XXV Encontro Matemática nos Primeiros Anos (Pré, 1.º e 2.º Ciclos)

04/11/2022 a 05/11/2022
E S E de Coimbra APM

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[ENCONTRO] [O DESAFIO] [LOCAL] [C ORGANIZADORA] [C CIENTÍFICA] [PROGRAMA 04 | 05] [RESUMOS CP | CT | SP | PP ] [FORMAÇÃO] [INSCRIÇÕES] [SUBMISSÃO COMUNICAÇÕES

 

 

 

O Encontro

A 25.ª edição do Encontro Nacional MATEMÁTICA NOS PRIMEIROS ANOS – EMPA 2022, promovido pela Associação de Professores de Matemática, com a colaboração da Associação de Profissionais de Educação de Infância, irá decorrer nos dias 4 e 5 de novembro de 2022, tendo como anfitriã a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra (www.esec.pt).

Este Encontro é dirigido a educadores de infância e a professores dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, a estudantes da formação inicial de professores e a todos os que se interessam pelas aprendizagens matemáticas, em particular nos primeiros anos. Neste sentido, pretende-se proporcionar momentos de partilha, reflexão e discussão sobre práticas pedagógicas e investigação no âmbito do ensino e da aprendizagem da Matemática nos primeiros anos.

Nesta edição, pretende-se evidenciar e reforçar a articulação entre os níveis de educação envolvidos com o objetivo de estimular a comunicação, cooperação e colaboração entre os profissionais dos vários ciclos do Ensino Básico desde a Educação de Infância ao 2.º CEB. Em que medida os currículos são facilitadores da aproximação Pré/1.º ciclo e 1.º/2ºciclos? Que experiências têm ajudado a quebrar as barreiras tantas vezes referidas como obstáculos à aprendizagem das crianças? Haverá percursos de desenvolvimento em espiral favoráveis à aprendizagem, tanto da matemática como de outras áreas? Que contributos tem dado a formação de professores e educadores de infância para a valorização de práticas de desenvolvimento progressivo ao longo dos vários níveis da escolaridade?

Serão considerados eixos temáticos transversais aos níveis educativos em questão, como a robótica educativa e a utilização de outros recursos tecnológicos, as conexões na (e com) Matemática, as representações matemáticas, a aprendizagem colaborativa, entre outros. Certos de que a partilha e aprofundamento de saberes é uma necessidade e um estímulo para inovação de práticas dos educadores e professores, aguardamos pela vossa participação, contribuindo para o enriquecimento destes dois dias de duração do encontro.

O encontro será de novo presencial, embora seja possível a participação à distância em algumas sessões. 

Aguardamos por vós em Coimbra,

A Comissão Organizadora

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O Desafio

Participe no desafio "Um 25 interessante"

 

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Escola Superior de Educação de Coimbra

Instituto Politécnico de Coimbra

Este ano, o EMPA é acolhido, integrando a sua organização, pelo Instituto Politécnico de Coimbra, através da sua Escola Superior de Educação.

 

Sobre Coimbra

Coimbra é a cidade "académica" e não precisa de apresentações, no entanto não resistimos em deixar-vos aqui um estimulante vídeo sobre Coimbra, editado pela Câmara Municipal de Coimbra, assim como a hiperligação para o site do Turismo da Região Centro onde poderão encontrar (boas) pistas para roteiros de visitas por estas terras.

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Comissão Organizadora 

 

Ana Coelho

Ana Santiago

Armando Gonçalves

Catarina Cruz

Cristina Loureiro

Fátima Freitas

Fernando Martins

José Sacramento

Margarida Abreu

Nadia Ferreira

Nuno Martins

Renata Carvalho

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Comissão Científica 

Ana Coelho

Ana Santiago

António Guerreiro

Armando Gonçalves

Catarina Cruz

Cristina Loureiro

Cristina Martins

Fátima Freitas

Fernando Martins

Gorete Fonseca

Helena Amaral

Irene Segurado

José Sacramento

Manuel Vara Pires

Margarida Abreu

Nuno Martins

Paula Barros

Pedro Almeida

Renata Carvalho

Ricardo Silva

Sofia Graça

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Plataforma de apoio ao encontro

 Zoom

 

Cartaz do encontro

 

 

 

Programa e resumos 

Programa (PDF)

 

Sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Horas Sessões

 13:00 

Abertura do secretariado do evento

14:30

14:45 

 

Apontamento Musical

14:45

 

 

15:15 

Sessão de Abertura

Presidente da ESE - IPC

Presidente da APM

Representante da APEI

Representante da Comissão Organizadora

15:15

 

 

 






17:15

Conferência Plenária
 

Robótica educativa nas aprendizagens matemáticas: que desafios? (Geral) (Resumo)

  Moderadora: Catarina Cruz, ESE do Instituto Politécnico de Coimbra

 

Ricardo Silva, Escola de Ciências e Tecnologia, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, CIDTFF - Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores, Universidade de Aveiro, ESSE do Instituto Politécnico de Coimbra, NIEFI

Maria de Fátima Antunes Martins Castilho, Agrupamento de Escolas Caranguejeira

Márcia Pereira, Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel, Coimbra

Maria Francisca Pessoa, Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel, Coimbra

17:15

17:30

Pausa

17:30








 

 

 

 

 


20:00

Sessões Práticas

SP1 - Conceção e discussão de tarefas de Geometria e Medida com recurso a manipuláveis virtuais (1.º e 2.º CEB) (Resumo)

Cristina Loureiro, ESE do Instituto Politécnico de Lisboa

Renata Carvalho, APM, ESE Instituto Politécnico de Lisboa, UIDEF-Instituto de Educação

SP2 - Diferenciação pedagógica com a plataforma MILAGE APRENDER+ (Geral) (Resumo)

Mauro Figueiredo, Universidade do Algarve

SP3 - A plataforma Khan Academy na sala de aula de matemática – 1.º e 2.º ciclos (1.º e 2.º CEB) (Resumo)

Teresa Fernandes, Fundação Altice

SP5 - Scratch, matemática e as novas aprendizagens essenciais (1.º e 2.º CEB) (Resumo)

Paula Maria Barros, Centro de Investigação em Educação Básica, Instituto Politécnico de Bragança

SP6 - Deslizar, Rodar e Voltar (Geral) (Resumo)

António Guerreiro, ESE e Comunicação, Universidade do Algarve

SP8 - Potenciar a aprendizagem da matemática com o Kahoot! (1.º CEB) (Resumo)

Maria Gorete Fonseca, Agrupamento de Escolas da Lourinhã & UIDEF da Universidade de Lisboa

 20:00 

Fim dos trabalhos

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Sábado, 5 de novembro de 2022

Horas Sessões

09:00
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

11:30

Sessões Práticas

SP4- Artefactos digitais da Plataforma Hypatiamat e mecanismos de monitorização (1.º e 2.º CEB) (Resumo)

Ricardo Pinto, ESE Coimbra, Instituto Politécnico de Coimbra, NIEFI, Associação Hypatiamat

José Martins, Associação Hypatiamat

SP7 - Brincar (afinal) é coisa séria: aprender matemática com significado (EPE e 1.º CEB) (Resumo)

Maria Figueiredo, ESE de Viseu, Instituto Politécnico de Viseu

Helena Gomes, ESE de Viseu, Instituto Politécnico de Viseu

SP9 – Desenvolver o pensamento computacional na aula de Matemática do 1.º ciclo (1.º CEB) (Resumo)

Célia Mestre, ESE Setúbal, Instituto Politécnico de Setúbal

Renata Carvalho, APM, ESE Lisboa, Instituto Politécnico de Lisboa, UIFEF-Instituto de Educação

SP10 Programação tangível e inclusão da Matemática nos primeiros anos: Projeto TANGIN (1.º e 2.ºCEB) (Resumo)

Isabel Cabrita, Universidade de Aveiro 

Maria José Loureiro, Universidade de Aveiro 

Cecília Guerra, Universidade de Aveiro

SP11- Que tarefas para abordar o tema Dados no 1.º e 2.º ciclos? (1.º e 2.º CEB) (Resumo)

Irene Segurado, Escola Básica e Secundária Dr. Rui Grácio

11:30

11:45

Pausa

11:45


13:15

 

Simpósios de Comunicações

13:15

14:45

Pausa para Almoço

14:45
 

 

 

 

 

 

 

 

 




16:15

Conferência Temáticas
 

CT1 — Conexões na (e com) a matemática (Geral) (Resumo)

