[ENCONTRO] [DESAFIO] [LOCAL] [C ORGANIZADORA] [C CIENTÍFICA] [CARTAZ] [PROGRAMA 07 | 14] [RESUMOS CT | PP | CP | SP | CO ] [FORMAÇÃO] [INSCRIÇÕES] [SUBMISSÃO COMUNICAÇÕES]
Porque é na ESE de Setúbal
Porque é na ESE de Setúbal
Onde o sonho maior é fazer gente feliz
Vale a pena estar aqui
Ser feliz são palavras murmuradas
Mas que eu grito sem ter medo de as gritar
Ser feliz é saber que vale a pena
Ser feliz é acreditar
Ser feliz é sermos ESE, sermos sobro e maresia
Rio azul, prado verde, preia-mar
Ser feliz é saber que estou contigo
Não há noite p’ra esconder o teu olhar
(excerto do Hino da ESE de Setúbal, autoria de José Carlos Godinho)
É com o espírito do Hino da ESE de Setúbal — “ser feliz é acreditar”, “ser feliz é saber que vale a pena”, “ser feliz é sermos ESE” — que o Encontro Matemática nos Primeiros Anos (EMPA) ruma este ano a Setúbal. À beira do rio azul e sob o olhar do prado verde, abrimos as portas da nossa Escola para um momento de encontro e reflexão sobre o ensino e a aprendizagem da Matemática nos primeiros anos.
Esperamos por todos vós na ESE de Setúbal, no dia 7 de novembro de 2026, para celebrarmos a Matemática e continuar, em comunidade, esta viagem iniciada em 1998.
Juntem-se a nós nesta maresia de ideias, com o entusiasmo de quem sabe que Vale sempre a pena estar aqui!
Participe no desafio "EMPA 2026"
Instituto Politécnico de Setúbal
Este ano, o EMPA é acolhido pelo Instituto Politécnico de Setúbal, através da integração, na comissão organizadora, da Escola Superior de Educação.
Setúbal é uma das mais bonitas cidades do sul de Portugal. Além das características naturais, únicas no país, há todo um mundo de aventuras, gastronomia, vinhos e cultura à sua espera. Aqui vai perder-se entre recantos históricos, sabores incríveis e uma natureza deslumbrante. Mais informação poderá ser pesquisada aqui: https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/setubal
Ana Teresa Gonçalves
Catarina Delgado
Célia Mestre
Cristina Loureiro
Dina Tavares
Fátima Mendes
Isabel Tomázio
Joana Cabal
Manuel João Marques
Manuel Vara Pires
Margarida Abreu
Maria Teresa Matos
Renata Carvalho
Ricardo Vicente
Sofia Figueira
António Guerreiro
Catarina Delgado
Célia Mestre
Cristina Loureiro
Dina Tavares
Fátima Mendes
Helena Gomes
Irene Segurado
Joana Cabral
Manuel João Marques
Manuel Vara Pires
Margarida Abreu
Nadia Ferreira
Nuno Bastos
Paula Barros
Paulo Afonso
Pedro Almeida
Renata Carvalho
Ricardo Vicente
Sábado, 07 de novembro de 2026 (Presencial - Escola Superior de Educação de Setúbal)
Sábado, 14 de novembro de 2026 (Online) - Via Zoom - As sessões com links Zoom serão posteriormente enviadas por e-mail para cada um dos participantes.
SÁBADO 07 DE NOVEMBRO | 9:30 - 10:30
CONFERÊNCIA TEMÁTICA 1
CT1 — Avaliação das Aprendizagens Essenciais em Matemática: o quê e como? (Geral)
Moderador: A definir
Ana Paula Canavarro (1)
Escola/Instituição
(1) Universidade de Évora
Resumo
As Aprendizagens Essenciais em Matemática para o Ensino Básico incluem, no presente, uma proposta para a avaliação das aprendizagens dos alunos, com descritores de desempenho associados às capacidades matemáticas transversais. Estes descritores precisam de ser concretizados nos diferentes temas matemáticos, em todos os anos de escolaridade. Nesta conferência explicamos as razões que sustentam esta proposta de avaliação e exemplificamos como se concretiza em diferentes temas e nos primeiros anos de escolaridade.
