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O local do Profmat

O ProfMat realiza-se no campus da Universidade de Lisboa, na cidade universitária no Campo Grande. As sessões terão lugar em dois locais próximos: o Instituto de Educação (IE) e a Faculdade de Ciências (FCUL). As Conferências Plenárias e Painéis Plenários ocorrerão no edifício C3 da FCUL, assim como algumas das Conferências com Discussão. No edifício do IE (partilhado com a Faculdade de Psicologia) ocorrerão a maioria das Conferências com Discussão, os Simpósios de Comunicações, Sessões Práticas com Discussão e Sessões Especiais, assim como o programa social do encontro. Embora o IE e o C3 da FCUL se encontrem a uma distância de apenas 5 minutos, caminhando (consulte a planta do campus universitário), o programa foi, ainda assim, organizado de forma que os participantes se desloquem uma única vez entre os dois edifícios para assistirem a sessões.
Terão ainda lugar diversas exposições e visitas guiadas em outros edifícios da Universidade de Lisboa.

Lisboa, uma cidade com história
Um dia na Lisboa de hoje
Mapa da cidade universitária
Instituto de Educação
Faculdade de Ciências
Alimentação
Alojamentos



Lisboa, uma cidade com história

Foto Américo Simas em www.cm-lisboa.ptO povoamento da região onde se situa Lisboa tem raízes pré-históricas. Como o país, as suas gentes resultaram da miscigenação dos muitos povos que por cá passaram e se estabeleceram, alguns secularmente, o que foi facilitado pela sua privilegiada localização geográfica e permanente abertura ao mar. A cidade continua a ser um testemunho vivo de alguns desses momentos mais significativos. A presença romana na Felicitas Julia Olissipo de então continua visível no Teatro de Nero, perto da Sé, ou nas termas da Rua da Prata. Mesmo que a Aschbouna muçulmana não nos tenha deixado muitos vestígios materiais, o complexo traçado do Bairro de Alfama e alguns dos seus pormenores arquitectónicos não deixam de ter a sua inspiração no urbanismo do Norte de África, a par de alguns traços da nossa identidade.

Novamente cristã, e já formado o Reino de Portugal, o espírito da Lisboa medieval está bem presente na mole imensa da Sé Catedral, onde o aspecto pesado de fortaleza românica se combina harmoniosamente com a luminosidade e a verticalidade típicas do gótico. O Castelo, embora assente em fortificações anteriores, evoca a conquista de Lisboa (1147) e, numa das suas portas, Martim Moniz transfigurou-se em mito. Alguns trechos das muralhas defensivas, da Cerca Moura à Cerca Fernandina, demarcando o crescimento da cidade, pertencem, igualmente, ao período medievo e testemunharam abundantes cercos, um dos mais dramáticos em 1384, lutava o Mestre de Avis pela coroa portuguesa. No seu interior, Judeus e Mouros tinham os seus bairros e algumas imunidades, depois perdidas. D. Afonso III transferiu para ela a corte, em 1255, elevando-a a capital. Foi aqui que D. Dinis criou o Estudo Geral (1290), embrião longínquo da Universidade de Lisboa. A Rua das Escolas Gerais, entre Alfama e S. Vicente, via tortuosa de passagem do famoso 28 da Carris, ainda hoje lhe evoca a memória.

A vitalidade comercial do período da expansão marítima promoveu o crescimento da cidade para fora das muralhas, descentrou-a da colina para o Rio e trouxe o bulício humano para a área entre o Rossio e o Terreiro do Paço. Aqui o labor era intenso, dos estaleiros da Ribeira das Naus à Alfândega. Alguns dos grandes edifícios de então não chegaram até nós, como o Paço da Ribeira, destruído pelo Terramoto, e o Hospital Real de Todos os Santos, vítima de um dos muitos incêndios que atingiram a cidade, mas o espírito do tempo está bem expresso no exotismo da decoração manuelina, presente em edifícios da baixa, como a Conceição Velha e a Casa dos Bicos. Os exemplares mais representativos encontram-se, no entanto, já na periferia da cidade: o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém. É também no século XVI que a cidade se estende para o Bairro Alto, já com um traçado mais regular, onde, nos séculos seguintes, se estabelece a fidalguia. Erguem-se na cidade, entretanto, numerosos palácios, conventos e igrejas, em alguns casos majestosas como a de S. Vicente de Fora.