Isabel Vale, ESE, Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Ana Barbosa, ESE, Instituto Politécnico de Viana do Castelo

 

CT2 — Aprender a programar, programar para aprender (EPE e 1.º CEB) (Resumo)

João Vítor Torres, ESE do Instituto Politécnico de Setúbal

 

CT3 — O estudo de aula como promotor do desenvolvimento do conhecimento didático dos professores que ensinam matemática nos primeiros anos (EPE e 1.º CEB) (Resumo)

Maria Gorete Fonseca, Agrupamento de Escolas da Lourinhã & UIDEF da Universidade de Lisboa

Ana Paula Novo, Agrupamento de Escolas da Lourinhã

Andreia Magro, Agrupamento de Escolas da Lourinhã

16:15

16:30

Pausa

16:30
 

 

 

 



18:30

Painel Plenário
 

Transições entre diferentes etapas educativas: como? (Geral) (Resumo)

Moderadoras: Fátima Freitas e Sofia Graça

Raquel Maricato, (SASUC- EPE)

Ana Oliveira, Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel (Eiras -1.º CEB)

Isabel Duque, Centro de Apoio Social (CASPAE – EPE e 1.º CEB)

Amélia Robalo, Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo

18:30

19:00

Sessão de encerramento

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CONFERÊNCIA PLENÁRIA

15h15     |     05 NOV 2022

Robótica Educativa nas aprendizagens matemáticas: que desafios?

Catarina Cruz (1)

Ricardo Silva (2)

Maria de Fátima Antunes Martins Castilho (3)

Márcia Pereira (4)

Maria Francisca Pessoa (4)

Escola/Instituição

(1)ESE do Instituto Politécnico de Coimbra 

(2)Escola de Ciências e Tecnologia, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, CIDTFF—Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores, Universidade de Aveiro, ESE do Instituto Politécnico de Coimbra, NIEFI

(3)Agrupamento de Escolas Caranguejeira

(4)Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel, Coimbra

Resumo

Os robôs têm sido perspetivados como artefactos prementes em diversos níveis educativos e várias áreas curriculares, promovendo contextos interdisciplinares. Nos anos 60, a linguagem de programação Logo e os robôs Turtle contribuíram para o despoletar da Robótica Educativa (RE), constituindo-se um ponto de partida para iniciativas futuras. No entanto, é nos últimos anos, com os avanços tecnológicos e a acessibilidade a estas ferramentas, que estes artefactos têm marcado presença em novos “espaços” educativos, nos quais a sua integração e a inovação de metodologias têm contribuído para mudanças nos processos de ensino e de aprendizagem.

As orientações curriculares sugerem, desde a Educação Pré-Escolar, a inclusão destas ferramentas em contextos pedagógicos, no entanto, colocam-se algumas questões: Que tipos de robôs existem e quais os mais adequados para determinados níveis de ensino? Como criar cenários de aprendizagem interdisciplinares, envolvendo a RE, para promover aprendizagens efetivas? De que conhecimentos os educadores e professores necessitam para integrar a RE nas práticas educativas e letivas? Poderá a RE promover a transição de aprendizagens entre diferentes níveis educativos?

Nesta conferência, será apresentado o estado da arte sobre o desenvolvimento da RE, e seu impacto na promoção de aprendizagens, e serão apresentados casos de experiências pedagógicas usando a RE, esperando-se contribuir para a reflexão de como transformar a RE em ferramenta epistémica.

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CONFERÊNCIAS TEMÁTICAS

14h45 - 16h15    |    05 NOV 2022

 

CT1 - Conexões na (e com) a matemática 

(Geral)

Isabel Vale (1)

Ana Barbosa (1)

Escola/Instituição

(1)ESE do Instituto Politécnico de Viana do Castelo 

Resumo

O estabelecimento de conexões de natureza diversificada tem um potencial inegável no processo de ensino e aprendizagem da matemática. Por um lado, o reconhecimento de redes de relações dentro da matemática, entre temas, conteúdos, representações, capacidades, ..., contribui para uma construção mais sólida e coerente do conhecimento matemático; por outro lado, a exploração de conceitos matemáticos em articulação com outras áreas de conhecimento ou com o quotidiano permite que os alunos reconheçam e valorizem a aplicabilidade e utilidade da matemática. Pode, por isso, assumir-se que o estabelecimento de conexões dentro e fora da matemática ajuda a dar sentido às ideias matemáticas, perspetivando o desenvolvimento de conhecimento mais aprofundado que vá para além da memorização de factos e procedimentos sem significado. Nesta conferência com discussão discutir-se-ão algumas destas ideias com base em trabalhos desenvolvidos no âmbito da educação matemática com alunos e futuros professores dos primeiros anos. 

