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AveiroMat2011

AveiroMat2011
Tipo de eventoEncontro
CaracterísticaRegional
TítuloAveiroMat2011
OrganizaçãoNúcleo Regional de Aveiro
LocalEscola Secundária José Estêvão
Data de Inicio2011-11-05
Data de Fim2011-11-05
Linkaveiro@apm.pt
Ficha de inscrição

Programa

Aceitaram-se todas as inscrições. Até Sábado!

O Encontro Regional de Aveiro deste ano realiza-se no dia 5 de Novembro, nas instalações da Escola Secundária José Estêvão.
"Temas e Problemas da Matemática Básica", particularmente os abordados na experimentação do novo programa, constituem o essencial das reflexões propostas para este encontro.

 

Temas e problemas da Matemática


9:00 Receção
9:30 Sessão de abertura
10:00 CONFERÊNCIA DE ABERTURA
  O que já devíamos ter aprendido com os estudos da OCDE/PISA
  Professor Doutor Jaime Carvalho e Silva, Universidade de Coimbra
11:00 Pausa para café
11:30 Painel plenário
  Temas e Problemas da Matemática do Ensino Básico
  João Almiro (3CEB - Tondela), Olga Seabra (2CEB - Paredes) e Rui Candeias (1CEB - Foros de Amora)
  Professores experimentadores do Novo Programa de Matemática do Ensino Básico
  Moderador: Arsélio Martins
13:00 Almoço
14:30 Plenário
  Desenvolvimentos do GeoGebra 5.0 (Beta) e notícias do IGI e do IGP
  José Manuel Santos dos Santos
  Instituto Geogebra
15:30 SESSÕES PRÁTICAS
  SP1 - Conexões matemáticas com ti-nspire (3.º ciclo e secundário)
Raul Aparício Gonçalves, E. S. de Ermesinde e GT T3 da APM
  SP2 – Desafios à implementação do Novo Programa de Matemática do Ensino Básico
Olga Seabra, Agrupamento de Escolas de Paredes
Margarida Abreu, Agrupamento de Escolas de Tondela
Fernanda Tavares, Agrupamento de Escolas de Nelas
  SP3 – Exploração de Tarefas com o Quadro Interativo
Lúcia Fradinho, EBI de S. João de Loure
  SP4 – Equações, funções, geometria do 3.º ciclo - aulas com geogebra (3.º ciclo do ensino básico)
Arsélio Martins, E. S. de José Estêvão
Cristina Cruchinho, E. S. Filipa de Vilhena
Graziela Fonseca, E. S. Filipa de Vilhena
João Almiro, E. S. de Tondela
  SP5 – Construções Interativas com Régua e Compasso
Mariana Sacchetti, E. S. de José Estêvão
  SP6 – O Módulo Inicial do Secundário como transição entre o Básico e o Secundário à luz do NPEB
Jaime Carvalho e Silva, Dep. Matemática da FCT da Univ. de Coimbra
Joaquim Pinto, E. S. Marques de Castilho
Vladimiro Machado, E. S. de Valongo
  SP7 – Matemática em movimento
António José Antunes, Escola Secundária José Estêvão
  SP8 – VIII Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos
Ana Fraga Mota e Maria Teresa Santos
Comissão Organizadora do 8.º Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos
  SP9 – Círculos Experimentais de Matema´tica
Andreia Hall e Rosa Amélia Martins
17:30 Lanche Convívio


Participantes

Todos os interessados, sócios e não sócios da APM, podem inscrever-se no Encontro.

