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Sessões Práticas

SP 1- Modelação realista com a nova calculadora Casio FX-CG20
SP 2 - Investigações Matemáticas com a Ti-Nspire
SP 3 - Matemática nas dobras do papel
SP 4 - Jogos Matemáticos
SP 5 - Práticas avaliativas no processo de ensino e aprendizagem da matemática
SP 6 - Mãos-nas-Equações: um caminho para estudar equações de 1.º grau!
SP 7 - Ensinar e Aprender Matemática com Robots
SP 8 - Nova abordagem ao Ensino e Aprendizagem da Geometria
SP 9 - Isometrias do Plano com o Geogebra
SP 10 - GeoGebra - uma ferramenta dinâmica para a Matemática



SP 1- Modelação realista com a nova calculadora Casio FX-CG20

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
3º CEB e SEC

Jaime Carvalho e Silva, docente do Dep. Matemática da FCT da Universidade de Coimbra e Vice-Presidente da APM

Nesta sessão, veremos como os professores podem utilizar as novas potencialidades da Calculadora Gráfica para desenvolver atividades de Modelação Matemática mais realistas, baseadas no uso de fotografias e de vídeos.

Veremos como criar facilmente problemas de modelação do espaço envolvente, da Escola, num curto espaço de tempo de modo a que os alunos possam ser autores de enunciados (para além de resoluções) de problemas de modelação utilizando a calculadora.

Queremos ainda mostrar como é possível, através da calculadora, modelar uma mesma imagem com diferentes conteúdos, mostrando uma vez mais que a Modelação é um conteúdo transversal aplicável em qualquer ano de escolaridade, e tanto para a introdução como para consolidação dos mais diversos temas matemáticos.

Com este curso, pretendemos juntar a tecnologia com a educação, permitindo que as matérias lecionadas possuam uma componente mais prática e dinâmica. Ao mostrar a Matemática no mundo real, esperamos tornar as aprendizagens mais significativas e mais duradouras.




SP 2 - Investigações Matemáticas com a Ti-Nspire

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
3º CEB e SEC

José Paulo Viana, APM

Utilizando a tecnologia TI-Nspire, vamos fazer uma série de investigações matemáticas que nos levem naturalmente a conceber conjeturas. Em muitos casos, essas conjeturas serão posteriormente demonstradas. As propostas apresentadas poderão eventualmente ser utilizadas pelos professores nas suas aulas.




SP 3 - Matemática nas dobras do papel

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
2º, 3º CEB e SEC

Lurdes Figueiral, Escola Artística de Soares dos Reis e Presidente da APM

São muitas as relações entre o Origami ou Papiroflexia e a Matemática. Existe mesmo uma teoria matemática do Origami, com um conjunto de axiomas e teoremas. Mas o que nos interessa nesta sessão prática é ver algumas utilizações simples do Origami na exploração de alguns conceitos da geometria plana e, certamente, construir figuras a partir de dobragens em papel, numa passagem surpreendente do espaço bidimensional para o tridimensional. Serão propostas construções de Origami tradicional e de Origami modular e lançadas pistas para o aprofundamento matemático dos trabalhos realizados.




SP 4 - Jogos Matemáticos

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
2º, 3º CEB e SEC

Mª Teresa Santos, Escola SEcundária Soares Basto e Diretora do CFAPM

São muitas as relações entre os Jogos e a Matemática. Existe mesmo uma teoria matemática de Jogos, com um conjunto de axiomas e teoremas. Nesta sessão prática pretende-se dar a conhecer os jogos do próximo campeonato nacional 2015, discutir possíveis explorações, bem como o interesse e a pertinência de se desenvolver este tipo de atividade lúdicas em sala de aula.