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CT2 — Aprender a programar, programar para aprender

(EPE e 1.º CEB)

João Vítor Torres (1)

Escola/Instituição

(1)ESE do Instituto Politécnico de Setubal 

Resumo

É hoje unânime a pertinência do desenvolvimento do Pensamento Computacional nos nossos alunos. A discussão situa-se agora onde e como deve acontecer.

A utilização pedagógica de linguagens de programação remonta já ao final da década de 1960, com o lançamento da linguagem de programação LOGO e o trabalho desenvolvido, no Massachusetts Institute of Technology (MIT), por Seymour Papert e a sua equipa. Em 2007, também no MIT é lançada uma nova linguagem de programação, designada Scratch, que pretende contribuir para o desenvolvimento da criatividade nas crianças e jovens, sendo uma linguagem multimédia onde o aluno programa arrastando blocos.

Desde 1960 até aos nossos dias foi percorrido um longo caminho e hoje em Portugal, e muitos outros países, a programação e o pensamento computacional aparecem referidos em documentos oficiais. É em torno destas questões que refletiremos nesta conferência tentando perceber o lugar do Pensamento Computacional na aula de Matemática. 

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CT3 — O estudo de aula como promotor do desenvolvimento do conhecimento didático dos professores

que ensinam matemática nos primeiros anos 

(EPE e 1.º CEB)

Maria Gorete Fonseca (1) (2)

Ana Paula Novo (1)

Andreia Magro (1)

Escola/Instituição

(1)Agrupamento de Escolas da Lourinhã

(2)UIDEF da Universidade de Lisboa 

Resumo

O estudo de aula é um processo formativo centrado na prática letiva de um grupo de professores que trabalha colaborativamente na identificação das dificuldades manifestadas pelos alunos em determinado tópico, define objetivos, formula estratégias de ensino baseadas na sua experiência e no conhecimento científico, elabora ou adapta tarefas e planifica detalhadamente uma aula que, depois de observada, é objeto de análise aprofundada.

Nesta conferência, damos a conhecer dois estudos de aula desenvolvidos num Agrupamento de Escolas da zona Oeste de Lisboa: um no pré-escolar e outro no 1.º ciclo do ensino básico. É abordado o modo como os participantes: (i) construíram a tarefa da aula de investigação a partir do conhecimento que foram desenvolvendo sobre os alunos; (ii) prepararam a aula de investigação destacando o modo como anteciparam dificuldades, definiram os segmentos e o modo de condução da aula. Apresentamos os resultados emergentes da reflexão dos participantes no que respeita às aprendizagens e estratégias seguidas pelos alunos, assim como relativas à dinâmica do EA como processo de desenvolvimento profissional e na promoção do conhecimento didático.

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SESSÕES PRÁTICAS

17h30 - 20h00    |    04 NOV 2022

 

SP1 - Conceção e discussão de tarefas de Geometria e Medida com recurso a manipuláveis virtuais 

(1.º e 2.º CEB)

Cristina Loureiro, ESE do Instituto Politécnico de Lisboa

Renata Carvalho, APM, ESE Instituto Politécnico de Lisboa, UIDEF-Instituto de Educação

Resumo

Uma das ideias fundamentais sobre o recurso a artefactos manipuláveis é que estes têm um papel fundamental na construção de conhecimento matemático, mas não deverão nunca ser considerados como um fim. Constitui por isso uma ideia unânime que é a tarefa que determina o sentido matemático, não o recurso manipulável. Estes recursos devem ser utilizados em tarefas educativas que envolvam ativamente os alunos e desenvolvam o seu raciocínio com a orientação do professor. Reconhece-se, assim, o papel decisivo do professor na conceção ou seleção de tarefas. As ideias em que nos baseamos para a conceção das tarefas são enquadradas pelos conceitos de resolução com e sem recurso ao manipulável virtual (“hands on”, “hands off “) e sobre o desenvolvimento do processo de resolução de uma tarefa (“mental run task”), de acordo com as ideias de Martin Simon.