Preços :

Sócio da APM: 15 euros
Não sócio da APM: 20 euros
Estudante/ sócio da APM: 12 euros
Estudante/não sócio da APM: 15 euros)

e formas de pagamento

Transferência bancária para o NIB: 003 503 720 002 288 233 082
(de que deve enviar o comprovativo junto com a ficha de inscrição)
Pagamento por cheque:
completando na ficha de inscrição com os dados do cheque que envia Junto envio o cheque (à ordem de APM- Núcleo de Aveiro) com o número ___________________, do banco_____________________________ no valor de____________________________

INSCRIÇÃO
PARA SE INSCREVER DEVE (até ao dia 26 de Outubro de 2011):
Remeter a ficha que se junta, depois de preenchida para: aveiro@apm.pt
ou
Imprimir a ficha que se junta, preenchê-la e enviá-la pelo correio para:
APM – AVEIROMAT2011
10º Encontro de Professores de Matemática
Escola Secundária José Estêvão
Avenida 25 de Abril
3811-952 AVEIRO



Comissão organizadora

 


 



Apresentação de comunicações

Resumos:

Sessões Plenárias

C P 1. O que já deveríamos ter aprendido com os estudos da OCDE/PISA
Jaime Carvalho e Silva .
  O estudo comparativo internacional PISA é muito mais do que um grande campeonato internacional para ver quem fica  à frente. Pelo contrário, sendo um estudo estatistico, nem sequer ordena os países como uma classificação normal; qualquer classificação bem ordenada que se veja é um exemplo de iliteracia matematica. Há paises com melhor desempenho e paises com pior desempenho, mas muitos têm desempenho equivalente, como acontece entre nós e Polonia, Suécia, Rep.Checa, Reino Unido, Estados Unidos, Hungria, Letonia, Espanha e Italia. Mas o estudo PISA é muito mais do que isso; tem como objetivo ultimo ajudar os governos a melhorar as suas politicas educativas. Por exemplo, o último documento à data (9-7-2011) analisa o impacto da repetência no desempenho dos paises. Por exemplo, conclui que em paises onde mais estudantes repetem anos, o desempenho global tende a ser pior e o ambiente social tem um impacto superior do que nos paises onde no há repetências. O mesmo acontece com paises onde os alunos fracos ou mal comportados sao transferidos de escola. Em paises como Japao, Coreia ou Noruega nao há repetentes. Em paises como a Finlândia, Eslovenia, Reino Unido, Croácia, Sérvia e China-Taipé apenas 3% dos alunos repetiu um ano, mas em Portugal, Belgica, Franca, Holanda, Espanha, Argentina, Brasil, Colombia, Peru e Maucau-China mais de 25% dos alunos já repetiu um ano. Dá que pensar não dá? Muitas outras conclusões interessantes se podem retirar dos estudos do PISA-OCDE
Painel Temas e Problemas da Matemática
Arsélio Martins, moderador de  João Almiro (3CEB Tondela), Olga Seabra (2CEB Paredes) e Rui Candeias(1CEB Foros de Amora)
  Pede-se a 3 professores, um de cada ciclo do ensino básico,  experimentadores do novo programa de matemática, que, a partir de um tema ou de um problema experimentado e que os tenha interessado, reflictam sobre aspectos do programa (didácticos, pedagógicos ou científicos). E pede-se também que respondam a pedidos de esclarecimento e  perguntas dos participantes (quaisquer que elas sejam)
C.P 2 GeoGebra desde 2001 até 2011 - uma década de constante evolução
José Manuel Dos Santos Dos Santos, ES D. Afonso Sanches / ESE IP-Porto Chair do Instituto GeoGebra Portugal
  O GeoGebra, software de matemática dinâmica, desde a sua criação em 2001/2002, por Markus Hohenwarter, na sua tese de Mestrado em Educação Matemática e Ciência de Computadores na Universidade de Salsburgo, muito se tem alterado evoluindo com o trabalho colaborativo e como fenómeno de globalização da comunidade que o desenvolve. O seu desenvolvimento é fruto de uma colaboração forte entre os professores e os programadores que desenvolvem o software. Vários dispositivos de comunicação global são utilizados para hoje este software se desenvolver: em todos os graus de ensino; em todas às áreas da matemática; na utilização do Ensino da Física. Uma das actuais características do GeoGebra é integração do trabalho em duas e três dimensões, a possibilidade de interacção com a folha de cálculo, bem como, a utilização do sistema de álgebra para computador (CAS). Nesta sessão daremos nota dos últimos desenvolvimentos deste software, do crescente interesse pela sua utilização nas escolas para a aprendizagem da matemática a um nível global, e das actividades e apoios prestados pelo Instituto GeoGebra Portugal.

