matemática e a Formação de professores em Matemática dos primeiros anos com incidência na abordagem STEAM, interdisciplinaridade e articulação curricular e recursos manipuláveis e digitais em educação.

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SP 21 - Explorando a Geometria com o Scratch: Uma abordagem prática para professores de Matemática

Nuno Raínho  |  Carlos Leão 
ESECS - Instituto Politécnico de Leiria

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 11h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 2.º CICLO e 3.º CICLO

Resumo

Esta sessão prática é projetada para professores de Matemática que desejam integrar o pensamento computacional nas suas aulas através do Scratch, metodologia que está em consonância com os objetivos das Aprendizagens Essenciais para os 2.º e 3.º ciclos. O uso do Scratch apoia o desenvolvimento do pensamento computacional, essencial para a resolução de problemas, e facilita a criação de múltiplas representações dos conceitos. Além disso, promove a exploração de conexões entre diferentes áreas da Matemática e a aplicação de conceitos em contextos reais, proporcionando uma visão integrada da disciplina. Durante a sessão, os professores terão a oportunidade de se familiarizar com a interface do Scratch e de explorar como a programação pode ser usada para explorar matemática de maneira criativa e envolvente, neste caso especialmente dedicada à geometria e medida.

Nota: Esta sessão também poderá interessar a outros níveis do ensino. Os participantes na sessão prática deverão ter computador ou tablet ou iPad.

Notas biográficas

Nuno Raínho Docente de Matemática no Agrupamento de Escolas Tondela Cândido Figueiredo e Assistente Convidado na ESECS-IPL. É também colaborador no projeto “O pensamento computacional na formação inicial de professores dos primeiros anos” do CI&DEI do IPL. Dinamizador dos projetos Desafios e Matematrix da ESECS-IPL.

Carlos Leão – Coordenador do Departamento de Ciências Exatas, Naturais e Tecnológicas e docente de Matemática no Colégio Rainha Dona Leonor, Caldas da Rainha e Assistente Convidado na ESECS-IPL. É também colaborador e dinamizador do projeto Matematrix da ESECS-IPL.

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ProfMat 2024 - Simpósios de Comunicações (1h)

 

Os simpósios são espaços para a apresentação de comunicações (15 minutos cada), que divulgam experiências, projetos, trabalhos, investigações ou outras intervenções com relevância na Educação Matemática. Têm uma duração global que permite a apresentação das comunicações e um tempo de discussão, para que a audiência possa formular questões, no final das apresentações.

 

Simpósio de Comunicações 01 (SC 01)

Coisas que aconteceram... Episódios do passado de ensino da Matemática
Moderador: A definir

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00 - 10h00
ESRBP, Sala a definir

 

A

1964: Os 50 anos do projeto Sebastião e Silva (Resumo)

José Manuel Matos, Universidade Nova de Lisboa

Público: SECUNDÁRIO

B

A Matemática Moderna no ensino primário: a introdução da teoria dos conjuntos (Resumo)

Rui Candeias, Agrupamento de Escolas Terras de Larus

Público: 1.º CICLO

C

Matemática Recreativa - Geometrias Não Euclidianas no Ensino Secundário (Resumo)

Maria Teresa Serrão Sanches Gonçalves, Escola Básica e Secundária Ribeiro Sanches

Público: SECUNDÁRIO

 

 

Simpósio de Comunicações 02 (SC 02)

Moderador: A definir

Terça-feira, 16 de julho, 11h30 - 12h30
ESRBP, Sala a definir

 

A

B

C

Apps for Good – Metodologia de projeto inovadora (Resumo)

Matilde Buisel  |  Sara Cordeiro  |  Paula Fernandes
CDI / Apps for Good Portugal

Público: GERAL

 

 

Simpósio de Comunicações 03 (SC 03)

Moderador: A definir

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00 - 10h00
ESRBP, Sala a definir

 

A

Trabalho de projeto na aula de Matemática (Resumo)

Nélia Amado, Universidade do Algarve
Alexandra Rodrigues, CICS.NOVA, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa, UIED

Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

B

Biomatemática no ensino profissional (Resumo)

Alexandra Rodrigues, CICS.NOVA, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa, UIED
Nélia Amado, Universidade do Algarve & UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa

Público: SECUNDÁRIO

 

 

Simpósio de Comunicações 04 (SC 04)

Moderador: A definir

Terça-feira, 16 de julho, 15h00 - 16h00
ESRBP, Sala a definir

 

A

Avaliações diversificadas - um contributo  (Resumo)

Belarmina Cristina Azevedo  |  Luisa Adelina Selas  |  Manuel Teles Lagido
Escola Secundária José Régio Vila do Conde

Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

B

“Mas, já temos a resposta do problema, o que temos de fazer agora?” – uma abordagem indo além de encontrar a resposta (Resumo)

Miguel Ribeiro, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Brasil

Público: GERAL

C

Quizzes no moodle – momentos com todos os alunos atentos e focados (Resumo)

Sandra Gaspar Martins  |  Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Público: GERAL

 

 

Simpósio de Comunicações 05 (SC 05)

Moderador: A definir

Terça-feira, 16 de julho, 11h30 - 12h30
ESRBP, Sala a definir

 

A

Rumo ao Dragão: as Capacidades Matemáticas no nosso quotidiano  (Resumo)

Jéssica Silva  |  João Tiago Dos Santos Gonçalves  |  Dárida Maria Fernandes  
Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto

Público: 1.º CICLO

B

A promoção da educação financeira por meio das aprendizagens essenciais: um olhar para a matemática no salário  (Resumo)

Reullyanne Freitas de Aguiar  |  Alexandra Sofia da Cunha Rodrigues  |  Francisco Alexandre de Lima Sales  |  Raimundo Luna Neres 
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA)

Público: GERAL

C

Interlocução Coletiva na construção das Aprendizagens Essenciais de Matemática  (Resumo)

Helena Gil Guerreiro  |  Susana Brito  
E. B. Quinta da Condessa, Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire

Público: 1.º CICLO

 

 

Simpósio de Comunicações 06 (SC 06)

Moderador: Manuel João Marques

Terça-feira, 16 de julho, 15h00 - 16h00
ESRBP, Sala a definir

 

A

B

C

Math City Map – Trilhos matemáticos nas Caldas da Rainha (Resumo)

Dora Vaz Pinto, Escola Secundária Raul Proença
Joana Domingos, Agrupamento de Escolas Dom João II
Manuel João MarquesAPM
Pedro Mesquita, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

Público: GERAL

 

 

Simpósio de Comunicações 07 (SC 07)

Moderador: A definir

Terça-feira, 16 de julho, 11h30 - 12h30
ESRBP, Sala a definir

 

A

A Modelação como estratégia de ensino da Matemática  (Resumo)

Ana Lopes  |  Alexandra Rodrigues  
Faculdade de Ciências e Tecnologias, Universidade NOVA de Lisboa

Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

B

Centro de estudos em História da Matemática e Educação Científica  (Resumo)

Teresa Costa Clain, GHMEM do CIDMA/Universidade de Aveiro

Público: GERAL

C

O que pensam alunos do ensino básico sobre os trabalhos para casa  (Resumo)

Cristina Fernandes  |  Manuel Vara Pires
Centro de Investigação em Educação Básica, Instituto Politécnico de Bragança

Público: BÁSICO

 

 

Simpósio de Comunicações 08 (SC 08)

Moderador: A definir

Terça-feira, 16 de julho, 15h00 - 16h00
ESRBP, Sala a definir

 

A

Uma visão da Matemática no currículo das Escolas Europeias  (Resumo)

Paula Gomes, Escola Europeia de Bruxelas II/Escola Secundária de Vila Verde

Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

B

ContinueUP - conectando a formação inicial e a formação contínua de professores  (Resumo)

José Miguel Sousa, Secretaria Regional da Educação, Ciência e Tecnologia – Madeira

Público: GERAL

 

 

Simpósio de Comunicações 09 (SC 09)

Moderador: A definir

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00 - 10h00
ESRBP, Sala a definir

 

A

Laboratório de Matemática- passagem do 1.º para 2.º ciclo- Dia do Agrupamento  (Resumo)

Virgínia Fernanda das Neves Ferreira  |  Agrupamento de Escolas António Nobre, Porto

Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

B

Problema de Fermi no âmbito do projeto de Flexibilidade Curricular no 8.º ano de escolaridade  (Resumo)

Manuela Subtil  |  Agrupamento de Escolas Fragata do Tejo / Escola Superior de Educação de Lisboa

Público: 3.º CICLO

 

RESUMOS


 

SC 01 | A    1964: Os 50 anos do projeto Sebastião e Silva

José Manuel Matos  |  Universidade Nova de Lisboa

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 10h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

Em 1964 iniciou-se o projeto de introdução da Matemática Moderna nos últimos anos dos liceus portugueses. Coordenado por Sebastião e Silva e apoiado pelo Governo português e pela OCDE, constitui, ainda hoje, uma das reformas curriculares portuguesas mais importantes. As suas propostas destinadas a alunos escolhidos e consolidadas nos livros de texto do projeto, vão influenciar até meados da década de 90 o ensino da matemática naqueles anos terminais. Esta comunicação, baseada em artigos de jornais da época, fará uma revisão dos seus primórdios e do seu desenvolvimento até 1969, quando as condições de aplicação da reforma se vão alterar significativamente. Serão mencionados os seus participantes mais ativos, as suas produções, e a visão que dela tinham os governantes.

Nota biográfica

José Manuel Matos  Iniciou a sua carreira na Escola do Magistério de Beja e foi professor de matemática do ensino secundário. Concluiu o mestrado na Universidade de Boston em 1985 e o doutoramento na Universidade da Geórgia em 1999. Lecionou na Faculdade de Ciências e Tecnologia, UNL e na Universidade Federal de Juiz de Fora, Brasil. Desempenhou cargos na APM, na SPCE e na SPIEM. Interessa-se atualmente pelas dimensões sociais, culturais e históricas do ensino e da aprendizagem da matemática.

[Início_SC]

 

 

SC 01 | B    A Matemática Moderna no ensino primário: a introdução da teoria dos conjuntos

Rui Candeias  |  Agrupamento de Escolas Terras de Larus

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 10h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 1.º CICLO

Resumo

Nesta comunicação pretende-se analisar a forma como o tema da teoria dos conjuntos foi introduzido no ensino da matemática no primário em Portugal, nomeadamente nos programas do ensino primário oficial e nos manuais escolares, desde a década de 1960 até à década de 1990. O período cronológico em estudo coincide com um movimento no interior do ensino da Matemática, o Movimento da Matemática Moderna. 
Um dos marcos dessa modernização da matemática no ensino primário, deve-se à introdução da teoria dos conjuntos. No que se refere à análise das fontes, no período em análise estiveram em vigor seis programas para o ensino primário, alguns deles com uma condição experimental e temporária. Da análise global destaca-se uma alteração significativa na estrutura dos diferentes programas e na organização dos conteúdos de Matemática. No tema dos conjuntos, presente nos programas de 1974-75, 1975, 1978 e 1980, destacam-se objetivos e rubricas relacionados com o tema. Os manuais seguem as orientações dos programas para os quais foram concebidos.

Nota biográfica

Rui Candeias – Rui Candeias é professor do 1.º ciclo do ensino básico, no Agrupamento de Escolas Terras de Larus e investigador. O principal interesse de investigação centra-se na história da educação matemática, particularmente na formação de professores e desenvolvimento curricular. Nesta área, concluiu a sua tese de doutoramento em 2021, na FCT/UNL. Faz parte do Grupo de Trabalho sobre História e Memórias do Ensino da Matemática (GTHMEM), da Associação de Professores de Matemática, desde a sua formação.

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SC 01 | C    Matemática Recreativa - Geometrias Não Euclidianas no Ensino Secundário

Maria Teresa Serrão Sanches Gonçalves  | Escola Básica e Secundária Ribeiro Sanches

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 10h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

Porque não aproveitar o espaço, o momento e o grupo de alunos num clube de Matemática para propor a realização de tarefas muito específicas e de forma recreativa abordar as Geometrias não euclidianas e consequentemente “observar” o que é “dito”? Foi num clube de Matemática que um pequeno grupo de alunos foi confrontado com propostas didáticas cujo propósito foi o de “fazer emergir sinais”, expressos na linguagem, de tal modo que estes pudessem ser identificados como indiciadores de uma atividade intelectual conducente (que evolui até) à apropriação de significados geométricos. Com base na Teoria da Mediação Semiótica (TMS) realizou-se um estudo focado na evolução da construção de significados matemáticos, em que a análise foi feita a partir da emergência e evolução de sinais. Nesta comunicação apresentaremos uma parte do estudo, centrando-nos numa abordagem que relaciona a parte recreativa da matemática com o ensino e a aprendizagem da disciplina.

Nota biográfica

Maria Teresa Serrão Sanches Gonçalves – Licenciada em Ensino de Matemática e doutorada em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior. Exerce funções docentes na EB e Secundária Ribeiro Sanches. Integra o Grupo de Trabalho sobre História e Memórias do Ensino da Matemática da APM. Os seus principais interesses de investigação prendem-se com questões ligadas à Didática da Geometria, especificamente as metodologias no ensino (aprendizagem) da Geometria e à Geometria na História da Educação Matemática.