CONFERÊNCIA TEMÁTICA 2
CT2 — Comunicação Matemática: Um olhar sobre as interações entre alunos e professor (Geral)
Moderador: A definir
António Guerreiro (1)
Cláudia Pinheiro (2)
Escola/Instituição
(1) Universidade do Algarve
(2) AE D. Dinis, Loulé
Resumo
Nesta conferência paralela vamos abordar a comunicação matemática enquadrada em diversas perspetivas: tradicional, semiótica e interacionista. Discutiremos o seu significado enquanto capacidade transversal nas Aprendizagens Essenciais do Ensino Básico, evidenciando o papel do discurso do professor e dos alunos, o questionamento, os padrões de interação em sala de aula e a negociação de significados. Partindo de excertos de aulas reportados em relatórios de prática de ensino supervisionada (da Educação Pré-Escolar ao 2.º Ciclo do Ensino Básico), vamos ilustrar as dinâmicas comunicacionais estabelecidas: entre pares (iniciadas por um aluno e dirigidas a outro) e bidirecionais entre aluno e professor (consoante a iniciativa parta de um ou de outro).
CONFERÊNCIA TEMÁTICA 3
CT3 — Desenho Universal para a Aprendizagem e Diferenciação Pedagógica: promover o sucesso de todos os alunos a Matemática (Geral)
Moderador: A definir
Ricardo Machado Vicente (1)
Escola/Instituição
(1) AE Júlio Dinis, Grijó/ Universidade Lusófona
Resumo
A diversidade de perfis, ritmos e formas de aprender presente nas salas de aula constitui um dos principais desafios do ensino da Matemática. Neste contexto, o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e a Diferenciação Pedagógica (DP) surgem como referenciais complementares que permitem antecipar e responder à variabilidade dos alunos, promovendo oportunidades de aprendizagem mais inclusivas e equitativas.
Nesta conferência será discutido o potencial da articulação entre o DUA e a DP no ensino-aprendizagem-avaliação da Matemática, explorando formas de potenciar o envolvimento dos alunos, diversificar as representações matemáticas e ampliar as possibilidades de expressão do pensamento matemático. A partir de exemplos de tarefas exploratórias e de situações de sala de aula, serão analisadas estratégias que favorecem a participação de todos os alunos, nomeadamente através da comunicação matemática e de práticas de diferenciação ajustadas às suas necessidades.
Pretende-se refletir sobre o papel do professor na construção de ambientes de aprendizagem acessíveis, desafiantes e significativos, evidenciando como a integração dos princípios do DUA e da DP pode contribuir para a remoção de barreiras à aprendizagem e para a promoção do sucesso de todos os alunos em Matemática.
SÁBADO 07 DE NOVEMBRO | 11:00 - 13:30
Articulação Curricular horizontal e vertical: cenários possíveis!
Moderadora: Célia Mestre
Mariana Pinto, Helena Simões, Catarina Delgado, Fátima Mendes, Ana Teresa Gonçalves, Bárbara Tadeu e Isabel Tomázio Correia (1)
Teresa Ramos (2)
Anabela Correia e Vanda Anselmo (3)
Escola/Instituição
(1) ESE do Instituto Politécnico de Setúbal
(2) Agrupamento de Escolas Boa Água
(3) Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté
Resumo
SÁBADO 14 DE NOVEMBRO | 16:30 - 18:15
Para além das histórias... diálogos entre Português e Matemática (Geral)
Moderador: A definir
Catarina Delgado, Fátima Mendes e Mariana Pinto (1)
Escola/Instituição
(1) ESE do Instituto Politécnico de Setúbal
Resumo
Esta conferência plenária centra-se na articulação curricular entre a Matemática e o Português, desde a educação de infância até ao 2.º ciclo do ensino básico, partindo do reconhecimento de que a fragmentação curricular continua a constituir um desafio relevante para a construção de aprendizagens integradas e significativas.
O foco principal será a utilização da literatura para a infância como elemento de ligação entre estas duas áreas. A partir de uma seleção criteriosa de obras literárias, procura-se evidenciar de que modo é possível construir propostas que promovam, em simultâneo, o desenvolvimento de competências na Matemática e no Português, respeitando a especificidade de cada área curricular.
A conferência procura sublinhar que a articulação curricular não corresponde à simples junção de tarefas de Português e de Matemática, mas à construção de percursos coerentes, nos quais os diferentes saberes se relacionam de forma intencional. Ao apresentar possibilidades de articulação entre estas áreas nos diferentes níveis educativos considerados, pretende-se evidenciar o potencial da literatura para a infância como elemento de ligação entre a Matemática e o Português, contribuindo para uma compreensão mais integrada do currículo.
