APM Informação nº 45

 

Em busca dos superprofessores...
Conheça a APM!
Ano Mundial da Matemática
Eleições 99
A APM foi às JAEM
A vida da APM em notícias breves
 
 

Conheça a APM!

 

O que te levou a aceitar pertencer à direcção da APM?

Fizemos esta pergunta aos actuais membros da direcção da APM. Eis as respostas:
Antes de mais importa dizer que só aceitei após muitas conversas e, direi mesmo, "muita pressão". Nunca imaginei que tal viesse a acontecer, mas depois ponderada a situação acedi por acreditar que poderia fazer alguma coisa para tornar mais visível o 1.º ciclo no seio da APM. Claro que sabia das dificuldades que iria encontrar por não estar preparado para participar neste órgão da Associação.
António Luís

Aceitei integrar a direcção da APM como presidente porque considerei que a minha experiência poderia dar um contributo positivo para o desenvolvimento da APM. Foi um grande desafio numa altura da minha vida profissional e pessoal que não era a mais favorável. Mas eu gosto de desafios.
Cristina Loureiro

Todos os sócios activos e em consonância com os objectivos da APM devem estar dispostos a colaborar positivamente no seu desenvolvimento, em particular ocupando lugares na direcção. Além disso, trabalhar na APM é estimulante e enriquecedor. É certo que já tinha cumprido "a minha obrigação" anteriormente... mas a uma presidente como a Cristina não se recusa nada.
Eduardo Veloso

Ao tentar responder a esta questão tenho de referir que, em 1995, quando mudei de local de residência de Torres Novas para Vila Real vinha decidida a apostar muitas das minhas "energias" na melhoria do ensino da Matemática: primeiro porque gosto muito de matemática e, em segundo lugar, porque considero que os jovens merecem ter melhores relações com esta disciplina. É neste contexto que me fazem o desafio de pertencer à direcção da APM. Aceitei-o estando consciente quer das limitações quer das potencialidades que há em alguém que vive em Trás-os-Montes e precisa de se deslocar à capital com alguma regularidade (para além da comunicação via Internet) pertencer a um órgão tão decisivo na vida da APM.
Ilda Lopes

Uma tarde ao chegar à APM a Cristina e a Olívia abordaram-me perguntando-me se eu gostaria de fazer parte da direcção da APM. Nunca tinha pensado no assunto o que me levou a ter de analisar a ideia num curto espaço de tempo (havia urgência em saber a minha resposta). A primeira questão que se me colocou foi se todos dissessem que não (como de imediato me apeteceu fazer) que seria da APM, uma segunda questão era a minha competência para o cargo, mas um desafio é um desafio e eu tentaria dar o meu melhor além disso sabia haver colegas bastante competentes a apoiarem-me, sabia também que iria, por certo, ganhar imenso (valorização pessoal) com esta nova experiência, o que tem sido verdade.
Irene Segurado

Aceitei pelas pessoas que já conhecia...
Aceitei pelo projecto que é a APM...
Aceitei pela experiência que imaginava ser enriquecedora.
Há sempre o sonho de fazer mais e melhor pelo ensino e a aprendizagem da Matemática e isso é possível na APM.
Isolina Oliveira

Sou sócia da APM quase desde a sua fundação e foi muito o que dela recebi. Quando me foi pedido que desse algum do meu tempo e trabalho à APM, aceitando candidatar-me à sua direcção, como dizer que não? Era impossível.
Lucinda Gomes

Em primeiro lugar o que me fez aceitar pertencer à direcção foi sem dúvida a realização do Profmat 99, no Algarve. Por outro lado, porque também quero acreditar que as pessoas de fora de Lisboa também podem ou devem ter um papel mais activo na direcção da APM. No entanto a distância a que me encontro da sede da APM faz-me sentir que às vezes é difícil, embora se tente diminuir esta distância através da comunicação via Internet. Mas quero acrescentar que esta tem sido uma das experiências mais enriquecedoras e que sinto muito gosto e prazer em trabalhar na direcção da APM.
Nélia Amado