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SC 02    Apps for Good – Metodologia de projeto inovadora

Matilde Buisel  |  Sara Cordeiro  |  Paula Fernandes
CDI / Apps for Good Portugal

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

O Apps for Good é um programa educativo tecnológico que oferece às escolas uma metodologia de projeto assente no contexto curricular, cujo processo de aprendizagem é centrado no aluno e, onde o professor é convidado a adotar o papel de facilitador.  
Durante um ano letivo, o Apps for Good junta professores e alunos em equipas na criação de um protótipo de app para resolver um problema da comunidade culminando numa competição regional e nacional. A sua metodologia e conteúdos pedagógicos promove nos alunos competências digitais e “soft skills” como o trabalho em equipa, colaboração, resolução de problemas e comunicação. Nos professores é desenvolvido essencialmente o trabalho colaborativo e a confiança em adotar novas metodologias de ensino. 
Durante este workshop, pretende-se que os professores conheçam a abordagem pedagógica do Apps for Good e experienciem a sua metodologia com dinâmicas de brainstorming e comunicação de ideias. 
O programa está na sua 10ª edição em Portugal e já envolveu mais de 580 escolas, 1724 professores de todas as áreas disciplinares e 25830 alunos do 5º ao 12º ano.

Notas biográficas

Matilde Buisel – Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade ISPA – Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida – em Lisboa. Fez o seu estágio em psicologia na clínica CADIN e é membro efetivo da Ordem dos Psicólogos. Trabalha no CDI Portugal como gestora de projeto do programa educativo tecnológico internacional Apps for Good. Fez um curso em Project Management em Nova Orleães com certificação pelo Project Management Institute (PMI) e participou num Bootcamp sobre impacto social e inovação, promovido pelo European Investment Bank Institute e Faculdade Católica de Lisboa. É também certificada em Competências Pedagógicas (CPP). No Apps for Good, tem gerido e acompanhado o arranque e a implementação do programa em Portugal desde o início.

Sara Cordeiro – Mestre em Psicologia da Saúde e Reabilitação Neuropsicológica, pela Universidade de Aveiro. Realizou estágios em contexto hospitalar e participou na organização da 10ª edição das Jornadas da Psicologia enquanto Coordenação do Núcleo de Estudantes de Psicologia.

Paula Fernandes – Responsável de avaliação do impacto. Licenciada (pré-Bolonha) em Psicologia Clínica, na Variante Clínica e do Aconselhamento, pela ULHT de Lisboa e Pós-Graduada com Especialização em Terapias Comportamentais e Cognitivas, na APTCC. Orientadora de estágio profissional para a OPP. Atualmente é formadora de projetos no CDI Portugal e responsável pela avaliação do impacto.

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SC 03 | A  –  Trabalho de projeto na aula de Matemática

Nélia Amado  |  Universidade do Algarve
Alexandra Rodrigues  |  CICS.NOVA, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa, UIED

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 10h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

Podemos definir o Trabalho de Projeto como uma metodologia de aprendizagem que envolve os alunos na aprendizagem de conhecimentos e no desenvolvimento de competências através de um processo de investigação alargado, estruturado em torno de questões complexas e autênticas, que deve ser cuidadosamente planeado e cujo produto final deve ser apresentado e divulgado junto da comunidade. A ideia subjacente ao Trabalho de Projeto, em matemática, é a de proporcionar aos alunos uma oportunidade para aprender, dentro e fora da sala de aula, sobre temas relevantes de diversas áreas, de forma integrada e do seu interesse, de acordo com o Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória. As atuais Aprendizagens Essenciais de Matemática, consideram que deve ser desenvolvido pelo menos um Trabalho de Projeto no 10.º ano e no 11.º ano de escolaridade. Nesta comunicação apresentamos alguns exemplos de operacionalização do Trabalho de Projeto, destacando algumas vantagens e dificuldades que podem surgir.

Notas biográficas

Nélia Amado – Doutora em Matemática, especialidade de Didática da Matemática pela Universidade do Algarve. É docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve. Integrou a Comissão de Acompanhamento do Plano da Matemática I e II. Foi consultora científica do Projeto ProSucesso na região Autónoma dos Açores. A formação de professores, resolução de problemas, aspetos afetivos no ensino e aprendizagem da matemática e avaliação em matemática são os seus interesses principais.

Alexandra Rodrigues – Doutora em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior. Tem uma Especialização em Inovação e criatividade – as TIC e outra em Administração e Gestão Escolar. É professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. Os interesses de investigação são diversificados, privilegiando a história da educação e o ensino e a aprendizagem da matemática no ensino profissional.

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SC 03 | B  –  Biomatemática no ensino profissional

Alexandra Rodrigues  |  CICS.NOVA, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa, UIED
Nélia Amado  |  Universidade do Algarve & UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 10h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: SECUNDÁRIO

Resumo

Nas Aprendizagens Essenciais de Matemática dos Cursos Profissionais, homologadas em 2023, o módulo opcional OP17 designa-se por Biomatemática. Neste módulo são trabalhados três temas: 1) efeito de escala, 2) crescimento das plantas e Fibonacci e 3) autómatos celulares. Nesta comunicação iremos apresentar duas propostas de tarefas para os dois primeiros temas, ambas para resolver com recurso à tecnologia. Para trabalhar o tema 1) efeito de escala iremos trabalhar a importância da alometria no estudo de espécies biológicas, no tema 2) crescimento das plantas e Fibonacci pretendemos desenvolver uma tarefa para conhecer a importância e aplicações da sucessão de Fibonacci, investigando a sua presença na natureza.

Notas biográficas

Alexandra Rodrigues – Doutora em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior. Tem uma Especialização em Inovação e criatividade – as TIC e outra em Administração e Gestão Escolar. É professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. Os interesses de investigação são diversificados, privilegiando a história da educação e o ensino e a aprendizagem da matemática no ensino profissional.

Nélia Amado – Doutora em Matemática, especialidade de Didática da Matemática pela Universidade do Algarve. É docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve. Integrou a Comissão de Acompanhamento do Plano da Matemática I e II. Foi consultora científica do Projeto ProSucesso na região Autónoma dos Açores. A formação de professores, resolução de problemas, aspetos afetivos no ensino e aprendizagem da matemática e avaliação em matemática são os seus interesses principais.

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SC 04 | A  –  Avaliações diversificadas um contributo

Belarmina Cristina Azevedo   Luisa Adelina Selas  |  Manuel Teles Lagido
 Escola Secundária José Régio Vila do Conde

Terça-feira, 16 de julho, 15h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

Indo ao encontro das áreas de competências definidas nas Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade o professor terá de assumir um papel inovador, promotor de aprendizagens significativas e do desenvolvimento de competências utilizando a tecnologia. Na avaliação devemos utilizar procedimentos, técnicas e instrumentos diversificados e adequados às finalidades, ao objeto em avaliação, aos alunos e ao tipo de informação a recolher, que variam em função da diversidade e especificidade do trabalho curricular a desenvolver com os alunos. Aqui faremos a apresentação do trabalho implementado na sala de aula, com alunos do 9º e 11.º anos. Partilharemos convosco as propostas de trabalhos que foram apresentadas aos alunos, os critérios de avaliação aplicados e alguns dos trabalhos em vídeos, jogos e posters digitais realizados pelos alunos.

Notas biográficas

Belarmina Cristina Azevedo – Professora na Escola Secundária José Régio de Vila do Conde

Luisa Adelina Selas – Professora na Escola Secundária José Régio de Vila do Conde

Manuel Teles Lagido – Professor na Escola Secundária José Régio de Vila do Conde

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SC 04 | B  –  “Mas, já temos a resposta do problema, o que temos de fazer agora?” – uma abordagem indo além de encontrar a resposta

Miguel Ribeiro  |  Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Brasil

Terça-feira, 16 de julho, 15h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

Apesar de ser um tema que tem sido discutido nas últimas décadas e fazer parte dos documentos oficiais, a resolução de problemas é ainda algo difícil para os alunos e quando conseguem resolver um determinado problema muitas vezes têm, dificuldades em outro de outro tipo quando se muda o contexto, o que se associa a uma dificuldade mais geral associada à generalização de processos e de formas de pensar matematicamente. Nesse sentido, para além de ser importante que os alunos resolvam problemas (muitos!) é fundamental também que possam formular problemas e desenvolvam o seu conhecimento e competências que lhes permitam navegar entre distintos tópicos e resolver um mesmo problema de distintas formas, explicitando essas diferentes formas de pensar matematicamente. Nesta comunicação, partindo de um conjunto de trabalhos que temos desenvolvido no CIEspMat, e a partir de exemplos da sala de aula, irei discutir alguns problemas e abordagens didáticas emocionantes e que são simultaneamente matematicamente inovadoras, por nos permitirem fazer o que ainda não foi feito, maximizando o entendimento matemático dos alunos.

Nota biográfica

Miguel Ribeiro – Doutor em Didática da Matemática pela Universidade de Huelva (Espanha), formador de professores com foco nas especificidades da prática e conhecimento do professor e atualmente Professor na UNICAMP (Brasil).

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SC 04 | C  –  Quizzes no moodle – momentos com todos os alunos atentos e focados

Sandra Gaspar Martins  |  Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Terça-feira, 16 de julho, 15h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

Os quizzes do moodle são uma ferramenta que fomenta o envolvimento de todos os alunos em momentos de aprendizagem. Quando há um quiz todos os alunos ficam atentos e empenhados. Os quizzes do moodle são fáceis de construir e podem ser reutilizados nos anos futuros. Estes quizzes são muito adaptados para o ensino da matemática, sendo simples fazer perguntas de matemática. Nesta sessão veremos que podemos escrever texto matemático e incluir gráficos. Destacamos ainda as perguntas de resposta numérica, escolha múltipla e questões embutidas. Nas questões embutidas existem várias questões para completar ao longo de um texto, permitindo ir guiando o aluno ao longo “do caminho”, não querendo apenas uma resposta final. Existem ainda as perguntas de geração aleatória que permitem uma pergunta com valores diferentes para cada aluno. Podem ser usados como TPC ou como questão-aula (funcionam muito bem no telemóvel).

Nota biográfica

Sandra Gaspar Martins – Docente de matemática do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa desde 2000. Foi docente do ensino básico durante 3 anos. É doutorada em Ciências da Educação pela Universidade Nova de Lisboa. Um grande foco do seu trabalho é tirar partido da tecnologia para fomentar a aprendizagem significativa dos alunos. 

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SC 05 | A  –  Rumo ao Dragão: as Capacidades Matemáticas no nosso quotidiano

Jéssica Silva  |  João Tiago Dos Santos Gonçalves  |  Dárida Maria Fernandes  
Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 1.º CICLO

Resumo

Este trabalho incide sobre as Capacidades Matemáticas das Aprendizagens Essenciais de Matemática de 2021, dando maior relevância à resolução de problemas e ao pensamento computacional. Este estudo surgiu na Unidade Curricular de Didática da Matemática no 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) do 1.º ano do Mestrado em Ensino do 1.º CEB e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º CEB. Para além do enquadramento curricular realizado a nossa comunicação centra-se na intervenção concretizada numa turma do 1.º ano e numa outra do 3.º ano do Ensino Básico num contexto dos Observatórios Livres de Prática Pedagógica deste mestrado. A proposta de intervenção dos cenários de aprendizagem incidiu a utilização da tecnologia, concretamente, através o uso de beebots, ferramentas que permitem trabalhar, além de tópicos matemáticos, também a autonomia, o trabalho em equipa, a correção do erro, aprendizagem por tentativa e erro, etc. Este trabalho teve uma relevância particular por ter sido possível, com base numa ideia comum, planear para dois anos de escolaridade e refletir posteriormente sobre a importância dos materiais criados, das resoluções das crianças e dos diálogos estabelecidos na exploração de determinadas capacidades matemáticas, numa perspetiva individualizada e de grupo desenvolvidos em cada contexto educativo.

Notas biográficas

Jéssica Silva  |  João Tiago Dos Santos Gonçalves – Atualmente a frequentar o Mestrado em Ensino do 1.º CEB e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º CEB da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Naturais da ilha da Madeira, vieram, neste ano letivo, para esta instituição para prosseguir o sonho de serem professoesr na especialidade de Matemática e Ciências Naturais. Um dos desafios pelos quais se depararam nesta nova aventura longe de casa foi a Unidade Curricular de Didática da Matemática do 1.º CEB em que, a docente responsável e que leciona esta disciplina propôs o desafio de aprofundar o estudo sobre as Capacidades Matemáticas das Aprendizagens Essenciais (2021), numa perspetiva curricular teórica e, simultaneamente, de criação e implementação de cenários concretos de aprendizagem matemática.