Aqueduto das águas livresO ouro do Brasil torna mais sumptuosos os edifícios. Um dos melhores exemplos desta ostentação barroca é o interior da Igreja de S. Roque, à Rua da Misericórdia. Uma das obras mais características do período de D. João V é, no entanto, o monumental aqueduto das Águas Livres, destinado a trazer a água de Belas e de Queluz, ainda hoje um dos ex libris de Lisboa. A dramática devastação provocada pelo terramoto do dia 1 de Novembro de 1755, e pelo incêndio que se lhe seguiu, criou, paradoxalmente, condições para uma ampla renovação da baixa lisboeta, agora segundo as novas perspectivas racionalistas inspiradas no iluminismo. A majestosa estátua equestre de D. José, na renovada Praça do Comércio (antigo Terreiro do Paço), foi inaugurada em 1775, vinte anos depois da tragédia.

O final do século XVIII é um período de grande dinamismo urbano, tendo sido construídos edifícios como o Teatro Nacional de S. Carlos ou a Basílica da Estrela e criados bairros, ainda hoje com o seu charme, como a Lapa e a Estrela. É aberto o prazenteiro Passeio Público, local privilegiado de lazer para as elites oitocentistas e referência importante da literatura da época. Perto de meados do século XIX é de assinalar a inauguração do Teatro Nacional D. Maria II no Rossio. Surgem novos equipamentos urbanos, como os jardins do Príncipe Real ou de S. Pedro de Alcântara. Já na década de 80 é inaugurado o novo edifício da Câmara Municipal, tornado icónico, anos mais tarde, pela proclamação da República a partir dos seus terraços. No mesmo terreno, o da vida política, registe-se, ainda, o restauro do antigo Convento de S. Bento, transformado em Palácio das Cortes. No final dos anos 90 é inaugurado o Coliseu dos Recreios, ainda hoje uma das mais carismáticas salas de espectáculos de Lisboa.

No conjunto, as décadas finais do século assistem a uma verdadeira revolução urbanística, acompanhando a expansão da cidade para Norte a partir de dois eixos: o da Avenida da Liberdade e o da Avenida Rainha D. Amélia (futura Almirante Reis). A Avenida da Liberdade é inaugurada em 1886, sob os escombros do Passeio Público, encimada pelo Parque da Liberdade (mais tarde, Eduardo VII). A partir do início do século XX vão sendo abertas as chamadas Avenidas Novas, zonas prestigiadas de habitação. Entretanto, vão nascendo alguns dos mais típicos bairros da Lisboa contemporânea, como Campolide, Campo de Ourique e Estefânia. O processo de industrialização, ainda que tímido e tardio, traz vagas de migrantes internos para a periferia da cidade e conduz ao aparecimento de bairros operários, como a Vila Bagatela das Amoreiras.Elevador de Santa Justa_Américo Simas

A evolução dos transportes públicos, no período entre séculos, acompanha essas transformações, com a construção das Estações de Caminho de Ferro de Santa Apolónia e do Rossio, o aparecimento dos elevadores do Lavra, da Glória e da Bica, ainda em funcionamento, e a substituição, já em 1901, dos veículos de tracção animal pelos primeiros carros eléctrico da Companhia Carris de Ferro de Lisboa. No ano seguinte é inaugurado o elevador de Santa Justa, um magnífico exemplar da arquitectura do ferro que então se espalha pela cidade, em quiosques e outros equipamentos urbanos. Estava-se a dobrar o século e a capital possuía, então, cerca de 350.000 habitantes. É na primeira década de novecentos que começam a ser construídos os primeiros edifícios especificamente destinados a Liceus: o Camões, inaugurado logo em 1909, o Passos Manuel e o Pedro Nunes, já em 1911, com a monumentalidade própria de verdadeiros palácios da educação. Dentro do mesmo espírito, é inaugurado em Benfica, em 1918, o novo Edifício da Escola Normal Primária (hoje Escola Superior de Educação). Todos eles mantêm hoje a sua beleza e funcionalidade.