Quando entrei para a direcção da APM estava empenhada na realização do ProfMat que se realizaria na Figueira da Foz no ano seguinte, o que facilitou a comunicação da direcção com a comissão organizadora do ProfMat. É difícil para alguém fora de Lisboa participar activamente nos trabalhos a realizar, mas a comunicação via e-mail melhorou esta situação, no entanto ainda há um longo caminho a percorrer neste sentido.
Teresa Mariano

O que me levou a aceitar pertencer à direcção da APM foi: por um lado, a falta de motivos para não aceitar (tirando o receio de não ser capaz, que alguém se encarregou prontamente de fazer desaparecer) e, por outro lado, o fascínio de poder trabalhar e aprender com pessoas tão interessantes e tão bem (in)formadas.
Olívia Sousa

 

Nos dois números anteriores iniciámos o projecto de dar a conhecer alguns aspectos fundamentais da APM. Depois de apresentarmos uma listagem dos Núcleos e Grupos de Trabalho, a que se seguirão, naturalmente, reportagens mais detalhadas no futuro, apresentámos as funcionárias que apoiam todo o trabalho da APM. Desta vez, voltamo-nos para a direcção da APM. Incluímos uma entrevista dando um breve panorama de como tem evoluído o trabalho da direcção da APM e da própria APM. Ninguém melhor para nos ajudar neste aspecto do que o Paulo Abrantes, (sócio nº 2), que era da APM ainda antes dela existir, e que tem acompanhado de perto e activamente (na direcção, como director da Educação e Matemática, como co-organizador de ProfMats, na coordenação de projectos como o 2001, etc., etc.) a vida da APM e o seu crescimento.