Nesta sessão baseamo-nos nestes pressupostos para discutir a conceção, exploração e desenvolvimento de algumas tarefas pensadas para trabalhar os conceitos de área e perímetro com recurso a dois manipuláveis virtuais de acesso livre, o https://toytheater.com/area-perimeter-explorer/  e o https://apps.mathlearningcenter.org/pattern-shapes/.

Com base nesta experiência os participantes poderão comparar as potencialidades destes dois recursos e perspetivar as implicações das diferenças entre eles para a conceção de tarefas exploratórias e para a resolução de problemas que envolvem os conceitos de área e de perímetro. 

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SP2 - Diferenciação pedagógica com a plataforma MILAGE APRENDER+ 

(Geral)

Mauro Figueiredo, Universidade do Algarve

Resumo

O projeto MILAGE APRENDER+, deseja ajudar todos os alunos do pré-escolar ao 12º ano a aprenderem, aproveitando as potencialidades dos smartphones, tablets, computadores, e implementa modelo pedagógico desenvolvido para motivar os alunos e promover uma aprendizagem ativa, centrada no aluno, com maior autonomia e diferentes estilos de aprendizagem em ambiente gamificado e com vídeos educacionais.

Nesta sessão, serão exploradas as funcionalidades da plataforma que potenciam a diferenciação pedagógica.

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SP3 - A plataforma Khan Academy na sala de aula de matemática – 1.º e 2.º ciclos 

(1.º e 2.º CEB)

Teresa Fernandes, Fundação Altice

Resumo

A Khan Academy é uma ONG cuja missão é oferecer uma educação de qualidade a qualquer pessoa, em qualquer lugar e de forma totalmente gratuita, através de uma plataforma educativa e interativa online. 

Desde 2013 que a Fundação Altice tem garantido a tradução e a adaptação dos conteúdos originais disponíveis na plataforma norte-americana para a realidade educativa portuguesa.

Além de várias características, tais como: gamificação, exercícios interativos com pistas e vídeos explicativos, relatórios de progresso, que promovem a autonomia e a motivação para a aprendizagem da matemática, a plataforma é também um repositório de conteúdos que podem ser utilizados, pelo professor e/ou pelo aluno de forma autónoma, para iniciar, rever ou complementar um conteúdo.

A plataforma constitui uma excelente ferramenta pedagógica que possibilita que o professor personalize o percurso de aprendizagem dos alunos, dinamize a experiência educativa com recursos de gamificação e acompanhe o progresso de todos e de cada um, com relatórios simples e objetivos.

Com esta sessão prática pretende-se que o utilizador comece a dar os primeiros passos na KA, apresentando as principais funcionalidades da plataforma.

Observações:

Cada participante deve ter um computador com acesso à internet.

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SP4- Artefactos digitais da Plataforma Hypatiamat e mecanismos de monitorização 

(1.º e 2.º CEB)

Ricardo Pinto, ESE Coimbra, Instituto Politécnico de Coimbra, , NIEFI, Associação Hypatiamat

José Martins, Associação Hypatiamat

Resumo

O projeto Hypatiamat, cuja parte mais visível é a sua plataforma online (PLH), visa capitalizar o gosto natural que os alunos têm por ambientes tecnológicos para promover, não só, o sucesso escolar a matemática, mas também contribuir para a melhoria da qualidade das aprendizagens. Assim, o projeto Hypatiamat nasceu como resposta à preocupação crescente, junto da comunidade educativa, sobre o desempenho escolar na matemática desde os anos iniciais de escolaridade. Pretende-se, neste workshop, analisar e trabalhar com artefactos digitais da PLH e mostrar como utilizar as ferramentas de monitorização disponíveis na PLH.

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SP5 - Scratch, matemática e as novas aprendizagens essenciais 

(1.º e 2.º CEB)

Paula Maria Barros, Centro de Investigação em Educação Básica, Instituto Politécnico de Bragança

Resumo

Desenvolver e mobilizar o pensamento computacional é um dos objetivos gerais para a aprendizagem da matemática no ensino básico, referido nas novas Aprendizagens Essenciais de Matemática, que vão entrar em vigor, em alguns níveis de escolaridade, no próximo ano letivo.  Neste documento curricular, no âmbito da operacionalização das aprendizagens, são mencionadas ações estratégicas de ensino do professor onde são feitas algumas recomendações no sentido de se realizarem tarefas recorrendo a um ambiente de programação visual, como o Scratch (por exemplo, construção de rosáceas, construção de polígonos, exploração de sequências, entre outras). Nesta sessão prática, pretende-se realizar algumas tarefas no Scratch e debater possíveis abordagens que permitam utilizar este ambiente de programação ao serviço da aprendizagem da matemática nos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico.