Ao contrário da efémera República, o Estado Novo deixará uma marca muito forte no urbanismo da capital e na sua arquitectura, cujo estilo variará entre o modernismo de alguns dos arquitectos e artistas que o regime, na sua fase inicial, conseguiu seduzir e a influência arquitectónica dos autoritarismos de então, visível na monumentalidade e austeridade de algumas das suas obras mais marcantes. O grande ideólogo das obras públicas do regime foi o Eng. Duarte Pacheco, por duas vezes Ministro das Obras Públicas e Comunicações (1932-36 e 1938-43), neste último período também Presidente da Câmara de Lisboa. Merecem destaque particular a Exposição do Mundo Português (1940), verdadeiro hino aos mitos da pátria e do império, o campus do Instituto Superior Técnico (inaugurado no ano lectivo de 1936/37), com a adjacente Alameda Afonso Henriques, ou o Parque Florestal de Monsanto, começado a arborizar no início dos anos 40. É nessa mesma década que começa a ser erguido o bairro de Alvalade, tomando como eixo central a Avenida de Roma e tendo a convivência de diferentes grupos sociais como desiderato. A habitação social foi, de resto, uma das apostas do salazarismo, dentro do espírito corporativo que o caracterizava, e teve expressão em bairros como a Encarnação ou o Alto da Serafina, em contraponto a urbanizações de luxo como a do Restelo. A Praça do Areeiro, com a sua emblemática arquitectura de regime, foi também concluída nos anos 40. Na transição dos anos 50 para os anos 60 são inaugurados os primeiros edifícios da Cidade Universitária de Lisboa (Faculdade de Direito, Faculdade de Letras e Reitoria), antecedidos pelo Hospital de Santa Maria.

Obedecendo já a novos padrões arquitectónicos, é ao longo dos anos 60 que é construído o edifício sede da Fundação Calouste Gulbenkian, inaugurado em 1969, bem como o espaço verde envolvente, ainda hoje um oásis de Lisboa. Nas décadas seguintes a Fundação transformou-se, porventura, na mais importante das instituições nacionais devotadas à ciência, à cultura e à arte. No âmbito do programa de renovação do urbanismo lisboeta e da procura de uma melhor qualidade de vida para os habitantes da cidade, merece destaque a construção dos bairros Olivais Norte e Olivais Sul, na passagem dos anos 50 para os anos 60.

No que diz respeito aos transportes urbanos, as referidas décadas finais do regime foram, igualmente, um período de grande dinamismo. O aeroporto da Portela já havia sido inaugurado no início dos anos 40. Em 1958 começam a circular os autocarros da Carris, que gradualmente substituem os tradicionais eléctricos. Em Dezembro do ano seguinte (1959) começa a funcionar o metropolitano de Lisboa, ainda hoje o mais funcional dos transportes da cidade. Em 1966 temos a mediática inauguração da, há muito idealizada, Ponte sobre o Tejo, então baptizada com o nome do ditador e rebaptizada com o 25 de Abril.

Nas décadas finais do século XX e na passagem para o século XXI Lisboa sofreu transformações importantes em sentidos diversos e contraditórios. A cidade cresceu muito, em particular as zonas periféricas, despovoando-se a baixa. Na sua cintura desenvolveram-se cidades muito povoadas, mas pouco estruturadas do ponto de vista urbano. Multiplicaram-se os automóveis, com naturais consequências na dificuldade de circulação, apesar da abertura de novas vias, e de estacionamento. A poluição tornou-se um problema. Os bairros históricos degradaram-se aceleradamente, apesar de algumas manchas de recuperação e de revitalização. Em períodos de menor consciência patrimonial, destruíram-se edifícios de valor e construiu-se, demasiadas vezes, de forma incaracterística e sem qualidade. A preocupação com as zonas verdes foi residual. No entanto, a cidade ganhou uma vasta zona de lazer, na sequência da Expo 98, o Parque das Nações, incluindo um conjunto de equipamentos de incontestável relevância. Foi inaugurada uma nova travessia: a Ponte Vasco da Gama. Lisboa tornou-se mais amiga do seu rio, em zonas como Alcântara e Belém. A vitalidade cultural é incontestável, expressando-se em peças de teatro e espectáculos musicais. A beleza e a magia da cidade mantêm-se, para naturais e forasteiros, apesar das suas mazelas, mas há muito a fazer. Por que caminhos seguirá Lisboa?