Entrevista com Paulo Abrantes
APM Inf. - Como participaste na primeira direcção da APM e conhecedor das diferenças relativamente à situação actual, queres dizer-nos como era o ambiente de trabalho nesses primeiros tempos, com a associação ainda com um número reduzido de sócios e uma actividade ainda a dar os primeiros passos?
P. A. - A Direcção tinha 15 membros, 7 da área de Lisboa (para poderem encontrar-se com frequência) e 8 de vários pontos do país (onde havia condições para se criarem núcleos regionais em pouco tempo). As reuniões eram frequentes, sobretudo entre os lisboetas. A Leonor Filipe foi a primeira presidente (em 86/87) e eu fui o segundo (em 87/88). O entusiasmo era muito grande. Nós tínhamos pelouros: por exemplo, o Henrique era o secretário, o Albano o tesoureiro, a Leonor Moreira a directora da revista. Mas as coisas principais eram discutidas e feitas em conjunto: eu e o Henrique também éramos da Redacção da revista, nós os dois organizámos a base de dados informática dos sócios (depois conseguimos uma funcionária em part-time, trabalhávamos num gabinete do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências, na Av. 24 de Julho), outros coordenavam os grupos de trabalho que inicialmente eram apenas dois (currículo e clubes de Matemática), etc.
O nosso lema era "começar bem" (ninguém nunca disse isto, eu é que estou agora a pensar no passado). Começar logo uma boa revista; notem que a APM nasceu em Setembro de 86 e o primeiro número da Educação e Matemática saiu em Janeiro de 87. Apoiar logo realizações regionais; em Outubro de 86 houve um encontro em Viana do Castelo co-organizado pelo "auto-proclamado" núcleo regional de Viana da APM (cujo arranque foi mesmo anterior ao nascimento formal da APM). Usar desde o início uma base de dados informática. Começar a preparar o ProfMat seguinte com todo o cuidado; etc.; etc.
Entretanto, o número de sócios começou a aumentar muito depressa, com muitos colegas dos primeiros sócios, o encontro de Viana, a revista, etc.
APM Inf. - Depois de termos uma ideia como começou, percebemos que a actual APM e o seu funcionamento e alcance são bem diferentes do que eram nesses tempos. Como tens sido interveniente nas diferentes fases da APM, quais consideras que foram os principais factores de mudança da APM? E, na tua opinião, poder-se-ão assinalar momentos em que houve saltos de qualidade nas realizações da APM? E o que te parece que, apesar do crescimento, se mantém (ou deveria manter) constante?
P. A. - Creio que podemos distinguir três fases na vida da APM, embora (como sempre sucede nestas coisas) não se possa fazer uma localização cronológica muito precisa.
A primeira (86-90 aprox.) é a da fundação. Não se tratou apenas de nascer mas sim de clarificar os objectivos e criar um estilo de funcionamento e de discurso, de crescer.
A segunda (90-94 aprox.) é a da consolidação e adaptação perante novas realidades, internas e externas à APM. Reparem que o ProfMat muda uma primeira vez de formato em 89 (Viana) e que, em 90 (Caldas) se consolida isso e surgem coisas novas: pela primeira vez, o ProfMat é em Novembro e numa escola secundária, cria-se o Conselho Nacional, o presidente passa a um mandato de dois anos e (talvez mais significativo), pela primeira vez, é eleita como presidente uma professora que não está no ensino superior. Nos anos seguintes, temos uma nova sede (mais acessível e fisicamente independente da Universidade), criamos laços com outras associações, etc.
A terceira (94-) é da tentativa de normalização (não sei bem como lhe hei-de chamar). Mais uma vez, o ProfMat simboliza esta mudança, mudando outra vez de formato em 94 (Leiria), de um modo consolidado em 95 (Évora). Também uma nova mudança de sede tem aqui um papel simbólico. A APM tem agora que viver dentro da realidade de uma associação grande e influente, tem que ter funcionários, dinheiro, etc. Ao mesmo tempo, tem que viver com uma grande diversidade interna. E, mais ainda, numa época (a partir de 95) em que as associações de professores se tornam parceiros mais ouvidos e mais influentes na política educativa. Um dos problemas é que a APM já não pode (nunca) mais viver do activismo de um número de professores de quem se espera que façam tudo.
Agora, eu creio sinceramente que esta foi uma evolução anunciada. Quer dizer: houve desde o início a intenção de fazer da APM uma grande e influente associação de professores e foi-se trabalhando nesse sentido. O grande desafio, hoje, é o de conjugar esta APM muito mais crescida e influente com os princípios de uma organização onde o espírito associativo domine e em que o centro das preocupações sejam a educação, a aprendizagem da Matemática, a inovação. Para mim, um dos traços mais distintivos da APM vem desde a primeira discussão dos Estatutos: é uma associação de todos os que se interessam pela educação matemática, em todos os níveis de ensino (e até fora, se for caso disso).
APM Inf. - Tendo em atenção "como tudo começou", e também "como tudo tem vindo a crescer" e o que tu conheces da situação actual, quais os pontos principais em que te parece que deve haver modificações, para que o crescimento continue dentro dos objectivos gerais que sempre considerámos deviam ser os da APM?
P. A. - Penso que há dois aspectos fundamentais nessa questão. Por um lado, deveria haver uma orientação clara da APM para intervir onde as coisas principais se jogam neste momento. Em 13 anos, o panorama mudou muito. A APM tem que intervir na evolução do currículo, do desenvolvimento curricular, das práticas de gestão curricular. Gerar reflexão e discussão sobre isto, fazer propostas, produzir materiais, encorajar e divulgar projectos e inovações. Seria um contra-senso não estar na primeira linha da inovação numa época em que o próprio discurso oficial incorpora essa inovação e as possibilidades de intervir são mais e mais variadas.
O outro aspecto é de natureza interna. Os lugares de responsabilidade na APM são, hoje, muito pesados. É preciso criar mecanismos para que essa responsabilidade seja mais apoiada e mais partilhada, envolva um maior número de sócios que a podem assumir (que, felizmente, não serão assim tão poucos). E também para que se verifique uma clara rotatividade, dentro do espírito associativo. Isto requer certamente alterações estatutárias e organizativas mas também um clima de apoio aos responsáveis e de valorização das funções que desempenham. Ser presidente da APM (ou vice-presidente ou director da revista ou...) é hoje muito exigente mas trata-se de um lugar de grande importância e prestígio. Tanto os próprios como os sócios (nós todos!) devem ter consciência disso e agir de acordo com isso.