SÁBADO 07 DE NOVEMBRO | 14:30 - 17:00
SP1 - O Brincar Heurístico e a Matemática Emergente no Contexto da Creche
(EPE)
Ana Teresa Gonçalves, Bárbara Tadeu e Sofia Figueira - ESE do Instituto Politécnico de Setúbal
Resumo
Esta sessão prática propõe a exploração do brincar heurístico em creche como proposta que favorece a autonomia, a curiosidade e o pensamento matemático emergente nos primeiros anos.
A dinâmica da sessão organiza-se em torno da criação e experimentação de três modalidades de brincar heurístico: Cesto dos Tesouros, Jogo Heurístico e Bandejas de Experimentação. Em pequenos grupos, os/as participantes serão convidados/as a selecionar, combinar e reorganizar materiais não estruturados (objetos do quotidiano, elementos naturais e recipientes), refletindo sobre critérios como diversidade, quantidade, propriedades físicas e possibilidades de ação.
Ao longo da sessão, valoriza-se a experiência direta com os materiais e a reflexão partilhada sobre as ações desenvolvidas, destacando o papel do/a educador/a na observação, escuta e interpretação das explorações realizadas pelas crianças em contexto de creche. Pretende-se, deste modo, aprofundar a compreensão das potencialidades do brincar heurístico na construção de noções matemáticas iniciais, como classificação, seriação, correspondência e relações espaciais, sustentando práticas pedagógicas intencionais e criativas.
SP2 - Estratégias Integradas para Explorar as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE)
(EPE)
Isabel Tomázio Correia e Maria Teresa Matos - ESE do Instituto Politécnico de Setúbal
Resumo
A presente proposta enquadra-se na iniciativa do Ministério da Educação para a atualização científico-didática nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE), articulando a Matemática e as Artes Visuais. Esse propósito institucional concretizou-se na dinamização de oficinas de formação para partilhar, analisar e refletir sobre estratégias integradas que dotem os educadores de vivências de práticas e de dinâmicas colaborativas, potenciando competências transversais.
Numa primeira parte, contextualiza-se a relevância de uma abordagem integradora destas áreas (Matemática e Artes Visuais), demonstrando como a exploração artística pode funcionar como ponto de partida para impulsionar o pensamento matemático.
Numa segunda parte, eminentemente prática, os participantes são desafiados a uma vivência ativa e exploração direta em dinâmicas plásticas e visuais (desenho, pintura, colagem), analisando-as como ferramentas de comunicação da criança. Através da experimentação com os materiais, discutem-se formas de valorizar as produções das crianças, articulando conceitos matemáticos com a sensibilidade estética. No encerramento, reflete-se conjuntamente sobre a planificação de atividades intencionalizadas, sustentadas pela leitura crítica das artes e pelo rigor didático da matemática, promovendo uma prática inovadora e holística no quotidiano da educação pré-escolar.
SP3 - Grandezas: E se trocássemos algumas ideias e práticas sobre o assunto?
(Geral)
Manuel Vara Pires - ESE do Instituto Politécnico de Bragança
Resumo
O estudo das grandezas tem tido uma grande tradição curricular e um forte reconhecimento da sua importância para a construção e o desenvolvimento de aprendizagens matemáticas de qualidade, permitindo que, desde cedo, as crianças dos primeiros anos tenham a oportunidade de trabalhar conceitos e procedimentos associados a esse tema matemático. Mas também é bem verdade que, nas nossas práticas na sala de atividades ou na sala de aula, continuamos ainda a constatar (muitas) dúvidas e dificuldades em aspetos essenciais e característicos das grandezas, como sejam a compreensão dos conceitos e dos processos envolvidos (estimação, medição e cálculo) ou a construção de “definições” ou outras generalizações. Assim, nesta sessão prática, para além de partilhar e trocar algumas ideias e práticas sobre o assunto, iremos analisar e refletir sobre dimensões relevantes associadas ao estudo das grandezas, partindo da resolução e discussão de tarefas matemáticas que poderão ser trabalhadas com crianças dos primeiros anos.
SP4 - Criar materiais digitais com a IA...Quais são os limites?
(1.º e 2.º CEB)
Paulo Correia - Agrupamento de Escolas de Alcácer do Sal
Resumo
As ferramentas de Inteligência Artificial Generativa democratizaram a criação de aplicações e simulações didáticas, dispensando a necessidade de conhecimentos em programação. Podemos conseguir resultados, de forma quase imediata, com níveis de sofisticação impressionantes.