Joaquim Pintassilgo

Fotos: www.cm-lisboa.pt




Um dia na Lisboa de hoje

Largo de Camões Estamos no largo de Camões, carinhosamente apelidado apenas de "largo" e o ponto de encontro preferido dos lisboetas. Há gente a beber "a bica" aproveitando a luz clara da manhã na esplanada no Quiosque, um dos muitos que nos últimos anos têm sido reabilitados, povoando zonas estratégicas de Lisboa. No centro da praça ergue-se a estátua do autor d´Os Lusíadas. Entrando no Chiado, uma das zonas mais movimentadas da cidade, passamos pelo emblemático café lisboeta A Brasileira onde, numa das suas mesas, encontramos a estátua de Fernando Pessoa. Ouve-se música tocada em troca de moedas por grupos de jovens. Vêem-se estudantes, intelectuais, empresários, comerciantes e mendigos. No fim da rua Garrett, chegamos aos Armazéns do Chiado, espaço comercial com história, e descemos para o Rossio. Na rua do Carmo, encontramos um velho carro que vende discos de fado e preenche a rua de música. Pessoas bebem ginjinha, licor típico português obtido da fermentação da ginja. Descemos a rua Augusta acompanhando a sua azáfama comercial e apanhamos o 28, o eléctrico com o percurso mais bonito da cidade.

Saindo no miradouro de Santa Luzia, pode dar-se um saltinho ao Castelo de São Jorge ou continuar para a Graça. Aqui fica um miradouro com uma vista privilegiada sobre Lisboa: a Nossa Senhora do Monte. Estamos agora na zona mais popular de Lisboa e descendo para Alfama; a vida de bairro é bem visível: as vizinhas falam à janela, as crianças jogam à bola nas ruas estreitas, as janelas têm roupa estendida e ouve-se fado pelas portas entreabertas, o fado de Lisboa, música de lamento e de saudade, cuja origem remonta às velhas tabernas de Alfama e da Mouraria. Podemos entrar numa tasca e comer uma açorda de gambas ou um bacalhau com todos. É também aqui que, em Junho, as casas se cobrem de cores e as ruas se enchem de pessoas a comer sardinha assada e a beber vinho para festejar os santos populares.

Saímos do centro histórico de autocarro em direcção ao jardim da fundação Calouste Gulbenkian, instituição dedicada à arte e à ciência fundada em 1956. Vêem-se casais de namorados nos bancos, patos enchem o espaço com o seu grasnar e podemos visitar o Museu de Arte Moderna ou simplesmente perdermo-nos nos labirínticos carreiros do jardim. Para sentir o ambiente estudantil da cidade dirigimo-nos à Alameda da Universidade, onde se situam os edifícios mais antigos da Universidade de Lisboa e onde circulam grupos de estudantes de livro debaixo do braço e sorriso nos lábios.

Voltando ao centro histórico, desembocamos no Martim Moniz, provavelmente o local mais multicultural de LisboJardim da Praça do Império_Américo Simasa; vêem-se árabes, indianos, chineses e africanos, ouvem-se línguas estranhas e podem comprar-se produtos dos quatro cantos do mundo. Mesmo ao lado fica a Praça da Figueira, onde apanhamos o 15 em direcção a Belém. Aqui podemos visitar a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, os Jerónimos ou uma exposição no Centro Cultural de Belém. O sol põe-se; sentamo-nos junto ao Tejo a admirar a miscelânea de cores no céu com um pastel de Belém acabadinho de fazer na mão.