SP 5 - Práticas avaliativas no processo de ensino e aprendizagem da matemática

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
2º, 3º CEB e SEC

Elsa Barbosa, Agrupamento de Escolas Manuel Ferreira Patrício, Évora

Sofia Delgadinho, Escola Secundária de Pinhal Novo

 

A avaliação sumativa está de tal forma enraizada na tradição escolar que dificulta a implementação de uma avaliação de carácter formativo. Black e William (1998) salientam três poderosos efeitos na aprendizagem dos alunos, sempre que é usada a avaliação formativa: a) todos os alunos melhoram a qualidade das suas aprendizagens; b) os alunos com melhorias mais significativas são os que apresentam dificuldades de aprendizagem; c) os alunos quando sujeitos a avaliação externa (exames, provas de aferição, etc.) obtêm classificações superiores aos que frequentam escolas que utilizam apenas a avaliação sumativa. No entanto, vários estudos têm mostrado a dificuldade que os docentes sentem na adaptação das suas práticas às novas orientações curriculares, na aferição de critérios de avaliação e na construção de instrumentos adequados à avaliação, sobretudo de valores e atitudes (Martins et al., 2002; Alves, 2004; Santos, 2008).

Esta ação procura incentivar o desenvolvimento profissional dos professores de modo a promover práticas de avaliação de e para as aprendizagens, alicerçadas na reflexão participada, conducentes a uma melhoria das aprendizagens dos alunos. No desenrolar da ação haverá momentos distintos de apresentação, discussão e reflexão.




SP 6 - Mãos-nas-Equações: um caminho para estudar equações de 1.º grau!

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
3º CEB

Hélia Jacinto, Escola Básica José Saramago / Unidade de Investigação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

O Programa de Matemática do Ensino Básico (2013) introduziu alterações significativas no modo como se abordam determinados tópicos matemáticos, não só do ponto de vista da definição dos próprios conceitos, mas também em termos dos procedimentos que são preconizados. Em variados temas, como no estudo das equações do 1.º grau, a ênfase na manipulação algébrica determina uma grande exigência ao nível da capacidade de abstração dos alunos.

A perspetiva que sustenta esta sessão prática é a de que é possível traçar um percurso de aprendizagem das Equações de 1º grau, em que os alunos começam por se apropriar da linguagem característica deste tema, bem como dos conceitos chave, caminhando progressivamente do concreto para o abstrato, com compreensão, até chegar à manipulação algébrica e resolução de equações de 1.º grau.

O trabalho na sessão decorrerá centrado na exploração de um conjunto de tarefas relativas ao tema, com recurso ao material manipulável Hands-on Equations®. Essas tarefas foram experimentadas em sala de aula, em que os alunos do 7.º ano utilizaram o material para mobilizar conhecimentos informais e intuitivos e recorreram a múltiplas representações na aprendizagem da resolução de equações.

O programa Hands-on Equations®, desenvolvido nos EUA, visa proporcionar uma base estruturada para o desenvolvimento do pensamento algébrico: o material manipulável é constituído por uma balança estática e modelos de balanças em cartão, pinos que representam incógnitas e cubos numéricos que representam constantes. O kit também contém um manual e um conjunto de brochuras com tarefas de diferentes níveis de dificuldade.

Contudo, o Hands-on Equations® é muito mais do que um simples sistema de modelação de equações elementares. Permite compreender de forma intuitiva o conceito de variável, de número negativo, incógnita negativa, permite usar a propriedade distributiva, resolver problemas de palavras… A utilização deste material no estudo das Equações algébricas leva a que os alunos se envolvam ativamente na aprendizagem - tocam, sentem, veem - o que faz com que os conceitos “ganhem vida”.