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SP6 - Deslizar, Rodar e Voltar 

(Geral)

António Guerreiro, ESE e Comunicação, Universidade do Algarve

Resumo

As transformações geométricas, numa superfície plana, são um assunto específico da geometria que trata de variações no posicionamento (isometrias) de uma dada figura. Estas surgem nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar e nas novas Aprendizagens Essenciais da Matemática. No pré-escolar, as orientações referem que as crianças devem “operar com formas ou figuras geométricas, através de ações de deslizar, rodar, refletir (voltar)” (OCEPE, 2016, p. 83). No 1.º ciclo, as Aprendizagens Essenciais (ME, 2021) apontam para que “as isometrias começam a ser abordadas informalmente, através de deslizar, rodar e voltar, sistematizando-se de seguida a reflexão e rotação (quartos de volta e meias voltas) para apoiar a posterior abordagem das simetrias de reflexão e de rotação no 4.º ano” (1.º ano, p. 11). No 2.º ciclo, os alunos devem “analisar as simetrias de rotação de rosáceas e explicar a forma como foram construídas, relacionando o ângulo mínimo de rotação com as características das rosáceas” e “relacionar, para rosáceas com simetria de reflexão, o número de eixos de simetria com a medida da amplitude do ângulo mínimo de rotação” (6.º ano, p. 36). Nesta sessão prática iremos trabalhar as transformações geométricas isométricas e as simetrias de reflexão e de rotação a partir de tarefas matemáticas com materiais manipuláveis sem recurso a uma abordagem tecnológica.

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SP7 - Brincar (afinal) é coisa séria: aprender matemática com significado 

(EPE e 1.º CEB)

Maria Figueiredo, ESE de Viseu, Instituto Politécnico de Viseu

Helena Gomes , ESE de Viseu, Instituto Politécnico de Viseu

Resumo

Brincar nunca foi coisa (muito) séria. Vamos falar a sério.

Numa altura em que as mudanças na educação e, em particular, nos currículos de matemática surgem de forma muito rápida e profunda, impõe-se (re)pensar práticas educativas que permitam aprender matemática com significado, de forma integrada e contextualizada. O brincar tem sido reconhecido como um contexto para aprender, valorizado na educação matemática dos primeiros anos, tanto em contextos escolares como familiares. As atuais Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar reforçam o papel do brincar como uma atividade natural da criança que permite aprender de forma holística, dado que proporciona momentos ricos e estimulantes numa escala muito elevada de envolvimento da criança. Também ao nível do 1.º Ciclo do Ensino Básico, as Aprendizagens Essenciais de Matemática, a entrar em vigor já no próximo ano letivo, identificam a predisposição positiva para aprender matemática como um dos objetivos principais a desenvolver com os alunos, assim como realçam a importância de tarefas poderosas e desafiantes para impulsionar as suas aprendizagens, com destaque para as que estão relacionadas com contextos significativos. Nesta Sessão Prática vamos brincar, dentro e fora de “portas”, e refletir sobre o potencial para aprender Matemática nos primeiros anos de escolaridade. Aceitem o desafio e venham connosco!

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SP8 - Potenciar a aprendizagem da matemática com o Kahoot! 

(1.º CEB)

Maria Gorete Fonseca, Agrupamento de Escolas da Lourinhã & UIDEF da Universidade de Lisboa

Resumo

Planificar aulas mais dinâmicas e motivadoras para os alunos é o objetivo de qualquer um de nós, professores. Sabemos das vantagens dos recursos educativos digitais (RED) na estimulação de competências várias (criatividade, resolução de problemas, pensamento crítico,...) nos nossos alunos, na apresentação de conteúdos, revisão e/ou consolidação de aprendizagens ou até mesmo como ferramenta no processo avaliativo. Nesta sessão prática, e recorrendo à exploração de algumas propostas, damos a conhecer as potencialidades da utilização do Kahoot! (i) na construção de ambientes gamificantes potenciadores de aprendizagens ativas e significativas que estimulem o gosto pela matemática e, ainda, (ii) como ferramenta reguladora do processo de avaliação formativa.