É noite e voltamos, inevitavelmente, ao Largo de Camões. No Bairro Alto há de tudo para se jantar bem: comida típica, casas de fado, tascas e cozinha internacional. À nossa volta a oferta cultural é enorme: depois de jantar podemos ir ao teatro no S. Luiz, à ópera no S. Carlos, a um concerto no Zé dos Bois. A partir das onze, os jovens começam a invadir o Bairro Alto e a torná-lo quase intransitável; é que este é o "bairro", a zona de excelência para sair à noite, com os seus milhentos bares e a sua diversidade imensa de pessoas. Podemos entrar no Catacumbas para ouvir um concerto de Jazz, sentarmo-nos no Loucos e Sonhadores para um ambiente mais intimista ou, se o tempo o permitir, ir para o miradouro de S. Pedro de Alcântara ver as luzes de Lisboa. Às 3, quando o bairro fecha, há um rio de pessoas que se direcciona para o Cais do Sodré, para ouvir rock no Jamaica ou drum´n´bass no Europa. Em alternativa há as muitas discotecas da 24 de Julho. No fim da noite, quando o sol já se quer levantar, forma-se uma imensa fila de pessoas em busca de sopa e pão com chouriço no Caldo Verde, em Santos. Resta-nos recuperar energias para o dia seguinte.

Inês Pintassilgo




Mapa da cidade universitária


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Instituto de Educação

Instituto de Educação da Universidade de LisboaO Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (www.ie.ul.pt) é uma instituição de investigação e ensino, de intervenção comunitária e de apoio às políticas públicas na área da educação e da formação. Este Instituto constitui uma unidade orgânica criada na revisão estatutária de 2008 que se integra na Área Estratégica das Ciências Sociais e a sua fundação pretende o reforço e a rentabilização do potencial de intervenção da Universidade nos campos da Educação e da Formação, nos planos nacional e internacional. O Instituto agrega o património e os recursos humanos anteriormente afectos ao Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e à Unidade de Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação.

O Instituto de Educação desenvolve actividades de ensino através de cursos de graduação (licenciatura em Ciências da Educação), pós-graduação (mestrados e doutoramentos) e especialização em diferentes domínios da Educação e da Formação. Desenvolve, igualmente, actividades de investigação científica nos mesmos domínios, envolvendo intercâmbio com universidades nacionais e estrangeiras e realização de projectos com financiamento nacional e internacional. A prestação de serviços de assessoria e de formação a organizações educativas de diferentes níveis de ensino bem como o apoio científico e técnico à concepção, acompanhamento e avaliação de políticas públicas de educação e formação marcam também a sua actividade no âmbito da extensão universitária.

O Instituto ministra cursos de Licenciatura (em Ciências da Educação) e Mestrados de vária índole que assegura em exclusivo ou em colaboração com outras unidades orgânicas da Universidade de Lisboa (os Mestrados em Ensino e o Mestrado em Tecnologias e Metodologias em E-learning). Assegura, ainda, diversos cursos de especialização com a duração de um ano, dirigidos para necessidades específicas de públicos profissionais bem definidos. Finalmente, com diversas áreas de especialização, o Doutoramento em Educação do Instituto tem actualmente ampla procura por parte de professores de diversos níveis de ensino, de formadores de professores, de outros formadores e profissionais de diversas áreas.

A investigação é uma actividade central e dinamizadora do Instituto de Educação, fortemente articulada com a oferta formativa pós-graduada, em especial os cursos de Doutoramento, e com as actividades de intervenção comunitária e de apoio às políticas públicas. O Instituto tem 81 investigadores doutorados efectivos organizados em nove grupos de investigação: Avaliação Educacional, Currículo e Formação de Professores, Didáctica da Matemática, Didáctica das Ciências, Educação Tecnologia Sociedade, Formação de Adultos, História da Educação, Política e Administração Educacional, Psicologia da Educação.

