Para beneficiar das opções personalizadas deste site tem de fazer login ou registar-se como sócio da APM.    

ApresentaçãoProfMatXXIII SIEMLocaisCursos InscriçõesDestaques 

Locais

A Escola Secundária com 3º. Ciclo Quinta das Flores
Universidade de Coimbra
Alojamento
Como chegar
Alimentação



A Escola Secundária com 3º. Ciclo Quinta das Flores

A Escola Secundária da Quinta das Flores foi construída em 1983, inicialmente para albergar a Escola Secundária Jaime Cortesão, mas acabou por chamar-se Quinta das Flores por a Jaime Cortesão ter continuado a ser necessária na Baixa da Cidade de Coimbra. A Quinta das Flores começou por receber alunos excedentários das vizinhas Escolas Secundárias de Avelar Brotero e Infanta D. Maria, bem como alunos dos arredores da Cidade. Curiosamente, eu era, nessa época, professor na Brotero, tendo-me sido atribuída a tarefa de selecionar os alunos que deveriam seguir para a Quinta das Flores. Não vou revelar aqui os critérios de seleção então usados… Durante vários anos, continuámos a receber alunos excedentários, sobretudo das nossas duas vizinhas Brotero e Infanta. Mas, progressivamente, a Quinta das Flores foi ganhando prestígio na Cidade e atraindo cada vez mais alunos que a selecionavam como primeira escolha. Entretanto, os níveis de sucesso também foram subindo… E, na preparação do presente ano letivo, tivemos de nos confrontar com a necessidade de reencaminhar para outras escolas da Cidade cerca de uma centena de alunos do 10.º ano que pretendiam frequentar a Quinta das Flores e não obtiveram vaga…

Nos últimos anos a Escola sofreu grandes transformações tendo o edifício sido completamente renovado e acrescentado, albergando agora o Conservatório de Música de Coimbra e a Escola Secundária com 3º. Ciclo Quinta das Flores. No dia 5 de Outubro de 2010, na cerimónia solene de inauguração deste renovado e novo Estabelecimento de Ensino Público tive a oportunidade de agradecer à Comunidade Educativa da escola que represento a paciência demonstrada ao longo dos quase dois anos de obras aqui executadas. Foi preciso mudar, sempre mais do que uma vez, refeitório e bares, biblioteca, sala de professores, SASE, papelaria e reprografia, serviços administrativos e gabinete da Direção. Foi preciso mudar muitas vezes salas de aulas. Sempre com recurso a instalações precárias. (Uma encarregada de educação brasileira referiu-se a estas instalações usando o termo “acampamento”…). Foi necessário convivermos quase sempre com muitos barulhos e com muita poeira. Foi necessário realizarmos as provas de exames dos dois últimos anos letivos na Escola Básica 2,3 Dra. Alice Gouveia.

 Hoje, podemos concluir que já ganhámos muito. Ganhámos novas instalações e vimos renovar as instalações já existentes. Mas ganhámos sobretudo a certeza de que as nossas duas escolas, que ficaram irremediavelmente unidas neste novo e renovado espaço (neste “campus”, como gosta de dizer o Sr. Arquiteto José Paulo Santos, arquiteto do novo espaço), desempenharão um papel fundamental na formação integral das crianças e jovens da região de Coimbra que frequentarão os cursos de ensino artístico especializado da música e da dança, desenvolvendo, simultaneamente, as competências relativas aos planos de estudo do currículo nacional.

No ano letivo corrente, já temos mais de 150 alunos que frequentam simultaneamente a nossa Escola e o Conservatório de Música de Coimbra. No próximo ano, serão, por certo, cento e cinquenta. E em breve serão algumas centenas…

“Cá dentro”, estes alunos encontram tudo. A Formação Musical, os Instrumentos, as Classes de Conjunto e as Técnicas de Dança ficam por conta do Conservatório. A Língua Portuguesa, as Línguas Estrangeiras, a História, a Geografia, a Matemática, as Ciências Físicas e Naturais, a Educação Visual e a Educação Física ficam por nossa conta. E todos seremos poucos para educar estes futuros cidadãos.

Tenho a certeza de que os professores, os funcionários, os alunos e os pais e encarregados de educação da Escola Secundária Quinta das Flores encararam com otimismo as contrariedades provocadas pelas obras porque, desde o início, compreenderam que o projeto que iniciámos com o Conservatório de Música de Coimbra contribuirá, sem qualquer dúvida, para valorizar o nosso trabalho futuro. Só assim se explica também que todos tenhamos aceitado com serenidade ver demolir toda a zona social e administrativa, com destaque para o salão polivalente da antiga escola e ver desaparecer os amplos e belíssimos espaços verdes que eram a sua enorme sala de visitas e a sua imagem de marca.

Este novo e renovado Estabelecimento de Ensino Público tem, de certeza, um grande futuro. As Artes ficaram a ganhar…A cidade de Coimbra ficou a ganhar… Se olhar um pouco para o passado concluirei que a Escola Secundária com 3º. Ciclo Quinta das Flores/Conservatório de Música de Coimbra estará, por certo, à altura das novas exigências que teremos de enfrentar.

Francisco Sobral Henriques

Diretor

 




Universidade de Coimbra

Boas-vindas da Universidade de Coimbra ao 26º Encontro Nacional da APM-Associação de Professores de Matemática

 A Universidade de Coimbra orgulha-se dos seus 722 anos de existência, pois foi a 1 de Março de 1290 que o rei D. Dinis decidiu a sua criação. Passado tanto tempo há que reconhecer que a Universidade de Coimbra soube sempre manter grande relevância para a sociedade, pois de outra forma há muito teria desaparecido, como aconteceu a tantas instituições durante este longo período.