Nesta sessão, procuraremos explorar as oportunidades que se apresentam, mas, sobretudo, refletir sobre o papel que estes recursos devem desempenhar na sala de aula. Se as boas aplicações permitem ao professor ilustrar conceitos com um suporte visual claro, as melhores são aquelas que podem ser manipuladas diretamente pelos alunos. Estas últimas dão-lhes a liberdade de formular e testar hipóteses, fazer e justificar conjeturas, e experimentar possibilidades que talvez nem tenham sido antecipadas pelo professor.
Identificar o mérito da IA na criação de ferramentas didáticas é a parte fácil desta proposta de trabalho. O verdadeiro desafio reside em antecipar o que se deve (e o que não se deve) fazer com elas!
SP5 - Scratch, fruta e muito mais!
(Geral)
João Torres - ESE do Instituto Politécnico de Setúbal
Resumo
Nesta sessão prática exploraremos o Makey Makey, uma placa desenvolvida no MIT que permite utilizar, fruta, papel alumínio, água, o nosso corpo e muito mais para interagir com um computador. Usaremos a linguagem de programação Scratch, mas não é necessário nenhum conhecimento prévio desta linguagem de programação.
SP6 - IA na Aula de Matemática: Estratégias pedagógicas e de avaliação
(1.º e 2.º CEB)
Sílvia Roda - ESE do Instituto Politécnico de Setúbal
Resumo
Nesta sessão prática explorar-se-ão ferramentas de Inteligência Artificial Generativa (IAgen) de suporte à planificação de atividades juntos dos alunos, nomeadamente de estratégias pedagógicas e de avaliação. Durante a sessão os participantes terão oportunidade de assistir a simulações de exploração, bem como de fazer uma exploração prática, partilhando os resultados no final. Haverá espaço para esclarecimento de dúvidas sobre as ferramentas exploradas, bem como sobre as estratégias pedagógicas e de avaliação exploradas com utilização de ferramentas de IAgen, finalizando com uma partilha entre pares e debate dos resultados.
SP7 - Tarefas para o Ensino Exploratório da Matemática nos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico
(1.º e 2.º CEB)
António Guerreiro - Universidade do Algarve
Patrícia Viegas - Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa (Faro)
Catarina Guerreiro - Agrupamento de Escolas de Silves
Resumo
As Aprendizagens Essenciais da Matemática para o Ensino Básico realçam que a experiência matemática dos alunos desenrola-se a partir de tarefas matemáticas poderosas e desafiantes com vista a envolver os mesmos na aprendizagem da matemática. Com este propósito, importa atender às características das tarefas matemáticas – exercícios, problemas, investigações e explorações – e selecionar as mesmas em acordo com os objetivos que pretendemos atingir com o nosso ensino.
Tendo por propósito o desenvolvimento do Ensino Exploratório da Matemática – Apresentação da Tarefa, Trabalho Autónomo, Apresentação e Discussão e Síntese das Aprendizagens – nas nossas salas de aula, quais as tarefas matemáticas que poderão ser poderosas e desafiantes?
Nesta sessão prática vamos discutir os princípios do Ensino Exploratório da Matemática e o conceito de Tarefas Matemáticas Poderosas e Desafiantes a partir da resolução de tarefas matemáticas – enquadradas no princípio do isomorfismo pedagógico com o ensino exploratório da matemática em sala de aula – tendo em vista o desenvolvimento profissional dos professores do 1.º e 2.º ciclos do ensino básico.
SÁBADO 14 DE NOVEMBRO | 14:00 - 16:30
SP8 - Pensamento Algorítmico na Educação Pré-Escolar: recursos e experiências
(EPE)
Maria Figueiredo e Valter Alves - ESE do Instituto Politécnico de Viseu
Resumo
O pensamento algorítmico tem assumido crescente importância no contexto educativo, especialmente em associação ao pensamento computacional, mas com significado e relevância próprios. Tratando-se de uma capacidade transversal, cruza várias áreas e domínios de conteúdos previstas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE): por um lado, encontra raízes em processos valorizados neste documento, nomeadamente a classificação, a seriação, o reconhecimento e continuação de padrões, a sequenciação de acontecimentos, a orientação e visualização espacial ou o raciocínio estratégico associado ao jogo; por outro lado, substancia-se em práticas e experiências das crianças e do quotidiano que podem ser localizadas em qualquer uma das áreas definidas nas OCEPE.