 

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SP9 – Desenvolver o pensamento computacional na aula de Matemática do 1.º ciclo 

(1.º CEB)

Célia MestreESE Setúbal, Instituto Politécnico de Setúbal

Renata CarvalhoAPM, ESE Lisboa, Instituto Politécnico de Lisboa, UIFEF-Instituto de Educação

Resumo

O pensamento computacional é uma capacidade essencial para a formação do indivíduo, tal como a leitura, a escrita ou a aritmética. Apesar de não ser um termo consensual e de estar intimamente ligado às ciências da computação, é na matemática que se encontram os seus principais pilares.

O pensamento computacional envolve processos de pensamento importantes para a formulação e resolução de problemas. É um processo de pensamento, independente da tecnologia e é um tipo específico de resolução de problemas que implica capacidades distintas, como por exemplo, ser capaz de conceber soluções que podem ser executadas por um computador, um humano, ou uma combinação de ambos.

Face às novas orientações curriculares, considera-se pertinente equacionar e refletir sobre a relação entre a Matemática e o Pensamento Computacional, e, em concreto, no 1.º ciclo do Ensino Básico. Assumindo-se o pensamento computacional enquanto capacidade matemática, como pode ser abordado no 1.º ciclo? Que tarefas e práticas podem ser promotoras do desenvolvimento do pensamento computacional e porquê? Nesta sessão prática iremos discutir o conceito de “pensamento computacional” e suas práticas (abstração, decomposição, padrões, algoritmia e depuração) à luz da resolução de uma tarefa que explora conceitos matemáticos essenciais no 1.º ciclo do ensino básico com recurso a materiais manipuláveis físicos e digitais. Será apresentada a aplicação da tarefa em sala de aula e discutidas resoluções dos alunos

 

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SP10 – Programação tangível e inclusão da Matemática nos primeiros anos: Projeto TANGIN 

(1.º e 2.ºCEB)

Isabel Cabrita, Universidade de Aveiro 

Maria José Loureiro, Universidade de Aveiro 

Cecília Guerra, Universidade de Aveiro

Resumo

A programação tangível envolve um conjunto de objetos físicos interligados, cuja manipulação tem impacto direto em ambientes digitais (Strawhacker & Bers,2014), nomeadamente na programação de computadores ou robôs. O projeto TangIn – Tangible Programming and Inclusion teve como objetivo principal (co)desenvolver e disseminar um conjunto de recursos didáticos que facilitem a utilização de ferramentas de programação tangível em contexto educativo, como forma de desenvolvimento de competências nas áreas curriculares de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática (CTEM) e ainda a promoção de inclusão dos alunos envolvidos (http://www.tangin.eu/pt-pt/download-area/). Nesta sessão pretende-se explorar conteúdos programáticos dos seis anos iniciais de escolaridade que podem ser abordados com recurso à programação tangível através do uso do robô Mi-Go (https://migobot.com/). 

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SP11- Que tarefas para abordar o tema Dados no 1.º e 2.º ciclos?

 (1.º e 2.º CEB)

Irene Segurado, Escola Básica e Secundária Dr. Rui Grácio

Resumo

Estatística, Organização e Tratamento de Dados e Dados são denominações dadas no currículo, ao longo dos anos, a uma área de ensino da matemática escolar que por vezes teimamos em abordar de uma forma pouco evolutiva, relacional e reflexiva. Contudo, são significativas as diferenças existentes entre o que se ensina e a realidade em domínios não matemáticos. Nesta sessão vamos pensar numa tarefa que permita concretizar as aprendizagens essenciais (AE), que nos reportam para o desenvolvimento da literacia estatística com a realização de pequenos estudos envolvendo variáveis qualitativas e quantitativas discretas tendo em conta a análise e construção de gráficos e infográficos bem como o estudo da moda e média.

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PAINEL PLENÁRIO

16h30 - 18h30    |    05 NOV 2022

 

Transições entre diferentes etapas educativas: como? 