APM Inf. - Como participaste na primeira direcção da APM e conhecedor das diferenças relativamente à situação actual, queres dizer-nos como era o ambiente de trabalho nesses primeiros tempos, com a associação ainda com um número reduzido de sócios e uma actividade ainda a dar os primeiros passos?
P. A. - A Direcção tinha 15 membros, 7 da área de Lisboa (para poderem encontrar-se com frequência) e 8 de vários pontos do país (onde havia condições para se criarem núcleos regionais em pouco tempo). As reuniões eram frequentes, sobretudo entre os lisboetas. A Leonor Filipe foi a primeira presidente (em 86/87) e eu fui o segundo (em 87/88). O entusiasmo era muito grande. Nós tínhamos pelouros: por exemplo, o Henrique era o secretário, o Albano o tesoureiro, a Leonor Moreira a directora da revista. Mas as coisas principais eram discutidas e feitas em conjunto: eu e o Henrique também éramos da Redacção da revista, nós os dois organizámos a base de dados informática dos sócios (depois conseguimos uma funcionária em part-time, trabalhávamos num gabinete do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências, na Av. 24 de Julho), outros coordenavam os grupos de trabalho que inicialmente eram apenas dois (currículo e clubes de Matemática), etc.
O nosso lema era "começar bem" (ninguém nunca disse isto, eu é que estou agora a pensar no passado). Começar logo uma boa revista; notem que a APM nasceu em Setembro de 86 e o primeiro número da Educação e Matemática saiu em Janeiro de 87. Apoiar logo realizações regionais; em Outubro de 86 houve um encontro em Viana do Castelo co-organizado pelo "auto-proclamado" núcleo regional de Viana da APM (cujo arranque foi mesmo anterior ao nascimento formal da APM). Usar desde o início uma base de dados informática. Começar a preparar o ProfMat seguinte com todo o cuidado; etc.; etc.
Entretanto, o número de sócios começou a aumentar muito depressa, com muitos colegas dos primeiros sócios, o encontro de Viana, a revista, etc.
APM Inf. - Depois de termos uma ideia como começou, percebemos que a actual APM e o seu funcionamento e alcance são bem diferentes do que eram nesses tempos. Como tens sido interveniente nas diferentes fases da APM, quais consideras que foram os principais factores de mudança da APM? E, na tua opinião, poder-se-ão assinalar momentos em que houve saltos de qualidade nas realizações da APM? E o que te parece que, apesar do crescimento, se mantém (ou deveria manter) constante?
P. A. - Creio que podemos distinguir três fases na vida da APM, embora (como sempre sucede nestas coisas) não se possa fazer uma localização cronológica muito precisa.
A primeira (86-90 aprox.) é a da fundação. Não se tratou apenas de nascer mas sim de clarificar os objectivos e criar um estilo de funcionamento e de discurso, de crescer.
A segunda (90-94 aprox.) é a da consolidação e adaptação perante novas realidades, internas e externas à APM. Reparem que o ProfMat muda uma primeira vez de formato em 89 (Viana) e que, em 90 (Caldas) se consolida isso e surgem coisas novas: pela primeira vez, o ProfMat é em Novembro e numa escola secundária, cria-se o Conselho Nacional, o presidente passa a um mandato de dois anos e (talvez mais significativo), pela primeira vez, é eleita como presidente uma professora que não está no ensino superior. Nos anos seguintes, temos uma nova sede (mais acessível e fisicamente independente da Universidade), criamos laços com outras associações, etc.
A terceira (94-) é da tentativa de normalização (não sei bem como lhe hei-de chamar). Mais uma vez, o ProfMat simboliza esta mudança, mudando outra vez de formato em 94 (Leiria), de um modo consolidado em 95 (Évora). Também uma nova mudança de sede tem aqui um papel simbólico. A APM tem agora que viver dentro da realidade de uma associação grande e influente, tem que ter funcionários, dinheiro, etc. Ao mesmo tempo, tem que viver com uma grande diversidade interna. E, mais ainda, numa época (a partir de 95) em que as associações de professores se tornam parceiros mais ouvidos e mais influentes na política educativa. Um dos problemas é que a APM já não pode (nunca) mais viver do activismo de um número de professores de quem se espera que façam tudo.
Agora, eu creio sinceramente que esta foi uma evolução anunciada. Quer dizer: houve desde o início a intenção de fazer da APM uma grande e influente associação de professores e foi-se trabalhando nesse sentido. O grande desafio, hoje, é o de conjugar esta APM muito mais crescida e influente com os princípios de uma organização onde o espírito associativo domine e em que o centro das preocupações sejam a educação, a aprendizagem da Matemática, a inovação. Para mim, um dos traços mais distintivos da APM vem desde a primeira discussão dos Estatutos: é uma associação de todos os que se interessam pela educação matemática, em todos os níveis de ensino (e até fora, se for caso disso).
APM Inf. - Tendo em atenção "como tudo começou", e também "como tudo tem vindo a crescer" e o que tu conheces da situação actual, quais os pontos principais em que te parece que deve haver modificações, para que o crescimento continue dentro dos objectivos gerais que sempre considerámos deviam ser os da APM?
P. A. - Penso que há dois aspectos fundamentais nessa questão. Por um lado, deveria haver uma orientação clara da APM para intervir onde as coisas principais se jogam neste momento. Em 13 anos, o panorama mudou muito. A APM tem que intervir na evolução do currículo, do desenvolvimento curricular, das práticas de gestão curricular. Gerar reflexão e discussão sobre isto, fazer propostas, produzir materiais, encorajar e divulgar projectos e inovações. Seria um contra-senso não estar na primeira linha da inovação numa época em que o próprio discurso oficial incorpora essa inovação e as possibilidades de intervir são mais e mais variadas.
O outro aspecto é de natureza interna. Os lugares de responsabilidade na APM são, hoje, muito pesados. É preciso criar mecanismos para que essa responsabilidade seja mais apoiada e mais partilhada, envolva um maior número de sócios que a podem assumir (que, felizmente, não serão assim tão poucos). E também para que se verifique uma clara rotatividade, dentro do espírito associativo. Isto requer certamente alterações estatutárias e organizativas mas também um clima de apoio aos responsáveis e de valorização das funções que desempenham. Ser presidente da APM (ou vice-presidente ou director da revista ou...) é hoje muito exigente mas trata-se de um lugar de grande importância e prestígio. Tanto os próprios como os sócios (nós todos!) devem ter consciência disso e agir de acordo com isso.