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SC 05 | B  –  A promoção da educação financeira por meio das aprendizagens essenciais: um olhar para a matemática no salário

Reullyanne Freitas de Aguiar  |  Alexandra Sofia da Cunha Rodrigues  |  Francisco Alexandre de Lima Sales  |  Raimundo Luna Neres 
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA)  

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

Esta comunicação visa evidenciar o potencial das discussões e das aprendizagens da educação matemática em contextos que entrelacem a educação financeira, matemática financeira e os modelos matemáticos nas finanças dos salários. Em termos metodológicos, serão apresentados algumas tarefas e as articulações que os docentes podem realizar, utilizando os conhecimentos matemáticos, e que auxiliem para a cidadania e justiça social, ao utilizar a matemática em/para a ação. Conhecer objetivos que implicam as aprendizagens essenciais auxiliará professores de matemática a conseguir planejar um ensino em que o estudo do salário e o planejamento familiar seja mais eficaz. Dessa forma, a reflexão e discussão sobre os aspectos da educação financeira, durante as aulas, pode ser um ponto de partida para o incentivo a tomada de decisão nos alunos, contribuindo para um pensamento crítico e reflexivo.

Notas biográficas

Reullyanne Freitas de Aguiar – Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática (PPGECEM/REAMEC). Realiza o doutorado sanduíche na Universidade Nova de Lisboa. Líder do Grupo de Pesquisa em Laboratório de Educação Matemática (GEPLEMAT) e professora EBTT no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), Campus: Buriticupu. Áreas de interesses para pesquisa: Educação Financeira, Educação Matemática e Formação de Professores de Matemática.

Alexandra Sofia da Cunha Rodrigues – Doutora em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior. Tem uma Especialização em Inovação e criatividade – as TIC e outra em Administração e Gestão Escolar. É professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. Os interesses de investigação são diversificados, privilegiando a história da educação e o ensino e a aprendizagem da matemática no ensino profissional.

Francisco Alexandre de Lima Sales – Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática (PPGECEM/REAMEC). Realiza o doutorado sanduíche na Universidade Nova de Lisboa. Líder do Grupo de Pesquisa em Laboratório de Educação Matemática (GEPLEMAT) e professor EBTT no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), Campus: Buriticupu. Áreas de interesses para pesquisa: Análise quantitavo de dados textuais, pesquisa como príncipio educativo, Educação Matemática e Formação de Professores de Matemática.

Raimundo Luna Neres – Doutor em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/SP. Professor da Universidade CEUMA. Docente do Programa de Pós-Graduação Doutorado em Educação em Ciências e Matemática - REAMEC. Professor do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Ensino da Educação Básica - UFMA. Líder do Grupo de Pesquisa: Educação Matemática, Ciências e Produção de Saberes. Pesquisa na área de Educação Matemática com ênfase em Registros de Representação Semiótica, Ensino e Aprendizagem da Matemática e Formação Continuada de Professores de Matemática. 

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SC 05 | C  –  Interlocução Coletiva na construção das Aprendizagens Essenciais de Matemática

Helena Gil Guerreiro  |  Susana Brito  
E. B. Quinta da Condessa, Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 1.º CICLO

Resumo

O ano letivo que agora termina foi o ano da generalização do novo programa de matemática para todos os anos do 1.º CEB. Este programa traz um alargamento das aprendizagens definidas como essenciais. Aprendizagens matemáticas que envolvem conhecimentos, mas também capacidades matemáticas. Envolvem pensar a natureza das tarefas que se escolhem, desenvolver uma abordagem exploratória na aula de matemática e, sobretudo, a aceitação de uma nova cultura de sala de aula, como destaca Leonor Santos, coordenadora do grupo de Trabalho do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática. É nesta perspetiva que vimos partilhar momentos da exploração de tarefas numa turma da operacionalização antecipada do 4.º ano, desenvolvidas no ano letivo de 2022/2023. Trazemos um foco na discussão coletiva de tarefas. Evidenciamos a interlocução coletiva na construção conjunta de aprendizagens e os registos escritos para memória da turma.

Notas biográficas

Helena Gil Guerreiro – Professora no 1.º Ciclo no Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire e professora adjunta convidada na Escola Superior de Educação de Lisboa. No ano letivo 2022/2023 integrou o grupo de Trabalho do Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática. Doutorada em Educação, na área de especialidade de Didática da Matemática pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, mestre na área de especialidade da Didática da Matemática, pela Faculdade de Ciências, da Universidade de Lisboa e Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa e licenciada em Ensino Básico, variante Matemática/Ciências da Natureza pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa.

Susana Brito – Professora no 1.º Ciclo e representante da área de matemática no Agrupamento de Escolas Braamcamp Freire. No ano letivo 2022/2023 foi professora operacionalizadora das Novas Aprendizagens Essenciais de Matemática do 4.º ano. Bacharel em ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico pela Escola Superior de Educação João de Deus, licenciada no Ensino Básico variante Matemática/Ciências da Natureza pela Escola Superior de Educação Almeida Garret e pós-graduação em Didática da Matemática, pela Faculdade de Ciências, da Universidade de Lisboa e Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa. 

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SC 06  –  Math City Map – Trilhos matemáticos nas Caldas da Rainha

Dora Vaz Pinto, Escola Secundária Raul Proença
Joana Domingos, Agrupamento de Escolas Dom João II
Manuel João MarquesAPM
Pedro Mesquita, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

Terça-feira, 16 de julho, 15h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

Um “trilho matemático” é um percurso fora da sala de aula em que é necessário passar por determinados locais e resolver tarefas. Usando a aplicação Math City Map no telemóvel, o utilizador dirige-se a um local indicado num mapa onde é desafiado com uma questão que pode envolver observações, medições, cálculos, etc. Quando responde corretamente, aparece o local seguinte no mapa, com uma nova tarefa. No início deste ano letivo, a APM convidou os professores de matemática dos três agrupamentos de escolas das Caldas da Rainha para participarem no projeto “Math City Map nas Caldas da Rainha” com o objetivo de criar trilhos matemáticos que permitiriam explorar a cidade em julho, durante o ProfMat 2024. Este trabalho envolveu mais de 500 alunos, desde o 2.º Ciclo do Ensino Básico ao Ensino Secundário, e promoveu as ideias-chave das novas aprendizagens de matemática. Nesta comunicação, pretende-se partilhar esta experiência com os docentes interessados nesta temática. Serão apresentados exemplos de tarefas criadas pelos alunos das Caldas da Rainha para os trilhos “APM – Matemática para todos”, “APM – 3.º Ciclo” e “APM – Secundário”.

Notas biográficas

Dora Vaz Pinto – Licenciada em Matemática (Ramo de Formação Educacional), pela Universidade do Algarve e Pós-Graduada em Matemática Aplicada, pela Universidade Lusíada. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 2004, atualmente no Agrupamento de Escolas Raul Proença (Caldas da Rainha).

Joana Domingos – Licenciada em Ensino, do Curso de Professor do Ensino Básico variante Matemática e Ciências da Natureza, na Escola Superior de Educação de Leiria, do Instituto Politécnico de Leiria. Docente desde 1997. Professora do QA da Escola EB D. João II, Caldas da Rainha, desde 2018. Coordenadora de Sub-Departamento de Matemática e Tecnologias informação e Comunicação desde 2021.

Manuel João Marques – Licenciado em Matemática Ramo Educacional, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 2001, atualmente na Escola Secundária Afonso Lopes Vieira (Leiria). Coautor de manuais escolares do 3.º Ciclo, entre 2001 e 2012. Formador acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, desde 2013. Atualmente, exerce funções na Associação de Professores de Matemática (APM) e é coordenador do Grupo de Trabalho CASIO+ da APM.

Pedro Mesquita Santos – Licenciado em Matemática (Ramo de Formação Educacional) pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Docente de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, desde 1994. Professor na escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro (ESRBP), desde 1997. Coordenador dos cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA).

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SC 07 | A  –  A Modelação como estratégia de ensino da Matemática

Ana Lopes  |  Alexandra Rodrigues  
Faculdade de Ciências e Tecnologias, Universidade NOVA de Lisboa

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

Esta comunicação visa evidenciar o potencial da utilização da modelação no ensino da matemática, partindo da investigação realizada no estágio e que teve como objetivo: compreender o papel da modelação para a aprendizagem da proporcionalidade. Atualmente existe um reconhecimento da importância da modelação matemática e introdução de tarefas exploratórias no desenvolvimento das capacidades dos alunos e na promoção das aprendizagens, no entanto, ainda se mantêm algumas preocupações por parte dos professores, quer relativas à construção e condução das atividades, quer no acompanhamento dos próprios alunos. Ao partilhar a experiência vivenciada decorrente da implementação de uma tarefa com recurso à modelação descrevendo os procedimentos adotados, os desafios enfrentados e os aspetos positivos identificados, acredita-se ser possível desmitificar e incentivar a modelação matemática como estratégia de ensino.

Notas biográficas

Ana Lopes – Frequenta o Mestrado em Ensino da Matemática no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário na Faculdade de Ciências e Tecnologias, Universidade NOVA de Lisboa.

Alexandra Rodrigues – Doutora em Didática da Matemática pela Universidade da Beira Interior. Tem uma Especialização em Inovação e criatividade – as TIC e outra em Administração e Gestão Escolar. É professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. Os interesses de investigação são diversificados, privilegiando a história da educação e o ensino e a aprendizagem da matemática no ensino profissional.

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SC 07 | B  –  Centro de estudos em História da Matemática e Educação Científica

Teresa Costa Clain, GHMEM do CIDMA/Universidade de Aveiro

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

Este projeto centra-se na formação dos docentes de Matemática, no sentido de os “conquistar” para o uso da História da Matemática (HM) na sala de aula. Propomos a dinamização de sessões de formação/divulgação e de formação contínua acreditada, presencialmente e a distância. Nestes momentos de formação os docentes deverão encontrar respostas que contrariem as objeções usualmente levantadas como a “falta de conhecimento” e “falta de tempo”. Entre os pares, serão criados materiais para a prática letiva e com partilha de práticas. Pretendemos criar de uma página web com recursos diversos: materiais para uso em contexto escolar (informação e problemas) de HM enquadrados nos conteúdos programáticos em todos os ciclos de ensino.

Nota biográfica

Teresa Costa Clain – Docente de Matemática no Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, é formadora e colaboradora do Grupo de História da Matemática e Educação Matemática do CIDMA da Universidade de Aveiro (UA), onde desenvolve investigação sobre a História da Matemática e as suas aplicações na sala de aula. Participa no Projeto “Histórias com Ciência na Biblioteca Escolar”, da UA e da Rede Nacional de Bibliotecas Escolares. É membro da Comissão Consultiva do HPM (International Study Group on the Relations Between the History and Pedagogy of Mathematics), desde 2020.

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SC 07 | C  –  O que pensam alunos do ensino básico sobre os trabalhos para casa

Cristina Fernandes  |  Manuel Vara Pires
Centro de Investigação em Educação Básica, Instituto Politécnico de Bragança

Terça-feira, 16 de julho, 11h30m - 12h30m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: BÁSICO

Resumo

Esta comunicação pretende apresentar e discutir ideias de alunos do 2.º ciclo do ensino básico sobre os trabalhos de casa (TPC) recolhidas num estudo desenvolvido no âmbito da prática de ensino supervisionada (PES) concretizada num mestrado profissionalizante para a docência. Os TPC, assumidos como tema integrador da PES, registam um grande presença e utilização no processo de ensino e aprendizagem desde há longo tempo, embora mantendo sempre controvérsias e divergências de opinião dos diversos atores envolvidos. Neste sentido, uma das dimensões do estudo orientou-se para a análise das ideias reveladas pelos alunos relativamente ao trabalho que realizam fora da sala de aula. Os dados foram recolhidos através de um questionário e analisados com recurso à análise de conteúdo. Globalmente, os alunos participantes reconhecem que os TPC são (muito) importantes no processo de ensino e aprendizagem, permitindo-lhes consolidar os conhecimentos, melhorar as aprendizagens, desenvolver a autonomia, incentivar o estudo e promover métodos de trabalho, embora possam condicionar a gestão dos seus tempos fora da escola.

Notas biográficas

Cristina Fernandes – Professora do 1.º CEB e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º CEB, recentemente diplomada pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança. A educação básica, em especial a educação matemática e a educação científica, corresponde à sua principal área de interesse profissional e de estudo.

Manuel Vara Pires – Professor no Departamento de Matemática da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança e membro integrado do Centro de Investigação em Educação Básica. A educação matemática, a formação e desenvolvimento profissional de professores e a educação básica constituem as suas principais áreas de interesse profissional e de investigação. 

 

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SC 08 | A  –  Uma visão da Matemática no currículo das Escolas Europeias

Paula Gomes, Escola Europeia de Bruxelas II/Escola Secundária de Vila Verde

Terça-feira, 16 de julho, 15h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 3.º CICLO e SECUNDÁRIO

Resumo

Todos os professores têm uma opinião acerca do que deve integrar o currículo da disciplina de Matemática nos diversos níveis de ensino: quais os temas que devem ser abordados; em que nível devem ser ensinados; qual o grau de profundidade; por que ordem devem ser ensinados; entre outros aspetos. As Escolas Europeias têm dois objetivos fundamentais: proporcionar uma educação formal (que envolve a aquisição de oito competências) e incentivar o desenvolvimento pessoal dos alunos num contexto social e cultural mais amplo. Para concretizar estes dois objetivos, os programas das diversas disciplinas foram atualizados nos últimos cinco anos, nomeadamente, o programa da disciplina de Matemática. Nesta comunicação serão apresentados os objetivos gerais, os princípios didáticos, os objetivos de aprendizagem, as competências, os conceitos transversais e os tópicos, que integram o currículo da disciplina de Matemática nas Escolas Europeias (www.eursc.eu/en).