Nesta sessão prática, propõe-se a exploração de recursos adequados à Educação Pré-Escolar para promover o pensamento algorítmico, mobilizando conhecimento e materiais criados no âmbito do projeto ALGOLITTLE. Serão, ainda, discutidas situações de prática de jardim de infância que corporizam pensamento algorítmico. Os/as participantes serão convidados/as a analisar e utilizar alguns destes recursos, a refletir sobre a sua articulação com as componentes do domínio da Matemática e a discutir formas de os integrar de modo intencional na rotina e no ambiente educativo, valorizando o brincar, a curiosidade e o papel ativo da criança na sua aprendizagem.
SP9 - Conexões Matemáticas: uma oportunidade para gerir o currículo
(1.º e 2.º CEB)
Renata Carvalho - Agrupamento de Escolas de S. Gonçalo, ESE do Instituto Politécnico de Lisboa
Maria Irene Segurado - Agrupamento de Escolas de Lapiás
Resumo
O currículo de matemática contempla um conjunto de tópicos e objetivos de aprendizagem que devem ser desenvolvidos ao longo do 1.º e 2.º ciclo. Ao invés de abordagens compartimentadas, é desejável apostar em tarefas que promovam conexões matemáticas para que se possam abordar novos tópicos, enquanto outros se consolidam, de forma intencional. Esta estratégia permite uma gestão do currículo mais articulada e significativa, com ganhos em termos de tempo. Nesta sessão prática iremos resolver tarefas matemáticas, integradas curricularmente, que promovam conexões matemáticas internas e discutir as suas potencialidades.
SP10 – Resolução de Problemas: em busca de soluções múltiplas
(1.º e 2.º CEB)
Paulo Afonso - ESE do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Resumo
A Resolução de Problemas é, simultaneamente, um conteúdo matemático que se ensina e que aprende, bem como uma capacidade matemática transversal, com conexões matemáticas a outros conteúdos. O objetivo da sessão prática é demonstrar que a temática da resolução de problemas, assumindo o papel de metodologia de ensino e de aprendizagem, pode promover a comunicação matemática dos resolvedores, bem como o seu sentido argumentativo. Para tal, em pequenos grupos, resolver-se-ão várias situações problemáticas que permitem, todas elas, múltiplas soluções. Na apresentação e reflexão das soluções obtidas, os resolvedores serão convidados a identificar eventuais conceitos matemáticos com os quais de podem conectar as tarefas resolvidas, sejam eles do 1.º CEB ou do 2.ª CEB.
SP11 – A exploração do Scratch e o desenvolvimento do Pensamento Computacional na aula de Matemática nos primeiros anos
(1.º e 2.º CEB)
Célia Mestre - ESE do Instituto Politécnico de Setúbal
Neusa Branco - ESE do Instituto Politécnico de Santarém
Resumo
Nesta sessão prática explorar-se-á a resolução de tarefas matemáticas com recurso ao ambiente de programação visual do Scratch, enquadradas nos objetivos curriculares de acordo com as Aprendizagens Essenciais de Matemática do 1.º e do 2.º ciclos, discutindo-se a sua potencialidade na promoção das aprendizagens dos alunos em tópicos dos temas matemáticos dos Números, Álgebra e Geometria e em articulação com o desenvolvimento do pensamento computacional.
SP12 – Transformando o Ensino com Milage: Como Criar, Usar e Avaliar com Recursos Eficazes para o Sucesso Académico
(1.º e 2.º CEB)
Mauro Figueiredo - Universidade do Algarve
Resumo
A plataforma MILAGE constitui uma plataforma digital inovadora de apoio ao processo de ensino e aprendizagem, com potencial significativo para a melhoria dos resultados académicos dos alunos. Nesta sessão pretende-se explorar as funcionalidades da plataforma MILAGE, nomeadamente ao nível da criação de recursos pedagógicos personalizados, da avaliação formativa, avaliação sumativa e do acompanhamento do progresso dos alunos, capacitando os docentes para um uso eficaz e criativo da plataforma, em articulação com as práticas letivas.
SP13 – Planificar com Inteligência Artificial: possibilidades e desafios no ensino da Matemática
(1.º e 2.º CEB)
Dina Tavares - ESE do Instituto Politécnico de Leiria
Helena Gomes - ESE do Instituto Politécnico de Viseu
Joana Duarte - ESE do Instituto Politécnico de Viseu
Nuno Bastos - ESE do Instituto Politécnico de Viseu
Resumo
A utilização da inteligência artificial (IA) em educação tem vindo a ganhar relevância, particularmente no apoio a processos de ensino e aprendizagem mais flexíveis e personalizados. No ensino da Matemática, estas ferramentas podem apoiar a criação de recursos, a organização de percursos didáticos e a adaptação de propostas curriculares, embora exijam uma utilização crítica e pedagogicamente sustentada.
