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| Pontos de vista, reacções, ideias...
A utilização da calculadora no 6º ano de escolaridade
O Preço certo Muitas vezes, nas lojas, o preço final precisa de ser ajustado. Os preços são ajustados para cima quando é necessário, por exemplo, pagar IVA e ajustados para baixo quando se obtém um desconto. A calculadora pode ser usada para determinar esses preços finais. Podemos usar dois métodos que ilustramos a seguir com dois exemplos.
Um exemplo de impostos: Um relógio custa 12 000$00. Sabemos que o IVA é de 17%. Qual o preço do relógio já com IVA? Método 1: Pensamos em adicionar 17% ao preço original. Introduzimos 12000 x 17% + A calculadora mostra 2040 (o imposto) quando a tecla % é pressionada e o preço final de 14 040$00 quando a tecla + é pressionada. Método 2: Pensamos em pagar 100% do preço do relógio e um adicional de 17%, ou seja, 117% de 12000$00. Introduzimos 12000 x 117% Obtemos o preço final de 14 040$00
Um exemplo de descontos: Um vestido custa 11 200$00. Como a loja está em saldo, fazem-nos um desconto de 15%. Qual é o preço final do vestido? Método 1: Pensamos em subtrair 15% ao custo do vestido. Introduzimos 11200 x 15% - . Obtemos 9 520$00. Método 2: Pensamos em pagar 100% do preço do vestido menos os 15%, isto é, pensamos em pagar apenas 85% do vestido. Introduzimos 11 200 x 85% . Obtemos 9 520$00.
Usa agora tu a calculadora para dar resposta às seguintes questões:
1. Um relógio custa 26 000$00 sem IVA. Sabemos que, neste caso, o imposto é de 17%. Qual é o preço de venda do relógio já com o IVA?
2. Paguei por um frasco de xarope para a tosse 947$00. Sabendo que o IVA é de 5%. Qual é o preço do xarope, sem o IVA?
3. Um vídeo custou-me 65 800$00, já com um desconto de 20%. Quanto economizei na sua compra?
Para pensar Um desconto de 15% seguido de um desconto de 10% é igual a um desconto de 25%?
Jorge Manuel da Silva Barros
Seria muito importante...
Não é difícil verificar que o número de professores que colaboram com a revista Educação e Matemática tem aumentado consideravelmente ao longo destes 12 anos de publicação. De outro modo seria, aliás, impossível mantê-la e, por maioria de razão, ter até aumentado de quatro para cinco o número de revistas por ano e, ao mesmo tempo, o número de páginas como aconteceu a partir do ano passado. No entanto, a colaboração na revista está ainda muito longe do que seria desejável, sobretudo num aspecto: a falta de debate ou de simples interacção entre os professores. Há alguns números atrás, a revista lançou um debate sobre a diversificação dos programas do secundário. Esse debate acabou rapidamente por falta de contributos. Em diversos artigos, os autores solicitam reacções, comentários, exemplos e, no entanto, raramente esse apelo tem correspondência. Posso compreender que escrever um artigo de várias páginas requer tempo e, por vezes, até recursos de que nem sempre se dispõe. Mas já me é mais difícil aceitar que seja tão difícil reagir a um artigo que foi publicado concordando e apresentando exemplos, ou discordando e explicando porquê ou propondo outra forma de encarar o problema ou referir uma questão que merece reflexão e que tem estado esquecida, ou enviando uma ideia para a sala de aula que parece prometedora ou... Podem ser dois ou três parágrafos mas um grande número desses contributos faria a revista melhor. E seria muito importante... Paulo Abrantes |
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