Nota biográfica

Paula Gomes – É licenciada e concluiu o Mestrado em Ensino de Matemática pela Universidade do Minho, em 2006. Exerce funções docentes, em regime de mobilidade estatutária, na Escola Europeia de Bruxelas II e pertence ao quadro da Escola Secundária de Vila Verde. Pertence ao núcleo da APM de Braga e pertenceu à direção da APM. Os seus principais interesses prendem-se com a utilização da tecnologia no ensino da Matemática, nomeadamente a calculadora gráfica.

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SC 08 | B  –  ContinueUP - conectando a formação inicial e a formação contínua de professores

José Miguel SousaSecretaria Regional da Educação, Ciência e Tecnologia – Madeira

Terça-feira, 16 de julho, 15h00m - 16h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: GERAL

Resumo

O programa Erasmus (2021–2027) introduz uma nova ação, Erasmus+ Teacher Academies, que visa criar parcerias europeias e promover a cooperação entre instituições superiores de formação de professores e entidades no âmbito da formação contínua de professores. São financiados projetos que visam melhorar o apoio aos professores nos primeiros anos de profissão e reforçar o desenvolvimento profissional contínuo ao longo das suas carreiras. É o caso do projeto “ContinueUP - Co-constructing the continuum between initial teacher education and continuous professional development”, iniciado em setembro de 2023, com a duração de 3 anos, em que a Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia é um dos principais parceiros. A coordenação deste projeto é da responsabilidade da European Schoolnet (EUN). É sobre este tipo de projetos, em particular dos produtos do ContinueUP que vamos falar nesta comunicação. 

Nota biográfica

José Miguel Sousa – Licenciado em Matemática, Mestre em Matemática, com especialização em Administração Escolar e Administração Educacional. Entre 1995 e 2022 foi diretor do CFAE EduFor. Mentor e coordenador de vários projetos, onde se destaca “Managing for @ School of Success”, distinguido como pela Comissão Europeia. É orador em eventos, onde se destaca “Tablets em Sala de Aula: um caminho possível”. Atualmente ocupa o cargo de Diretor-Geral da DTIM – Associação Regional para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação na Madeira e representa a Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia no projeto ContinueUP.

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SC 09 | A  –  Laboratório de Matemática - passagem do 1.º para 2.º ciclo - Dia do Agrupamento

Virgínia Fernanda das Neves Ferreira  |  Agrupamento de Escolas António Nobre, Porto

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 10h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 1.º CICLO e 2.º CICLO

Resumo

A base desta comunicação fundamenta-se em destacar a importância do ensino da Matemática através do lúdico e das experiências vividas pelos alunos, numa passagem do Primeiro para o Segundo ciclo do Ensino Básico. A Matemática é fundamental nas nossas vidas e é de extrema importância trabalhá-la desde cedo, de forma divertida e apelativa. As atividades desenvolvidas no Laboratório de Matemática realizadas no dia do Agrupamento, tiveram por base, situações do quotidiano dos alunos, nomeadamente, o Estimar, um desafio Matemático e um Cálculo Mental. Refletindo assim sobre as situações trabalhadas e desenvolvidas no Laboratório, é de extrema importância que o professor deva estar preparado e “abusar” da sua criatividade proporcionando prazer em ensinar os alunos para que o resultado seja positivo. Concluiu-se que pelo facto dos alunos terem vivido estas experiências de forma diferenciadora, estas traduziram-se num fator facilitador das aprendizagens em sala de aula.

Nota biográfica

Virgínia Fernanda das Neves Ferreira – Mestrado em Supervisão Pedagógica – Universidade do Minho. Leciona no Agrupamento de Escolas António Nobre, no Porto.

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SC 09 | B  –  Problema de Fermi no âmbito do projeto de Flexibilidade Curricular no 8.º ano de escolaridade

Manuela Subtil  |  Agrupamento de Escolas Fragata do Tejo / Escola Superior de Educação de Lisboa

Quarta-feira, 17 de julho, 9h00m - 10h00m
E. S. Rafael Bordalo Pinheiro, Sala a definir
Público: 3.º CICLO

Resumo

Os alunos do 8.º ano de escolaridade, em grupo, resolveram um problema de Fermi, no âmbito do Projeto de Flexibilidade Curricular, cujo tema foi a Interculturalidade. Os alunos foram desafiados a escolher um espaço de grandes dimensões, situado no Brasil ou na Roménia. Aí deveriam colocar WCs, barracas de bebida e comida, um palco e realizarem uma estimativa de quantas pessoas é possível lá colocar para assistir a um concerto de um grupo musical da sua preferência. Utilizando uma metodologia de investigação qualitativa de natureza interpretativa e descritiva, adotou-se a modalidade estudo de caso, os grupos. Os métodos utilizados para recolher os dados focaram-se em registos fotográficos, registos escritos dos alunos e diário de bordo. Através da monitorização da professora, os alunos conseguiram realizar estimativas de quantas pessoas poderiam assistir ao concerto, no espaço que escolheram. Foram desenvolvidos vários conteúdos de aprendizagem de acordo com as Novas Aprendizagens Essenciais da Matemática.

Nota biográfica

Manuela Subtil – Professora de Matemática do grupo 500 e professora adjunta convidada do domínio científico de Matemática. É Licenciada e Mestre em Ensino de Matemática no 3.º Ciclo e Ensino Secundário e Doutora em Ciências da Educação. É autora de livros escolares e artigos publicados em revistas. Também tem publicados, posters e comunicações, em atas de congressos nacionais e internacionais. É investigadora colaboradora do CICS.NOVA e UIED.

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Exposições

 

RECORDAR HENRIQUE GUIMARÃES


(1951 - 2022)

Local da Exposição: E. S. Rafael Bordalo Pinheiro (junto às salas das Sessões Práticas)

E unicamente ao movimento de crescer nos guiasse. Termos das árvores
A incomparável paciência de procurar o alto
A verde bondade de permanecer
E orientar os pássaros

(Daniel Faria, in Explicação das árvores e de outros animais, 1998)

Esta é uma presença outra do Henrique entre nós, habituados que estávamos a vê-lo, a conversar com ele, a assistir às suas conferências nos ProfMats que ele seguiu na totalidade, inscrevendo-se e participando sempre.

(ver mais)

RECORDAR EDUARDO VELOSO


(1928 - 2022)

Local da Exposição: E. S. Rafael Bordalo Pinheiro (junto às salas das Sessões Práticas)

Recordar o Eduardo Veloso é uma exposição que revisita algumas ideias significativas daquele que foi um dos sócios fundadores da APM, grande entusiasta e animador de muitas das atividades associativas. 

Esta exposição, cuja ideia partiu de uma proposta da direção da APM, foi pensada pelos seus organizadores como uma oportunidade de expor algumas das principais ideias do Eduardo Veloso sobre a APM, a Educação em geral e o Ensino da Matemática, ideias que defendia consistentemente, sempre numa base de grande coerência, e que partilhava muitas vezes informalmente numa primeira fase para depois passar a escrito e divulgar ou defender em fóruns diversos.  

(ver mais)

ProfMat 2024 - Sessões Especiais (45 min)

 

SE 01

Agenda APM 2024/2025  (Resumo)

António Fernandes
Manuel João Marques

Terça-feira, 16 de julho

17h30 - 17h45

Grande Auditório do CCC

SE 02

Educação e Matemática - Materiais para a Aula de Matemática  (Resumo)

A equipa da revista

Terça-feira, 16 de julho

17h45 - 18h00

Grande Auditório do CCC
SE 03

NiuApelh B10  (Resumo)

Jaime Carvalho e Silva
Joaquim Pinto

Terça-feira, 16 de julho

18h00 - 18h15

Grande Auditório do CCC

 

SE 02  –  Educação e Matemática - Materiais para a Aula de Matemática

A equipa da revista

Moderador: A definir

Terça-feira, 16 de julho, 17h45m - 18h00m
Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos

Resumo

A Educação e Matemática é a materialização das nossas ações em sala de aula, da nossa prática, das nossas reflexões. É também um espaço onde recorremos para nos inspirarmos no trabalho de todos e usarmos os recursos que estão disponíveis a cada publicação.

A existência da secção Materiais para a Aula de Matemática é um testemunho disso. Uma secção que, com tanta história, revela-se uma referência em tarefas e que com o passar dos anos faz com que contemos com um vasto leque de recursos para os diversos anos letivos e temas. Estes recursos foram agora organizados e estarão disponíveis num catálogo online, no site da APM, que vos convidamos a vir conhecer, nesta sessão de fim de tarde.

 

XXXIV SIEM — Apresentação

 

O SIEM – Seminário de Investigação em Educação Matemática, nasceu dada a necessidade sentida por quem se interessa pela investigação em educação matemática de conhecer e discutir os novos desenvolvimentos na área, os trabalhos em curso, e as suas implicações para a prática profissional, a formação de professores e a política educativa. Desde sempre, os participantes têm sido não só investigadores nacionais e internacionais, mas também professores dos diferentes níveis de ensino, muitos dos quais envolvidos em cursos de pós-graduação. Procurando valorizar a investigação, o SIEM, que tem uma parte do seu programa comum com o ProfMat, mantém uma forte preocupação em aprofundar a sua ligação com os interesses e necessidades dos professores, contribuindo assim para a melhoria das aprendizagens matemáticas dos alunos.

34 anos depois, o SIEM regressa às Caldas da Rainha!

Comissões — SIEM

 

COMISSÃO ORGANIZADORA - XXXIV SIEM


Ana Oliveira

Dina Tavares

Hélia Pinto

Hugo Menino

João Pedro da Ponte

Joaquim Pinto

Lurdes Serrazina

Manuel João Marques

Marina Rodrigues

Nadia Ferreira

Nicole Duarte

Nuno Rainho

Pedro Mesquita

Raquel Vieira

Rita Cadima

Rogério Costa

Soraia Farinha

 

COMISSÃO CIENTÍFICA - XXXIV SIEM


Alexandra Gomes, CIEC, Universidade do Minho, Portugal

Ana Barbosa, inED, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Portugal

Ana Caseiro, CIED, Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal

Ana Elisa Esteves Santiago, NIEFI, CICS.NOVA, Instituto Politécnico de Coimbra, Portugal

Ana Isabel Silvestre, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal

Ana Oliveira, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal

Ana Paula Canavarro,Universidade de Évora, Portugal

António Domingos, CICS.NOVA, FCT, Universidade NOVA de Lisboa, Portugal

António Guerreiro, Universidade do Algarve, Portugal

Berta Barquero, Universitat de Barcelona. Departamento de Educación Lingüística, Científica y Matemática, Espanha

Carlos Miguel Ribeiro, CIEspMat, Faculdade de Educação da UNICAMP, Brasil

Catarina Delgado, CIEF/IPS, Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal

Célia Mestre, Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal

Cláudia Torres, AE D. Dinis Lisboa, Projeto #EstudoEmCasa Apoia, Ministério da Educação, Ciência e Inovação, Portugal

Cristina Martins, CIEB, Instituto Politécnico de Bragança, Portugal

Dina Tavares, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal

Ema Mamede, CIEC, IE, Universidade do Minho, Portugal

Fátima Fernandes, inED, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Portugal

Fátima Regina Jorge, Instituto Politécnico de Castelo Branco, Portugal

Fátima Mendes, CIEF/IPS, Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal

Fernando Martins, NIEFI, UNICID, iiA, RoboCorp, inED, ESEC, Instituto Politécnico de Coimbra, Portugal

Graça Cebola, Instituto Politécnico de Portalegre, Portugal

Helena Martinho, CIEd-UM, Universidade do Minho, Portugal

Helena Rocha, CICS.NOVA, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade NOVA de Lisboa, Portugal

Hélia Jacinto, UIDEF, IE, Universidade de Lisboa, Portugal

Hélia Oliveira, UIDEF, IE, Universidade de Lisboa, Portugal

Hélia Pinto, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal

Hugo Menino, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal

Isabel Cabrita,  Universidade de Aveiro, Portugal 

Isabel Vale, CIEC-UM, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Portugal

João Pedro Ponte, UIDEF, IE, Universidade de Lisboa, Portugal

Joaquim Pinto, Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro, Portugal

Jorge Henrique Gualandi, Instituto Federal do Espírito Santo - campus Cachoeiro de Itapemirim, Brasil

Leonor Santos, UIDEF, IE, Universidade de Lisboa, Portugal

Lina Fonseca, CIEC-UM, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Portugal

Lurdes Serrazina, UIDEF, IE, Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal

Manuel Vara Pires, CIEB, Instituto Politécnico de Bragança, Portugal 

Margarida Rodrigues, UIDEF, IE, Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal

Maria Cristina Costa, Smart Cities Research Center, Instituto Politécnico de Tomar, Portugal

Maria de Fátima Mendes, CIEQV, ESE, Instituto Politécnico de Setúbal

Maria Teresa Fernandez Blanco, Open STEAM, Universidade de Santiago de Compostela, Espanha

Marina Rodrigues, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal

Marisa Quaresma, UIDEF, IE, Universidade de Lisboa, Portugal

Nádia Ferreira, CIE, ISPA - Instituto Universitário, Portugal

Nélia Amado, UIDEF, IE, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, Portugal