Com que se preocupa a Direcção da APM?

Um dos modos de tentar perceber quais são as principais preocupações da direcção da APM é ver as ordens de trabalho das suas reuniões...
Com o objectivo de simplificar os seus métodos de trabalho, a direcção resolveu atribuir números fixos aos assuntos que tem em discussão. Segue-se a lista total dos assuntos que no ano transacto foram discutidos em reuniões da direcção:
1. Informações/Assuntos de gestão corrente
2. Quotas
3. ProfMat99
4. Centro de Formação
5. Gestão Flexível no Básico e Diversificação no Secundário
6. Conselho Nacional
7. APM Informação
8. Revisão dos estatutos/Reflexão APM
9. Publicações
10. Propostas de empresas
11. Funcionárias
12. Exposições
13. 1º Ciclo
14. Agenda APM
15. Ano Mundial da Matemática
16. Atractor
17. GAVE
18. Protocolos com outras associações
19. SIAP
20. Articulação entre a direcção e os grupos de trabalho e os núcleos
21. Comissão de Acompanhamento do Ajustamento do programa do Ensino Secundário
22. Federação Europeia das Associações de Professores de Matemática
Se há 13 anos, quando foi fundada a APM e qundo iniciou os trabalhos a primeira direcção, de que nos fala o Paulo na entrevista ao lado, já houvesse Internet, sites e correio electrónico, seria mais fácil e interessante comparar as preocupações dessa direcção com as nossas...