 


Sessões Práticas


S.P.1 Conexões matemáticas com TI-Nspire

Raul Aparício Gonçalves, E. S. de Ermesinde e GT T3 da APM


Nesta sessão prática pretende-se abordar as conexões matemáticas, em especial na forma como a tecnologia pode contribuir para as favorecer. Será enfatizada a tecnologia TI-Nspire pelas potencialidades que favorecem exactamente as conexões.

Após uma abordagem inicial por algumas funcionalidades dessa tecnologia, pretende-se que os participantes construam um ou mais documentos com diferentes aplicações integradas, como a geometria, os gráficos, a folha de cálculo e a estatística.
Estarão disponíveis para empréstimo unidades portáteis TI-Nspire CX, mas se preferir pode trazer a sua unidade portátil (com sistema operativo 3.0 ou 3.1) ou computador portátil com o software TI-Nspire instalado e actualizado.
Professores do 3º Ciclo e do Ensino Secundário, com ou sem experiência na utilização da tecnologia TI-Nspire


SP2 Desafios à implementação do Novo Programa de Matemática do Ensino Básico

Olga Seabra, Agrupamento de Escolas de Paredes; Margarida Abreu, Agrupamento de Escolas de Tondela; Fernanda Tavares, Agrupamento de Escolas de Nelas


Nesta Sessão Prática serão exploradas tarefas matemáticas destinadas a alunos do 2.º ciclo e discutido o seu enquadramento no âmbito do novo Programa de Matemática do Ensino Básico, nomeadamente ao nível do desenvolvimento dos tópicos matemáticos e das capacidades transversais, práticas de sala de aula, questões didácticas, entre outras.

 


SP3 Exploração de Tarefas com o Quadro Interativo - Interwrite

Lúcia Fradinho, EBI de S. João de Loure


Ao surgir o Novo Programa de Matemática do Ensino Básico, a DGIDC (Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular) disponibilizou no seu site vários materiais de apoio aos professores, entre os quais as Tarefas. Nesta sessão proponho a exploração de algumas dessas tarefas usando o Quadro Interativo Interwrite.


SP4 Equações, funções, geometria do 3º ciclo - aulas com geogebra.

Arsélio Martins, Escola Secundária de José Estêvão – Aveiro; Cristina Cruchinho e Graziela Fonseca, Escola Secundária Filipa de Vilhena - Porto; João Almiro, Escola Secundária de Tondela


Durante a experimentação do programa do ensino básico, no 3º ciclo, foi considerado vantajoso trabalhar com o GeoGebra na abordagem de diversos assuntos de Geometria e Álgebra: equações, funções, geometria, trigonometria. O trabalho em ambientes de geometria dinâmica (usando tecnologia - calculadoras e computadores) é referido expressamente no programa.

Nesta sessão, propomos uma viagem prática, usando GeoGebra, pelas iniciativas desenvolvidas na experimentação do programa (3º ciclo): desde a discussão do programa, concepção de cadeias de tarefas e de cada tarefa com GeoGebra, até à prática em sala de aula.


SP5 Construções Interactivas com Régua e Compasso

Mariana Sacchetti, Escola Secundária José Estêvão


Como reage um aluno perante o problema: “Determine, no interior do triângulo [ABC] um ponto equidistante dos três lados. Haverá pontos no exterior nestas condições? E se ele, tiver possibilidade de verificar, de imediato, se a sua conjectura está ou não correcta? Será, de seguida, capaz de nos descrever e justificar a sua construção?

Porque penso que incentivar este tipo de trabalho no aluno é um campo de excelência para o desenvolvimento das suas capacidades de resolver problemas, argumentar e demonstrar a finalidade desta sessão é ensinar a construir exercícios interactivos, para a resolução geométrica de problemas e, eventualmente, saber disponibilizá-los em plataformas Moodle das escolas. Utilizaremos o programa de geometria dinâmica CaRMetal.