Neusa Branco, ESSE, Instituto Politécnico de Santarém, Portugal

Nicole Duarte, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal

Paula Teixeira, Agrupamento de Escolas João de Barros, Portugal

Paulo Afonso, CIPEC, Instituto Politécnico de Castelo Branco, Portugal

Pedro Palhares, Universidade do Minho, Portugal  

Pedro Tadeu, CI&DEI - Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto - Instituto Politécnico da Guarda, Portugal

Raquel Santos, CIEQV, Instituto Politécnico de Santarém, Portugal 

Rita Cadima, CI&DEI, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal

Rosa Ferreira, CMUP, Universidade do Porto, Portugal

Susana Colaço, ESE, Instituto Politécnico de Santarém, Portugal

Teresa Neto, CIDTFF, Universidade de Aveiro, Portugal

Locais do SIEM

 

O XXXIV SIEM decorre nas Caldas da Rainha, mais especificamente em dois locais:

 

CENTRO CULTURAL E CONGRESSOS DE CALDAS DA RAINHA (CCC)


Mapa:
Rua Dr. Leonel Sotto Mayor 23D, 2500-227 Caldas da Rainha

Tlf: 262 094 081
Email: bilheteira@ccc.com.pt
URLhttps://ccc.com.pt

 

ESCOLA SECUNDÁRIA RAFAEL BORDALO PINHEIRO (ESRBP)


Mapa:
Rua Almirante Gago Coutinho 1, 2500-000 Caldas da Rainha

Tlf262 870 070
Email: esrbp@esrbp.pt
URL: https://aerbp.pt

 

MAPA DA ZONA ENVOLVENTE


Brevemente

 

MAPA DA E. S. RAFAEL BORDALO PINHEIRO


Brevemente

 

Programa — SIEM 

 

Programa Geral do SIEM em pdf

 

Submissão de Comunicações e Pósteres

 

Os participantes no SIEM podem submeter propostas de comunicações e/ou pósteres, a serem apresentadas em simpósios com discussão. As comunicações têm 15 minutos para apresentação e os pósteres têm 5 minutos para apresentação. Todos os trabalhos serão sujeitos a revisão científica por pares, com base em critérios uniformes indicados pela comissão científica relativos a clareza, estrutura, relevância e coerência da proposta. As propostas devem seguir rigorosamente as indicações formais abaixo fornecidas e serem enviadas até 19 de maio, através dos formulários abaixo.

A notificação de aceitação é realizada pela comissão científica até 31 de maio  e a submissão da versão final revista para publicação em atas tem de ser enviada até 17 de junho.

As atas do XXXIV SIEM irão ser propostas para indexação na Web of Science.

 

COMUNICAÇÕES


 

O texto da comunicação será publicado nas Atas se respeitar rigorosamente as normas de formatação que constam no modelo.

Modelo para submissão de Comunicação

DOC (Word)   |  PDF

         Submissão de Comunicação         

 

PÓSTERES


 

O texto do póster será publicado nas Atas se respeitar rigorosamente as normas de formatação que constam no modelo.

Modelo para submissão de Póster

DOC (Word)   |  PDF

         Submissão de Póster         

 

Modelo de PowerPoint


 

Se vai apresentar alguma comunicação e/ou póster e pretende utilizar um modelo comum, próprio deste SIEM, descarregue-o aqui:

PPT

XXXIV SIEM — Atas

 

A disponibilizar no início de julho.

As atas do XXXIV SIEM irão ser propostas para indexação na Web of Science.

 

Contactos

 

siem2024@apm.pt

XXXIV SIEM - Associação de Professores de Matemática

Rua Dr. João Couto, n.º 27-A
1500-236 Lisboa

Tel.: +351 21 716 36 90  /  21 711 03 77

XXXIV SIEM - Conferências Plenárias (1h)

 

CP 01  –  A discussão coletiva na aula exploratória de Matemática

Nicole Duarte, Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, CI&DEI

Quarta-feira, 17 de julho, 14h30m - 15h30m
Auditório da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

Resumo

A discussão matemática coletiva é um aspeto fundamental da abordagem de ensino exploratório, em que os alunos assumem um papel central e ativo na construção do seu conhecimento. Apesar do potencial da discussão coletiva, esta apresenta desafios para o professor, dado o amplo conhecimento de que necessita para o gerir. O estudo de aula tem vindo a ser apontado como um processo formativo com potencial para promover o desenvolvimento do conhecimento do professor, nomeadamente sobre discussões coletivas. Com base num modelo sobre práticas e ações a considerar na preparação e condução da discussão coletiva, são analisados casos que apresentam a forma como professores e futuros professores prepararam, conduziram e refletiram sobre a discussão coletiva, em contexto de estudo de aula.

Nota biográfica

Nicole Duarte é Doutora em Educação, na especialidade de Didática da Matemática, pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e Professora Adjunta Convidada na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria. É investigadora integrada no Centro de Estudos em Educação e Inovação (CI&DEI) e tem investigado sobre o estudo de aula na formação inicial de professores, com foco no desenvolvimento do seu conhecimento didático, e em particular no que respeita à discussão coletiva. Integra equipas de investigação no âmbito dos projetos Introduzindo o estudo de aula na formação inicial de professores e O pensamento computacional na formação inicial de professores dos primeiros anos.

 

 

CP 02  –  An Innovative Way of Teaching and Assessing Critical Thinking in Mathematics

Sergiy Klymchuk, Auckland University of Technology, New Zealand

Quinta-feira, 18 de julho, 9h30m - 10h30m
Auditório da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro (via Zoom)

Resumo

Fake news, misinformation and conspiracy theories are getting more common in our society. Therefore, abilities to recognise mistakes and think critically are very important nowadays. Including so-called provocative questions in teaching and assessment in mathematics can enhance students' critical thinking skills. Such questions look like typical routine questions but in fact that have a catch – they are deliberately designed to mislead the solver. The intention is to prepare students for real life better by transferring their critical thinking skills outside the classroom. Results of several studies on attitudes of school mathematics teachers’ and university mathematics lecturers towards using provocative mathematics questions in teaching and assessment are presented in the talk. Practical recommendations for teaching practice are also discussed.

Nota biográfica

Dr Sergiy Klymchuk is an Associate Professor of mathematics and Founding Director of the STEM Tertiary Education Centre at the Auckland University of Technology, New Zealand. He has 43 years' experience in teaching university mathematics in different countries. His PhD was in differential equations and current research interests are in mathematics education. He authored or co-authored more than 250 publications including the Counterexamples in Calculus book that received an Outstanding Academic Title Award from the Choice magazine of the American Library Association in 2010; Paradoxes and Sophisms in Calculus book that made the cover of the 2014 Publications Catalogue of the Mathematical Association of America; and the internationally acclaimed book on popular mathematics Money Puzzles: On Critical Thinking and Financial Literacy that has been published in 9 countries. He is a Fellow of the Institute of Mathematics and its Applications based in the UK, a member of the Royal Society of New Zealand and several international organisations on mathematics education.

 

XXXIII SIEM

 

Painel Plenário

1h

 

A matemática fora da sala de aula – um percurso de 15 anos de sucesso com alunos e professores

Quinta-feira, 6 de julho, 17h 30m - 18h 30m
 

Ana Barbosa e Isabel Vale, Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Resumo

A aprendizagem é um processo que ocorre diariamente, em diferentes contextos, não estando confinada à sala de aula nem ao tempo que os alunos lá permanecem. É por isso importante que se tenha em atenção o papel fundamental das atividades realizadas fora da sala de aula e a aprendizagem que daí decorre. Neste âmbito há um conjunto de ideias a destacar, como: a estreita ligação com os princípios da aprendizagem ativa; a relevância do domínio afetivo e do movimento na atenção e na motivação com que os alunos encaram e se envolvem na atividade matemática; criar oportunidades genuínas para a resolução de problemas que naturalmente emergem do contexto dando maior significado à Matemática; o estabelecimento de conexões de natureza diversa, dentro e fora da Matemática. Os trilhos matemáticos destacam-se como uma estratégia que envolve os alunos em aprendizagens significativas que complementam e dão sentido ao que é aprendido na sala de aula, permitindo a aplicação de um conjunto de competências essenciais para essa aprendizagem.

Neste painel pretende-se partilhar os resultados da participação em dois projetos focados nos trilhos matemáticos, com e sem recurso a tecnologia, quer na perspetiva dos alunos quer dos professores, o Projeto MatCid – A Matemática e a Cidade e o Projeto MaSCE3. Far-se-á uma incursão pelo trabalho desenvolvido nestes projetos, dando relevância aos seus produtos, com particular enfoque nas tarefas utilizadas, evidenciando o potencial e os desafios dos trilhos realizados com papel e lápis e dos trilhos realizados com recurso a tecnologia, em particular a aplicação MathCityMap.

Ana Barbosa, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Ana Barbosa é docente da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Doutorou-se em Estudos da Criança, na Universidade do Minho. Tem integrado equipas de investigação de projetos financiados, nacionais e internacionais. Autora e coautora de artigos e livros sobre várias temáticas entre as quais se destacam a formação de professores, o pensamento algébrico, a visualização e a resolução de problemas.

Isabel Vale, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Isabel Vale é doutorada em Didática da Matemática e docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Tem lecionado em cursos de pós-graduação, formação inicial e contínua. Participado em projetos de investigação e de intervenção na área da educação matemática. É autora e coautora de relatórios, artigos e livros. A área de investigação está centrada na didática da matemática e na formação de professores.

 

 

 

SIEM 2023

Mesa Redonda

2h 00min

Sessão especialmente organizada para promover uma discussão sobre um tema de atualidade com vários intervenientes convidados para o efeito. É preparada e conduzida por um moderador convidado pela organização que solicita intervenções dos vários intervenientes do painel sobre o tema em discussão, e em resposta a questões da assistência que em momento próprio é convidada a intervir.

 

 

STE(A)M em Educação Matemática 

Quinta-feira, 6 de julho, 11h 00m - 13h 00m
GERAL

 

Moderador: José Miguel Sousa, Direção da APM

Participantes:

  • Cristina Oliveira da Costa, Instituto Politécnico de Tomar (IPT), ccosta@ipt.pt   
  • Helena Rocha, CICS.NOVA, FCT NOVA – Universidade NOVA de Lisboa, hcr@fct.unl.pt
  • Sara Cruz, Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, scruz@ipca.pt
  • Teresa F. Blanco, Universidad de Santiago de Compostela, teref.blanco@usc.es

 

Resumo

As STE(A)M têm vindo a ser alvo de crescente atenção nos últimos anos por parte dos professores e investigadores e tem-se refletido em vários documentos internacionais. Também os documentos curriculares atuais para a disciplina de Matemática desafiam os professores a desenvolver aprendizagens integradas estabelecendo conexões entre áreas do saber, cruzando as ideias de que a Matemática é única mas não é a única, e que importa desenvolver aprendizagens para uma cidadania plena e capaz de enfrentar os desafios da sociedade atual. Ao integrar a Matemática em tarefas ou projetos STEAM, os alunos são desafiados, em contexto próximo do real a explorar os conceitos matemáticos, o que pode tornar a aprendizagem mais significativa e envolvente. A caracterização desta abordagem é uma das primeiras questões levantadas, mas é também uma questão que tem revelado as diferentes conceções que lhe estão associadas. O conhecimento profissional necessário para trazer para a prática de sala de aula esta abordagem é naturalmente uma questão incontornável, mas também uma questão complexa. A diversidade de entendimentos sobre a abordagem STE(A)M, as múltiplas possibilidades de integração entre as áreas envolvidas, e a formação inicial e contínua dos professores, são apenas alguns dos aspetos a ponderar ao conceptualizar práticas desta natureza. Assim, é fundamental discutir estratégias que sejam adequadas à implementação das STE(A)M que corresponda às necessidades dos professores, das escolas e principalmente de todos os alunos.

Nesta mesa-redonda, iremos explorar ideias em torno das STE(A)M em Educação Matemática e discutir conceitos, práticas e aspetos relativos ao conhecimento e desenvolvimento profissional dos professores. Os membros da mesa-redonda serão convidados a considerar as seguintes questões/incitações:

1.     Quais as principais ideias a conceptualizar em torno das STE(A)M?

2.     Quais as potencialidades para as aprendizagens dos alunos?

3.     Quais os principais desafios que se colocam aos professores e à formação inicial e contínua?

4.     Quais as potencialidades e desafios para a Educação Matemática?

 

Cristina Oliveira da Costa, Instituto politécnico de Tomar (IPT), ccosta@ipt.pt

Cristina Costa, tem Licenciatura, Mestrado e curso de Doutoramento em Matemática. Doutoramento em Ciências da Educação, pela FCT da Universidade NOVA de Lisboa, na especialidade de Teoria do Desenvolvimento Curricular, tendo desenvolvido investigação em STEM. Pós-doc em educação STEAM. Professora Adjunta da Unidade Departamental de Matemática e Física do IPT, tendo sido diretora da Área de Matemática de 2002 a 2010. Desde 2013 que é diretora da Academia de Ciência, Arte e Património (www.academiacap.ipt.pt) que promove atividades hands-on e formação de professores na área das STEAM e património. Participa em vários projetos financiados, nacionais e internacionais, incluindo projetos de investigação e de cocriação. assim como o Erasmus + KA2 ProSTEAM. Para além da matemática e STEAM, os seus interesses de investigação estão relacionados com tecnologias educativas, nomeadamente realidade aumentada e virtual. Publica artigos em revistas internacionais e apresenta a sua investigação em conferências nacionais e internacionais, tendo integrado a comissão científica e organizadora de conferências nacionais e internacionais.