(Geral)

Moderadoras: Fátima Freitas e Sofia Graça

Raquel Maricato (1)

Ana Oliveira (2)

Isabel Duque (3)

Amélia Robalo (4)

Escola/Instituição

(1)SASUC- EPE

(2)Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel (Eiras -1.º CEB)

(3)Centro de Apoio Social (CASPAE – EPE e 1.º CEB)

(4)Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo

Resumo

Neste Painel Plenário, pretende-se refletir sobre as transições entre diferentes etapas educativas. Esta trajetória, muitas vezes, não decorre de forma natural para todos os alunos, havendo a necessidade de procurar compreender de que forma se podem atenuar os seus efeitos. Além disso, o desenvolvimento da flexibilização curricular, que surgiu como projeto piloto em 2017, veio marcar com clareza a posição do Ministério da Educação quanto à forma como o aluno deve ser encarado, isto é, como agente ativo no seu processo de desenvolvimento e de aprendizagem.

A reflexão sobre o ato de planificar a intenção educativa, designadamente aquilo que se pretende transmitir e como o fazer, é o primeiro passo de uma mudança tão necessária que visa incluir o aluno, cada vez mais, nas decisões pedagógicas que diretamente o influenciam. Contudo, a planificação emergente, enquanto conceito comum na etapa de Educação Pré-Escolar, pode ser entendida como uma oportunidade passível de responder às atuais exigências da escola? De que forma pode um professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico adaptar esta abordagem às exigências deste ciclo de ensino? Procuramos identificar alguns desafios e constrangimentos sentidos pelos alunos nas transições entre as diferentes etapas educativas e apresentar sugestões para que este processo de transição se torne mais fácil, eficaz e harmonioso. Tentaremos, igualmente, compreender quais os benefícios da avaliação formativa neste processo, considerando o seu papel fundamental, tendo como principal foco o aluno. Para melhor compreender este ponto, apresentamos um relato de uma experiência, cujo processo avaliativo decorreu com a participação dos alunos, cumprindo os pressupostos patentes no Projeto Maia.

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Formação

O Encontro Matemática nos Primeiros Anos: EMPA 2022 é acreditado pelo CCPFC como curso de formação de 12 horas (Registo de acreditação: CCPFC/ACC-117370/22) para professores dos grupos 100, 110 e 230.

MAIS INFORMAÇÕES AQUI

 

 

 

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Inscrições

Na tabela abaixo encontram-se os valores das inscrições. 

*Participantes que optem pelo online terão acesso apenas à transmissão via zoom de conferências, simpósios e painel plenário. Não têm acesso às sessões práticas.

 

Inscrições até 24 de outubro de 2022

EM CASO DE DESISTÊNCIA A PARTIR DAS 0H DO DIA 2 DE NOVEMBRO,  NÃO HAVERÁ LUGAR À DEVOLUÇÃO DO VALOR DA INSCRIÇÃO

 

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Participe

Simpósios de Comunicações 
Se pretende participar no EMPA 2022 com uma Comunicação num dos simpósios, envie-nos a sua proposta. Cada simpósio tem a duração de 1 hora e 30 minutos, integrando três comunicações, no máximo.
 

Comunicações em Simpósios (20 min)
As comunicações para os simpósios são propostas e dinamizadas por participantes no encontro, fundamentalmente sobre temas e abordagens de ensino e materiais didáticos. Cada comunicação tem a duração de 20 minutos, reservando-se o restante tempo para a discussão coletiva.
 

Submissão de Comunicações
Os participantes no EMPA 2022 podem submeter propostas de comunicações. As propostas devem incluir um resumo em português. A extensão dos resumos não deve ultrapassar os 1500 carateres (incluindo espaços). Os textos das propostas devem respeitar rigorosamente as normas de formatação que constam no respetivo modelo disponibilizado e ser enviados para empa.coimbra.2022@gmail.com até ao dia 3 de outubro de 2022.

Informação adicional:

  • Cada autor só pode submeter no máximo 2 (duas) comunicações com o seu nome;
  • Todos os autores que apresentam a comunicação têm de estar inscritos no encontro;
  • Só é entregue certificado a quem apresentar a comunicação.

A comunicação de aceitação é realizada até 23 de outubro de 2022, podendo ser solicitada previamente informação adicional se necessário.

 

Modelo obrigatório para submissão de Comunicação

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Editado/publicado: 27/09/2022