SP 7 - Ensinar e Aprender Matemática com Robots

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
2º, 3º CEB e SEC

Elsa Fernandes, Universidade da Madeira

Cristina Lopes

Sónia Martins

O nosso mundo atual é altamente tecnológico. A matemática necessária para nele viver está ´escondida´ nas tecnologias. Os alunos que frequentam atualmente o ensino básico e secundário têm uma aptidão e gosto natural para o uso destas ferramentas. Assim, é importante aliar o gosto dos alunos ao trabalho que é feito na aula de Matemática. Acreditamos que as salas de aula de matemática que permitem aos alunos envolverem-se em prática de negociação e interpretação do conhecimento matemático, usando recursos tecnológicos, são cenários de aprendizagem mais ricos.

A nossa proposta de formação vai no sentido de permitir que os professores conheçam os robots e descubram as possibilidades de utilização dos mesmos na sala de aula de matemática bem como as potencialidades dos mesmos para a aprendizagem da matemática.




SP 8 - Nova abordagem ao Ensino e Aprendizagem da Geometria

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
2º, 3º CEB e SEC

Elsa Fernandes, Universidade da Madeira

Adelina Gouveia,

Cristina Lopes,

Sónia Abreu,

Sónia Martins

 

O projeto de formação contínua de professores de Matemática – Projeto CEM (Construindo o Êxito em Matemática) - tem como objetivo melhorar as aprendizagens e desenvolver competências matemáticas nos alunos do Ensino Básico.

Alguns dos aspetos que o projeto CEM valoriza são a utilização de Tecnologias e de Materiais Manipulativos para tornar visíveis os conteúdos matemáticos, bem como o papel central do aluno na sua aprendizagem.

Nesta sessão prática pretendemos explorar algumas das propostas de trabalho que temos vindo a desenvolver, ao nível do 7.º ano de escolaridade, com o intuito de introduzir e consolidar conceitos geométricos relativos ao Tema: Paralelismo, Congruência e Semelhança, à luz das definições avançadas pelo Novo Programa de Matemática do Ensino Básico (2013). Pretendemos ainda trazer para a discussão as alterações que este programa apresenta ao estudo deste tema.




SP 9 - Isometrias do Plano com o Geogebra

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
2º CEB

Elsa Fernandes, Universidade da Madeira

Maria José Freitas,

Zoé Luís

 

Na Geometria são abordados alguns conceitos e propriedades das isometrias/simetrias que contribuem para o desenvolvimento do sentido espacial nos alunos. É importante proporcionar aos alunos experiências diversificadas com diferentes materiais manipuláveis como: espelhos, miras, papel transparente, dobragens e furos, applets, programas de geometria dinâmica como o Geogebra, etc., permitindo assim um ensino mais dinâmico, interativo e motivador.

Nesta sessão prática pretende-se abordar as Isometrias, utilizando, um dos muitos ‘materiais’ possíveis para a  sua exploração -  o software Geogebra. Exploraremos tarefas elaboradas no âmbito Projeto CEM - 2º Ciclo – programa de formação contínua de docentes do 2º ciclo do Ensino Básico na área da Matemática - e cujo propósito é melhorar as aprendizagens matemáticas dos alunos, trabalhando com os professores do Ensino Básico da RAM.

 




SP 10 - GeoGebra - uma ferramenta dinâmica para a Matemática

Sexta-feira, 04 de Julho, 15:00
EBS Dr Ângelo Augusto Silva
2º, 3º CEB e SEC

Ricardina Estefânia Xavier de Andrade

Os Software educacionais devem implementados com vista à utilização no processo de ensino- prendizagem em diversas áreas da educação. A tecnologia tornou-se uma ferramenta importante no trabalho de professores em sala de aula, em particular na disciplina de matemática, que tem suas dificuldades em ambiente escolar devido à grande utilização de abstrações e aspetos formais.

Esta sessão prática tem como objetivo apresentar as potencialidades do software Geogebra no ensino e aprendizagem da matemática através da exploração de atividades. O Geogebra possibilita que uma construção geométrica dinâmica, isto permite pensar de uma forma matematicamente diferente do que se estivéssemos trabalhando com uma construção estática ou apenas falando dela, sem nenhum recurso visual.







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