SP6 O Módulo Inicial do Secundário como transição entre o Básico e o Secundário à luz do NPEB

Jaime Carvalho e Silva, Dep. Matemática da FCT da Universidade de Coimbra; Joaquim Pinto, Esc. Sec. Marques de Castilho e Vladimiro Machado, Esc. Sec. de Valongo


Que implicações poderá ter o NPEB-Novo Programa do Ensino Básico sobre o Ensino Secundário?

O programa de Matemática A para o Ensino Secundário inicia-se no 10º ano com o chamado Módulo Inicial que determina que "os inevitáveis problemas das transições entre ciclos tornaram necessário conceber o 10º ano de uma nova forma, particularmente nas primeiras semanas de aulas, em que estratégias de recuperação e de acompanhamento dos jovens devem ter uma grande relevância. Nesse sentido, considera-se um módulo inicial no qual se incluem conceitos prévios considerados verdadeiramente essenciais e estruturantes que deverão ser especialmente trabalhados com os estudantes nas primeiras duas ou três semanas de aulas do 10º ano e sempre que se venha a revelar necessário. O programa de Matemática contempla este módulo inicial. Pretende-se que os estudantes sejam colocados perante a resolução de problemas escolhidos que permitirão despistar dificuldades e deficiências na formação básica e acertar estratégias de remediação. A estratégia assente na resolução de problemas evita ainda que os estudantes sem dificuldades sejam desgastados em revisitações expositivas de assuntos que já dominam."

Esta abordagem é compatível com o NPEB? Deve ser revista? Quais os "conceitos prévios considerados verdadeiramente essenciais e estruturantes" para o Ensino Secundário e incluídos no NPEB? Quais as possíveis "dificuldades e deficiências na formação básica" e como a "estratégia assente na resolução de problemas" poderá responder a essas "dificuldades e deficiências"?

Nesta sessão prática serão discutidas estas questões e apresentadas propostas que serão analisadas em grupo.


SP7 Matemática em Movimento

António José Antunes, Escola Secundária José Estêvão


Níveis de ensino: 3.ºCiclo e Secundário
Tem-se por objetivo proporcionar ambientes de matemática dinâmica que estimulem a interpretação geométrica dos conceitos de sucessão, limite, derivada, etc. Será privilegiado o contacto com o software Geogebra, procurando produzir applets que interpretem geometricamente aqueles conceitos.

Numero máximo de participantes: 24


SP8 VIII Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos

Ana Fraga Mota e M.ª Teresa Santos, Comissão Organizadora do 8º Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos


Níveis de Ensino: Geral
Após a realização da sétima edição do Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos, em que participaram mais de 2000 alunos, a final da 8ª edição terá lugar no primeiro trimestre de 2012, em Coimbra.
Os seis jogos do campeonato são Semáforo (1º Ciclo), Gatos e Cães (1º e 2º Ciclos), Ouri (1º, 2º e 3º ciclos), Hex (2º, 3º Ciclos e Secundário), Rastros (3º Ciclo e Secundário) e Avanço (Secundário).
Com esta sessão pretende-se apresentar e praticar os jogos, bem como discutir o seu possível interesse para os nossos alunos.


SP9 Círculos Experimentais de Matemática

Rosa Amélia Martins e Andreia Hall, Departamento de Matemática da Universidade de Aveiro


Apresentaremos exemplos de actividades desenvolvidas com crianças e jovens da mesma faixa etária/nível de escolaridade em diferentes contextos, diferentes níveis de escolaridade, diferentes dimensões (número de participantes). Daremos também exemplos de desenvolvimento de uma mesma actividade para diferentes idades e níveis de escolaridade.

Teremos propostas de trabalho para os participantes, a nível da Matemática Elementar, a pensar principalmente em educadoras/es de infância e professoras/es do 1º e 2º ciclos de escolaridade.




Ficha de inscrição   

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