As grandes linhas de acção estratégica do Instituto de Educação dizem respeito ao reforço da formação pós-graduada, bem como ao reforço do compromisso com Universidade de Lisboa. Neste quadro, contempla-se o envolvimento em projectos e actividades da Universidade como as iniciativas no âmbito do e-learning e os mestrados em Ensino. De sublinhar, ainda, a relação de parceria privilegiada com a Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa.




Faculdade de Ciências

Faculdade de Ciências da Universidade de LisboaA Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) foi criada por Decreto de 19 de Abril de 1911. Até 1985, ano em que ocorreu a transferência para as novas instalações do Campo Grande, esteve sediada no edifício que anteriormente acolhia a Escola Politécnica (1837-1911) e, antes desta, desde o início do século XVII, outras instituições culturais e científicas de grande relevo [O Noviciado da Cotovia (1619-1759); O Real Colégio dos Nobres (1761-1837)]. Presentemente, o edifício da Rua da Escola Politécnica acolhe, em exclusivo, importantes e raras instalações museológicas, da Universidade de Lisboa, cujas actividades se inserem no âmbito das Ciências.

A FCUL desenvolve actividades de ensino, investigação e divulgação nas áreas da Biologia Animal e Vegetal, Química, Bioquímica, Física, Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia, Geologia, Informática, Matemática, Estatística e Investigação Operacional, e História e Filosofia das Ciências. No âmbito do ensino oferece cursos de graduação (dezassete licenciaturas no âmbito das Ciências) e pós-graduação (cursos de especialização, mestrados e doutoramentos). A maioria dos seus docentes dedica-se a actividades de investigação científica em centros de investigação integrados na FCUL que incluem também investigadores de outras universidades portuguesas e mantêm uma estreita colaboração com centros de investigação de diversas universidades estrangeiras.

A FCUL colabora, em conjunto com o Instituto de Educação, nos Mestrados em Ensino da Universidade de Lisboa que conferem habilitação para a docência no 3º ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário e oferece, periodicamente, diversos cursos de formação para professores do ensino básico e do ensino secundário. Promove também a cooperação com as escolas básicas e secundárias, nomeadamente através da disponibilização de bolsas de conferências, exposições itinerantes e dias abertos.

Constitui uma linha de acção estratégica da FCUL a sua internacionalização via associação com instituições estrangeiras, nomeadamente com os países de língua portuguesa, promovendo de forma sistemática o intercâmbio de professores e estudantes e o estabelecimento de relações empresariais tendo em vista a exploração do potencial das áreas de excelência, o financiamento das actividades da FCUL e a transferência tecnológica para o tecido empresarial.




Alimentação

A Faculdade de Ciências e o Instituto de Educação têm bares que servem refeições e que estão disponíveis ao público em geral. No entanto, são bares de pequena dimensão, sem capacidade para servir refeições a todos os participantes. Existe ainda um restaurante, o "Mocho" (ver planta, edifício C7), próximo do edifício C3, da FCUL.
Os participantes que reservaram almoços utilizarão o refeitório da FCUL (ver planta, edifício C7), próximo do edifício C3. É necessário levantar as respectivas senhas na recepção, juntamente com o resto da documentação, e apresentá-las no refeitório.




Alojamentos

A Comissão Organizadora visitou várias unidades hoteleiras, escolhidas pela sua localização privilegiada no que toca aos transportes públicos que dão acesso ao local dos encontros. As sugestões que se expõem pretendem ser diversificadas relativamente às várias condições oferecidas, sendo que os preços apresentados têm, todos eles, desconto incluído para os participantes do ProfMat e/ou do SIEM.

Pensando nos participantes mais jovens ou com um espírito mais aventureiro, contactámos também a Pousada de Juventude e os Bungalows do Parque de Campismo de Monsanto.

As reservas devem ser feitas directamente para as unidades hoteleiras, com a maior brevidade possível, identificando-se como participante do ProfMat2011 e/ou do SIEM. Recomenda-se a utilização do correio electrónico.

Descarregue aqui um documento (pdf) com a lista dos alojamentos, preços e outras informações.







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