Helena Rocha, Faculdade de Ciências e Tecnologia – Universidade NOVA de Lisboa, hcr@fct.unl.pt

Helena Rocha é professora no Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa, licenciada em Matemática pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e doutorada em Educação, na área de Didática da Matemática, pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Os seus interesses de investigação centram-se no professor de Matemática, com um especial foco no conhecimento e desenvolvimento profissional em contexto de integração da tecnologia. Neste âmbito lidera o projeto TecTeachers, que incide sobre o conhecimento profissional para ensinar com tecnologia. Autora de diversos capítulos de livros e artigos publicados em revistas nacionais e internacionais; atualmente é coordenadora do mestrado em Ensino da Matemática; diretora associada da revista Quadrante; membro do corpo editorial da revista Research in Mathematics Education; e editora da revista Educação e Matemática, onde é também responsável pela secção Vamos Jogar.

Sara Cruz, Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, scruz@ipca.pt

Sara Cruz, é licenciada em Matemática pela Universidade do Porto, mestre em Ciências da Educação e mestre em Tecnologias da Informação e da Comunicação. É doutorada em Educação, na especialidade de Tecnologia Educativa pela Universidade do Minho. É Professora de Matemática na Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. É investigadora externa no Centro de Investigação em Educação (CIEd) da Universidade do Minho e colaboradora no Laboratório de Inteligência Artificial Aplicada (2Ai) do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. Tem participado em projetos de investigação que incluem a aprendizagem por projeto, a edição criativa de vídeo, conceitos estruturantes da matemática e práticas pedagógicas inovadoras usando tecnologia.

Teresa F. Blanco, Universidad de Santiago de Compostela, teref.blanco@usc.es

Teresa F. Blanco professor at University of Santiago de Compostela. She holds a Bachelor Degree in pure Mathematics, and a Master Degree in Education. She also holds two PhDs: one in Numerical Methods in Partial Differential Equations and a second one in Didactic of Experimental Sciences. She is a known researcher in geometry and modelling, having supervised several PhD thesis in this area of research integrating STEM. Principal researcher of the R+D+I project of the State Programme for Research, Development and Innovation Oriented to the Challenges of Society. EDU2017-84979-R, entitled Enseñanza y aprendizaje de las matematicas en adolescentes en riesgo de exclusión. Teaching intervention through STEAM. She has collaborated and led a large number of national and international projects in mathematics education like KIKS (Kids Inspiring Kids for STEAM) (Erasmus+ programme), STEMFORYOUTH (European Union project, which is part of the Science with and for Society section of the Horizon 2020 programme) and Mathematics EDULARP (Erasmus+ programme). Current lines of research: Learning mathematics in students at risk of exclusion; Visualisation and spatial reasoning; and Teaching and learning based on STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics).

 

 

 

XXXIII SIEM

Conferências com Discussão

1h

 

Como apoiar os alunos a desenvolver o raciocínio matemático?

Quinta-feira, 6 de julho, 16h 00m - 17h 00m
Ensino Básico (2.º e 3.º ciclos) e Secundário

João Pedro da Ponte, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa
 

Resumo

O raciocínio matemático é uma capacidade transversal que os alunos devem desenvolver, indicada com ênfase no programa de Matemática de 2007 e nas Aprendizagens Essenciais de 2022. Dois processos centrais no raciocínio são justificar (essencial na dedução) e conjeturar e generalizar (essencial na indução). Esta conferência analisa como estes processos de raciocínio podem ser desenvolvidos na sala de aula em diversos níveis de ensino e que recursos estão à disposição do professor para a realização deste trabalho.

João Pedro da Ponte, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

João Pedro da Ponte é Doutor em Educação Matemática pela Universidade da Georgia (EUA) (1984) sendo professor catedrático de Didática da Matemática do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Coordenou projetos de investigação sobre a prática profissional, conhecimento e desenvolvimento profissional do professor, com especial atenção aos estudos de aula e ao ensino-aprendizagem dos números, álgebra e raciocínio matemático. Colabora com a Associação de Professores de Matemática (APM), sendo membro do Grupo de Trabalho de Investigação (GTI).

 

Avaliação Pedagógica e Prática Letiva do Professor de Matemática: Que mudanças?

Quinta-feira, 6 de julho, 16h 00m - 17h 00m
Ensino Básico (3.º ciclo)

António Borralho, Departamento de Pedagogia e Educação/Centro de Investigação em Educação e Psicologia – Universidade de Évora
 

Resumo

O desempenho, em Matemática, dos alunos portugueses é sempre alvo de muitos questionamentos, sobretudo no que diz respeito aos resultados das avaliações externas. Esses questionamentos têm originado alguma investigação sobre a caracterização das práticas letivas de sala de aula com resultados que evidenciam que as práticas de avaliação são quase exclusivamente orientadas para a classificação e desarticuladas com as práticas de ensino.

Tendo em conta este pressuposto, desenvolveu-se um projeto de média duração (um ano letivo) onde se implementou uma estratégia de avaliação formativa através de tarefas a desenvolver na sala de aula, profundamente comprometida com o desenvolvimento curricular (prática de ensino). Foi, essencialmente, um trabalho colaborativo entre investigadores e professores de matemática (7º ano) na conceção dos recursos de sala de aula, na sua implementação e no desenvolvimento de competências de reflexão sobre a prática letiva.

O principal objetivo foi a implementação, a partir de tarefas de sala de aula e através do ensino-avaliação-aprendizagem exploratório, de uma avaliação formativa que fizesse parte integrante da sua prática letiva e que se articulasse com a avaliação sumativa, sendo congruente com o currículo nacional e, muito especialmente, com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO).

Esta conferência pretende contextualizar este projeto e apresentar alguns resultados preliminares.

António Borralho, Departamento de Pedagogia e Educação/Centro de Investigação em Educação e Psicologia – Universidade de Évora

António Borralho é Doutor em Ciências da Educação, professor associado no Departamento de Pedagogia e Educação Universidade de Évora (Portugal), e investigador integrado no Centro de Investigação em Educação e Psicologia da mesma Universidade. Tem desenvolvido investigação e docência nas áreas da avaliação educacional (aprendizagens), didática da matemática e formação de professores, sendo que a investigação tem sido assente na coordenação e participação em projetos de investigação, financiados, nacionais e internacionais. Tem publicação nestas áreas sob a forma de artigos de carácter científico em revistas nacionais e internacionais da especialidade, capítulos de livros e livros em editoras nacionais e estrangeiras

 

As práticas do Pensamento Computacional no Ensino da Matemática

Quinta-feira, 6 de julho, 16h 00m - 17h 00m
Ensino Básico (3.º ciclo) e Ensino Secundário

Carlos Albuquerque, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
 

Resumo

Na caracterização do Pensamento Computacional referem-se normalmente práticas ou características como a abstração, a decomposição, o reconhecimento de padrões, a análise e definição de algoritmos, a aquisição de hábitos de depuração e a otimização dos processos.

Nesta comunicação vamos refletir sobre o significado destes termos e a identificação destas práticas no ensino da Matemática, tendo em conta o seu significado nas ciências da computação, na matemática computacional e na matemática em geral. Em particular vamos refletir sobre a variedade de abordagens usadas pelos diferentes autores na caracterização do Pensamento Computacional. Alguns exemplos ligados ao ensino permitirão concretizar melhor os sentidos atribuídos a estes termos.

Carlos Albuquerque, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Carlos Albuquerque é Professor Auxiliar do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Tem desenvolvido investigação em projetos interdisciplinares e tem participado na formação inicial de professores de Matemática em diversas funções.

Foi membro do Grupo de Trabalho de Matemática que elaborou as "Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática" (2020) e co-autor das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

XXXIII SIEM

Simpósios de Comunicações (C) e Pósteres (P)

 

SIMPÓSIO 1

AUDITÓRIO

CÂMARA MUNICIPAL BARCELOS

AUDITÓRIO

TEATRO GIL VICENTE

AUDITÓRIO

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE BARCELOS

5 de JULHO

16h15 às 17h30

Moderadora: Hélia Pinto

C01 O desenvolvimento do conhecimento didático de futuros professores através do estudo de aula [ver autores e resumo]

C08 Ensino de sequência numérica: conhecimento didático evidenciado por futuros professores de Matemática na elaboração de aula híbrida, em abordagem de sala de aula invertida [ver autores e resumo]

P04 Desenvolvimento do conhecimento do professor e suas relações com as Tarefas para a Formação no âmbito da Medida e do Pensamento Algébrico, Geométrico e Estatístico [ver autores e resumo]

Moderador: Jorge Gualandi

C04 O facilitador num estudo de aula: que ações e que desafios? [ver autores e resumo]

C09 Adaptações no estudo de aula: oportunidade para potenciar a reflexão sobre a prática com professores de matemática no contexto angolano [ver autores e resumo]

P06 Pensamento Computacional na Matemática: perspectivas para o ensino e aprendizagem na educação paulista [ver autores e resumo]

Moderador: Joaquim Pinto

C03 O estudo de aula na formação inicial de professores dos primeiros anos em Portugal [ver autores e resumo]

C18 O papel da intuição no ensino da matemática segundo Felix Klein e José Sebastião e Silva [ver autores e resumo]

P01 O pensamento algébrico: uma experiência transversal [ver autores e resumo]

 

SIMPÓSIO 2

SALA 12  (ESG - Campus IPCA)

SALA 09  (ESG - Campus IPCA)

6 de JULHO

09h00 às 10h30

Moderadora: Alexandra Gomes

C15 Discutindo uma Tarefa para a Formação como recurso para desenvolver o Conhecimento Interpretativo do professor no âmbito da rotação [ver autores e resumo]

C17 Conhecimento profissional do professor: A influência das perturbações tecnológicas no ensino de Matemática e Física [ver autores e resumo]

P05 Qual o entendimento dos professores acerca de diferentes tipos de tarefas matemáticas? [ver autores e resumo]

Moderadora: Helena Martinho

C02 Práticas utilizadas por uma formadora de professores para fomentar discussões coletivas e ensinar Álgebra na Licenciatura em Pedagogia [ver autores e resumo]

C13 Como os alunos comunicam por escrito a resolução de um problema matemático? Um estudo com alunos do 11.º ano [ver autores e resumo]

P02 Desenvolvimento profissional de professores: trabalhando com generalização de padrões em um curso de formação continuada [ver autores e resumo]

 

SIMPÓSIO 3

AUDITÓRIO 1  (ESG - Campus IPCA)

AUDITÓRIO 2  (ESG - Campus IPCA)

 

6 de JULHO

14h30 às 16h00

Moderador: Miguel Ribeiro

C07 Construção do conhecimento matemático na aplicação de métodos numéricos: uma interpretação à luz dos modelos AiC e RBC [ver autores e resumo]

C14 O conhecimento estatístico de uma professora sobre as diferentes etapas de uma investigação estatística [ver autores e resumo]

P03 CINEMAT II: A Matemática pelas lentes do cinema [ver autores e resumo]

Moderadora: Cristina Martins

C12 Incentivar mudanças nas práticas letivas através do estudo de aula [ver autores e resumo]

C16 Saberes escolarizados e defasagem da aprendizagem: recomposição da aprendizagem de Matemática no pós-pandemia [ver autores e resumo]

P07 A aprendizagem cooperativa no desenvolvimento de competências interpessoais no ensino e aprendizagem da Matemática [ver autores e resumo]

 

 

 

 

 

SIMPÓSIO 1

Dia 5 de julho, 16h15 — 17h30

AUDITÓRIO CÂMARA MUNICIPAL 

Moderadora

 Hélia Pinto

 

C01 O desenvolvimento do conhecimento didático de futuros professores através do estudo de aula

Autores

Nicole Gaspar Duarte, João Pedro da Ponte e Hélia Pinto

Resumo

A partir da análise de dois estudos de aula realizados na formação inicial de professores numa instituição de ensino superior em Portugal, procuramos compreender como este processo formativo, em particular as fases de definição dos objetivos de aprendizagem, planeamento da aula e discussão pós-aula contribuiu para o desenvolvimento do conhecimento didático de quatro futuras professoras de Matemática no 2.º ciclo, nomeadamente sobre o currículo e a Matemática para o ensino.

Seguimos uma abordagem qualitativa e interpretativa e os dados foram recolhidos através de observação participante, gravação das sessões e recolha documental. Os resultados mostram que a fase de definição dos objetivos de aprendizagem, com base na análise dos documentos curriculares, promoveu o desenvolvimento do conhecimento sobre o currículo, em particular nos tópicos matemáticos selecionados para as aulas de investigação.

As sessões de planeamento dessas aulas promoveram discussões sobre as tarefas matemáticas, em particular sobre diferentes estratégias de resolução e representações, desenvolvendo o conhecimento das futuras professoras sobre a Matemática para o ensino. E a discussão pós-aula permitiu que analisassem estratégias e representações apresentadas pelos alunos, o que também promoveu o desenvolvimento do conhecimento da Matemática para o ensino. A colaboração foi transversal a todas as sessões dos estudos de aula, proporcionando um ambiente favorável à partilha de ideias e reflexões.