Essa relevância é particularmente evidente em momentos de crise como o atual, em que o país precisa de encontrar caminhos para um desenvolvimento económico sólido. Podemos identificar três modelos principais:

O primeiro é baseado em mão-de-obra barata. Foi o modelo que Portugal seguiu nas décadas de 60 a 90 do século passado, atraindo para o país muitas indústrias do norte da Europa, principalmente dos setores de têxtil e calçado. Com o desenvolvimento económico de Portugal, em boa parte resultante da nossa entrada na União Europeia em 1986, os nossos salários subiram como desejávamos, mas isso representou um aumento dos nossos custos de produção e essas empresas abandonaram-nos, indo essencialmente para a Ásia e para a Europa de Leste. Voltar a esse modelo significaria um abaixamento brutal do nosso nível de vida, pois teríamos de competir com salários de 100 euros por mês, típicos na China.

O segundo é baseado na exploração dos recursos naturais. Há muitos países que vivem dessa fonte de riqueza, como no Médio Oriente, ou como Angola, mas para isso é preciso dispor desses recursos, que em Portugal não existem. O petróleo de Peniche, o gás do Algarve, o ferro de Moncorvo ou o ouro de Jales, poderão vir a ter algum significado, mas não o suficiente para o país poder viver desafogadamente da sua exploração.

O terceiro é baseado no conhecimento avançado e na inovação que gera produtos de alto valor acrescentado. Esses produtos são a base da nossa atual capacidade exportadora, o único setor que nos poderá tirar das dificuldades em que estamos, pois só exportando poderemos pagar as enormes dívidas que contraímos, quer públicas quer privadas. É também o conhecimento avançado que nos permite encontrar novas vias de sustentabilidade social, aprendendo a viver mais dos recursos que nos estão próximos e não dos que vêm de longe, diminuindo desta forma as importações e tornando a sociedade mais resistente às crises.

Ora, a fonte principal (mesmo que não exclusiva) desse conhecimento avançado encontra-se, sem dúvida, nas Universidades e nos seus Centros de Investigação. Coimbra é um bom exemplo disso: quase toda a capacidade exportadora da região incorpora conhecimento avançado vindo da Universidade. O Instituto Pedro Nunes, a incubadora de empresas da Universidade de Coimbra, ainda recentemente foi reconhecido como um dos melhores do mundo, e é claramente o melhor de Portugal.

A conclusão é clara: só este último modelo de desenvolvimento é interessante para o país. Os outros modelos poderão ser relevantes numa situação ou outra, mas apenas como complemento do modelo base.

O conhecimento avançado alimenta-se de vários saberes, entre os quais sobressai a Matemática, que é um dos saberes base que torna possível a inovação que permite a Portugal manter acesa a luz da esperança. O pensamento lógico, preciso, que é apanágio da Matemática, é um dos ingredientes decisivos da inovação. A Universidade de Coimbra orgulha-se da excelência do seu departamento de Matemática e acolhe com grande satisfação o 26º Encontro Nacional da Associação de Professores de Matemática, desejando a todos os participantes umas jornadas muito frutuosas.

João Gabriel Silva

Reitor da Universidade de Coimbra

 

 




Alojamento

A Comissão Organizadora visitou várias unidades hoteleiras. As sugestões que se expõem pretendem ser diversificadas relativamente às várias condições oferecidas, sendo que os preços apresentados têm, todos eles, desconto incluído para os participantes do ProfMat e/ou do SIEM.

As reservas devem ser feitas diretamente para as unidades hoteleiras, com a maior brevidade possível, identificando-se como participante do ProfMat2012 e/ou do SIEM. Recomenda-se a utilização do correio electrónico.

Descarregue aqui um documento (pdf) com a lista dos alojamentos, preços e outras informações.




Como chegar

 

A Escola Secundária Quinta das Flores fica na Rua Pedro Nunes em Coimbra. Chega? Então não leia mais.

Se não sabe onde fica a rua com o nome do maior matemático português de todos os tempos então precisa de ajuda.

Se entrar em Coimbra saindo da auto-estrada em Coimbra Sul vá em direção a Coimbra e quando se aproximar da cidade siga em direção à nova Ponte da Rainha Santa Isabel. Atravesse essa ponte e siga em frente. Logo a seguir aos Bombeiros vire à direita. A rua que for encontrar quando acabar a rua onde está é a Rua Pedro Nunes. À sua frente está o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), à sua direita a Oficina Municipal de Teatro e um pouco mais à esquerda a fachada da Escola Secundária Quinta das Flores que partilha o seu edifício com o Conservatório de Música de Coimbra.

Se entrar em Coimbra vindo do IP3 então siga sempre em frente no IC2 a norte de Coimbra até atravessar a Ponte Açude. Mal saia da ponte vire à direita (uns 270 graus) e siga em direção à ponte da Rainha Santa Isabel. Atravesse essa ponte e siga em frente. Logo a seguir aos Bombeiros vire à direita. A rua que for encontrar quando acabar a rua onde está é a Rua Pedro Nunes. À sua frente está o ISEC, à sua direita a Oficina Municipal de Teatro e um pouco mais à esquerda a fachada da Escola Secundária Quinta das Flores que partilha o seu edifício com o Conservatório de Música de Coimbra.

 




Alimentação

 

O bar da Escola Secundária Quinta das Floras (ESQF) está aberto todos os dias e serve refeições ligeiras. No entanto, é um bar de pequena dimensão, sem capacidade para servir refeições a todos os participantes. Próximo da ESQF existem vários restaurantes, nomeadamente no “Coimbra Shoping”.







© Copyright 2010 Associação de Professores de Matemática / Todos os direitos reservados