A sessão prática proposta centra-se na exploração de ferramentas de IA aplicadas à planificação de aulas de Matemática para o ensino básico. Pretende-se que os participantes experimentem diferentes aplicações, analisem as potencialidades e limitações das respostas geradas e discutam formas de integração destas tecnologias na preparação de tarefas e sequências de ensino.
SP14 – Recursos educativos digitais e interativos no ensino da matemática no 1.º Ciclo do Ensino Básico
(1.º e 2.º CEB)
Associação Atractor - Matemática Interativa
Resumo
1. AtrMini, uma compilação de 11 jogos interativos, através dos quais os alunos podem, de forma interativa e lúdica:
• treinar o cálculo mental (jogos “Adição”, “Subtração”, “Multiplicação” e “Divisão”);
• brincar com dinheiro virtual;
• ter um primeiro contacto com questões simples de combinatória (“Quantas escolhas?”);
• programar um boneco para apanhar todas as bolas (“Apanha Bolas”);
• participar numa caça ao tesouro insólita, utilizando uma métrica não usual;
• aprender a trabalhar com frações usando um bolo com chocolate;
• ...
2. Mathina, um Projeto Europeu Erasmus+, cujo o objetivo é levar os alunos a descobrirem a Matemática através de histórias e apps interativas.
Serão apresentadas duas histórias, envolvendo a Mathina e o irmão Leo, através das quais as crianças travam conhecimento com um novo mundo: a “Feira da Simetria”. Serão ainda exploradas diversas apps, que se encontram integradas nas histórias, através das quais, de forma lúdica, as crianças se familiarizam com a noção de reflexão, de rotação e de simetria de uma rosácea: identificação de eixos de simetria em figuras planas, construção de figuras com eixo de simetria, labirintos “dos espelhos” e da “meia-volta”, “Jogo das Rosáceas” e “Jogos dos Sacos”.
Na tabela abaixo, encontram-se os valores das inscrições:
Nota: São considerados estudantes os alunos que frequentam licenciatura ou mestrado que habilita para a docência, sendo obrigatório o envio do comprovativo de matrícula de 2026/2027.
A inscrição no Encontro "EMPA 2026" requer o preenchimento de um formulário de inscrição. Após completar a sua inscrição deve efetuar a transferência bancária referente ao valor da sua inscrição e almoço (Conta APM com IBAN:PT50003503250000664993010).
No caso dos associados, indicar o número de sócio no descritivo da transferência ou primeiro e último nome no caso dos não sócios.
Enviar o comprovativo de pagamento para o e-mail centroformacao@apm.pt (até 48 horas após efetuar a sua inscrição).
A inscrição só fica concluída e validada após o envio do comprovativo de pagamento para o endereço de e-mail indicado.
DEVOLUÇÃO DE 50% DO VALOR PAGO, A QUEM COMUNICAR A DESISTÊNCIA ATÉ 3 DIAS ÚTEIS DO ENCONTRO. A PARTIR DAÍ NÃO HAVERÁ LUGAR A DEVOLUÇÕES.
Participe
Simpósios de Comunicações
Se pretende participar no EMPA 2026 com uma Comunicação num dos simpósios, envie-nos a sua proposta. Cada simpósio tem a duração de 1 hora e 30 minutos, integrando três comunicações, no máximo.
Comunicações em Simpósios (15 min)
As comunicações para os simpósios são propostas e dinamizadas por participantes no encontro, fundamentalmente sobre temas e abordagens de ensino e materiais didáticos. Cada comunicação tem a duração de 15 minutos, reservando-se o restante tempo para a discussão coletiva.
Submissão de Comunicações
Os participantes no EMPA 2026 podem submeter propostas de comunicações. As propostas devem incluir um resumo em português. A extensão dos resumos não deve ultrapassar os 1500 carateres (incluindo espaços). Os textos das propostas devem respeitar rigorosamente as normas de formatação que constam no respetivo modelo disponibilizado e ser enviados para empa2026@apm.pt até ao dia 13 de setembro de 2026.
Informação adicional:
Cada autor só pode submeter no máximo 2 (duas) comunicações com o seu nome;
Todos os autores que apresentam a comunicação têm de estar inscritos no encontro;
Só é entregue certificado a quem apresentar a comunicação.
A comunicação de aceitação é realizada até 18 de setembro de 2026, podendo ser solicitada previamente informação adicional se necessário.