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

C08 Ensino de sequência numérica: conhecimento didático evidenciado por futuros professores de Matemática na elaboração de aula híbrida, em abordagem de sala de aula invertida

Autores

Vilmar Gomes da Fonseca, Mariana Souza Pereira e Ester dos Santos Silva Carvalho

Resumo

Neste texto apresentamos parte dos resultados de um estudo que visa identificar os desafios enfrentados por duas licenciandas em Matemática no planejamento de uma prática letiva para o ensino de sequência numérica, constituída de uma aula híbrida na abordagem de Sala de Aula Invertida, e o modo como agem para superá-los. A recolha de dados compreendeu os momentos de planejamento da aula híbrida pelas futuras professoras e envolveu a elaboração de atividades instrucional (assíncrona), exploratória (síncrona) e avaliativa.

Os resultados apontam a elaboração de videoaulas, quiz e tarefas exploratórias como grandes desafios para as licenciandas no planejamento da aula híbrida. No entanto, revela-se que a integração e articulação de diferentes aspectos dos seus conhecimentos didáticos contribuiram para que elas superassem os desafios. Ao final, retiramos algumas implicações educacionais destes resultados.

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

P04 Desenvolvimento do conhecimento do professor e suas relações com as Tarefas para a Formação no âmbito da Medida e do Pensamento Algébrico, Geométrico e Estatístico

Autores

Miguel Ribeiro, Adilson Dalben, Alessandra Almeida, Sandra Menezes

Resumo

Neste projeto temos por foco as especificidades do Conhecimento Interpretativo e Especializado do professor no âmbito do Pensamento Algébrico, Geométrico, Estatístico e as conexões entre Medida e Operações e das Tarefas para a Formação que potenciam o desenvolvimento desse conhecimento. 

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

 

SIMPÓSIO 1

Dia 5 de julho, 16h15 — 17h30

AUDITÓRIO TEATRO GIL VICENTE 

Moderador

 Jorge Gualandi

 

C04 O facilitador num estudo de aula: que ações e que desafios?

Autores

Filipa Alexandra Baptista Faria, Paula Gomes e Micaela Martins

Resumo

Ao contrário dos processos de formação em que os professores são recetores de informação, o estudo de aula é um modelo colaborativo que liga a teoria à prática, uma vez que inclui planeamento detalhado de uma aula e baseia-se em reflexões focadas na aprendizagem dos alunos, apoiadas pela condução e observação dessa aula. No entanto, é necessário investigar o papel de quem conduz um estudo de aula, o facilitador, principalmente em contextos onde ainda é um processo formativo recente.

Assim, procuramos identificar as ações de duas facilitadoras e os desafios que enfrentaram, durante a fase de planeamento dos estudos de aula que conduziram. A investigação é qualitativa e interpretativa, realizada em Portugal, com professores em serviço do ensino básico e secundário. A recolha de dados incluiu diário de bordo, gravações áudio das sessões e recolha documental.

Os resultados mostram que, além de prepararem e conduzirem as sessões, as facilitadoras sentiram necessidade de as ajustar, após ou mesmo durante as sessões. Evidenciam também a importância de ações como selecionar recursos, antecipar as suas intervenções e definir aspetos a realçar durante as sessões, considerando as experiências dos professores, mas, sobretudo, estar recetivo às ideias deles e ajustar o planeamento quando necessário. Um dos maiores desafios enfrentados pelas facilitadoras foi equilibrar as suas intervenções, entre serem diretivas ou líderes invisíveis. 

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

C09 Adaptações no estudo de aula: oportunidade para potenciar a reflexão sobre a prática com professores de matemática no contexto angolano

Autora

Madalena Garreth Albino Hungulo

Resumo

O estudo de aula é um processo de desenvolvimento profissional de professores, originário do Japão e que atualmente é praticado em vários países. O seu uso noutros países requer adaptações em função do contexto dos professores e das condições existentes. O objetivo desta comunicação é conhecer as aprendizagens dos professores, as reflexões que fizeram sobre a sua prática e as suas perspetivas sobre o estudo de aula e o ensino exploratório. Participaram três professores de matemática do 7.º ano de escolaridade.

A metodologia empregue é qualitativa, no paradigma interpretativo. A recolha dos dados foi feita por observação participante, entrevistas e gravação das sessões. Os resultados apontam que os professores fizeram reflexões importantes em relação à sua prática docente e consideraram o ensino exploratório como uma metodologia desafiante tanto para os professores como para os alunos, mas benéfica para a aprendizagem dos alunos. Também consideraram o estudo de aula um processo eficaz de desenvolvimento profissional de professores.

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

P06 Pensamento Computacional na Matemática: perspectivas para o ensino e aprendizagem na educação paulista

Autores

Janaina Oliveira Silva, Herman R. Assumpção, Laôr F. Oliveira e Roberto X. A. Filho

Resumo

Este trabalho apresenta o programa PCMat o qual tem como foco a aprendizagem da matemática no contexto da educação pública de São Paulo e busca aumentar a proficiência de matemática com formação continuada de professores do ensino fundamental e aplicação prática com alunos dos 6 aos 14 anos. 

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

SIMPÓSIO 1

Dia 5 de julho, 16h15 — 17h30

AUDITÓRIO BIBLIOTECA MUNICIPAL DE BARCELOS

Moderador

 Joaquim Pinto

 

C03 O estudo de aula na formação inicial de professores dos primeiros anos em Portugal

Autores

Linda Cardoso, João Pedro da Ponte e Marisa Quaresma Gaspar

Resumo

Esta comunicação tem como objetivo identificar as potencialidades e os constrangimentos do uso do estudo de aula na formação inicial de professores dos primeiros anos. Foram realizados dois estudos de aula numa instituição do ensino superior, em Portugal, no mestrado em Ensino em 1.º Ciclo e Matemática e Ciências Naturais do 2.º Ciclo do Ensino Básico. O Estudo de Aula A envolveu duas futuras professoras do 2.º ano do mestrado e o Estudo de Aula B envolveu os futuros professores de uma turma do 1.º ano.

Os resultados sugerem que este processo formativo apresenta potencialidades para o desenvolvimento do conhecimento dos futuros professores, possibilitando uma maior ligação entre teoria e prática. No entanto, alguns constrangimentos podem surgir, nomeadamente em relação à ligação com a turma em que é lecionada a aula de investigação ou com o momento do documento curricular em que se pode integrar o estudo de aula.

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

C18 O papel da intuição no ensino da matemática segundo Felix Klein e José Sebastião e Silva

Autora

Circe Mary Silva da Silva

Resumo

Na perspetiva de Felix Klein e de José Sebastião e Silva, para onde se inclina o pêndulo na abordagem de conceitos teóricos da matemática: para a lógica ou para a intuição?

Procuro problematizar esta questão interpretando duas obras destes autores que tiveram repercussão em ambos os países. Uma revisita a Matemática elementar de um ponto de vista superior (1908) de Felix Klein tem o objetivo de compreender o significado do conceito de intuição para o autor e de ressaltar o seu papel no ensino.

Em Portugal, desdobramentos da perspetiva de Klein estão no cálculo infinitesimal contido na obra Álgebra, de Sebastião e Silva (1956). Concluí que Klein traz uma nova proposta para o ensino da matemática, que deve ser abordada sob três perspetivas: a perspetiva matemática, que preconiza uma matemática orgânica, sem descontinuidade entre o ensino elementar e superior, e com aplicações; a perspetiva histórica, que sugere o uso do princípio genético; e, a perspetiva didática, que recomenda o uso do método intuitivo. Sebastião e Silva apresenta uma conceção muito semelhante à de Klein.

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

 

P01 O pensamento algébrico: uma experiência transversal

Autora

Laura Margarida Salgueiro Bandarra

Resumo

O desenvolvimento do pensamento algébrico deve ser uma aposta desde os primeiros anos e favorecer a construção das ideias algébricas com vista ao desenvolvimento progressivo de um raciocínio matemático expresso de forma formal pelos alunos. Isto requer que se estabeleçam conexões curriculares entre a Álgebra dos diferentes anos de escolaridade, numa lógica de articulação vertical. O presente poster tem como intenção divulgar uma dessas experiências, em torno do subtópico Regularidades em sequências.

[Voltar SIMPÓSIO 1]

 

 

SIMPÓSIO 2

Dia 6 de julho, 09h00 — 10h30

SALA 12 

(ESG - Campus IPCA) 

Moderadora

 Alexandra Gomes

 

C15 Discutindo uma Tarefa para a Formação como recurso para desenvolver o Conhecimento Interpretativo do professor no âmbito da rotação

Autores

Caroline Silva, Miguel Ribeiro

Resumo

Uma prática central no trabalho do professor de matemática é a interpretação das produções dos alunos referentes à realização de tarefas em sala de aula. Para que essa interpretação contribua para discussões matemáticas que levam ao entendimento dos alunos é requerido que o professor seja detentor de um conhecimento matemático especializado denominado Conhecimento Interpretativo. O Conhecimento Interpretativo permite ao professor entender, interpretar e propor feedback com base nas formas de pensar expressas nas produções dos alunos, sejam elas incorretas ou não usuais. Todavia, por ser especializado, desenvolver esse conhecimento demanda contextos formativos com essa intencionalidade. Neste texto apresenta-se e discute-se a estrutura, conteúdo e objetivos de uma Tarefa Interpretativa, que corresponde a um tipo específico de Tarefa para a Formação e que se associa ao objetivo de aceder e desenvolver o Conhecimento Interpretativo do professor no âmbito da rotação.

[Voltar SIMPÓSIO 2]

 

 

C17 Conhecimento profissional do professor: A influência das perturbações tecnológicas no ensino de Matemática e Física

Autores

Tânia Coelho, Maria do Carmo Botelho, Helena Rocha

Resumo

Este estudo analisa o papel do conhecimento profissional do professor na integração de tecnologia nas disciplinas de Matemática e de Física no ensino secundário. Tem como objetivo perceber como o conhecimento do professor é mobilizado na integração de diferentes tecnologias em situações de perturbação tecnológica. A metodologia adotada é qualitativa com orientação interpretativa e envolve dois professores, um de Matemática e um de Física. Os resultados sugerem que os professores envolvidos no estudo, em contextos de Matemática e Física, mobilizam o KTMT quando se deparam com uma situação de perturbação tecnológica. Durante o uso da tecnologia em aula, constata-se que as perturbações observadas nos dois professores ocorrem em situações não planeadas ou imprevistas, durante a realização das tarefas propostas.

[Voltar SIMPÓSIO 2]

 

P05 Qual o entendimento dos professores acerca de diferentes tipos de tarefas matemáticas?

Autores

Dores Ferreira, Alexandra Gomes, Catarina Vasconcelos Gonçalves

Resumo

O uso de tarefas matemáticas e a formação de professores são dois tópicos importantes. Este estudo objetiva perceber o entendimento de professores do 1.º CEB sobre diferentes tipos de tarefas. Constatou-se que, apesar da dificuldade em descrever diferentes tipos de tarefa, os professores anteveem várias vantagens, mas também dificuldades no seu uso. 

[Voltar SIMPÓSIO 2]

 

 

SIMPÓSIO 2

Dia 6 de julho, 09h00 — 10h30

SALA 9

(ESG - Campus IPCA) 

Moderadora

 Helena Martinho

 

C02 Práticas utilizadas por uma formadora de professores para fomentar discussões coletivas e ensinar Álgebra na Licenciatura em Pedagogia

Autores

Eduardo Goedert Doná e Alessandro Jacques Ribeiro

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo identificar e compreender as práticas utilizadas por uma formadora de professores ao ensinar Álgebra na Licenciatura em Pedagogia, no que refere à condução de discussões coletivas. Para operacionalizar tal objetivo foi realizado um estudo de caso envolvendo uma formadora de professores, cujos dados são constituídos por registros em áudio e vídeo e por documentos. Dentre os resultados identificamos um conjunto de práticas utilizadas pela formadora e que culminaram em oportunidades de aprendizagem profissional aos futuros professores para o ensino de Álgebra nos primeiros anos de escolarização. Destacam-se as práticas de estabelecer uma comunidade de aprendizagem, buscar evidências nas resoluções dos futuros professores para confrontá-las, fazê-los avançar em seus conhecimentos profissionais referentes à Álgebra.

[Voltar SIMPÓSIO 2]

 

C13 Como os alunos comunicam por escrito a resolução de um problema matemático? Um estudo com alunos do 11.º ano

Autores

Letícia Gabriela Martins, Maria Helena Martinho

Resumo

É aconselhável que os alunos terminem a sua escolaridade obrigatória com as capacidades de resolução de problemas e de comunicação escrita devidamente desenvolvidas. No currículo português, estas capacidades são realçadas devido à importância atribuída ao facto de os alunos serem incentivados a justificar as suas ideias e resoluções, encadeando os seus raciocínios de forma organizada e coerente. Posto isto, consideramos pertinente desenvolver um sistema de categorias de análise da comunicação escrita, e apresentamos a análise de resoluções a um problema matemático, baseado nessa categorização, de forma a responder à questão Como é que os alunos comunicam as suas resoluções de problemas por escrito? As resoluções foram realizadas por alunos do 11.º ano, divididos em seis grupos, e foram analisadas em quatro tópicos: correção, completude (dividida em nível e tipo de justificação, e resposta final), representações e organização. Das seis resoluções apresentadas, uma é incorreta, uma parcialmente correta e as restantes corretas, todas elas organizadas e com resposta final explícita. O nível de justificação esteve entre alto e médio, e o tipo de justificação mais vezes observado foi o uso de regras. Quanto às representações, nenhum grupo utilizou todos os tipos em simultâneo, e apenas um recorreu a representação icónica.

[Voltar SIMPÓSIO 2]

 

P02 Desenvolvimento profissional de professores: trabalhando com generalização de padrões em um curso de formação continuada

Autor

Jorge Henrique Gualandi

Resumo

A generalização de padrões configura um tema transversal ao currículo e promove o desenvolvimento do pensamento algébrico. Assim, destaca-se a importância de professores em formação inicial ou continuada e alunos em todos os níveis de ensino vivenciarem tarefas relacionadas com padrões.

[Voltar SIMPÓSIO 2]

 

 

SIMPÓSIO 3

Dia 6 de julho, 14h30 — 16h00

AUDITÓRIO 1

(ESG - Campus IPCA)

Moderador

Miguel Ribeiro

 

C07 Construção do conhecimento matemático na aplicação de métodos numéricos: uma interpretação à luz dos modelos AiC e RBC

Autores

Corália Maria Santos Pimenta, Cristina Caridade e Manuel Joaquim Saraiva

Resumo

Neste artigo apresentam-se resultados de uma investigação cujo propósito foi o de compreender como se processa a construção de um novo conhecimento matemático, no ensino superior, quando se desenvolve uma tarefa que promove a aplicação de métodos numéricos através do GeoGebra.  A tarefa exploratória (que permitirá ao aluno explorar, conjeturar, deduzir, intuir e refletir) foi proposta para trabalho de pares, em contexto de sala de aula, e proporcionou a aplicação das regras dos Trapézios e de Simpson. Foi tida em conta a mediação estabelecida entre os alunos e entre estes e as docentes. No final da resolução da tarefa, os alunos preencheram um inquérito. Seguiu-se uma abordagem metodológica qualitativa, inserida no paradigma interpretativo.

A análise dos resultados foi feita à luz dos modelos teórico AiC (Abstraction in Context) e teórico e metodológico RBC (Regognition, Building-with, Construction) (Hershkowitz, R., Schwarz, B. & Dreyfus, T., 2001). Procurou-se compreender de que forma se relacionaram as ações epistémicas (ações mentais que se desenvolvem durante o processo de abstração e que explicam o aparecimento de uma nova construção matemática mais elaborada e complexa) e qual a sua contribuição para a resolução da tarefa. Concluiu-se que algumas das ações decorridas, em especial as de modelação das funções, valorizaram a relação estabelecida entre as ações Recognizing e Building-with e a condução do processo de construção do novo conhecimento matemático.

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C14 O conhecimento estatístico de uma professora sobre as diferentes etapas de uma investigação estatística

Autores

Mónica Patrício, Ana Paula Canavarro

Resumo

As investigações estatísticas assumem, nas orientações curriculares atuais, particular relevo, sendo o desenvolvimento da literacia estatística uma finalidade curricular fundamental do ensino da Matemática no Ensino Básico. Trata-se de algo exigente para os professores e este estudo tem como objetivo contribuir para a identificação e discussão do conhecimento de Estatística que os professores mobilizam quando põem em prática investigações estatísticas em sala de aula. Tem por base uma investigação mais ampla, de natureza qualitativa, que assumiu uma abordagem interpretativa, através de um estudo de caso de uma professora de Matemática do 2.º Ciclo. Relativamente ao conhecimento de Estatística, a análise de dados evidencia a necessidade de um maior aprofundamento deste conhecimento relativamente às etapas de planeamento da recolha de dados, onde se notaram algumas inseguranças, e de interpretação de dados e formulação das conclusões, em que um conhecimento predominantemente processual impactou e limitou a tomada de decisões sobre a representatividade dos resumos estatísticos gráficos e numéricos.

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P03 CINEMAT II: A Matemática pelas lentes do cinema

Autores

Isabella Araújo de Moura Oliveira e Marli Duffles Donato Moreira

Resumo

O projeto CINEMAT pretende investigar que matemática é revelada pelo cinema e suas concepções epistemológicas, fundamentado na articulação matemática e cultura tendo o cinema como instrumento mediador da enculturação matemática.

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SIMPÓSIO 3

Dia 6 de julho, 14h30 — 16h00

AUDITÓRIO 2

(ESG - Campus IPCA)

Moderadora

 Cristina Martins

 

C12 Incentivar mudanças nas práticas letivas através do estudo de aula

Autores

Alexandra Souza, Margarida Rodrigues, João Pedro da Ponte

Resumo

A partir da análise de um estudo de aula com professores de uma escola de Lisboa, procurámos identificar aspetos relevantes deste processo formativo que podem promover o desenvolvimento profissional dos professores e conduzir a mudanças na prática letiva. A investigação insere-se no paradigma interpretativo e segue uma abordagem qualitativa. Os participantes são sete professores do 1.º ciclo e a primeira autora, que dinamizou o estudo de aula. Os dados foram recolhidos por observação participante, com a elaboração de um diário de bordo, recolha documental e gravação áudio das sessões de trabalho e vídeo da aula observada. Os resultados mostram que os participantes desenvolveram trabalho colaborativo sobre o currículo, tarefas, planificação e condução de aulas numa abordagem exploratória e a reflexão sobre todo o processo, com foco nas aprendizagens dos alunos. Mostram ainda que as práticas de ensino exploratório e a utilização de tecnologias podem favorecer a aprendizagem matemática dos alunos. Esta investigação também mostra que o estudo de aula contribuiu para aprendizagens dos professores envolvidos e que pode encorajar mudanças nas suas práticas letivas e nas crenças relacionadas com a aprendizagem dos alunos.

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C16 Saberes escolarizados e defasagem da aprendizagem: recomposição da aprendizagem de Matemática no pós-pandemia

Autores

Janaina Oliveira Silva, Roberto X. A. Filho, Laôr F. de Oliveira, Herman R. Assumpção

Resumo

Este texto busca apresentar sobre o desenvolvimento de um programa educacional oferecido aos municípios do estado de São Paulo pelo Sesi-SP, o qual tem como pergunta norteadora a seguinte questão: o que é possível fazer para alavancar a recomposição da aprendizagem de matemática no ensino fundamental? O programa nasceu da preocupação com o retorno às aulas presenciais no Brasil que corroboravam com o que as pesquisas informavam: defasagens de aprendizagem em diversos níveis escolares e nos eixos essenciais para o desenvolvimento de outros componentes curriculares e tem como objetivo auxiliar na recomposição da aprendizagem desses saberes escolarizados. Para tal, relatamos sobre a estrutura do programa, bem como apresentamos os seus resultados obtidos nas avaliações realizadas pelos estudantes que participaram do programa por meio da parceria entre o Sesi-SP e o município durante a sua implantação. Com isso, esperamos contribuir com os estudos da área a partir da discussão dos dados e das reflexões propiciadas.

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P07 A aprendizagem cooperativa no desenvolvimento de competências interpessoais no ensino e aprendizagem da Matemática 

Autores

Maria da Graça Magalhães, Helena Santos Silva, José Pinto Lopes

Resumo

A aprendizagem cooperativa pode ser promotora do processo de ensino e aprendizagem dos alunos na disciplina de Matemática A, no que respeita às competências de relacionamento interpessoal. Neste estudo exploratório, foi adotada uma metodologia qualitativa e descritiva, em três turmas do 10.º ano. Para tal, foram planificados e aplicados dois métodos de aprendizagem cooperativa, Graffiti Cooperativo e Verificação em Pares, na resolução de duas tarefas matemáticas. Os resultados obtidos, ainda que provisórios, permitiram constatar que os métodos cooperativos podem desenvolver, nos alunos competências interpessoais, que estimulam o sucesso e o gosto pela Matemática.

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XXXIV SIEM - ESPAÇO GTI

 

Investigação e Aprendizagens Essenciais do Ensino Secundário

Moderador:

Cláudia Maria Canha Nunes Johnen Torres, Coordenadora Projeto #EstudoEmCasa Apoia e docente do AE D. Dinis

Participantes:

Nome, Instituição
Nome, Instituição

Quarta-feira, 17 de julho, 17h00m - 18h00m
Auditório da E. S. Rafael Bordalo Pinheiro
 

Resumo

O espaço GTI constituiu-se como um espaço informal de troca de ideias sobre um tema da atualidade para a investigação em Educação Matemática. Este ano propomos dar sequência à reflexão iniciada no ano anterior e conversar com membros das equipas das Aprendizagens Essenciais (AE) do Ensino Básico e do Ensino Secundário sobre o papel desempenhado pela investigação no desenvolvimento e implementação das mesmas. Em concreto debateremos como a investigação suporta a organização da formação de professores e o desenvolvimento de materiais curriculares de apoio às AE, para além da definição das próprias AE.

Notas biográficas

Cláudia Maria Canha Nunes Johnen Torres – Coordenadora do Projeto #EstudoEmCasa Apoia desde 2021 e professora de Quadro do Agrupamento de Escolas D. Dinis em Lisboa é Doutorada em Educação, na Área de especialização da Didática da Matemática, pela Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, com a tese A liderança e a gestão curricular no contexto de um grupo de professores de matemática (2014), e professora de Matemática do 3.º ciclo do ensino básico e ensino secundário há 28 anos. Participou em diversos projetos de investigação nacionais (Membro da Equipa de Projeto de avaliação de Manuais escolares, Membro da Equipa de Projeto Mais Sucesso Escolar, tipologia híbrida; e, mais recentemente, o CRIarte - educação inclusiva e Ecossistemas de Aprendizagem e Bem-estar) e internacionais (PDTR – Professional Development of Teachers’ Researchers e LPS – Learning from Students perspective). 

 

Visitas guiadas

Brevemente

Math City Map

Brevemente

Prazos

PROFMAT 2024


Inscrição ProfMat 1.º prazo (ADIAMENTO) até 14 de junho 
Submissões de Sessão Práticas e/ou Comunicações até 19 de maio
Notificação de aceitação até 5 de junho
Inscrição ProfMat 2.º prazo de 15 a 30 de junho
Inscrição ProfMat 3.º prazo de 1 a 14 de julho

 

SIEM 2024


Inscrição ProfMat 1.º prazo (ADIAMENTO) até 14 de junho
Submissões de Comunicações e/ou Pósteres até 19 de maio
Notificação de aceitação e indicações de revisão até 31 de maio
Submissão da versão final revista para publicação em atas até 17 de junho
Inscrição sem multa para autores Comunicações/Pósteres até 20 de junho
Inscrição SIEM 2.º prazo de 15 a 30 de junho
Inscrição SIEM 3.º prazo de 1 a 14 de julho

Preços

Na tabela acima, encontram-se os preços de inscrição para estes encontros, por prazo e situação do participante.

NOTAS: 
- A inscrição no SIEM 2024 inclui o preço do jantar do SIEM.
- A inscrição no ProfMat 2024 NÃO incluiu o preço do jantar do ProfMat, pelo que a inscrição no jantar do ProfMat implica um pagamento adicional de 20€.
- São considerados estudantes os alunos que frequentam licenciatura ou mestrado que habilita para a docência, sendo obrigatório o envio de comprovativo de matrícula de 2023/24.
- As inscrições realizadas após 30 de junho não garantem a entrega de materiais.
- A inscrição de acompanhante inclui o jantar do ProfMat, visita ao centro histórico de Caldas da Rainha (inscrições limitadas), acesso às três conferências plenárias e pausas para café.

 

Data limite de devoluções

Até 23 de junho, as desistências são reembolsadas em 50% do valor pago. Após esta data, não há lugar a devoluções.

Inscrição

A inscrição no encontro ProfMat 2024 e/ou SIEM 2024 requer o preenchimento de um formulário de inscrição.

Após completar a sua inscrição, terminando com a submissão desse formulário, deve efetuar a transferência bancária referente ao valor total da sua inscrição (total da inscrição, incluindo jantar e/ou almoços caso selecione estas opções) para a conta da APM com o IBAN PT50003503250000664993010 enviar comprovativo para centroformacao@apm.pt (logo após efetuar a sua inscrição).

No descritivo da transferência bancária, no caso dos associados da APM deve constar o número de sócio e/ou primeiro e último nome, no caso dos não sócios o primeiro e último nome.

A inscrição só fica concluída após o envio do comprovativo de pagamento.

Para se inscrever no ProfMat e/ou SIEM, clique no botão abaixo:

         Inscrição         

Apoios

 

Parceiros Institucionais (na organização)

 

Parceiros - Agrupamentos de Escolas

 

Parceiros - Tecnologia na Educação Matemática

 

Parceiros - Editoras na Educação Matemática

 

Parceiros - Ofertas a participantes

 

Parceiros - Alojamento

Para mais informações, consulte o separador "PofMat 2024" > "Alojamentos com protocolo".